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3 de set de 2010

Depois de BsAs... Ilhabela ;-)

Não bloguei ao vivo porque ainda tinha coisas de BsAs agendadas para entrar - acabei contando os detalhes só via twitter. Mas, pra quem perdeu o bonde, passei essa semana 3 dias na bela Ilha. Assim como os dias que passei ali em junho desse ano, tive a sorte de pegar dias lindíssimos, de céu muito azul e sol, como reza o bom inverno do litoral brasileiro :-)
A Ilha continua linda como sempre - mas estava vazia como nunca! Ninguém na praia, restaurantes, lojas, cafés e bares absolutamente VAZIOS, doidinhos pra que o feriado chegasse logo.
Masssssss... para não dizer que não falei das flores (e porque gosto mesmo de Ilhabela :-D), deixo aqui umas fotinhos pra vcs:




19 de jun de 2010

O DPNY, em Ilhabela

Eu gosto muito de hotéis cheios de detalhes. E talvez por isso eu tenha gostado bastante do DPNY, em Ilhabela: os detalhes ali estão por toda parte (tá vendo só que graça as duchas no deck de relax na foto acima?).
A decor e o design dos móveis tem uma mistura curiosa de referências de culturas tão distintas - dizem que tudo ali é feito ao gosto dos donos, do que eles vêem por aí, acham legal, e resolvem copiar ou criar parecido no hotel (as próprias letras que compõem o nome do hotel são as iniciais dos lugares que eles mais gostam no mundo - Dusseldorf, Palma de Mallorca e NY). E mais muitas, muitas referências ao artesanato local, que está por toda parte.
O beach club deles foi, honestamente, o mais legal que eu já vi num hotel brasileiro - mesas com cadeiras, espreguiçadeiras, deliciosos tatames cobertos de sapê ou direto sob o sol e ainda as curiosas cabaninhas pra quem quer mesmo fugir do astro rei. Na praia, tudo branco e cáqui, quebrados só pelo verde das muitas plantas.
Na piscina, seguem os mesmos padrões, mas é tudo em branco e preto, contrastando com as cores fortes com que os prédios foram pintados.
Da varandinha do meu quarto dava pra ver o lindo elevador todo transparente para os pisos 2 e 3, pra quem não quiser ou não puder subir as escadas de madeira.
O artesanato produzido pela comunidade local está nos quartos, no bar, no restaurante, em todo canto mesmo (na base de cada um tem sempre o preço, caso alguém se empolgue e resolva levar o dito cujo pra casa)
O quarto é uma mistura de tudo, nas cores fortes brigando com a madeira, a estampa de zebra e a cama e a poltrona do cantinho, muuuito brancas (essa camona e a TV de LCD abaixo estão em absolutamente todos os quartos do hotel, independente da categoria)
As máquinas Nespresso foram das últimas aquisições para os quartos - cada dose a R$5.
O meu banheiro não tinha banheira, mas era enorme e cheinho de mosaicos no chão e também no box - aliás, me contaram que os mosaicos que decoram todo o hotel foram produzidos pelos próprios funcionários (antes do hotel inaugurar, enquanto a comunidade local recebia treinamento em hotelaria, produzia os mosaicos em contrapartida)
Detalhes da decoração do bar acima e abaixo, com o balcão tomado por Macs, que estão ali free of charge para quem não tiver levado seu próprio computer (só a conexão à internet que não é das melhores)
O bar serve pratos e lanches rapidinhos nas mesinhas ou no beach club, pra quem não está a fim de se trocar para entrar no restaurante Tróia (provei o escondidinho de bacalhau; apesar de ser vendido como prato principal, veio bem pequeninho, numa cumbuquinha de suflê, mas estava saboroso). Sobre o restaurante principal, o Tróia, já falei no post anterior.
O spa era uma delícia, com saunas secas e a vapor com cromaterapia e duas piscinas térmicas, essa maior (acima) e uma menorzinha, com hidro (fui todo final de tarde; de lá dá pra ter uma vista linda do hotel)
A piscina, que eu nem frequentei, a bem da verdade, foi um dos lugares que eu mais gostei. Tem outro bar e uma atmosfera muito, muito cool, dia e noite (o hotel tinha bem poucos hóspedes quando eu fui - vários casais, duas irmãs e três solo travellers, incluindo yo - mas imagino que essa piscina ferva na temporada)
Além das diárias avulsas, do pacote de final de semana e do pacote de domingo a sexta, o hotel também opera em sistema day use, pra quem não quer se hospedar ali ou tem imóvel na cidade mas quer aproveitar do excelente beach club que eles oferecem.

