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30 de set de 2012

Comidinha boa em Pontremoli: Caveau del Teatro

O Castelo de Bagnone visto da cidade baixa...
 Pontremoli e sua vizinha Bagnone não são vistos pela maioria como destinos toscanos em si. Ambas cidades, vizinhas, são pequenininhas, daquelas que a gente percorre in-tei-ri-nhas em duas ou três horas. Por isso mesmo, são bem boas para quem está na estrada, com carro alugado e tempo de sobra para dar aquelas adoráveis paradinhas aqui e ali, na cidade que quiser.
... a cidade baixa em si. 



Pontremoli à noite 
 O que vale mesmo numa eventual paradinha por ali é almoçar ou jantar no fofo e descompromissado restaurante Relais Caveau del Teatro, em Pontremoli. Foi o que eu fiz.
 Ali, os irmãos proprietários, Amedeo e Fernanda cuidam de tudo, da cozinha às mesas - e Amedeo é um craque no quesito "simplicidade delicosa".
Polentinha com funghi a perder de vista
 A comida tem jeitinho bem caseiro, tanto na apresentação como no sabor; bem sem frescuras, chega à mesa pelas mãos dos próprios donos, que dão aquela explicadinha básica sobre o preparo do prato.
Peça qualquer antepasto que venha com a ricota de cabra da casa, di-vi-na
 O ambiente interno é pequeno - mesmo! - mas bem aconchegante. Tem também uma "terraza", mas por dentro é bem mais "italiano" ;)
Olhaí os irmãos sorriso
 Que me perdoem os puristas, mas eu nem gosto de zabaione. não curto nada que leve muito ovo, a bem da verdade. Mas o zabaione da Fernanda é tão famoso que não tinha como não provar. Ela prepara ali mesmo,  na frente de cada mesa, ainda contando sobre cada ingrediente que acrescenta ao creme. E serve quentinho, quentinho, para deleite dos fãs daquela gemada dominical da infância ;)


Porque a simplicidade também pode ser encantadora, não é mesmo?
Anote aí, que vale o desvio.

23 de set de 2012

Pepenero: a melhor refeição de toda a viagem

O restaurante fica no subsolo de um edifício tombado; mas os móveis são cheeeios de bossa
 Não posso dizer que não comi bem na viagem. Aliás, acho que seria uma heresia sem fim um ser humano ousar dizer que não comeu bem na Itália, que dirá na Toscana! Nas duas semanas dessa última aventura toscana, comi muito, e comi muitíssimo bem - só dois restaurantes deixaram a desejar; todos os outros foram de bons a muito bons.
 Mas houve um restaurante que eu não poderia classificar pessoalmente como nada além de fenomenal: o almoço no fofo e badaladinho Pepenero foi simplesmente a melhor refeição de toda a viagem. O restaurante do chef-celebrity Gilberto Rossi - que é pura simpatia e sorrisos e fica literalmente na cozinha dando todas as coordenadas, btw - fica na igualmente fofa San Miniato, com um ambiente todo descoladinho e modernex.

O Rossi-pura-simpatia
 Quando a gente desce pela escadinha que sai de uma porta estreita nem imagina o ambiente hypadinho que se encontra lá embaixo, todo cheio de móveis de design e louças coloridas. São três ambientes pequenos na área interna, com cozinha à vista no meio deles, e mais um fofo terraço externo, perfeito para um almoço num dia quente e ensolarado como o dia em que estive lá.
O terraço gracinha
O serviço é excelente, principalmente para os padrões italianos: garçons jovens mas super simpáticos, rápidos e atentos, uma graça. E a comida... putz! Que almoço!!! Pra começar, os antipasti eram todos oriundos da Macelleria Falaschi, sobre a qual falei ontem aqui no blog pra vocês: fresquíssimos e saborosos. 

 E o primo piatto... o melhor de toda a minha viagem: um tagliatele al tartufo bianco simplesmente DI-VI-NO.
Tava tão bom, mas TÃO bom...
... que merece um CLOSE!
 O vinho também foi de responsa, com ótimo custoXbenefício:
O prato principal, seguindo a recomendação da casa, foi uma bela tagliata com ovo de codorna e, claro,  tartufo <3 carne="carne" de="de" e="e" eu="eu" excelente="excelente" f="f" n="n" nem="nem" o="o" olha="olha" ovo="ovo" p="p" que="que" sou="sou">
 E um sorvetinho-creme de limão com frutas vermelhas para arrematar. SHOW.
 E pensar que, do lado de fora, a gente nem daria nada pelo local, não é?
A portinha discreta, ultra low-profile, do gigante Pepenero
Anota aí: fecha terças o dia todo e sábado no almoço. Mas não dá pra perder. GE-NI-AL.

