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28 de set de 2012

Hostel review: PLUS Florence

O quartinho que dividi com meu irmão no PLUS
 Eis aqui a primeira review de um hostel no blog. Afinal, vocês sabem, esse nunca foi meu tipo habitual de hospedagem, nem quando eu era novinha. Como contei pra vocês em outro post, eu já conhecia rede PLUS de outros carnavais: já tinha visitado dois hostels deles para incluir em matérias sobre destinos, inclusive Florença.
O nosso banheiro privativo, dentro do quarto, bem ok
 Então não foi nenhuma surpresa me hospedar no PLUS Florence por quase uma semana com meu irmão mais novo e ver que o lugar continua com excelente custoXbenefício. Nem ver que ali muita gente mais velha, incluindo famílias com crianças, e que quase ninguém usava, de fato, mochila - todo dia era uma profusão de malas, a maioria bem grandinhas, logo cedo, na hora do check out ;)
 Os quartos coletivos custam desde 16 euros por pessoa e os duplos e triplos, 25 euros por pessoa. Esse valor já inclui roupa de cama, mas toalhas, infelizmente, são cobradas à parte (exceto para mulheres que se hospedam em seu andar feminino exclusivo, o PLUS Girls). Os quartos são limpos, bem iluminados e arejados e a roupa de cama é trocada a cada três noites. Os banheiros são legais também, incluindo os privativos, nos quartos duplos e triplos - são espaçosos, embora faltem ali uns ganchinhos para pendurar toalhas e afins.
A vista do terraço do último andar...
 A internet wifi é grátis para todo mundo, mas o sinal é bem inconstante nos andares mais altos (estavamos no último, o 5o., e de noite era sofrido usar). Os quartos duplos ainda têm TV de LCD (pequena), mesinha de trabalho e bastante armário.
... a piscina vista lá de cima...
 O mais legal do PLUS, na minha opinião, são as áreas comuns. Um belo terrace bar no último andar dá vista para Florença em 180 graus, incluindo, é claro, o Duomo - de dia, ficava cheio de gente lendo, comendo, descansando, batendo papo. No térreo, a recepção é grandinha e também tem um quiosque só de tours, além de ATM, sala de computadores e lounge.
... e o terraço em si.
O restaaurante...
... e o balcão-bandeijão
 No subsolo, um restaurante grande estilo bandeijão (o café da manhã, cobrado à parte, é servido ali, e tem jantar e petiscos à noite também), lavanderia bem completinha, piscina aquecida e sauna (que só funcionam no inverno), uma disco acanhadinha, mesa de sinuca, pebolim, um jardim interno com bar concorridíssimo à noite e também uma bela piscininha ao ar livre.
A lavanderia 
O lobby
 Entre montes de jovens, solo travelers de todas as idades, casais e até famílias com crianças, vi que ali todo mundo achava seu espaço, o que acho louvável numa hospedagem desse tipo. E a localização também bem boa: 10 minutinhos de caminhada da Santa Maria Novella e iguais dez minutinhos ao Duomo.
Um close no tour desk...
...e outro no pebolim ;)
Pra quem busca uma Toscana barata, eis aí uma boa opção.

17 de set de 2012

Lucca: escapadinha linda de Florença

 Dos muitos passeios tipo bate-e-volta altamente recomendáveis a partir de Florença (e também de várias outras "bases" toscanas, é claro), Lucca é dos mais práticos e encantadores. Os trens partem da estação fiorentina de Santa Maria Novella para lá ao longo do dia todo, em trajetos diretos, que custam desde 6,40 o trecho, com duração de 1h20 cada perna.
 Eu já tinha feito esse mesmo passeio em 2009 com minha irmã e refiz agora em setembro com meu irmão mais novo, com mais calma e tempo (causo de família :D). Logo ao sair da estação de trem a gente já dá de cara com a cidade antiga amuralhada (quem vai de carro também chega ao centro histórico rapidinho). São várias as "portas"  pelas quais podemos entrar nessa antiga fortaleza, mas a Puorta San Pietro costuma ser a mais utilizada.
Passear por "dentro" da muralha: também pode!
 De lá, o gostoso é ir andando sem rumo pelas ruelas, dando de cara com lindezas arquitetônicas aqui e ali - a cidade amuralhada é pequenininha, zero risco de ficar perdido por ali. Recomendo muito visitar a Catedral de San Martino, o Teatro del Giglio e a igreja de San Michele, com paradinhas providenciais nas muitas praças da cidade. Também dá pra visitar a casa natal de Puccini, convertida em Museu, e subir em duas das muitas torres medievais da cidade (a do relógio e a Guinigi).