HIGH - o hotel é lindo, com decoração de bom gosto e muitíssimo bem cuidado; as trilhas sonoras do restaurante e do beach club são incríveis, deu vontade de comprar o CD; o café da manhã é servido até 13h (mão na roda pra quem quer curtir também a noite e não tem vontade de acordar cedo), espumante incluído (das 8 às 11 é buffet; das 11 às 13h é a la carte, bem melhor); na temporada e nos finais de semana, tem baladinha dentro do próprio hotel; práticas de sustentabilidade são visíveis e bem interessantes, como o tratamento da água ali mesmo; a relação custoXbenefício do pacote de domingo a sexta, que inclui jantar, é excelente (desde R$1390 para duas pessoas)

LOW - o serviço ainda é bem fraquinho, precisa de bastante treinamento (eles estão contratando a própria comunidade local, o que é bastante louvável, mas mais treinamento pra eles é imperativo); a conexão à internet no meu quarto era nula e mesmo nas áreas comuns e na praia, caía com bastante frequência; não há serviço de turndown (abertura das camas), nem para nova troca de toalhas, que eu acho essencial num hotel de luxo.

18 de jun de 2010

Meu jantar no Tróia, em Ilhabela

Faz tempo que eu leio coisas boas sobre o Tróia, o restaurante do DPNY, em Ilhabela - de reviews em revistas nacionais e internacionais ao Guia Quatro Rodas, elogiando o trabalho da chef Renata Raikov. No último feriado, meu irmão e minha cunhada foram almoçar lá e amaram. Então, estando hospedada no hotel, nada mais apropriado que eu jantar lá um dia para provar.
Em primeiro lugar, vale destacar: o ambiente é mesmo muito fofo. Por isso que tem tanta gente que vai lá pra experimentar a comida do Tróia e acaba resolvendo se hospedar no hotel na vez seguinte. A decoração é muito charmosa, vibrante e ao mesmo tempo elegante - e as obras de arte expostas, grande parte produzidas pela comunidade local, estão todas à venda.
O couvert é legalzinho, com as fatias de pão ainda quentinhas, abobrinha e berinjela temperadas e dois patezinhos, um de ervas e um de salmão (e não é cobrado) - mas não gostei dos patês, não; tinham muito gosto de maionese.
Meu prato principal, arroz negro com frango grelhado e vinagrete com paris foi bem decepcionante, pra dizer a verdade. Tinha só meia dúzia de lâminas de champignon no vinagrete e o arroz estava muito mais al dente que o normal - ao menos o frango estava bom. Mas, a julgar pelos elogios que outros hóspedes estavam fazendo sobre os pratos aos garçons, acho que eu que dei azar mesmo (depois me falaram que pedir o pato é garantia de felicidade eterna).
A sobremesa, em compensação (sorry pela foto ter-rí-vel), estava sublime. Petit gateau irretocável.
Mais do que da comida, eu gostei mesmo do ambiente do Tróia. E ouso dizer que, pra mim, ele é um lugar muito mais perfeito pra almoçar que para jantar (pelo ambiente e pelo cardápio).
Mas pechincha mesmo encontram os hóspedes do DPNY que optam pelo pacote gourmet, de Domingo a 6a. feira - por valor a partir de R$1390 pelo quarto duplo, o pacote inclui o café da manhã e o jantar com entrada, prato e sobremesa nas cinco noites. Comparando com um jantar que, sem bebidas, sai em torno de R$100 reais por pessoa, e com o nível bacana do hotel (a review vem logo, prometo) trata-se de uma das melhores relações custoxbenefício que eu andei vendo ultimamente.

17 de jun de 2010

Um dos melhores key holders de hotéis que eu já vi

Vocês sabem que eu curto detalhes, em tudo. E me deparei essa semana com um dos mais criativos porta-chaves magnéticas de hotel que eu já vi. Perde em beleza para o porta chave da Silver Sea, claro - lindo, de couro, que vira um porta-cartões de visita depois. Mas ganha em originalidade.
Esse porta-chave do DPNY parece um moleskine quando fechado (que viajante não curte um moleskine, não é? jornalista, então...)
A capinha, ainda que bem resistente, é de papel mesmo. Depois de aberto, a gente encontra o tradicional bloquinho de cabeceira de cama de hotel em versão mini, devidamente acompanhado de um mini-lápis, e um mapa estilizado de Ilhabela, atrás do qual há um vão no papelão mesmo para encaixar as chaves do quarto. Ninguém perde a chave e ainda circula fofamente com ela por aí.
Barato e muito, muito, muito cool, não? Puro #brioches, adorei.

15 de jun de 2010

Só um alôzinho


Um alozinho na marca do pênalti só pra dizer que hoje deu praia de novo em Ilhabela - uma pena que ninguém tenha bolado uns telões na areia pra hora do jogo :-)
Amanhã conto direitinho as novidades. Fui.

14 de jun de 2010

Globe trotter em Ilhabela

África?
Caribe? Polinésia?
Ásia?
South Beach?
Mil e uma noites? :-)

Nada, povo. É a velha e boa Ilhabela messsss.
O post foi só um teaser, já que no twitter tava todo mundo perguntando - tô no DPNY - mas o review só vem depois do check out, tá?