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22 de jul de 2012

Tour de vinho: visita à vinícola Matetic, Chile

Mar de vinhas: das minhas paisagens prediletas ;)
 Dentre os passeios mais procurados pelos brasileiros que visitam Santiago estão, é claro, os tours de meio-dia às vinícolas dos arredores da capital. Opção é que não falta: cada operadora/receptivo trabalha com um leque bem grandinho de vinícolas diferentes, em distintas regiões - mais próximas da cidade, mais distantes, mais próximas da cordilheira, mais próximas da costa... 
A casa-sede toda modernosa da Matetic
 Fiquei contente quando a CTS colocou no nosso programa da viagem a visita à Matetic, no Valle del Rosário, coladinho no Valle de Casablanca. Eu já conhecia a Matetic de outros carnavais (além de ser fã dos vinhos orgânicos deles, das linhas Coralillo e EQ,  visitei as instalações da vinícola no final de 2010 quando fiquei hospedada no seu La Casona), mas curti visitar outra vez.
 Até porque a visita foi diferente - um pouco mais curta e limitada que a que fiz antes, e degustando a linha Coralillo no final (ao invés da EQ, como eu tinha feito antes) - e a degustação aconteceu ao ar livre, ao invés do tasting room, como tinha sido na outra.
 A Matetic segue uma proposta bio, com produção dos chamados "vinhos orgânicos": ali, tudo é feito manualmente, da colheita à separação das uvas que vão de fato para a produção do vinho. O cultivo utiliza controles naturais de pragas, como as próprias galinhas que se alimentam das minhoquinhas predadoras :D 
 Visitamos os lugares e maquinários de produção do vinho, de fermentação e, claro, a linda adega circular construída no meio da modernosa casa-sede (nessa visita, infelizmente, não chegamos perto das vinhas de fato). 

O tasting room, apesar de prontinho, não era o cenário preparado para nossa degustação....
 Ao final de 1h passeando e escutando a guia, degustamos dois Coralillos da última safra - um Syrah, vedete da casa, e um Sauvignon Blanc. 
... que foi ao ar livre, num dia lindão do inverno chileno
A visita vale US$20, com degustação de dois Coralillos (e US$32 a do EQ, com degustação de quatro).

28 de nov de 2010

Hotel review: La Casona

Eu não me contentei em apenas visitar a bodega e degustar os vinhos da Matetic - eu me hospedei dentro da vinícola, no hotel boutique La Casona.
Na verdade, eu tinha planejado fazer esse passeio inicialmente, no final de setembro, quando fui a Mendoza e também me hospedei dentro de uma, lembram? Como o voo era via Santiago, seria perfeito. Mas, no fim, como emiti a passagem para Mendoza com pontos do Lanpass, a LAN acabou não permitindo o stopover na capital chilena. Massssss... aproveitei a bela viagem ao Chile agora em novembro pra colocar a hospedagem etílica em dia. E adorei.
 São apenas 6 quartos e uma master suíte num casarão colonial construído um século antes da Matetic comprar a propriedade para ser vinícola. Só que a propriedade foi totalmente restaurada (e reformada onde necessário) para atender às necessidades de um viajante de hoje - só que sem perder o charme de "casona".
 Decoração elegante, cama super confortável e uma big TV de LCD. Só a internet que só funciona no lobby.
 Os banheiros ficaram lindos, restaurados respeitando a mesma padronagem de azulejos e louças de outros tempos (o único que tem banheira é a suíte, que conta com jacuzzi).
 A Casona fica ao lado das vinícolas (a gente vê as parreirinhas quando abre a porta para o jardim interno), numa propriedade com direito a lago com patinhos e muitos, muitos jardins (a casa aí na foto acima é o restaurante Equilibrium, onde é servido café da manhã, almoço mediante reserva e jantar - todas as diárias têm meia pensão incluída - diárias duplas desde US$400)
 São pouquíssimos funcionários que cuidam do hotel boutique - afinal, são apenas 7 quartos. Mas a recepção é informal e eficiente e as camareiras são uma fofura.
 Aqui e ali, vários cantinhos para ler um bom livro ou tomar um café ou (ops!) uma bela taça de vinho.
 Flores everywhere, uma loucura
 E, para o verão, uma piscinita cheia de bossa.
 Quem se hospeda na Casona tem o tour com degustação pela bodega incluída no valor das diárias. E, além das deliciosas caminhadas que se pode fazer ali por entre as vinhas, a casa empresta gratuitamente bicicletas e tem um guia à disposição para quem quiser contratar tours guiados à pé, bike ou de carro pela propriedade ou até mesmo à linda Isla Negra, para ver a Casa de Neruda.
 As áreas comuns são aconchegantes, com direito à sala de jogos e uma enorme e deliciosa sala de estar (para onde eu fugi várias vezes em busca do wifi). O bar é esse aí acima, absolutamente informal: você mesmo se serve e anota nessa cadernetinha aí o que consumiu, para ser cobrado depois no check out. Civilizadíssimo!
Digo a mesma coisa que disse quando fui para Mendoza: acho que, para os amantes do vinho, não pode existir uma experiência mais autêntica do que se hospedar dentro de uma vinícola e ver de pertinho como funciona o dia a dia deles. Bom, e mesmo para quem nem gosta de vinho, um hotel assim, cheio de charme e cuidados, vale também, não?
Ah, e a cozinha é de primeira, viu? Café da manhã com tostadas quentinhas e jantar a la carte irretocável, com uma garrafa de vinho Matetic à sua escolha incluída por apartamento duplo (meia, no caso do single). Pra ninguém botar defeito.