 Mas, para mim, nada em Lucca é mais encantador que seu antigo anfiteatro romano. A Piazza Anfiteatro, que já foi um grande "coliseu", ainda conserva as casas que substituiram as arquibancadas na modernidade, rodeando a arena que foi convertida em praça. Nela, montes de cafés e restaurantes que espalham por ali suas mesinhas e mais lojinhas, fontes de água potável e gente do mundo inteiro zanzando à pé e em bicicletas de lá pra cá.





Os mais consumistas ainda encontram várias das marcas populares mais comuns nas muitas lojas das vias Fillungo/Cenami e Veneto/Calderia, além de deliciosos cafés.
Programaço também por ali é alugar uma bicicleta não só para rodar pelas ruelinhas do centro como também para andar "sobre" as muralhas no lindo passeio público, cheinho de árvores e flores, construído literalmente nas muralhas medievais, para terminar o dia perfeito.

Enquanto isso, na Toscana...

Tartufos: amo muito tudo isso
 ufa! parece que, enfim, o bug no meu blogger se resolveu e poderemos voltar à programação normal por aqui. Afinal, tem muuuuuita coisa da minha novelinha toscana "comer, beber, passear" (:-D) para contar aqui pra vocês
Sorano: linda, recebendo os primeiros raios de sol
 De passeios bate-e-volta para fazer a partir de Florença a programitas mais insólitos, como um off road pelas montanhas de mármore de Carrara ou borgos medievais cheios de relíquias etruscas, tem de tudo um pouco - além de informações práticas para quem tem viagem marcada (ou sonhada) para a Toscana.
Tem vinho bio na Toscana também, sabia?
Então desculpem aí o mau jeito e o atraso, mas recomeçam agora as publicações para contar tintim por tintim o que fiz, vi e experimentei de novo nesse pedacinho tão amado e especial da Itália.
Baci!

10 de set de 2012

Num hostel depois de milênios - sã e salva :)

Nunca fui mochileira ou the hostel type of girl nem quando eu era novinha. A ideia de dividir quarto e banheiro com pessoas desconhecidas nunca me pareceu ok, nem eventualmente. Mas embora eu tenha buscado sempre hotéis com quartos e banheiros privativos desde o princípio da minha vida viajante, isso não quer dizer que eu nunca tenha ficado num hostel, hostal ou albergue. Na Espanha, por exemplo, fiquei em 3 ocasiões diferentes – mas sempre com quarto e banheiro privativos; foi ok, mas nã é meu tipo de ambiente: muita garotadinha, gente de toalhano corredor, muito barulho à noite etc. Daí em Buenos Aires, numa ocasião em que minha irmã queria me mostrar “como era bom o jeito simples de viajar”, fiquei exatas nove horas num hostel sujo, sem banheiro no quarto, dentre outras cositas, para ter certeza que esse não era meu estilo de viajar MESMO.
Mas o mundo dá voltinhas e a gente deve sempre reconsiderar uma coisinha aqui, porque o mundo muda e nos, sobretudo, também mudamos muito ao longo dos anos. Fiquei muito mais exigente com hotelaria nos últimos anos; mas meu irmão mais novo é um grande mochileiro e faz seu budget de viagem render horrores ficando sempre em hostels e quartos coletivos. E agora, para passar uma semana com ele na Toscana, baseados em Florença e com os preços normalmente inflacionados da hotelaria italiana, acabei indo parar num hostel com ele.
A grande diferença: um hostel que eu já tinha visitado para uma matéria, de uma grande rede européia, a PLUS Hostels, e já sabia exatamente  que ia encontrar. A estrutura deles é sempre bem bolada, tanto que indiquei a rede numa matéria sobre Europa barata que fiz há algunm tempo. E foi bem boa a estadia, viu? Tirando os mimos que encontramos nos bons hotéis, ali, como me disse meu irmão mesmo, não havia nada do básico de um hotel categoria turística que não estivesse presente ali. Estávamos num quarto duplo só nosso (25 euros por pessoa no quarto duplo), com até bastante espaço, mesinha de trabalho, banheiro privativo, tv de LCD pequena, wifi grátis etc (depois posto uma review completinha aqui também) - as únicas diferenças é que nossas toalhas levamos nós mesmos e ninguém fazia nossa cama de manhã.
Para quem tem mais dificuldade de se entosar numa viagem solo, o ambiente é super favorecedor, com lounge e outdoor bar sempre cheios de gente. Sem contar que, alem da garotadinha óbvia, tinha também muita gente mais velha, incluindo sessentinhas, e algumas famílias, incluindo uma com duas crianças. E para quem procura algo com mais cara de hotel mas preço bem camarada, é uma bela opção.
Experiência interessante. Agora já passei no teste e estou prontinha para um upgrade :-))))))

