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30 de out de 2012

Galápagos: para quando você for

Galápagos é o destino mais visitado de todo o Equador. E isso inclui também, é claro, as preferências dos brasileiros que viajam ao país. Então listo aqui algumas coisinhas que considero importantes para quem tem planos de viajar para lá:

- o arquipélago, como o próprio nome sugere, é composto de diferentes ilhas. E isso inclui também diferentes aeroportos. Ainda que Baltra (GPS) seja o mais comumente utilizado, é preciso atenção redobrada na hora de comprar os tickets para lá, para garantir que esteja comprando os bilhetes exatamente para a ilha que te interesse. No caso dos cruzeiros, quem viaja de barco por lá muito frequentemente chega por uma ilha e sai por outra (comigo foi assim também, chegando por San Cristóbal e saindo por Baltra)

- Galápagos é um destino caro; acho que vale MUITO a pena, mas é bom saber de antemão que tudo custa (bem) mais caro lá que no continente. Os próprios voos Quito-Galápagos-Quito saem por volta de US$500 por pessoa o return ticket, uma bela graninha. Deixo aqui registrado que comprei também esses bilhetes internos através da Metropolitan Touring, operadora equatoriana, e me custou bem menos do que minha agente de viagens tinha conseguido aqui no Brasil (os trechos mais baratos costumam ser os da equatoriana Tame, cujo serviço achei bem bonzinho, por sinal). Quanto ao trecho internacional (no meu caso, SP-Quito-SP), com bastante antecedência, dá pra conseguir com milhas ou por preços em torno dos US$600; quem reserva em cima da hora, tipo eu (comprei com pouco menos de 30 dias de antecedência), pode pagar até US$1000,00 (eu paguei 900, incluindo taxas)

- para ingressar ao arquipélago, que é parque nacional, é preciso pagar uma taxa de manutenção logo na chegada ao aeroporto. Os estrangeiros, em geral, pagam US$100 dólares por cabeça; brasileiros se beneficiam do pacto andino+Mercosul e pagamos US$50 por pessoa.

- quem vai a Galápagos usa um setor exclusivo do aeroporto de Quito (pelo menos por enquanto, já que o novo aeroporto, apesar de pronto, ainda não começou a operar por uma série de problemas). Ali é feito um controle rigoroso do conteúdo das bagagens, sejam despachadas ou não, já que é probido ingressar ao arquipélago com qualquer tipo de alimento ou planta. Apesar de pequeno, o saguão de embarque conta com três salas vip diferentes (incluindo Diners), livraria e 3 cafés/lanchonetes.

- frio em Galápagos dizem que é muuuuito difícil. Pode variar entre o calorzão de agosto e janeiro e os dias mais frescos do restante do ano. O que muda mais é a temperatura da água: nessa época agora, considerada localmente baixa temporada, a temperatura do mar fica em torno dos 18 ou 19 graus; então convém alugar um wet suit para fazer as atividades aquáticas.

- boné ou chapéu, óculos de sol e muuuuuuuito filtro solar são essenciais em qualquer época do ano, dada a própria latitude do arquipélago, é claro. Assim como beber muita água o tempo todo. Nesse caso, exageros são muito bem-vindos.

- as atividades em Galápagos são todas voltadas para o ecoturismo, para a exploração. Os dias, em geral, começam muito cedo - para aproveitar bem os passeios antes do sol matador do meio-dia) - e também terminam cedo (são poucos os lugares no arquipélago com a noite mais agitadinha). Os trajes devem ser os mais esportivos possíveis, incluindo, é claro, calçados ultra bem testados antes da viagem para dar conta de todas as caminhadas. Blusa de manga comprida pode ser útil para os mais friorentos, já que podem rolar ventinhos por ali. Os calçados tipo papete costumam ser uma boa por ali já que várias atividades, passeios e excursões passam por partes "molhadas" durante o passeio.

