Florença não é nenhuma Milão ou Roma no quesito “ditar moda”. Mas, sendo uma das cidades mais visitadas de toda a Europa e o coração da Toscana, recebendo não só milhares e milhares de viajantes como também uma infinidade de estudantes – sobretudo nessa época do verão -, a cidade vive com “ondas”.
Os cafés bacaninhas, simples mas com ares modernetes, e os bares piccoli, com jeitinho de adega familiar e bem bons para a hora do aperitivo, proliferaram que foi uma beleza só do outono passado pra cá. E a maioria com internet grátis (ainda que o free wifi nunca seja de muito boa qualidade, é um baita consolo para quem não usa chip local).
Mas tem outras coisas que são “onda” por aqui agora também, como:
- fim de tarde com Campari Mixx: é verdade que houve toda uma febre com bebidas à base de Campari nesse verão europeu em vários destinos; mas aqui em Florença a coisa ficou mesmo. Finais de tarde são tomados por gente bebendo garrafinhas vermelhas de Campari Mixx prontinho (como a nossa smirnoff ice, por exemplo) ou barmen preparando na hora o drink à base de limonada e, claro, Campari.
- lojas de roupas por kg: a mulherada fica ma-lu-ca com essas lojinhas que se proliferaram na cidade, sobretudo as mais novinhas. O kg de roupa custa em média 10 euros e a maioria dessas lojas vende ponta de estoque multimarcas, sem muita escolha de modelo ou tamanho, mas com peças sempre novas e, em geral, sem defeitos. Algumas dividem o preço do kg por “qualidade”: as qualidades mais baixas chegam a custar 6 euros o quilo; as melhores, 20 euros o quilo.
- Venchi: a nova loja da ciocolatteria Venchi que abriu na Piazza del Mercato fica lo-ta-da dia e noite, com filas homéricas. Curiosamente, a grande maioria ali nem coogita comprar os variados chocolates da tradicional marca italiana e sim o seu... gelatto! Se estiver a fim de provar, vá com tempo, que a fila é looooonga.
(p.s.: sorry a ausência de fotos. As fotos, pra variar, não sobem aqui no blogger nem pelo celular nem pelo iPad e, pra piorar a coUsa, trouxe só meu note antigo pra já deixa-lo aqui com meu irmão, que o dele morreu, e tá dando pau na hora de subir também. Entra no Instagram que lá eu subo umas trocentas fotos da viagem por dia :D)
Mostrando postagens com marcador Italia. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Italia. Mostrar todas as postagens
8 de set de 2012
17 de out de 2011
Toscana: quando ir
Vou dizer pra vocês que já estive na Toscana no inverno, na primavera e no outono. Só no verãozaço europeu é que eu ainda não dei o ar da graça naquelas terras - mas, a julgar pelo calor senegalês que peguei em Milão em julho desse ano, acredito piamente em tudo que me contam sobre o forno toscano na estação mais quente do ano.
Além das altíssimas temperaturas do verão, também é a época que os preços inflacionam descaradamente - em Florença, que já anda BEM inflacionada em termos de hospedagem, inflaciona mais ainda.
A primavera e o outono são épocas lindas pra viajar pra lá: temperaturas teoricamente mais amenas (peguei friozinho em abril e maio de 2009 e calorzaço agora em outubro), o tempo mais estável (as chuvas são mais raras), os preços mais justos. No outono, os campos estão lindos, com aquela cor ferrugem que nos vem à cabeça quando pensamos mesmo na Toscana; na primavera, os campos também estão lindos, tomados por girassóis.
Para a primavera, só um senão: o spring break (a semana da Páscoa) deixa a região LOTADA (mal dava pra andar em Florença, pra vcs terem uma ideia) e caríssima. Sim, caríssima, bem superlativo.
Em janeiro, se tudo der certo, eu me mando pra lá de novo - mas já fui avisada: vai ser o inverno mais gelado dos últimos não sei lá quantos anos, chuvoso e no auge da crise italiana. Mas isso não me fez mudar de ideia, não; como eu disse, fui avisada, tô consciente.