29 de ago de 2012

Boas economias de viagem

Vai de shuttle? ;)

 Depois de falar aqui dos “pequenos esnobismos das férias” (aqueles luxinhos que todos nós merecemos quando saímos por aí nos nossos dias de descanso), vale também fazer um contraponto: economias de viagem que vale a pena, sim, fazer, por mais abastado que seja seu orçamento para o período. Afinal, todo ano a pesquisa entre os leitores aqui do Pelo Mundo mostra que somos, em franca maioria, viajantes HiLo: gostamos de conforto e qualidade mas estamos sempre à caça de ofertas para gastar menos e viajar mais ;)
Volto a dizer: cada um gasta seu dinheiro como e onde quiser, é óbvio, e ninguém tem nada a ver com isso; mas quem curte a vibe “apertar um pouquinho aqui para poder gastar mais ali”, pode achar legal lembrar que:
Shuttles são uma mão na roda. Se você acha que o táxi daquele aerporto até o seu hotel vai sair os olhos da cara e nem sequer cogita tomar um metrô com direito a escadas e baldeações para o trajeto, deve sempre ficar de olho nos shuttle services. Hoje em dia, quase todo aeroporto oferece os seus: em vans ou em ônibus, são serviços de traslado compartilhado, que você toma com outros viajantes, e sai bem mais em conta que um táxi, com conforto bem semelhante. Eu uso muito, em tudo quanto é canto, e sempre recomendo (inclusive no Brasil, e sempre para ir da minha casa ao aeroporto de Guarulhos), sobretudo para quem viaja sozinho, que sempre sai lucrando com essa economia, sem abrir mão do conforto (você só perde um pouco mais de tempo já que a van pode ter que deixar outros hóspedes antes de você). Em Paris, por exemplo, onde o táxi do CDG à cidade costuma sair em torno de 70 euros, os shuttles cobram em média 25 euros por pessoa para levar você do seu terminal à porta do seu hotel – para solo travelers é uma verdadeira bênção e, mesmo em duas pessoas, ainda há uma economia legal. Só vale ficar atento e checar se o shuttle que você está contratando te leva mesmo até a porta do seu hotel – o Roissy Bus, por exemplo, na mesma Paris, te leva somente até um ponto pré-determinado da cidade e de lá você tem que seguir em táxi até o hotel (o que eu não acho nada legal).
Café cada dia num lugar diferente é gostoso
- Almoço executivo é pechincha boa. Você quer muito provar a comida daquele restaurante ou chef que toooodo mundo fala mas acha o jantar ali uma fortuna. Pois a maioria dos restaurantes mais hypadinhos oferece tentadores almoços executivos, bem mais econômicos que o jantar.  A maioria faz um menuzinho completo com entrada, prato e sobremesa ou, pelo menos, uma combinação de quaisquer duas dessas etapas, pelo menos de segunda à sexta-feora. E na maioria dos lugares para o almoço não é necessária reserva ou espera num filona. Se um jantar no Café Boulud de Nova York acaba saindo perto dos 100 dólares por pessoa, o almoço executivo custa só 29 – e é gostoso igual.
- Passes podem ser interessantes. A gente gosta de ter liberdade de entrar onde quer, a hora que quer, do jeito que quer; mas os passes turísticos podem ser uma boa em alguns destinos. Para quem vai à Nova York pela primeira vez, eu sempre recomendo o City Pass: sai mais barato para quem quer fazer todos os “lerês” da cidade e, em várias delas, você ainda pega uma fila exclusiva e bem mais rápido. Passes de transporte também: se você vai usar várias vezes o transporte público na sua viagem, é sempre recomendável investirnum – como o sempre genial Oyster Card, para quem visita Londres, que poupa muito tempo e incríveis libras.
- Pré-reserva salva vidas. Você acha que não compensa amargar 3h de fila só para entrar no Louvre no dia da visita gratuita (pessoalmente, eu também acho que esse tipo de economia não compensa, não). Mas fazer pré-reserva, agendamento e compra pela internet dos ingressos pode poupar várias horas de fila das suas férias – como para quem visita a Uffizzi, em Florença, por exemplo. Isso sem falar em lugares nos quais só se entra com reserva, como a Santa Ceia, em Milão. Considere sempre essa possibilidade; até porque, vira e mexe, a compra do ingresso online sai mais barata.
- O café da esquina é uma delícia. Você conseguiu uma super oferta num hotelão mas não incluía o café da manhã; daí você se choca com os 30 dólares cobrados por pessoa para essa refeição.  Ou fez uma reserva em hotel budget, como um Ibis, que sempre cobra o café da manhã separado. Pois ninguém é obrigado a tomar café no hotel, certo? E ir até o café da esquina para isso é bem mais barato e sempre uma delícia  – inclusive pelo people watching gostoso que fazemos com os moradores locais. Melhor ainda: você pode cada dia tomar o desjejum num café diferente, testando novos lugares, provando novos sabores. Eu adoro.
-  Não despachar. Você comprou uma passagem suuuuper barata de uma low cost europeia e não se conforma em pagar mais do que o valor gasto pelo voo para despachar sua bagagem? Pois não despache! Aproveite a ocasião para viajar com a mala bem levinha e se sentir o próprio Ryan Birham em Up in the Air ganhando tempo e praticidade nos aeroportos. Ou, então, se você faz mesmo questão que viajar com mais peso,  pague um pouquinho mais caro por um voo de companhia convencional que não cobre por esse serviço.
- Arriscar.  Sou suuuuper contra correr riscos em geral nas viagens; mas nisso me refiro a arriscar chegar muito tarde ao aeroporto e perder o voo ou reservar um hotel que TODAS as resenhas dizem que é péssimo só porque você teve um palpite que pode ser legal. Mas arriscar a "sorte" num site como o Priceline, por exemplo, na hora de reservar um hotel, pode ser uma boa economia.  Além dos sempre ótimos SniqueAway e Jetsetter, que sempre colocam tarifas MUITO sedutoras para hotelaços, os sites de "leilão" de diárias de hotel permitem que você escolha que categoria de hotel deseja, em que localização, com quais facilidades/amenidades e quanto quer pagar por ele, o que me parece sempre muito justo - e o Priceline é o mais famoso deles, oferecendo, por exemplo, hotéis do naipe de Hyatts e Hiltons por diárias de 120 dólares.