- o contato com a fauna local é sempre muito intenso, em qualquer parte das ilhas. Em San Cristóbal, por exemplo, os leões marinhos ficam espalhados pela própria cidade, dormindo nas passarelas de madeira ou esparrachados nos bancos das praças, uma loucura. Nos trekkings, os leões marinhos e também iguanas, albatrozes, pelicanos e mais dezenas e dezenas de espécies de aves diferentes cruzam nosso caminho, literalmente, o tempo todo. E durante as atividades de snorkel e mergulho é comum os próprios leões, tartarugas marinhas, arraias e uma infinidade de peixes "nadarem" junto com os turistas - só não é permitido nunca, sob nenhuma hipótese, tocá-los.

- localmente, há várias recomendações para utilizar somente produtos biodegradáveis nos seus dias no arquipélago. Shampoos, condicionadores, sabonetes e filtro solar bio são facilmente encontrados à venda por lá.

- as ilhas, no geral, são bastante seguras. A gente anda a pé pra todo canto, é tudo bastante simples de ser explorado (não é permitido circular pelas trilhas do parque sem guia). Várias pousadinhas operam sem chaves (como o próprio La Pinta, o cruzeiro que fiz, como eu conto aqui) e não rolam relatos de nenhum tipo de furto ou assalto (o baphón em Galápagos é sempre quando algum turista tenta deixar o arquipélago contrabandeando animais e/ou plantas).

(subo o post sem fotos por enquanto, que o blogger não tá me deixando fazer os uploads :/ )

