Comecei a viagem a Nova York muito bem, muitíssimo bem: antes de dar início à maratona hoteira que me levou por quartos e corredores de dezenas de hotéis na cidade, eu fiz meu check in no adorável Mandarin Oriental New York.
Não escondo de ninguém que sou fãzona dos hotéis da rede pelo design, pelo serviço, pelo conforto, pela inovação. E tive o prazer de dormir muito bem minhas primeiras duas noites na cidade num de seus apartamentos com vista parcial para o Central Park. Lovely.
Ao amanhecer ou ao anoitecer, não importava, a vista das grandes janelas de vidro do quarto eram de babar.
O quarto, espaçoso e super confortável, tinha uma charmosérrima chaise dupla grudada na janela, uma graça.
TV de LCD, dimmer nas luzes, iPod doc e todos os outros confortos que esperamos mesmo de um cinco estrelas (só ficou faltando a coffee machine, tão característica dos hotéis americanos e tão importante para coffeaholics como eu ;-D)
O banheiro, lindo, também contava com sua versão mini da tela de LCD, com exatamente os mesmos canais da grandona do quarto.
Banheiro com os 4 ambientes - banheira, chuveiro, vaso e pia - separadinhos, é claro.
E cheio de detalhes fofos, dos docinhos ou cookies colocados na mesinha no turndown service à mensagem de boas vindas no telefone.
E ainda conta com um belíssimo spa que usa, entre outros produtos, uma linha exclusiva do Ivo Pitanguy (!). Piscina térmica panorâmica, saunas e ducas à disposição de todos os hóspedes também.
Adorável.
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28 de abr de 2011
Hotel review: Mandarin Oriental, New York
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Mari Campos - Pelo Mundo
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10:00 PM
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Baixa gastronomia novaiorquina: Burger Joint ;-)
Não, isso definitivamente não tem comparação com as ótimas refeições que fiz em NY nessa viagem. Mas, como sou a rainha do HiLo em viagens, entre um Boulud e um brunch no Four Seasons, eu acho que vai bem incluir experiências de street food e até, por que não, fast food.
A Burger Joint virou, definitivamente, um hit novaiorquino. Escura, pequena, bagunçada, com aquele jeito dos "sujinhos" paulistanos, ocupa uns míseros metros quadrados dentro do bonitão Le Parker Meridien, na 57th, entre as 6th e 7th avenues.
Eu já tinha lido sobre o local em outros blogs e, durante a viagem, a Carmen e a Ana me contaram que tinham ido e curtido. Então lá fomos nós xeretear.
Entrar ali demora - o tempo de espera mínimo é de 40 minutos - numa fila organizadinha, com várias voltinhas, no saguão do hotel. E na fila já se vai criando um clima meio de baladinha que o lugar adquiriu.
As fotos estão horríveis, feitas nas coxas com celular (sorry), mas acho que dá pra ter uma ideia do lugar. Dados de funcionamento escritos à mão nas paredes, nenhum serviço de mesa. Na entrada, você pega um papelzinho e faz X nas suas opções (só há hamburger ou cheeseburger - 7 e 8 dólares, respectivamente - , fritas, milkshakes, refris, água e cerveja. Quando - depois de muuuuito tempo - chegar sua vez no caixa, é só entregar o papelzinho preechido e voilá - em cinco minutos seu pedido tá pronto. Você mesmo retira, caça uma mesinha e talz.
Absolutamente no frills, como vcs podem ver. Mas carne gostosa e substanciosa, ótimas batatinhas e um ambiente curiosíssimo, animadaço, interessante, vá.
A Burger Joint virou, definitivamente, um hit novaiorquino. Escura, pequena, bagunçada, com aquele jeito dos "sujinhos" paulistanos, ocupa uns míseros metros quadrados dentro do bonitão Le Parker Meridien, na 57th, entre as 6th e 7th avenues.
Eu já tinha lido sobre o local em outros blogs e, durante a viagem, a Carmen e a Ana me contaram que tinham ido e curtido. Então lá fomos nós xeretear.
Entrar ali demora - o tempo de espera mínimo é de 40 minutos - numa fila organizadinha, com várias voltinhas, no saguão do hotel. E na fila já se vai criando um clima meio de baladinha que o lugar adquiriu.
As fotos estão horríveis, feitas nas coxas com celular (sorry), mas acho que dá pra ter uma ideia do lugar. Dados de funcionamento escritos à mão nas paredes, nenhum serviço de mesa. Na entrada, você pega um papelzinho e faz X nas suas opções (só há hamburger ou cheeseburger - 7 e 8 dólares, respectivamente - , fritas, milkshakes, refris, água e cerveja. Quando - depois de muuuuito tempo - chegar sua vez no caixa, é só entregar o papelzinho preechido e voilá - em cinco minutos seu pedido tá pronto. Você mesmo retira, caça uma mesinha e talz.