8 de set de 2012

O que anda “na moda” em Florença

Florença não é nenhuma Milão ou Roma no quesito “ditar moda”. Mas, sendo uma das cidades mais visitadas de toda a Europa e o coração da Toscana, recebendo não só milhares e milhares de viajantes como também uma infinidade de estudantes – sobretudo nessa época do verão -, a cidade vive com “ondas”.
Os cafés bacaninhas, simples mas com ares modernetes, e os bares piccoli, com jeitinho de adega familiar e bem bons para a hora do aperitivo, proliferaram que foi uma beleza só do outono passado pra cá. E a maioria com internet grátis (ainda que o free wifi nunca seja de muito boa qualidade, é um baita consolo para quem não usa chip local).
Mas tem outras coisas que são “onda” por aqui agora também, como:
- fim de tarde com Campari Mixx: é verdade que houve toda uma febre com bebidas à base de Campari nesse verão europeu em vários destinos; mas aqui em Florença a coisa ficou mesmo. Finais de tarde são tomados por gente bebendo garrafinhas vermelhas de Campari Mixx prontinho (como a nossa smirnoff ice, por exemplo) ou barmen preparando na hora o drink à base de limonada e, claro, Campari.

- lojas de roupas por kg: a mulherada fica ma-lu-ca com essas lojinhas que se proliferaram na cidade, sobretudo as mais novinhas. O kg de roupa custa em média 10 euros e a maioria dessas lojas vende ponta de estoque multimarcas, sem muita escolha de modelo ou tamanho, mas com peças sempre novas e, em geral, sem defeitos. Algumas dividem o preço do kg por “qualidade”: as qualidades mais baixas chegam a custar 6 euros o quilo; as melhores, 20 euros o quilo.

- Venchi: a nova loja da ciocolatteria Venchi que abriu na Piazza del Mercato fica lo-ta-da dia e noite, com filas homéricas. Curiosamente, a grande maioria ali nem coogita comprar os variados chocolates da tradicional marca italiana e sim o seu... gelatto! Se estiver a fim de provar, vá com tempo, que a fila é looooonga.

(p.s.: sorry a ausência de fotos. As fotos, pra variar, não sobem aqui no blogger nem pelo celular nem pelo iPad e, pra piorar a coUsa, trouxe só meu note antigo pra já deixa-lo aqui com meu irmão, que o dele morreu, e tá dando pau na hora de subir também. Entra no Instagram que lá eu subo umas trocentas fotos da viagem por dia :D)

7 de set de 2012

Firenze mia

Sinagoga? Tem em Florença também!
Então cá estou eu aqui na Toscana, feliz da vida, outra vez. Em Firenze (ou Florença, dá ~literalmente~ no mesmo :D), e dessa vez acompanhada do meu irmãoo mais novo que está num mochilão pela Itália e visitando a região pela primeira vez.
Apesar de eu já conhecer a cidade molto bene, é sempre uma delícia revisitá-la - e gosto tanto de achar coisinhas novas pra fazer como adoro também ir de novo nos meus lugares prediletos, agora com o pretexto de "apresenta-los" ao Rafa. Em três dias, já zanzamos monte pela cidade de um lado a outro do Arno - incluindo a primeira vez num free walking tour (florencefreetour.com) aqui na cidade, até bem decentezinho.
A cidade continua linda e encantadora igual, movimentadíssima e cheia de gente igual e quente igual, embora o verão já esteja claramente chegando ao final. Vinhos excelentes, comidas maravilhosas - do clássico "aperitivo con buffet" italiano à "minha" sempre adorada Trattoria Ponte Vecchio - , gelattos simplesmente divinos. Si, mi piace molto cosi ;)
Meu irmão é também o responsável por me fazer viver nova experiência aqui ao voltar a um hostel depois de tanto tempo - mas um belíssimo hostel, a propósito, que eu já tinha até visitado em outra vez por aqui para cita-lo numa matéria (e continuo recomendando): o PLUS Florence - e estamos num quarto duplo com banheiro privativo, é claro, porque eu continuo chatinha igual :))))
O único senão é que a internet aqui não anda tão constante. Mas, na medida do possível,  vou contando o dia-a-dia da viagem aqui pra vcs - além de Florença, rola também um baita giro pela região, inclusive por cantinhos toscanos nos quais nunca estive antes.
Ah! E vc sabe, né? As atualizações no twitter, FB e Instagram também continuam a todo vapor.
Baci mille!