Que outras economias bacanas de viagem você sugere? Diz aí ;)

10 de ago de 2012

Oba! Orlando terá 70 restaurantes com menu a preço fixo em setembro


Vai pra Orlando em setembro agora (alô, alô, Paula Bicudo!)? Pois olha que novidade legal lá da terrinha dos parques da Disney: durante todo o mês de setembro, 70 restaurantes bem legais da cidade irão servir menus de três pratos com preço fixo de US$30 por pessoa (US$1 de cada refeição será doado para o Edgewood Children’s Ranch).
A promo, batizada de "Mês Mágico da Gastronomia", é uma iniciativa do Visit Orlando, o órgão de turismo da cidade e todos os cardápios dos restôs participantes podem ser vistos no site exclusivo do evento, também em versão mobile. E no site mesmo já dá pra ler reviews e fazer reservas prévias nos que mais te interessarem.
Dentre os locais participantes (esse é o sétimo ano do "mês mágico"), entrou agora também a churrascaria brasileira Fogo de Chão, pra quem sentir saudades da comida brasileira durante a estadia lá.  Mas a lista é muito mais diversa que isso, é claro, e os restaurantes estão espalhadinhos por seis distritos diferentes: Convention District (na International Drive , incluindo The Capital Grille, o Charley’s Steak House e o Vito’s Chop House),  Disney/Lake Buena Vista District (incluindo o The Venetian Room, o Todd English’s bluezoo e o La Luce by Donna Scala), Downtown District (Citrus Restaurant, o Funky Monkey Wine Company, o Le Coq Au Vin, The Boheme etc),  Universal/CityWalk District (Emeril’s Tchoup Chop, no Loews Royal Pacific Resort; o Bice Ristorante, no Loews Portofino Bay Hotel; e o The Palm, no Hard Rock Hotel), Restaurant Row District (na Sand Lake Road, incluindo o Roy’s Hawaiian Fusion, o Timpano Italian Chophouse e o Bosphorous Turkish Cuisine) e  Winter Park District (Luma on Park, Chez Vincent  etc).
Aliás, vale dizer que o Visit Orlando está com várias outras promotions além dos restaurantes no período de 15 de agosto a 30 de setembro. Vale checar.

