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20 de fev de 2012

Vai pra Miami? Então passa antes no blog da Eveliny!

A Eveliny e seu sorriso-marca-registrada

Minha amiga Eveliny Bastos-Klein, que vive em Miami há mais de 15 anos, virou 2012 com um novo projeto muito bacaninha: escrever um blog em português, focado para brasileiros, todinho sobre Miami. Afinal, talvez não haja nos States cidade mais "abrasileirada" que essa, certo? ;-)
Mas não se trata daquilo sobre a cidade que a gente está careca de ler em qualquer lugar, não. O blog Miami do Meu Jeito dá dicas excelentes para quem busca aquela coisa mais insider, pessoal, fora do basicão turístico. “Eu criei o blog pois, morando em Miami há anos, sempre servi de referência para os amigos. Agora posso compartilhar a minha  Miami com um público ainda maior. Quero mostrar que a cidade tem varias facetas e que oferece muito mais do que shoppings, diz ela
De restaurantes a museus, Eveliny sugere até que produtinhos vale a pena comprar em farmácias tipo CVS, ou quais são os mais atenciosos vendedores de Bal HarbourNo quesito agenda cultural, ela também é super eclética: de Cleveland Orchestra à Art Miami, tem de tudo - o último post é justamente sobre a Art Wynwood, a feira de arte contemporânea recém inaugurada em Miami.  
Mas é claro que, num blog direcionado para brasileiros, as compras não vão ficar de fora - só não vale ser óbvio.  Eveliny sugere, por exemplo, a multimarcas The Webster, localizada em um simpático prédio Art Deco, que vende Lanvin, Balenciaga, Stella McCartney e Tom Ford além de peças de designers novos a preços interessantes. A En Avance e a Tomas Maier (do designer da Bottega Venetta) também estão lá. 
Se você tem viagem marcada pra lá, passa antes no blog da Eveliny ;-)

6 de nov de 2011

Española Way: vale o desvio

 Ali, bem pertinho da muvuca (e de várias aberrações) da Lincoln Road, fica um cantinho de Miami Beach que muita gente ainda ignora: a fofa Española Way.
 Trata-se de uma ruazinha minúscula (a rigor, são apenas duas quadras), peatonal, super arborizada e completamente diferente dos seus arredores.
 Em seus imóveis, só cafés, bares, restaurantes e lojinhas - com uma arquitetura diferente e um climão super convidativo com tudo aquilo de mesinhas na calçada (e luzinhas cruzando a rua, no melhor estilo little italy :-D).
 Qualquer hora do dia tem gente ali, ocupando as mesinhas sobre as calçadas, tomando um café, almoçando ou whatever.
 O que não falta ali é opção - impossível você não achar um lugarzinho que seja a sua cara.



 No final da tarde, começa a lotar, com todo mundo atrás dos sunset cocktails - dizem que dali saem as melhores margaritas e mojitos de Miami Beach. E de noite fica bem, bem cheia, com supremacia óbvia de latinos (moradores e visitantes).
Gracinha de lugar.