Absolutamente no frills, como vcs podem ver. Mas carne gostosa e substanciosa, ótimas batatinhas e um ambiente curiosíssimo, animadaço, interessante, vá.
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Mari Campos - Pelo Mundo
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6:34 PM
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Café Boulud, NY: delícia de almoço
Uma das melhores refeições que fiz nessa viagem à Nova York foi, sem dúvida, o almoço no hypado Café Boulud, o restaurante de Daniel Boulud no bacanérrimo hotel The Surrey, no Upper East Side.
Vale dizer que o almoço lá é concorridíssimo; reservar é mandatório, pra garantir uma das deliciosas mesinhas, de preferência as com sofazinho. Também, pudera: a comida preciosa de Boulud mais o espaço ultra aconchegante do restaurante ficam ainda mais lindos com o menu de 3 pratos por 35 dólares. E que menu!
Abri os trabalhos com uma tradicionalíssima pea soup imbatível...
... continuei com o melhor ravioli que lembro de ter comido na vida...
e fechei com uma sobremesa de matar, com brownie de chocolate, creme de baunilha e peanut butter, show.
E o cafezinho pós almoço ainda veio acompanhado desses deliciosos pecadinhos!
Em tempo: dos MUITOS hotéis que visitei em Nova York na semana passada, o The Surrey foi o meu predileto. Pequeno, acolhedor, ultra bem localizado, no frills, design modernette impecável, quartos adoráveis. Simplesmente adoraria me hospedar lá.
Vale dizer que o almoço lá é concorridíssimo; reservar é mandatório, pra garantir uma das deliciosas mesinhas, de preferência as com sofazinho. Também, pudera: a comida preciosa de Boulud mais o espaço ultra aconchegante do restaurante ficam ainda mais lindos com o menu de 3 pratos por 35 dólares. E que menu!
Abri os trabalhos com uma tradicionalíssima pea soup imbatível...
... continuei com o melhor ravioli que lembro de ter comido na vida...
e fechei com uma sobremesa de matar, com brownie de chocolate, creme de baunilha e peanut butter, show.
E o cafezinho pós almoço ainda veio acompanhado desses deliciosos pecadinhos!
Em tempo: dos MUITOS hotéis que visitei em Nova York na semana passada, o The Surrey foi o meu predileto. Pequeno, acolhedor, ultra bem localizado, no frills, design modernette impecável, quartos adoráveis. Simplesmente adoraria me hospedar lá.
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Mari Campos - Pelo Mundo
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6:10 PM
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27 de abr de 2011
Little Cupcake Bakeshop: amei
Nas andanças por downtown - de longe, minha parte favorita de Manhattan - dei de cara com esse lugar fofíssimo, justamente numa das partes que acho mais cute da ilha. A Little Cupcake Bakery Shop fica em plena Prince St, em Nolita, e é muito, muito girlie.
O balcão é um desfile de tentações, até para quem não curte cupcakes - até porque tem cheese cakes e mais tudo quanto é cake que vc possa imaginar.
Gracinha, né? Fui e super recomendo. Aproveita e depois dá uma passeada pelo bairro, que está cada vez mais cool ;-)
O balcão é um desfile de tentações, até para quem não curte cupcakes - até porque tem cheese cakes e mais tudo quanto é cake que vc possa imaginar.
Gracinha, né? Fui e super recomendo. Aproveita e depois dá uma passeada pelo bairro, que está cada vez mais cool ;-)
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Mari Campos - Pelo Mundo
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7:01 PM
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Hotel review: The Hotel @ Times Square
Acho que o The Hotel at Times Square , da Apple Core Hotels, é a melhor relação custoXbenefício que eu já vi em Nova York. Acabo de passar 3 noites lá - 2 antes de Boston, e outra na volta - e adorei. Fiquei em dois quartos diferentes, nas duas ocasiões, e pude constatar que os quartos são praticamente idênticos.
Os preços por um apê duplo começam em 119 dólares - e é muito frequente conseguir essa tarifa, o que é a melhor parte. O hotel fica na Little Brazil, bom pra quem curte a muvuca das compras novaiorquinas ou pra quem visita a cidade pela primeira vez. Quem não curte muito Midtwon (como eu), tem o metrô ali a exatamente uma quadra, uma maravilha (e mais várias opções a 3 quadras em outras direções).