28 de out de 2012

Cruise Review: yatch La Pinta, Galápagos

A minha cabine no La Pinta (standard): cama ótEma
 Conheci Galápagos num cruzeiro por recomendação de vários amigos e gostei muito; recomendo mesmo: a gente tem zero dor de cabeça para bolar passeios, pensar acesso às ilhas diferentes, programar mergulhos e tal, ainda mais com os custos bem elevados de tudo no arquipélago.
 Embarquei no La Pinta que, localmente, nem é chamado de navio e sim de yatch, dado seu tamanho: 30 tripulantes e máximo de 42 passageiros. O barco não é exatamente de luxo, mas é bem confortável, com as cabines  funcionais e os ambientes comuns bem confortáveis.
O cruzeiro não é barato (dá pra conferir os preços, que variam ao longo do ano, aqui); mas o custoXbenefício (investimento em dinheiro X conforto, atividades, zero stress etc) acho que vale, e muito.
A jacuzzi, boa para um banhinho no final do dia, depois dos passeios
 A gente é recebido no aeroporto (que varia em função do roteiro comprado; o meu era San Cristóbal), levado de ônibus ao pier mais próximo e, de lá, de zodiac (aqueles botes pretinhos), somos levados ao barco (as malas vão em outro bote, longe dos nossos olhos, dá até medinho hehehe).
Os zodiac, ancorados com o La Pinta, em San Cristóbal
 O barco não é tudo incluído, mas é quase: pagam-se as bebidas, lavanderia, telefonemas, roupa de mergulho (o kit de snorkel está incluído), internet e afins. A internet é, sim, paga, mas é decente, inclusive no preço: 5 dólares por cada 24h (único senão é que só pega no deck principal, onde rolam conferências, bar e biblio). Refeições (café, almoço e jantar, além de uns snackzinhos) e todos os passeios (pelo menos dois ao dia, manhã e tarde) estão sempre incluídos, assim como detalhezinhos (tipo a ÓTIMA máquina de cafés, capuccinos, mocaccinos e afins na bibilioteca).
O fitness center é bem pequeno, mas dá conta, já que são poucos hóspedes
 As cabines são razoavelmente espaçosas e todas são externas, com uma bela janela para acompanhar a paisagem, com serviço 3 vezes ao dia. No banheiro, sabonete barra e líquido, shampoo e condicionador biodegradáveis. E vale dizer que eles têm uma curiosa política de "no keys": as cabines só são "trancáveis" por dentro; nenhuma delas tem chave (mas há cofre em todas para quem se sentir inseguro com isso).
No zodiac, deixando o barco (ao fundo), o guia (à esquerda) já vai nos brifando
 A comida não é excepcional, mas é saborosa e bem apresentada: café e almoço em estilo buffet, jantar à la carte; os garçons são uma graça, super gentis e prestativos, e guardam rapidérrimo como gostamos do café, se comemos ou não sobremesa e outros detalhes do gênero (menção honrosa aqui, aliás, ao Eddison, um senhor genial, que sabia fazer meu café com leite na proporção exata :D). E é tudo zero frescura: como o cruzeiro é de exploração, o traje à bordo é sempre super informal e esportivo, da manhã à noite.
Os trekkings são de todo jeito: na areia, em pedras, em trilhas e até assim, em passarelas
 As saídas são ultra organizadas. Apesar de usarem um sistema meio primitivo para controlar entrada/saída de hóspedes (o "flip chip" num quadro às portas do barco), era sempre rápido, descomplicado, eficiente. E os passeios foram muito bem equilibrados, incluindo trekkings, observação de pássaros, infos de animais, snorkel (fantásticos, os melhores que já fiz), tempinho de praia etc.
Leão marinho ao nosso ladinho, em Española, e o La Pinta lá ao fundo
 O convívio entre os hóspedes é bem legal: a gente acaba sentando cada refeição com gente diferente (as mesas não são fixas e o restaurante é pequeno, então todo mundo "come" com todo mundo, praticamente), se encontra no bar, no meeting do final de cada dia, nos passeios etc. A língua meio que oficial à bordo é o inglês, porque vai de encontro à nacionalidade da maioria dos hóspedes; mas no meu cruzeiro todos os avisos, conferências etc eram sempre dados em inglês, espanhol e alemão (tinha um grupo grande de alemães à bordo) e os funcionários também conhecem o português.
O deck do lounge e bar
À bordo, não rolam atividades além da exibição de documentários; pessoalmente, acho que seria legal ter mais palestras, workshops ou mesmo atividades recreativas para estimular a própria interação entre os passageiros. E acho também que falta maior interação dos guias com os hóspedes no dia-a-dia, mas preciso ressaltar que os meninos (eram 3, Maurício, Walter e Dris, chamados ali de "naturalistas") foram todos excelentes, tanto na simpatia quanto, sobretudo, no conhecimento e nas explicações ultra-detalhadas em cada passeio, cada saída, cada animal, pássaro ou planta. E bem pacientes também, capazes de responder vinte vezes a mesma coisa, com a maior tranquilidade.
O quadro do "flip chip" para controlar entrada e saída de hóspedes
Bebedouros espalhados pelo barco
 Fiz o cruzeiro de 3 noites mas já adianto aqui que achei pouco, muito pouco. São várias as ilhas de Galápagos e são muito diferentes entre si - nesse roteiro, conheci apenas 4. Fui embora do arquipélago tipo criança que não quer ir dormir, ainda mais depois de conhecer algumas pessoas que fizeram 10 noites no total, percorrendo todas as diferentes ilhas do arquipélago. O La Pinta tem também roteiros de 4 e de 7 noites que podem ser feitos isoladamente ou combinados entre eles à vontade do freguês.
Explicações detalhadinhas seja no interiorzão das ilhas...
... ou à beira-mar
O zodiac volta ao barco no finzinho da tarde
 Aliás, aproveito para deixar registrado que achei o serviço da Metropolitan Touring, que opera esse e outros barcos em Galápagos e através de quem se adquire os cruzeiros (e até os tickets aéreos Quito-Galápagos-Quito comprei mais em conta através deles), super profissa. O transfer hotel-aeroporto-cruzeiro-aeroporto-hotel é super pontual e zero stress: eles mesmos se encarregam de check in e despacho de malas - a gente já recebe o cartão de embarque ao chegar no aeroporto e a mala na cabine do cruzeiro e, posteriormente, no hotel.