21 de jul de 2012

Prego e La Pescadería: também para comer em Santiago

Vai um ravioloni de centolla aí?
Vou deixar registradinhas aqui outras duas sugestões de "onde comer" em Santiago. Dois restaurantes com ambientes zero frescura, preços razoáveis (pratos principais em torno dos US$18) e comida boa que visitei nessa press-trip à capital chilena. 
Quando eu vou ao Chile, quero mais é comer peixes e frutos do mar todos os dias. Mas nem todo mundo é assim, é claro; vira e mexe algum leitor pede dicas de onde comer uma comida mais caseirinha ou mais tradicional em Santiago. E um belo lugar para isso é o Prego San Pascual Ristorante
O tiramisú é fraquinho; mas é que eu esqueci de fotografar as entradinhas antes de comê-las ;-)
 A trattoria italianíssima, de toalhinha xadrez e tudo, gerenciada pelo simpático don Gonzalo, fica em Las Condes, o bairro queridão dos brasileiros atualmente na cidade. E a carta tem desde bisteca fiorentina ao básico spaguetti al sugo - impossível não se achar ali; e quem,como eu, continua querendo coisas mais chileninhas, tem coisas ótimas, como o ravioloni de centolla (meio salgadinho, mas muito bom, feito com o "caranguejo gigante" chileno). O carro chefe da casa, aliás, é um prato chamado de Carlo Magno - massa recheada de camarão e gratinada, passada na manteiga, sálvia e  tomates, que quem pediu na minha mesa amou (os antipastos também são ótimos, com destaque para as deliciosas machas alla parmigiana). As sobremesas são mais fraquinhas, mas os cafés são ótimos.
Caldinho de peixe su-pim-pa
Outra sugestão testada e aprovada é o cool La Pescaderia , numa casa com jeitão de praia em plena Providência (tem em Vitacura também). A decoração é toda azul e branca, com conchinhas e outras "praices" do gênero. O serviço é fraquinho, mas o ambiente é gostoso e a comida também

O caldinho de peixe servido como cortesia a cada mesa que chega é fenomenal, ainda mais com esse friozinho. Mas é a mezze de entradinhas que é infalível, genial, maravilhosa, todinha de frutos do mar chilenos, de ceviche a machas gratinadas, passando por (nham) empanadas de camarão (eu seria capaz de pular o prato principal e ficar só naquilo, mas minha mesa não topou hehehe). Para os pratos de fundo, os peixes, é claro, são o forte da casa - a reñeta é boa. Belíssima pedida de almoço, mesmo no inverno. 

20 de jul de 2012

Mixtura + Dot: dobradinha bem boa na noite santiaguina

Olha o ceviche frito aí, gente!
 Na última noite dessa viagem a trabalho a Santiago, fizemos uma programação acertadíssima: jantarzinho descolado seguido de madrugada adentro dançando. Os dois lugares em questão são vizinhos e dos mesmos proprietários: trata-se do restaurante Mixtura e da casa noturna Dot, que dividem espaço no novo mall a céu aberto Las Terrazas (que reúne mais restaurantes que qualquer outra modalidade de consumo, por sinal).
O trio de pratinhos principais para os indecisos
 O ambiente do Mixtura é bem sem frescuras, com as mesas baixas uma bem pertinho da outra. Como estava bem frio, providenciais aquecedores estavam espalhados pela casa, inclusive no terraço externo.
A cozinha é bem interessante: pratos tipicamente chilenos mas apresentados sempre com um ligeiro toque peruano ou oriental, naquela tendência que dá certo e está se consolidando em várias casas santiaguinas depois do sucesso gigante do ótimo Osaka.
Vieiras em tinta de lula e ostras gratinadas para ninguém botar defeito
 A melhor pedida é pedir os pratos "para compartir", como se fossem tapas, para todo mundo poder degustar um pouquinho de tudo - do interessante ceviche frito às geniais vieiras servidas em tinta de lula. Quem não sabe exatamente o que pedir dentre tantas opções (o cardápio é bem completinho), pode pedir pro chef montar um "picoteo" que ele monta. Atendimento bem humorado, com os garçons se comunicando bem em portunhol, e comida bem bacaninha mesmo, com ótimo custoXbenefício.  Pra quem não curte invencionices orientais, vale dizer que o cardápio inclui também massas clássicas e carnes tradicionais. E o trio de sobremesas que inclui um mini suspiro limeño é divino. 
Trio de postres com suspiro limeñissimo!
Depois do jantar, como a noite é uma criança, os mais empolgados podem decidir esticar na porta ao lado, literalmente. Quem janta no Mixtura, vira e mexe acaba convidado para curtir a Dot for free (a entrada regular na casa vale 12.000 pesos chilenos, mais ou menos US$24) - uma dobradinha bem boa para quem quer curtir a noite santiaguina num esquema mais low profile e bastante seguro (além da segurança das casas, tem a segurança externa do mall também). A casa tem 3 ambientes fechados (cada um com seu bar) distribuídos em dois andares, mais um quarto ambiente aberto, no terceiro andar, um terraço para "fumadores", com bar próprio também (que, por sinal, era o ambiente mais cheio da casa no finde passado). A trilha sonora é repetitiva ao longo da noite e os DJs se arriscam bem pouco nas combinações; mas a casa é uma boa opção para quem, como eu, quer ESPAÇO para dançar e não disputar tapas e cotoveladas na pista. 