3 de nov de 2011

Hotel review: Eden Roc Renaissance, Miami Beach

 Como comentei no último post, nessa viagem eu me hospedei metade da viagem em Miami Beach, metade em Downtown Miami - que é o tipo de viagem a Miami que eu acho mais completinho. Em Miami, fiquei no Eden Roc Renaissance, um hotel bem bom do grupo Marriott.
 O hotel foi totalmente remodelado e reformado há dois anos, então quase tudo tá bem novinho mesmo. Os quartos são ultra espaçosos, a grande maioria com vista para o mar, total ou parcial. Os do prédio principal, onde eu estava, têm essa coisa que eu curto muito de o banheiro abrir para o quarto.
 Um banheiro lindo e cheio de espaço para necessaires, badulaques etc.
 A decoração não traz nada de surpreendente, mas é ok. O mais bacana é a varandona, perfeita para começar a manhã ou terminar a tarde.
 O serviço é legal e bem funcional. A internet é paga nos quartos, mas free no lobby - tem sempre um monte de gente com notebooks e smartphones ao redor do bar por isso mesmo.
 As amenities são Aveda e são bem legais. Mas senti falta de um turndown service, que não tive em nenhuma das noites.
 A área de lazer é bem grande, com várias piscinas e terraços e montes de espaço pra quem só quer tomar sol. A praia fica literalmente em frente, separada do hotel só por aquela passarelona de madeira que Miami Beach tem nessa área, super utilizada por quem corre.
 Lá fica o excelente 1500o., o restaurante da Paula DaSilva que eu comentei em outro post - e vale super a visita dos não hóspedes também. O restaurante da piscina também é ótimo - o chef também é brasileiro!!! - , com um cardápio super fresquinho pra ser consumido debaixo do calorão de Miami.
Outro programão inclusive pra quem não está no hotel é que ali fica o único ELLE Spa do mundo, totalmente supervisionado pela revista americana - divino, viu, meninas?
E o bar é bonitão e fica bem, beeeem cheio de noite, sempre com música ao vivo, com performances sobretudo de artistas locais - dizem que o Bruno Mars teria sido "descoberto" ali.
Um senão? A localização, em frente à marina, só vale mesmo pra quem está de carro todo o tempo.

2 de nov de 2011

Hotéis em Miami: onde ficar? downtown ou beach?

Ficar em Miami Beach é ter o marzão ali na sua frente -  South Beach, even better
 Eu sou muito suspeita, porque eu nem sou uma grande entusiasta da cidade. Mas se tem uma área que eu gosto desde a primeira visita é Downtown - pra mim, de longe mais interessante que Miami Beach.  Aprecio a vantagem de me locomover fácil para ir e vir dos restaurantes, saber que posso até pegar o metromover vira e mexe, o transporte pra Miami Beach é farto e rápido (seja táxi ou ônibus) e a-do-ro Brickell e sua vibe contagiante, entre lojinhas maxi fofas e bares super legais - sem falar no Art District.
Miami Beach ainda nos dá uns flashes cinquentinha
 Mas gosto é gosto, é óbvio. Ontem mesmo falei disso com uma amigona querida, a Malu, defendendo que prefiro downtown pra passear sozinha também; e daí ela disse que não, que pra passear sozinha se sente muito melhor em Beach. E tem mesmo muita gente que se deixa seduzir pelo o climão retrô+uó de Miami Beach - que, sim, é mesmo mais "walkable" que downtown e tem um pouco de tudo sempre a poucos passos, inclusive para os shopaholics. Sem falar que quem é fãzão de praia encontra ali seu reduto perfeito.
Eu sempre optei por ficar em downtown e "ir passear" em Miami Beach. Quando que me perguntam "fico em downtown ou em Miami Beach", eu costumo responder "fica nos dois". E esse ano, enfim, eu acabei fazendo o que sempre recomendei aos amigos e leitores: me hospedei metade das noites em downtown, metade em Beach. Porque, se você já fez isso, há de convir comigo que são praticamente duas cidades distintas, não? Duas Miamis. Na arquitetura, no público, nas lojas, no tipo de hotel, nos restaurantes, no jeitão mesmo.  As duas com seus prós e contras. Até porque Miami é bem democrática.
Coconut Grove tem um sem fim de galerias fofas, cafés e open air malls pra bater perna
 Tudo bem: eu sei que turista em geral não tem paciência pra ficar trocando de hotel como jornalista. Mas, se você encarar a ideia como se estivesse mesmo conhecendo duas cidades diferentes nos EUA, fica mais fácil ;-) Então, quando você for escolher seu próximo hotel em Miami, tente escolher dois, um em cada lado da cidade. Aposto que você vai curtir.
Biscayne Bay e seu skyline todo recortado: o metromover também chega lá
Só pra quem só vai ficar uma noite na cidade, em conexão, com o firme propósito de fazer compras, que eu não sugiro nem downtown, nem beach: fique direto num dos (muitos!) hotéis ao lado do aeroporto. Por uma simples e óbvia questão prática, de aproveitar bem o pouco tempo disponível. Naquela área tem de tudo, não importa seu orçamento - acabei de visitar vários do grupo Marriott agora (eles possuem um complexo hoteleiro gigante ao lado do aeroporto), dos budget Fairfield Inn e Courtyards, pra quem busca alternativas bem econômicas, aos Marriott´s propriamente ditos e achei todos bem interessantes, com ótima relação custo benefício.
Brickell vista de cima: minha área queridinha de downtown
E há várias outras bandeiras também nessa área, é claro. A maioria conta com transfers de e para aeroporto e para zonas de compras também - o Dolphin Mall, por exemplo, que os brasileiros adoram, é logo ali ao lado.

