Pois é, eu esperva "blogar ao vivo" essa viagem todinha, como vários de vocês andaram cobrando. Mas tenho deadline vencendo na segunda, dias corridos com muito que ver e poucas horas de sono, e correndo contra o relógio pra dar tempo de fazer tudo antes de passar pro próximo destino mexicano - não é fácil ser minha própria agente de viagens ;-))))
Então nesses primeiros dias eu arriei não publiquei muita coisa nova ao vivo. Mas a floodagem via Instagram usual continua rolando com as coisas mais legais do dia-a-dia de viagem - uma ou outra imagem eu publico também no twitter ou no Facebook, pra quem ainda não está devidamente instagramado.
Dos passeios dessa vez, teve Boulevard Kukulkán, teve malls, teve centrinho, teve Xel-ha e teve Tulum - mais não deu pra fazer com tempo tão corrido, que nesse finde já parto daqui. Mas tem mais montes de dicas sobre o destino aqui no blog das viagens anteriores pra lá, é só buscar direitinho.
Cancun tá divertida como sempre, com ótima infra e espaço pra todo mundo. E para a pergunta mais divertida da semana aqui no blog ("Mari, Cancun é brega?"), a minha resposta é a seguinte: não precisa ser, não. Qualquer destino pode ser brega (ou não), dependendo do turista. E o que é brega para uns, pode não ser para outros, né? ;-)
besito-llamame procêis
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12 de mai. de 2012
3 de mai. de 2012
Flashes porteños
Pra começar a fase #BUE2012 do blog, uma sequência de imagens "instragramadas" (muito vinho, como vcs podem ver :-D) durante esses meus cinco dias por lá.
Que las disfruten ;-)
Besitos procêis.
Que las disfruten ;-)
Besitos procêis.
25 de abr. de 2012
L'Hostellerie de l'oie qui fume: comidinha decente em pleno Saint Michel
| Toalhinha xadrez, guardanapo de papel, zero frescura |
Eu descobri a L'Hostellerie de l'oie qui fume (37 rue de la Harpe) , em plena muvuca de Saint Michel, entre um monte de restaurantes ruins e pega-turista lado a lado, em 2007. E bem por acaso, por estar morrendo de fome e sentarmos no primeiro lugar que pareceu simpático por lá. Bom, e daí eu voltei em 2008, 2009, 2010, 2011 e 2012 :D
| O creme brulée que faz CREC também está no menu de 10 euros |
| Simplão de tudo, mas simpático |
| Pra mim, não tem creme brulée que ganhe do fromage au miel |
20 de abr. de 2012
The Connaught Bar: meu preferido em Londres
O bom de voltar para um lugar que a gente já conhece bem, além da tranquilidade de não ter que "bater cartão" em nenhuma atração turística, é saber que sempre descobrimos lugares novos bacanas. Ainda mais numa cidade como Londres. E foi justamente nessas andanças despreocupadas que eu entrei pela primeira vez na vida no The Connaught, um hotel cinco estrelas todo tradicional em Mayfair que me tinha sido super bem recomendado.
Além do hotel ser queridinho de celebrities que buscam anonimato e full privacy, o grande segredo ele esconde, literalmente, nos fundos: o The Connaught Bar, que, paixão à primeira vista, já se tornou meu bar predileto em Londres :-D (e o mais bonito, na minha opinião)
O bar é pequeno mas a decoração by David Collins é incrível: inspirada no cubismo, suas paredes são todas texturizadas, com toques prateados mesclados com lilás e verde-pistache; os móveis mesclam poltronas clássicas com mesas e pufes super contemporâneos (eles mesmos definem o estilo como "ultra-stylish" :-D)
Apareci por lá às seis, que é o horário que o bar começa a encher com quem sai do trabalho - e a hora para conseguir também uma mesinha, já que o balcão é pequenininho e só pra quem encosta em pé mesmo, sem cadeiras (pode também fazer reserva; e é recomendável se for em mais gente, porque o pessoal tem mesmo o hábito de reservar ali). Às 18h30, o bar LOTA: engravatados aos montes aparecem por lá afrouxando os colarinhos já desde a porta de entrada.
A julgar pelas pessoas com as quais conversei, a maioria ali frequenta o The Connaught pelo menos uma vez por semana depois do trabalho; o povo chamava o bartender principal (o italianíssimo Agostino Perrone) pelo nome e ele sabia exatamente o que cada um ia beber. Acho que uns 10% apenas eram turistas ou executivos em passagem pela cidade, atmosfera excelente. A música é ótima e, como o ambiente é pequeno, é simplesmente perfeito para quem vai sozinho: em dois minutos ali você já está entrosado.
A carta de drinks tem todos os coquetéis tradicionais mas também várias criações da casa. Mas o forte da casa mesmo são os martinis: quando você pede um, Agostino vem até sua mesa com um carrinho que virou marca registrada da casa e ali você pode "cheirar" todas as essências que podem ser acrescentadas ao drink, de gengibre a cardamomo (o grande must da casa), e foi nesse último que eu apostei. Fortíssimo, mas delicioso, é servido em taças exclusivas do The Connaught - e assistir a preparação toda meticulosa à sua frente é mesmo muito legal.