Quando eu estive praquelas bandas no inverno, foi láaaaaaaa em idos de 2002, janeirão, mas por pouquíssimo tempo. Talvez tenha dado sorte: depois de muita chuva em Roma, peguei em Florença meu tipo de dia ideal: frio, céu azul, solão. E aproveitei muito. Mas, claro, isso não é garantia de tempo bom pra nenhum viajante, certo?
Eu acho que o maior senão pra quem vai rodar a Toscana no inverno é que a maioria das propriedades de agriturismo, borgos e villas, fecham na estação (normalmente, de novembro a fins de março), o que, claro, faz a região perder um tico do charme. Mas, sejamos francos, todas as igrejas maravilhosos, museus incríveis e a maioria das vinícolas e restaurantes supimpa continuam lá, firmes e fortes. Então, quando ir, é só uma questão de definir quais as suas preferências, as suas prioridades. Porque, no fundo, vai ser bom de todo jeito ;-)
Além das altíssimas temperaturas do verão, também é a época que os preços inflacionam descaradamente - em Florença, que já anda BEM inflacionada em termos de hospedagem, inflaciona mais ainda.
A primavera e o outono são épocas lindas pra viajar pra lá: temperaturas teoricamente mais amenas (peguei friozinho em abril e maio de 2009 e calorzaço agora em outubro), o tempo mais estável (as chuvas são mais raras), os preços mais justos. No outono, os campos estão lindos, com aquela cor ferrugem que nos vem à cabeça quando pensamos mesmo na Toscana; na primavera, os campos também estão lindos, tomados por girassóis.
Para a primavera, só um senão: o spring break (a semana da Páscoa) deixa a região LOTADA (mal dava pra andar em Florença, pra vcs terem uma ideia) e caríssima. Sim, caríssima, bem superlativo.
Em janeiro, se tudo der certo, eu me mando pra lá de novo - mas já fui avisada: vai ser o inverno mais gelado dos últimos não sei lá quantos anos, chuvoso e no auge da crise italiana. Mas isso não me fez mudar de ideia, não; como eu disse, fui avisada, tô consciente.
Quando eu estive praquelas bandas no inverno, foi láaaaaaaa em idos de 2002, janeirão, mas por pouquíssimo tempo. Talvez tenha dado sorte: depois de muita chuva em Roma, peguei em Florença meu tipo de dia ideal: frio, céu azul, solão. E aproveitei muito. Mas, claro, isso não é garantia de tempo bom pra nenhum viajante, certo?
Eu acho que o maior senão pra quem vai rodar a Toscana no inverno é que a maioria das propriedades de agriturismo, borgos e villas, fecham na estação (normalmente, de novembro a fins de março), o que, claro, faz a região perder um tico do charme. Mas, sejamos francos, todas as igrejas maravilhosos, museus incríveis e a maioria das vinícolas e restaurantes supimpa continuam lá, firmes e fortes. Então, quando ir, é só uma questão de definir quais as suas preferências, as suas prioridades. Porque, no fundo, vai ser bom de todo jeito ;-)
Toscana de carro
Pro pessoal que tá mandando tuites e emails pedindo dicas pra fazer a Toscana de carro, como eu fiz agorinha (e adorei, e super recomendo), please, recomendo fortemente que acessem o Saia pelo Mundo. Subi lá essa semana dois posts sobre o assunto: as dicas gerais pra percorrer a região sobre quatro rodas e um post fresquinho de hoje lembrando sobre o funcionamento dos parkings da região, ok? Please, cliquem aqui e aqui.
Grazie mille.
Grazie mille.
16 de out de 2011
#BAD11 - Slow food: a Toscana é "O" lugar para isso
Resolvi entrar na dança do #BAD11 - o Blog Action Day 2011. Afinal, o tema é FOOD e, se tem uma coisa sobre a qual eu acho que a vida gira em torno, é comida. Celebramos quase tudo ao redor de uma boa mesa, não é?