5 de set de 2012

Toscana 2012: começou!

Depois de um mês inteirinho de raízes bem fincadas no solo para colocar ordem no trabalho atrasado, no escritório, na casa e na vida em geral, desde ontem o blog - e esta blogueira que vos bloga também, é claro - levantou voo novamente para um sequência bem legal (e maluquete) de viagens que vem por aí nos próximos tempos.
A partir de hoje, transmissões diretas da minha amada Toscana durante deliciosos dias de reunião familiar (apresentar Florença e arredores para meu irmão mais novo, yeay!) e, claro, de exploração para descobrir novos cantinhos e experiências bacanas menos divulgados dessa região que tanto adoro e para a qual sempre retorno feliz da vida. 
Você já sabe: relatinhos vão pipocar não só aqui como também no twitter, no meu Facebook (assina lá!), na página do blog e, claro, no Instagram. 
E, per favore, se tiver dicas legais de coisas mais diferentinhas  para eu fazer por lá, a caixa de comentários é toda sua ;)
Bacio-mi-chiama

15 de out de 2011

Firenze: amore mio

A cidade vista do alto do Piazzoleta Michelangelo é ainda mais linda
 Vocês já sabem que eu tenho um amor todo especial pela Toscana e, especialmente, por Florença. E não é pra menos, vá: além de ser tranquila, facilmente explorável à pé e gastronomicamente deliciosa, a cidade é, nada mais, nada menos, que o berço do Renascimento, um sem fim de grandes museus e obras de arte a céu aberto. Simplesmente linda.
O clássico cartão postal da cidade é mesmo lindo, né, não?
 No antes e no depois dessa última exploração toscana, é claro que eu quis ficar em Florença. Continuo achando a cidade uma baita base pra quem quer conhecer a Toscana usando transporte público (falo sobre outras opções pra quem quer fazer a Toscana de carro aqui) e simplesmente não me canso de andar por aquelas ruelas tortas do centro histórico ou de cruzar para o outro lado do Arno. Da estação de trens Santa Maria Novella ou da estação de ônibus logo ao lado, se chega fácil a qualquer canto, seja na Itália ou não.
Por que tanta beleza, por que????, diria Stendhal
As atrações são quase infinitas - foi minha terceira vez na cidade, sendo que da vez anterior passei um mês por ali, e ainda descobri novos cantos, novos pequenos tesouros.
Endereço perfeito para o por-do-sol
 Pra quem vai pela primeira vez, recomendo 3 dias inteiros na cidade. Afinal, a Uffizi e a Galleria dell´Accademia, além de imperdíveis e grandes, também demandam bom tempo de fila. E, depois, ainda tem outros vários museus interessantes na cidade (adoro o do Bargello, por exemplo), uma igreja mais linda que a outra (nem só de Duomo vive Florença, certo? e várias têm concertos de órgão ou canto gregoriano for free) e toda a delícia dos mercados, pontes, ruas, praças, de um lado e de outro do Arno.
Mesmo em reforma, continua imponente que só
 Comer bem ali é tarefa fácil: são muitos os bons restaurantes na cidade, e sempre com preços bem acessíveis, mesmo nos melhores hotéis. Minha preferida, como vocês já sabem, é a Trattoria Ponte Vecchio. Para alta gastronomia, o Il Palagio, do Four Seasons, é simplesmente impecável, irretocável.
De ruela em ruela (e olha o Duomo ali, gente!)
 Visitar o Mercatto é mandatório: impossível não passar horas entre os standes cheirando, provando tantas delícias diferentes - e sair dali de mãos vazias é, pra mim, tarefa absolutamente impossível. Do lado de fora, ainda dá pra zanzar entre as barraquinhas de San Lorenzo (de bolsas falsificadas a lembrancinhas da cidade, tem TUDO ali), a maioria sob comando de imigrantes brasileiros (aliás, a comunidade de brasileiros na cidade é a segunda maior, sabiam?)
De praça em praça
Vou confessar: acho difícil sair dos limites do centro. A Florença menos amarronzada e mais moderna, que fica pra além dos limites da Fortezza di Basso e da Piazzoleta Michelangelo, me é bem menos sedutora que a Florença clássica :-)
E nós achando que São Paulo que tem motos demais, né? :P
 Mas atravessar para o outro lado do Arno é fundamental, hein? Um emaranhado de ruelas sensacional se revela além do Palazzo Pitti, imperdível - uma pena que muitos turistas nunca ultrapassem essa fronteira.
Os artistas de rua sempre me cativam
 Participar de um autêntico happy hour fiorentino - la ora del aperitivo - também é fundamental. Em vários lugares você desfruta de praticamente um belo jantar pelo preço do que você consumir de bebida - continuo achando o Moyo imbátivel, tanto pelo ambiente (lo-ta-do e delicioso) quanto pelos risottos e massas excelentes servidos.
Todo ano, o mesmo carrossel e a mesma bandinha de cordas na Reppublica
 E, entre um capuccino e um bom prato de pici, você ainda tem que se submeter àquela árdua tarefa de descobrir qual sua sorveteria preferida na cidade. Eu, que já tenho a minha faz tempo, ainda assim sempre me OBRIGO a tirar a dúvida a cada visita ;-)
Quer melhor lugar pra provar gelattos?
 E, como vocês já sabem, devo encarar ainda uma nova temporada fiorentina no próximo janeiro, em meio ao invernaço glacial que prevêm pra região. Well, acho que nada que um bom sangiovese não resolva :-)))))