31 de out de 2011

Comer em Miami: 1500, Miami Beach

Paula DaSilva: uma fera na cozinha, uma menina tímida nos bastidores
 Eu fiz duas refeições verdadeiramente memoráveis nessa viagem a Miami; e a melhor delas seguramente foi o jantar no 1500o , o restaurante da brasileira Paula DaSilva no hotel Eden Roc Renaissance, em Miami Beach.
A Paula ganhou os holofotes depois de participar (e ficar com o 2o. lugar e a preferência popular) da temporada de Hell´s Kitchen em 2009 - e não parou mais.
Seu belo restaurante entrou para a lista da Squire como  um dos best new restaurants de 2011, além de abocanhar outros grandes reconhecimentos. Então claro que valia a visita.
 Se puder, e o grupo for grande, reserve a mesa do chef - de lá você acompanha tintim por tintim a movimentação da cozinha - que, aliás, opera quase coreografada, tranquila, entre muitas risadas. Bem legal mesmo de ver.
O melhor custoXbenefício é, sem dúvida, o menu fixo de jantar, de 3 passos: 35 dólares por pessoa. Mas vc também pode pedir o menu degustação (85 dólares) ou à la carte, com preços bem razoáveis para todos os tipos de pratos.
Nosso jantar foi uma sucessão sem fim de delícias. A começar por um dos melhores ceviches ever, e Stone Crabs simplesmente perfeitas.
 Sente só o tamanho de cada patinha!
 E tudo isso com o signature cocktail da casa, com manjericão, pimenta, gim e outras delícias.
 Daí a coisa continuou, com tortillas interessantes...
 ... e das melhores vieiras que eu já provei (gigantes, macias, suculentas, só perdem para as do Osaka, em Santiago).
Depois ainda vieram as carnes. Mas daí eu já só provei, porque já tinha comido tanto que nem respondia mais muito por mim - esqueci até de fotografar.
É que no fundo nós estávamos esperando mesmo por isso aqui:
 a incrível, divina, estupenda e maravilhosa sobremesa queridinha do restaurante: a plum cake de peanut butter. E foi bom assim mesmo.
Olha, ingredientes bem frescos, pratos criativos e super bem apresentados e serviço 100% simpatia. Aprovadíssimo.

30 de out de 2011

Compras em Miami

 Vira e mexe alguém cai aqui no blog para perguntar sobre compras em Miami. Desde qual mall é melhor até quanto costuma custar tal coisa, as perguntas são muitas. Então, recém-chegada de uma viagem à terra do tio Sam, deixo aqui uma listinha singela e resumida de onde comprar em Miami.

1) Coconut Grove
A célebre Coco Walk é destino queridinho de muitos para compras. Mas não é para hard shoppers, não. O mall é pequeno, gostoso, ao ar livre, e tem bons barzinhos e cafés também pra quando bater a canseira. Há desde lojinhas locais de roupas e sapatos a big stores, como Gap e Victoria´s Secret. Mas não tem nada bom para eletrônicos, por exemplo.
O erro que a maior parte dos brasileiros comete é zanzar só por Coco Walk. Uma pena, porque as ruas que contornam o mall têm lojinhas adoráveis, ultra originais - de make a papelaria, tem um tico de quase tudo. E ainda tem um moooonte de galerias de arte por causa do Coconut Grove Arts Festival, que é uma graça.