Eu sei que a ideia inicial era abordar tópicos mais sérios relacionados ao assunto, como a falta de comida em alguns lugares, o desperdício da comida em outros etc. Mas, nessa vibe puro love pela Toscana dos últimos posts, não dava pra fugir de uma declaração de amor a um dos pedaços do planeta que mais valoriza a comida, por amor à ela, da preparação ao consumo.
Comida e viagem, pra mim, são assuntos intrínsecos: não dá pra comer um bom prato sem lembrar de uma viagem (ou, no mínimo, de um país ou região, vá) nem viajar sem pensar em provar iguarias típicas, não importa o destino. Acho que todo lugar, sem exceção, tem coisas interessantes pra ver e pratos interessantes pra provar.
E acho, no fundo, que comer é um grande ato de amor - tanto que somos alimentados antes de mais nada pelo próprio organismo de nossas mães, certo? ;-) E, maiorzinhos, estamos sempre ao redor de uma boa mesa, cercada por gente querida, aproveitando cada instante, cada garfada. Ou estamos fazendo isso em nossa própria companhia, reafirmando nosso amor por nós mesmos :-)))))
Por isso sou tão defensora do slow food. E se tem um lugar nesse planeta que realmente prioriza o slow food, esse lugar é a Toscana. A Itália em geral, sejamos francos, valoriza as demoraaaaadas refeições, regadas a bons vinhos e muita, muita conversa. Mas na Toscana, aquela terra onde até tomar um capuccino ou um gelatto é ato degustado bocada a bocada, gole a gole, isso é ainda mais evidente.
Tudo, e eu digo TUDO, estimula o prazer de uma boa refeição. Tudo na Toscana cheira a comida, dos vinhedos às ruas - o aeroporto de Florença tem um baita cheiro de chocolate, não tem????
Dizem os grandes defensores da slow food que o movimento teria começado ali mesmo, há muito, muuuuito tempo, muito antes de virar moda. Tem até organização toscana que cuida disso (e agora tem até um outro movimento chamado "slow wine" por ali também).
Tudo que a gente come ali é fresco, é saboroso, é tenro, é delicioso. Não importa se você está saboreando as delícias num restaurante estrelado...
... ou improvisando um belo de um picnic...
... ô lugar pra comida ter PLENO sabor, não é?!
Bom, eu poderia ficar aqui descrevendo linhas e mais linhas sobre todos os sabores que provei, os que mais gostei, os que tento repetir em casa e tal.
Sorry pelo post tão light. Mas nessa vibe pós-viagem não tinha como eu mudar esse teor. Meu conselho é um só: vá e veja por si mesmo. Mas prove garfada bem, BEEEEEEM devagarinho. ;-)
Eu sei que a ideia inicial era abordar tópicos mais sérios relacionados ao assunto, como a falta de comida em alguns lugares, o desperdício da comida em outros etc. Mas, nessa vibe puro love pela Toscana dos últimos posts, não dava pra fugir de uma declaração de amor a um dos pedaços do planeta que mais valoriza a comida, por amor à ela, da preparação ao consumo.
Comida e viagem, pra mim, são assuntos intrínsecos: não dá pra comer um bom prato sem lembrar de uma viagem (ou, no mínimo, de um país ou região, vá) nem viajar sem pensar em provar iguarias típicas, não importa o destino. Acho que todo lugar, sem exceção, tem coisas interessantes pra ver e pratos interessantes pra provar.
E acho, no fundo, que comer é um grande ato de amor - tanto que somos alimentados antes de mais nada pelo próprio organismo de nossas mães, certo? ;-) E, maiorzinhos, estamos sempre ao redor de uma boa mesa, cercada por gente querida, aproveitando cada instante, cada garfada. Ou estamos fazendo isso em nossa própria companhia, reafirmando nosso amor por nós mesmos :-)))))
Por isso sou tão defensora do slow food. E se tem um lugar nesse planeta que realmente prioriza o slow food, esse lugar é a Toscana. A Itália em geral, sejamos francos, valoriza as demoraaaaadas refeições, regadas a bons vinhos e muita, muita conversa. Mas na Toscana, aquela terra onde até tomar um capuccino ou um gelatto é ato degustado bocada a bocada, gole a gole, isso é ainda mais evidente.