30 de set de 2011

Florença: uma manhã no mercado

 Uma pena: tirei várias, váaaarias fotos com o Instagram mas não consigo baixa-las aqui, não sei porque :-(  Mas o fato é que o Mercatto di San Lorenzo sempre foi um dos meus lugares preferidos em Florença. E adquiriu importância suprema quando passei um mês inteirinho lá, já que era ali que comprávamos os ingredientes para confeccionar o almoço nosso de cada dia no melhor estilo toscano.
 Mesmo para quem está lá só por poucos dias, acho passeio imperdível: além de poder comprar ali vinhos, temperos etc para levar pra casa e até pratos rapidérrimos pra comer ali mesmo, vale só pelo perfume. Sério.
 Um perfume extremamente peculiar, que mistura queijos, morangos, tomates, flores, funghi, trufas, tudo junto e misturado. Dá pra passar um manhã inteirinha ali, entre barracas, vendo, cheirando, experimentando, uma maravilha.
 Pras meninas, ainda tem um apelo extra: vários dos funcionários são italianos no melhor sentido da palavra. LEndos de morrer. Se analisarmos somente as barracas de carnicerias, esse percentual sobe consideravelmente, juro - please, don´t judge me! (tem um cara até hoje lá, por exemplo, que eu e minha irmã apelidamos carinhosamente de "pão italiano" :-D)
 Claro que depois de tantas andanças entre barracas - são dois andares, não fique só no térreo! - você merece uma bela pausa para um lanchinho. Tem de tudo, de pizza al taglio a massa feita na hora. Aliás, tem até o buteco de uma brasileira.
Eu curto mesmo com as banquinhas mais antigas e tradicionais, que estão lá literalmente há mais de um século. E com os bons e velhos biscotti con vin santo ;-)

29 de set de 2011

Fotolog: um dia fiorentino

O dia começa com um baita tour pelo centro histórico atéeeee as puertas

Das partes mais mvucadas às mais sossegadas

Almoço na querida Trattoria Ponte Vecchio quase um ano e meio depois do último

Perfeito das bruschetas...

à divina massa com pecorino, peras e tartufo!

E um super tiramisú pra encerrar, que o segundo prato era simplesmente inviável pra mim, scusame (um dia tipicamente fiorentino teria que ter a carne também)

E isso com uma baita surpresa (post amanhã no Saia pelo Mundo!)

E, no fim do dia, o pensamento em Stendhal: por que? por que tanta beleza? ;-)