2) Lincoln Road
O endereço mais célebre de Miami Beach continua tão muvucado quanto antes. Mas dentre os zilhões de pessoas nas ruas, desviando de barracas de suco, mesas de cafés, cachorros, bicletas e até malabares, dá mesmo para encontrar coisas legais. A Apple Store da Lincoln vive lotada, a galeria do Romero Brito é linda e tem lojas de montes de marcas menores por lá. Vale, sim, uma caminhada.
Meu conselho para as meninas: façam um desvio no comecinho da Lincoln para visitar a GIGANTE CVS pharmacy que tem ali, com quase tudo o que você pode querer para make, unhas, cabelos etc.
Meu conselho para todos: façam um desvio no comecinho da Lincoln para cruzar a Española Way. Essa rua fofíssima, de apenas uma longa quadra repleta de barzinhos, restaurantes e cafés, é como um mundo à parte na muvuca de Miami Beach.

3) Mary Brickell Village
Desde minha primeira visita a Miami (isso foi há poucos anos, btw), caí de amores por esse mall a céu aberto em Brickell, que é minha parte favorita da cidade. Tranquila, ruas largas, gente linda, belíssimo skyline. E as lojinhas do mall são LINDAS, todas em estilo boutique. Ok, mais interessantes para mulheres que para homens, já que a maioria vende bijoux, sabonetes, acessórios, roupas - e tudo assim bem diferente, com carinha de peça única.
Mas a visita vale para todos, principalmente no finzinho de tarde/começo de noite, quando seus ótimos barzinhos e cafés ficam LOTADOS, numa vibe muito bacaninha.

4) Dolphin Mall
O shopping queridinho dos brasileiros em Miami fica a minutos do aeroporto e conta com serviço de transfer (US$10 ida e volta) tanto desde e para o aeroporto como desde e para vários endereços em Downtown e Miami Beach. Fica tão perto do aeroporto que tem muita gente que vai pra lá numa mera escala longa em Miami. O shopping não é dos mais gigantes, mas é grande e tem todas essas lojas que brasileiros curtem, tipo Guess, Gap, Levi´s, Diesel, Victoria´s Secret etc.  A maioria das lojas tem uma seção off price ou sale bem grandinha e interessante. A praça de alimentação é decente e vive lotada.
A grande falha fica nos eletrônicos: até tem, mas são poucas lojas. E faz falta mesmo uma Best Buy e uma Apple Store ali.

5) Dadeland Mall
Esse é um shopping bem democrático: pra quem fica em downtown, dá pra chegar nele de metrô (para vários hotéis é preciso pegar antes o ultra simpático metromover, gratuito). E quem vai de carro chega facinho, facinho. É grande, com uma gigante JCPenny´s e uma infinidade de lojas de todo tipo, com umas liquidações meio permanentes.
No anexo ao lado do shopping - é pertinho mesmo, dá pra ir à pé - tem uma big Best Buy e um Target.

6) Aventura Mall
Esse ano foi a primeira vez que visitei o Aventura Mall. Infelizmente, por questões de agenda, tivemos menos tempo lá do que gostaríamos. Porque o shopping é IMENSO, com dois pisos gigantes e mais um anexo. Não tem Best Buy, mas tem uma bela Apple Store, uma loja maravilhosa de Sony e outras menores de eletrônicos. Tem Macy´s, Bloomingdale´s, JCPenny´s e tooooodas as popular brands americanas. Tem uma das maiores Victoria´s Secret ever e ainda tem lojas difíceis de encontrar nos EUA, como a espanhola Etiqueta Negra. A praça de alimentação é bem, bem legal e ainda tem uns negócios do gênero espalhados na entrada, como uma fofíssima (e gigante) Cheesecake Factory.
Dicas para as meninas: o setor de cosméticos da Bloomingdale´s dá de 10 a zero no da Macy´s.
Dicas para todos: heavy shoppers precisam de muito tempo para aproveitar lá. O shopping é mais metidinho, com menos seções de sale, então é preciso pesquisar mais. Mas a oferta de brands é impressionante.

7) Outros malls
Eu poderia seguir esse lista aqui até o número 100, provavelmente. Mas eu não sou heavy shopper, vcs sabem. E curto muito mais as lojas de rua e malls pequenininhos que os big shoppings (por isso eu ainda prefiro de longe fazer compras em Nova York que em Miami). Um dos favoritos dos brasileiros nem fica em Miami exatamente, mas nos arredores: o Sawgrass, cheio de outlets; mas ali o povo vai pra passar o dia inteiro, eu não aguento. Sorry, vou ficar devendo.