Atendimento excelente, tremendo bar e a noite mais divertida dessa viagem.
| Ao chegar, todo mundo recebe o "cocktail of the day" complimentary |
O bar é pequeno mas a decoração by David Collins é incrível: inspirada no cubismo, suas paredes são todas texturizadas, com toques prateados mesclados com lilás e verde-pistache; os móveis mesclam poltronas clássicas com mesas e pufes super contemporâneos (eles mesmos definem o estilo como "ultra-stylish" :-D)
| Agostino começa a preparação do meu martini, com o carrinho bem à minha frente, com direito a luva branca e tudo ;-) |
| Todo mundo dá uma olhadinha enquanto um martini é preparado |
| Preparação científica ;-) |
| Uma misturadinha... |
| ... uma mescladinha teatral e... |
| ...VOILÀ! Assim nasce um Cardamom Martini |
| O balcão super sossegado na hora que eu cheguei, com o dia ainda claro lá fora |
| Nas mesas ao lado, martinis também |
| As luzes ficam mais intensas conforme vai escurendo lá fora |
| E 19h já não dá nem mais pra ver o balcão ;-) |
Postado por
Mari Campos - Pelo Mundo
às
10:43 AM
2 comentários:
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19 de abr. de 2012
Londres: um almoço no Amaranto
Eu já conhecia o Amaranto, o ótimo restaurante do Four Seasons Londres, de outros carnavais. Ou melhor, de outra viagem: em fevereiro do ano passado eu já tinha tomado um delicioso chá da tarde ali, na parte chamada de Amaranto Lounge. Dessa vez eu aproveitei para almoçar ali - e não é que eles têm um menu de almoço excelente, a preços bem convidativos (menu de 2 passos por 19,50 e de 3 passos por 26 libras)?
A localização é ótima, ao lado da estação de metrô Hyde Park Corner, bem em frente ao parque e pertinho das lojitas de Knightsbridge e Mayfair. O ambiente é uma delícia, sexy como todo o hotel (muuuuuito vermelho e preto everywhere) mas com montes de luz natural durante o dia. Tem gentre entrando e saindo o tempo todo, mas é, ao mesmo tempo, super silencioso e aconchegante - a gente pode decidir ocupar uma mesa mesmo ou um dos estofados do lounge, tanto faz. Tem piano music ao vivo e o serviço é excelente, como sempre acontece nos restaurantes dos hotéis da rede (well, vcs sabem que eu sou fã).
Além do cardápio tradicional, as opções do menu executivo de almoço são bem variadinhas - dá pra comer light, vegetariano, carnívoro, o que quiser. E, como todo bom italiano, tem ótimas opções de massas e risotos também.
Eu fui bem italianada: saladinha caprese desconstruída de entrada e risotto milanese (ótimo!) como prato principal - sem falar n focaccia divina do couvert.
| Na mesa ou no sofá? |
| O menu do dia que eu almocei ali |
Eu fui bem italianada: saladinha caprese desconstruída de entrada e risotto milanese (ótimo!) como prato principal - sem falar n focaccia divina do couvert.
Como eu não quis sobremesa, me trouxeram uns biscotti pra acompanhar o cafezinho <3
Belo almoço, custoXbenefício excelente.
18 de abr. de 2012
O novo BB Burger do Bar Boulud
Como vocês podem ver, eu continuo falando de comida aqui. Mas é que entre tantas visitas e entrevistas que eu programei nos corridíssimos dias em Londres, eu tinha mesmo que ter boas pausas para me dedicar à boa cozinha :-)
Um dos programas noturnos foi voltar ao Bar Boulud, que eu já conhecia da viagem de fevereiro do ano passado. O Bar Boulud de Londres, para quem não sabe, fica dentro do ubber Mandarin Oriental London, com uma entradinha independente bem em frente à saída do metrô Knightsbridge para os não hóspedes. Pois a casa continua tão lotada e animada quanto no ano passado. Fui numa quinta à noite e não tinha uma única mesa ou cadeira do bar vazia. Aliás, o que eu mais gosto do Bar Boulud de Londres é aquela falação super relaxada e constante que não é muito comum nos restaurantes da cidade; é super informal e eu recomendo muito também para quem viaja sozinho - as mesas são próximas e é muito fácil engatar um bom papo com os vizinhos.
Eu não sou muito da turma dos sanduíches, mas tinham me recomendado fortemente provar o novo BB Burger (18 libras), que também tinha acabado de ser lançado: aquele farto hamburguer tradicional do Daniel Boulud, bem úmido, acompanhado agora de uma generosa fatia de foie gras selado. Acatei a recomendação na hora e aprovei 100%: carne super tenra, foie gras perfeito, batata frita sequinha e crocantíssima - e ainda acompanhei tudo isso com uma bela taça de malbec.
Depois da comilança (um adendo: para uma mulher, é um baita de um banquete, mas continuo achando que o tamanho do BB Burger é pequeno para o paladar masculino para hamburguers), nem quis pedir sobremesa. Mas, ao pedir um espresso pra fechar o jantar, a garçonete trouxe junto um adorável pratinho de macarrons que, obviamente, eu não pude fazer a DESFEITA de recusar :-))))
(beijo, Boulud!)
Um dos programas noturnos foi voltar ao Bar Boulud, que eu já conhecia da viagem de fevereiro do ano passado. O Bar Boulud de Londres, para quem não sabe, fica dentro do ubber Mandarin Oriental London, com uma entradinha independente bem em frente à saída do metrô Knightsbridge para os não hóspedes. Pois a casa continua tão lotada e animada quanto no ano passado. Fui numa quinta à noite e não tinha uma única mesa ou cadeira do bar vazia. Aliás, o que eu mais gosto do Bar Boulud de Londres é aquela falação super relaxada e constante que não é muito comum nos restaurantes da cidade; é super informal e eu recomendo muito também para quem viaja sozinho - as mesas são próximas e é muito fácil engatar um bom papo com os vizinhos.
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