27 de nov de 2010

Matetic Vineyards

 Os arredores de Santiago são uma espécie de Mendoza em dimensões ampliadas: os vales de Casablanca, del Rosário e adjacências concentram uma quantidade impressionante de vinhedos e vinícolas, estando a maioria aberta para visitações e degustações. Taí um passeio legal para fazer, numa próxima viagem, alugando um carro e percorrendo a região num estilo meio "sideways".
E uma dessas vinícolas é a Matetic, produtora dos ótimos vinhos das linhas Coralillo e EQ. Eu, que já tinha tido o prazer de provar esses vinhos nos jantares lá do Patagonia Camp, claro que queria ver de perto como eram produzidos.
 Sabia que a linha Coralillo tem esse nome por ter sido batizada em homenagem a esta antiquissima bodega já existente na propriedade quando a Matetic começou? Pois é.
 A visita é bem completa e dura cerca de uma hora. Primeiro a gente dá uma panorâmica nos vinhedos que rodeiam o local onde foi construída a sede.
 Aliás, baita construção moderna, com uma arquitetura super diferente, que eu nunca tinha visto parecida em nenhuma bodega.
 A guia vai mostrando o passo a passo da produção. Disse que na época da vindima a gente pode ver, ali mesmo, o vinho começando a ser produzido. Pena que quando eu fui todas as delícias já estavam em pleno repouso nas barricas e tonéis.
 Aí ficam guardados os EQ mais nobres. Lindo local, não? Um miolo circular bem no meio da propriedade.
 Aí os tesouros em repouso.
 E, claro, no final tem que ter degustação, óbvio! Degustamos vinhos das duas linhas, Corralillo e EQ, sentados, ao redor de uma mesa, com explicação individual sobre cada vinho e espaço para anotações, como eu acho que toda degustação deveria ser.
A visita não é das mais baratas - com direito às degustações custa 10.000 pesos por pessoa (mais ou menos 40 reais). Mais interessante, eu acho, é comprar o pacotinho de 28.000 pesos que dá direito à visita com degustações e a um lauto almoço gourmet completo harmonizado com os vinhos Matetic no restaurante da propriedade, depois da visita. Belo passeio.

17 de nov de 2010

Vale del Rosario, Chile

 Pro pessoal que tá me cobrando fotos e detalhes dos dias na Patagônia e, principalmente, da primeira experiência de glamping no Patagonia Camp, peço, plissss, mais um pouco de paciência. Tá difícil conseguir usar internet por essas bandas (lugares mais remotos têm mesmo disso), andaram acontecendo uns pepinos logísticos na minha viagem (quem me acompanha no FB e no twitter também sabe mais detalhes) e os dias andam sendo mesmo BEM corridos, por isso sobra pouco tempo pra blogar.
Mas aproveito pra dizer que já estou no Valle del Rosario, um vallecito no meio dos vales de Casablanca e San Antonio, a pouco mais de uma hora de carro de Santiago. Uma região que se desenvolveu nos últimos anos justamente graças aos vinhedos. E aqui estou eu, confortavelmente instalada nesse quartinho acima, na bela La Casona, o hotel butique da vinícola Matetic. Logo, logo, me mando pruns dias mais cosmopolitas em Santiago (e aí, Deus queira, teremos mais internet, né?)
Enquanto os maiores detalhes dos dias patagônicos não vêm, aproveito pra deixar umas fotinhos dos passeios de hoje por aqui:
 Hola, como andan?!
 Me gusta, me gusta, me gusta!
 Ah, Isla Negra!
E um pouco de mimo também não faz mal à ninguém, né? :-)))))

Quem puder, acompanha a viagem pelo twitter e pelo FB, que contar detalhes rapidinho por ali é bem mais fácil. Fui.