8) Lojinhas que valem a pena
Eu sou a louca das farmácias: piro em lugares como Boots, Duane Reader, Farmacity e afins. Em Miami, acho que sempre valem a visita as CVS e Wallgreens da vida, para comprar de produtos para o cabelo a chocolates. Para quem curte fuçar em araras mesmo bem bagunçadas atrás de pechinchaças, a Ross é o endereço.

E outras duas áreas muitíssimo bem lembradas abaixo, nos comments, que certamente valem a visita dos shopaholics: a Collins Avenue e o megahipersuper luxuoso Bal Harbour Shops - se não der pra voltar carregado de sacolas, que seja ao menos pra olhar as vitrines-desbunde :-)))))

29 de out de 2011

Miami: art deco walking tour

O Kenn fazendo o briefing com o grupo antes de começar a caminhada
Enfim fiz algo que tava adiando desde a primeira vez que visitei Miami: entrar num dos art deco walking tours oferecidos em Miami Beach. Claro que eu já tinha andado por ali outras vezes; mas entrar num tour desse tipo é mesmo outra coisa.
Tudo ali parece cenário de algum filme
 Os tours são promovidos pela Miami Design Preservation League, uma das grandes responsáveis pela revitalização geral da área há algumas décadas.
O Kenn empolgado, comentando as influências arquitetônicas
  Os art deco walking tours acontecem todos os dias às 10h30, saindo da frente do Art Deco Welcome Center (1001 Ocean Drive – 10th Street & Ocean Drive) - eles oferecem também outros tours, btw. Você pode comprar os ingressos (US$20, com desconto para idosos, crianças e estudantes) antes, online, ou na hora H mesmo (mais garantido reservar antes, porque os tours saem cheios).
 Os guias são em geral idosos moradores do bairro, que falam apaixonadamente sobre toda a história de Miami Beach e o processo de revitalização recente pelo qual passou a área. O guia do meu grupo, o Kenn, era super empolgado e a cada parada distribuía folhas em xérox para os integrantes do grupo com fotos tipo antes e depois, ou closes em detalhes internos de edifícios nos quais não podíamos entrar, uma graça.
Os kiosques da Leblon ao fundo e o táxi propagandeando a Argentina:  Miami mais latina ainda ;-)
 A gente caminha pouco durante a 1h30 do tour, na verdade, já que são feitas váaaaaarias paradas ao longo do trajeto para observar detalhes. Primeiro, o guia explica toda a história do lugar, desde como as terras de Miami Beach foram vendidas a centavos por metro quadrado no início do povoamento da área, como as coisas mudaram com o primeiro trem que vinha de Palm Beach no finzinho do século XIX, do furacão que devastou complemente a região na década de 20 e como as mudanças econômicas e sociais interferiram definitivamente na arquitetura dali.
Congresso, um clássico
  Ao longo da caminhada, o guia vai explicando sobre os estilos Art Deco, Mediterrâneo e o chamado MiMo (Miami Modern), enquanto observamos hotéis, restaurantes, condomínios e centros comerciais com detalhes curiosíssimos.
A maxi mansão do falecido Versace
 E também conta várias fofoquinhas e curiosidades - como o fato de a casa de Versace ser a terceira fachada mais fotografada de todo o território dos EUA (só perde, óbvio, para a Casa Branca e Graceland) e das 3 janelas do último andar do The Tides, o edifício mais alto de Miami Beach, terem sido usadas por 3 imensos telescópios durante a 2a. guerra.
Fachada do The Tides
E close nas janelas telescópicas



Advinha onde ficava o cassino???

 Aproveite e passe na lojinha do Welcome Center antes de ir embora. Mesmo que você não compre nada, é uma graça: dos posters de todos os festivais de Miami Beach aos curiosos porquinhos e flamingos símbolo da área, puro kitsch ;-)




Olha, 1h30 muitíssimo bem aproveitadas, tudo explicado bem devagar, muito didático mesmo.