Turistas-paparazzi ao deleite com os pássaros tão pertinho ;)
Bem bom no saldo final, deixou saudades. Agora fica a minha vontade de voltar um dia para fazer o de 7 noites :D

27 de out de 2012

Em Quito

 Depois dos (lindos) dias em Galápagos (suspiro...) e na selva, já era mesmo mais que hora de desbravar Quito como se deve.
Quito, na verdade, é muito fácil. A cidade impressiona, e muito, do avião, compridíssima, toda esparramada horizontalmente por entre montanhas e vulcões. Mas explorar suas partes mais turísticas não é difícil, não. O centro histórico é muito fácil de explorar à pé (e absurdamente acolhedor, convidativo e fotogênico, apesar do trânsito caótico e bagunçado) e a parte nova (La Mariscal, La Floresta, "Gringolândia" e afins) é organizada e boa de caminhar, apesar das avenidas mais largas e maiores distâncias entre tudo em geral.
 Eu estou hospedada bem no centro histórico, em plena Plaza San Francisco, e gostando muito: tudo muito fácil, perto, as atrações concentradinhas, bons museus, o mercado do ladinho, policiamento ostensivo. Mas se hospedar na parte nova também é uma boa, sobretudo na hora de curtir a vida noturna e a vibe gastronômica (bem boa!) de Quito. De qualquer maneira, tudo aqui tem aquela vibe que até nós, brasileiros, achamos "exótica": as tribos equatorianas misturadas em todo canto e roupas, carros, casas, tudo coloridíssimo, sempre.
Melhor ainda é que o trânsito entre as partes nova e antiga é baratinho de táxi: de dia, dificilmente o deslocamento (que leva bem uns 15 minutinhos) passa dos 3 dólares, com taxímetro; à noite custa mais, entre 6 e 8, já que geralmente operam sem taximetro. De transporte público é bem mais roots, não testei ainda, não.
Lembrando que, como sempre, no Instragram estão chovendo fotinhos equatorianas todo dia.

25 de out de 2012

Mais de Galápagos

O sol se pondo detrás do "león dormido" - inesquecível
Pra quem tá curtindo os relatos e fotos sobre Galápagos, subi agorinha post novo sobre o arquipélago no Saia pelo Mundo. Corre lá espiar que já-já pintam mais novidades sobre Galápagos por aqui também.

23 de out de 2012

Uma manhã em Santa Cruz

Tivemos que "pular" um grupão de iguanas marinhas logo ao desembarcar - inclusive uma mamá gigantona :/
 A saga por Galápagos continua :)
Nessa segunda, o desembarque do La Pinta foi na Ilha de Santa Cruz, o verdadeiro "coração" de Galápagos, por ser a ilha mais turística e povoada. Ali visitamos o centro de pesquisa Charles Darwin, onde fica o centro de preservação das tartarugas gigantes do arquipélago - dizem que ali mesmo em Santa Cruz Darwin teria avistado os primeiros espécimes dos conterrâneos do (recentemente) falecido Solitário George (R.I.P.)
O guia nos explica sobre os curiosos cactos de Santa Cruz
 A visita é muito light, mas muito gostosa. A gente desembarca dos zodiac num pierzinho, a seco (vários desembarques nos passeios anteriores tinham sido "molhados", com a gente desembarcando com água nos joelhos), e a caminhada é uuuuultra light (só não foi mais light porque as muitas batidas de perna nas atividades de snorkelling dos dias anteriores estavam, enfim, fazendo efeito :D)