Os quartos são espaçosos, com closet, mesa de trabalho, cômoda, banheiro bem legal].
Bonitinho, né, não?
Mas o melhor é o monte de coisas "free" que vêm embutidas em qualquer reserva: wifi grátis no hotel todinho (e computers no lobby pra quem não tiver o seu), chamadas telefônicas gratuitas dentro dos EUA continental (mão na roda pra reservar hotéis e tours!) e café da manhã tipo bandeijão free também (com direito a suco, café, chá, miles de bagels e donuts, cereais, frutas, iogurte etc)
Achei o pessoal da limpeza meio rude, mas o pessoal da recepção era gracinha. O staff me deu uma dica ótima de jantar, inclusive, que vai virar post já já.
Sério, adorei. Low cost mas com todos os confortos que queremos, como iPod doc, tv de LCD etc.
Os preços por um apê duplo começam em 119 dólares - e é muito frequente conseguir essa tarifa, o que é a melhor parte. O hotel fica na Little Brazil, bom pra quem curte a muvuca das compras novaiorquinas ou pra quem visita a cidade pela primeira vez. Quem não curte muito Midtwon (como eu), tem o metrô ali a exatamente uma quadra, uma maravilha (e mais várias opções a 3 quadras em outras direções).
Os quartos são espaçosos, com closet, mesa de trabalho, cômoda, banheiro bem legal].
Bonitinho, né, não?
Mas o melhor é o monte de coisas "free" que vêm embutidas em qualquer reserva: wifi grátis no hotel todinho (e computers no lobby pra quem não tiver o seu), chamadas telefônicas gratuitas dentro dos EUA continental (mão na roda pra reservar hotéis e tours!) e café da manhã tipo bandeijão free também (com direito a suco, café, chá, miles de bagels e donuts, cereais, frutas, iogurte etc)
Achei o pessoal da limpeza meio rude, mas o pessoal da recepção era gracinha. O staff me deu uma dica ótima de jantar, inclusive, que vai virar post já já.
Sério, adorei. Low cost mas com todos os confortos que queremos, como iPod doc, tv de LCD etc.
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Mari Campos - Pelo Mundo
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22 de jan de 2010
Boas novidades na Big Apple

Pausa na odisseia no Atacama. 'E hora de virar o disco um pouco e contar novidades, como essa, boa para quem quer curtir o melhor de Manhattan com conforto e sem ir `a falencia.
A gente sabe que 'e dureza encontrar hotel decente a menos de 200 dolares em Nova York. A crise economica internacional de 2008/2009 acabou trazendo gratas surpresas nesse sentido mas, ainda assim, 'e preciso sorte para conseguir as melhores tarifas. Fiquei sabendo que a rede Apple Core anda oferecendo tarifas bem atraentes, inclusive nos periodos de ferias. Eles agora possuem cinco unidades em Nova York - The Hotel @ Times Square, Comfort Inn Midtown, Red Roof Inn Manhattan, La Quinta Manhattan e Ramada Eastside - todas elas pertinho das principais atrações da cidade.Desde 1993, o grupo vem investindo milhões de dolares em reformas na fachada e no interior dos hotéis, tornando-os mais modernos, aconchegantes e equipados com aparelhos de última geração. O melhor de tudo: as diárias custam a partir de US$ 120 o quarto duplo (incluso no valor café da manhã e acesso gratuito a salas de negócios e computadores com acesso à Internet, alem da free wifi). Salas de fitness e TVs de tela plana tambem sao comuns a todos os quartos, dos cinco hoteis - e as crianças menores de 13 anos se hospedam gratuitamente, quando no quarto dos pais.
O pessoal da Apple Core descreve os hoteis mais ou menos assim: recentemente renovado, o Comfort Inn Midtown é o primeiro e único hotel para não-fumantes na cidade de Nova York, na West 46th Street; o La Quinta Inn Manhattan, próximo do Madison Square Garden, tem fachada em estilo Belas Artes de tijolo vermelho e o bar do hotel, Me Bar, oferece vista incrível do Empire State Building; o Red Roof Inn Manhattan marca a primeira conversão de um prédio comercial em hotel pelo grupo Apple Core, reprojetado pelo arquiteto Hyun Kim, da HK International Design, que o deixou com estilo contemporâneo; o Ramada Eastside tem vista para o East River e os arranha-céus da cidade e o The Hotel @ Times Square acaba de concluir a última etapa de suas renovações multi-milionárias, com imensa variedade de produtos e serviços de cortesia disponível (ligações gratuitas para dentro dos EUA, café da manhã continental e entrega de jornal diário, entre outros).
Vale tentar, ne?
Saudades de NY.
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