Tudo, e eu digo TUDO, estimula o prazer de uma boa refeição. Tudo na Toscana cheira a comida, dos vinhedos às ruas - o aeroporto de Florença tem um baita cheiro de chocolate, não tem????
Dizem os grandes defensores da slow food que o movimento teria começado ali mesmo, há muito, muuuuito tempo, muito antes de virar moda. Tem até organização toscana que cuida disso (e agora tem até um outro movimento chamado "slow wine" por ali também).
Tudo que a gente come ali é fresco, é saboroso, é tenro, é delicioso. Não importa se você está saboreando as delícias num restaurante estrelado...
... ou improvisando um belo de um picnic...
... ô lugar pra comida ter PLENO sabor, não é?!
Bom, eu poderia ficar aqui descrevendo linhas e mais linhas sobre todos os sabores que provei, os que mais gostei, os que tento repetir em casa e tal.
Sorry pelo post tão light. Mas nessa vibe pós-viagem não tinha como eu mudar esse teor. Meu conselho é um só: vá e veja por si mesmo. Mas prove garfada bem, BEEEEEEM devagarinho. ;-)
15 de out de 2011
Firenze: amore mio
![]() |
| A cidade vista do alto do Piazzoleta Michelangelo é ainda mais linda |
![]() |
| O clássico cartão postal da cidade é mesmo lindo, né, não? |
![]() |
| Por que tanta beleza, por que????, diria Stendhal |
![]() |
| Endereço perfeito para o por-do-sol |
![]() |
| Mesmo em reforma, continua imponente que só |
![]() |
| De ruela em ruela (e olha o Duomo ali, gente!) |
| De praça em praça |
| E nós achando que São Paulo que tem motos demais, né? :P |
| Os artistas de rua sempre me cativam |
| Todo ano, o mesmo carrossel e a mesma bandinha de cordas na Reppublica |
| Quer melhor lugar pra provar gelattos? |
14 de out de 2011
Para visitar na Toscana: Palazzo Vecchio
O mais legal da Toscana é que tudo que a gente vê e toca tem muita história. E isso não é diferente no caso dos vinhos, não. Uma baita visita pra se fazer é à discreta propriedade da Palazzo Vecchio que era, lá em idos de 1470, a parte central da Fattoria di Valiano, um antigo feudo da Ospedale degli innocenti di Firenze.
Hoje, a vinícola na zona de Montepulciano é toda administrada pela família do conde Zorzi.
As degustações (5 euros, acompanhadas de pão e azeite) e visitas completas (10 euros) acontecem todos os dias, mas é OBRIGATÓRIO fazer reserva para qualquer um dos casos. Quem estiver num grupo pequeno (família, amigos, whatever), também pode solicitar a degustação acompanhada de antepastos ou pratos típicos toscanos, como o pici.
A Palazzo Vecchio produz o ótimo Terrarossa, além dos Nobile di Montepulciano, Rosso di Montepulciano e Nobile Reserva, entre outros.E os preços são todos muito camaradas.
Mas meu predileto foi, sem dúvidas, o Poggiolo, 100% Sangiovese.
A visita é bem didática. A gente conhece a casa principal do antigo feudo...
... passeia pelos belos vinhedos...
... e tudo contando com uma explicação bem cuidadosa, cheia de detalhes curiosos da história da propriedade aqui e ali ;-)
Em tempo: não deixe de provar o excelente Vin Santo deles. Peça, pelo seu próprio bem, que venha acompanhado, claro, dos cantuccinis.
Hoje, a vinícola na zona de Montepulciano é toda administrada pela família do conde Zorzi.
As degustações (5 euros, acompanhadas de pão e azeite) e visitas completas (10 euros) acontecem todos os dias, mas é OBRIGATÓRIO fazer reserva para qualquer um dos casos. Quem estiver num grupo pequeno (família, amigos, whatever), também pode solicitar a degustação acompanhada de antepastos ou pratos típicos toscanos, como o pici.