 O centro é organizadinho e a gente já entra lá com o nosso próprio guia do barco explicando tudo. Vimos como são fecundados alguns ovos de tartarugas ali mesmo e como é feito o controle dos demais, para garantir que não haja "mistura" de ilhas do arquipélago na reprodução das tartarugas, bem interessante.
como são identificadas as tartaruguitas...
... e as bebês de tartarugas gigantes <3 td="td">
O caminho é gostoso, cheio de passarelas como essa
 Depois visitamos o lugar onde costumava ficar George e também vimos o gigantesco Diego (chamado localmente de Super Diego), a única tartaruga ali "trazida de fora", de San Diego, na Califórnia - simplesmente impressionante - entre várias outras tartarugas de proporções impressionantes.
O "in memorian" do George
Uma das passageiras fotografa um dos "bichinhos"
E não é que elas fazem pose pra câmera? 
Aqui o "super Diego" de perfil...
... em close...
... e dando um alozinho pro Brasil :))))
 Eu já tinha visto essas tartarugas imensas em Santa Helena, no começo do ano, então o tamanho em si não me impressionou. Mas a quantidade de animais gigantes ali reunidas, isso sim é de impressionar ;)  E é legal também ver a vegetação ali - muito mais verde ali que em qualquer outro lugar de Galápagos que eu tenha ido - que inclui também diversos tipos diferentes de cactos.
Iguanas de todo tipo também estão por lá
E aqui um grupinho de tartarugas "adolescentes" na hora da siesta
Pra quem se hospeda na própria ilha de Santa Cruz, o centro fica bem pertinho de vários hotéis e pode ser visitado bem facilmente, todos os dias.

22 de out de 2012

Um dia em La Española

Percebam os leõs marinhos esparramados bem no meio do nosso caminho
 Continuando minha (curta, infelizmente) saga por Galápagos, hoje foi dia de explorar a ilha de La Española. Pela manhã, fizemos uma loooonga caminha por Puerto Suárez, por entre uma quantidade IMENSA de iguanas marinhas, leões marinhos e, sobretudo, albatrozes, dentre diversas outras espécies de pássaros.
O guia Dris foi dando uma "espantada" para podermos seguir adiante
E eles se acomodaram nas pedras, bem preguiçosos
 Vimos de tudo um pouco, e de muito perto, literalmente caminhando ENTRE os animais. Tinhamos que andar com cuidado, desviando das iguanas, que estavam tomando todo o chão. E, logo no desembarque, na saída do bote, tivemos que "espantar" os leões marinhos para que eles saíssem do pier e o grupo de passageiros do navio pudesse seguir pela trilha programada. Ou seja, até eu, medrosa por natureza, me esbaldei de tirar fotos caminhando tão, tão, tãaaaao pertinho de todos eles.
Lagarteando
Saca só o TANTO de iguanas marinhas juntas

Momento óoooinnnn: a mamãe amamentando o bebê


Albatroz bebê ;)
 La Española tem uma formação curiosa, também "vinda do fogo", como dizem os equatorianos, mas que deixou um relevo super diferenciado: praias rasinhas de um lado e penhascos altíssimos de outro, debruçados sobre o mar. Linda mesmo.
 À tarde, tivemos um tempinho para passeio de caiaque e depois o grupo de passageiros se dividiu em grupos menores para diferentes atividades; eu, é claro, entrei de novo no deep water snorkelling, que não sou boba nem nada :)  Infelizmente não rolaram programas de mergulho de verdade nessa viagem, mas as atividades de snorkel em águas profundas foram sensacionais, todas. E nesse domingo foi MELHOR ainda que nas vezes anteriores: nadei com cardumes imensos de peixes, arraias e até, tcharam!, leões marinhos <3 nbsp="nbsp" p="p">Chegar de navio em cada ilha, nessa vibe meio darwiniana, já é lindo de morrer. E ter tantas experiências de contato tãaaao próximo com natureza (os landscapes são incríveis, sempre) e animais é sensacional.
A praia chaaata da tarde, com o La Pinta lá no fundo
Atenção, plisss, à cor das patas e do bico
Dia simplesmente perfeito.