A Palazzo Vecchio produz o ótimo Terrarossa, além dos Nobile di Montepulciano, Rosso di Montepulciano e Nobile Reserva, entre outros.E os preços são todos muito camaradas.
Mas meu predileto foi, sem dúvidas, o Poggiolo, 100% Sangiovese.
A visita é bem didática. A gente conhece a casa principal do antigo feudo...
... passeia pelos belos vinhedos...
... e tudo contando com uma explicação bem cuidadosa, cheia de detalhes curiosos da história da propriedade aqui e ali ;-)
Em tempo: não deixe de provar o excelente Vin Santo deles. Peça, pelo seu próprio bem, que venha acompanhado, claro, dos cantuccinis.
Hotel review: Laticastelli Country Relais
Das outras duas vezes que saracoteei por terras toscanas, eu tinha ficado baseada em Florença, fazendo viagens do tipo bate-e-volta para a cidade. Dessa vez, a coisa foi muito, mas muito mais autêntica: me hospedei numa típica propriedade toscana, um antigo castelo medieval, na simpática Rapolano Terme, distante cerca de 1h do aeroporto de Florença. Trata-se do Laticastelli Country Relais.
O hotel é lindo. Lindo mesmo, das casas em pedra à paisagem deslumbrante ao redor, que se vê de qualquer canto. Tem apenas 3 anos de funcionamento como hotel mas prima pelos cuidados e pela atenção ultra cuidadosa (e simpática que só!) com os hóspedes. E olha que vcs sabem que eu sou bem chata com serviço.
A história do hotel é linda, no melhor estilo Frances Mayes: um casal comprou a propriedade que estava abandonada há anos e restaurou tudinho (tudo do original foi mantido, dos pisos restaurados a uma prensa de azeite lindíssima, que fica no restaurante) durante muito tempo. A vantagem é que eles não recebem apenas amigos e sim hóspedes do mundo inteiro :-)))))
A decoração é cheia de detalhes. Além dos elementos originais da casa (esses puxadores de porta não são lindos???), vários outros objetos antigos e móveis coloniais ocupam os espaços.
E a localização é supimpa: com o carro alugado, chega-se fácil, fácil e bem rápido a qualquer tesouro da Toscana - San Gemignano, por exemplo, que continua sendo minha queridinha, fica a meia horinha! Ter deslocamentos tão curtinhos facilita muito na hora da gente aproveitar os dias de viagem.
Na recepção, vários mapas feitos pelo próprio hotel estão disponíveis, com sugestões de rotas, visitas, compras e restaurantes, uma fofura.
O dia-a-dia ali é bem tranquilo: casais, grupos de amigos e famílias inteirinhas (inclusive várias com crianças pequenas) despertam sossegadas, tomam o café da manhã relax (minha única queixa sobre o hotel: podia ser melhorzinho e não tem capuccino!) e saem para passear pela região.
Os apartamentos estão distribuídos por toda a propriedade, agrupados nas "casas" que compõem o antigo castelo, e são todos diferentes entre si. Alguns contam também com cozinha privativa, pra quem quiser exercitar seus dotes culinários durante a viagem (tem uma cozinha coletiva também, super completa). E todo mundo tem boiler, café e chá no quarto, além do frigobar.
No hotel, as cavalgadas são atividades disputadas.
E a infinity pool é o local pra onde a maioria dos hóspedes ruma no final do dia, ao chegar dos passeios.
O tamanho e o decor dos quartos muda - esse acima era o meu.
Os banheiros são simples, mas bem funcionais.
E as amenities à base do azeite toscano são deliciosas - e fofíssimas.
E o restaurante do hotel acaba sendo o eleito da maioria para a hora do jantar, com um cardápio bem abrangente e pratos deliciosos.
As massas são divinas e eu, que nem sou fãzaça de carnes, amei essa tagliata fiorentina acima.
Sem contar que todo dia, de frente pra piscina, o sol se põe detrás dos olivais e ciprestes daquele jeito UAU.
E os proprietários, Dolores e Gonzalo, ainda estão sempre por lá, conversando com os hóspedes e garantindo que todos os desejos sejam atendidos.
O melhor? Os preços são ultra acessíveis, principalmente se compararmos com os preços cada vez mais inflacionados de Florença: as diárias duplas giram em torno dos 150 euros e as single começam em inacreditáveis 80 euros, sempre com café da manhã incluído. Não é todo dia que a gente pode dormir num castelo medieval por esse preço, certo?
Aprovadíssimo.
O hotel é lindo. Lindo mesmo, das casas em pedra à paisagem deslumbrante ao redor, que se vê de qualquer canto. Tem apenas 3 anos de funcionamento como hotel mas prima pelos cuidados e pela atenção ultra cuidadosa (e simpática que só!) com os hóspedes. E olha que vcs sabem que eu sou bem chata com serviço.
A história do hotel é linda, no melhor estilo Frances Mayes: um casal comprou a propriedade que estava abandonada há anos e restaurou tudinho (tudo do original foi mantido, dos pisos restaurados a uma prensa de azeite lindíssima, que fica no restaurante) durante muito tempo. A vantagem é que eles não recebem apenas amigos e sim hóspedes do mundo inteiro :-)))))
A decoração é cheia de detalhes. Além dos elementos originais da casa (esses puxadores de porta não são lindos???), vários outros objetos antigos e móveis coloniais ocupam os espaços.
E a localização é supimpa: com o carro alugado, chega-se fácil, fácil e bem rápido a qualquer tesouro da Toscana - San Gemignano, por exemplo, que continua sendo minha queridinha, fica a meia horinha! Ter deslocamentos tão curtinhos facilita muito na hora da gente aproveitar os dias de viagem.
Na recepção, vários mapas feitos pelo próprio hotel estão disponíveis, com sugestões de rotas, visitas, compras e restaurantes, uma fofura.
O dia-a-dia ali é bem tranquilo: casais, grupos de amigos e famílias inteirinhas (inclusive várias com crianças pequenas) despertam sossegadas, tomam o café da manhã relax (minha única queixa sobre o hotel: podia ser melhorzinho e não tem capuccino!) e saem para passear pela região.
Os apartamentos estão distribuídos por toda a propriedade, agrupados nas "casas" que compõem o antigo castelo, e são todos diferentes entre si. Alguns contam também com cozinha privativa, pra quem quiser exercitar seus dotes culinários durante a viagem (tem uma cozinha coletiva também, super completa). E todo mundo tem boiler, café e chá no quarto, além do frigobar.
No hotel, as cavalgadas são atividades disputadas.
E a infinity pool é o local pra onde a maioria dos hóspedes ruma no final do dia, ao chegar dos passeios.
O tamanho e o decor dos quartos muda - esse acima era o meu.
Os banheiros são simples, mas bem funcionais.
E as amenities à base do azeite toscano são deliciosas - e fofíssimas.
E o restaurante do hotel acaba sendo o eleito da maioria para a hora do jantar, com um cardápio bem abrangente e pratos deliciosos.
As massas são divinas e eu, que nem sou fãzaça de carnes, amei essa tagliata fiorentina acima.
Sem contar que todo dia, de frente pra piscina, o sol se põe detrás dos olivais e ciprestes daquele jeito UAU.
E os proprietários, Dolores e Gonzalo, ainda estão sempre por lá, conversando com os hóspedes e garantindo que todos os desejos sejam atendidos.
O melhor? Os preços são ultra acessíveis, principalmente se compararmos com os preços cada vez mais inflacionados de Florença: as diárias duplas giram em torno dos 150 euros e as single começam em inacreditáveis 80 euros, sempre com café da manhã incluído. Não é todo dia que a gente pode dormir num castelo medieval por esse preço, certo?
Aprovadíssimo.
Assinar:
Postagens (Atom)







