15 de jul de 2012

Um jantar no La Coupole

 Honestamente, eu não escolheria jantar no La Coupole - sempre achei turistão demais, apesar de muita gente ser apaixonada pelo local. Mas acabei indo jantar lá nessa última viagem a Paris porque foi justamente o local escolhido para o último jantar do nosso grupo, um jantar de despedida. 
 A comida até estava boa - a sobremesa, sobretudo -, mas achei o local barulhento demais, grande demais e o serviço beeeeem fraquinho. Sem falar na conta overpriced quando pensamos no quesito custoXbenefício (média de 50 euros por pessoa no total, cafezinho a 3,50 euros).


O La Coupole, em Montparnasse,  ficou famoso entre os turistas do mundo inteiro por ter sido originalmente, láaaa no começo do século passado, um dos lugares nos quais Picasso comia em seus tempos parisienses em troca de seus desenhos e esboços. 
Bom, ao menos a cúpula art deco que deu nome ao restaurante realmente é linda.

14 de jul de 2012

Chai 33: jantarzinho gostoso no Bercy Village

 Contei aqui outro dia do Cour Saint-Emillion e de seu novo Bercy Village, que concentra uma série de restaurantes, cafés e lojinhas legais. Pois numa das noites em Paris, fui jantar com parte do meu grupo da excursão no Chai 33. E gostei muito.
 Pra começar, o lugar é bem elegante - menorzinho e mais intimista em cima, maiorzão e mais muvucadinho no subsolo. E tem uma baaaaita enoteca, bem legal. No jantar, o menu completo (entrada+prato+sobremesa) vale 26 euros. E os preços dos vinhos são bem razoáveis. Então lá fomos nós.

 Nada espetacular, mas jantarzinho bem bom. O serviço é bem lento e preguiçoso, mas os meninos são gentis e a comida é boa. 
 Noite bem agradável. 

11 de jul de 2012

Cour Saint-Émilion: o lado mais gostoso de Bercy

 Nessa última visita a Paris, agora no finzinho de junho, fiquei hospedada pela primeira vez no bairro de Bercy. Uma região que, confesso, eu conhecia muito pouco antes disso e pela qual voltei cheia de carinho.
Um dos lugares mais legais do bairro, que eu acho que vale muito a "viagem" até lá, é o fofíssimo Cour Saint-Émilion.
 O local era, muito antigamente, o local das adegas do vinho que (sim!) era produzido na cidade. Os trilhos do trem que passava bem ali transportando uvas e galões ainda estão lá, bem no meio da rua - e, no lindo jardim ao lado, ainda dá pra ver as últimas parreiras mantidas no local. 
 O bacana do Cour Saint-Émillion (para visitar, é só descer na estação de metrô de mesmo nome, linha 14, que desemboca literalmente ali) é que ele foi recentemente convertido num "point", com os antigos armazéns e adegas convertidos no charmoso Bercy Village - com direito a vários restaurantes e cafés e até lojinhas (de coisinhas pra casa, lindas), lojonas (como Sephora e Fnac) e um supermercado (Monoprix).
 Ali, dentre os destaques "gastronômicos", tem uma das unidades do ótimo Boco (o restaurante "dos potinhos", sobre o qual falei aqui no Saia Pelo Mundo) e do também ótimo Chai 33 (um dos melhores jantares da viagem). 
 A maioria dos restaurantes, além do espaço interno, deixam fofas mesinhas ao ar livre também, para aproveitar agora essa época de tempo quente. Entre idas e vindas, estive ali 4 vezes, 2 durante o dia e 2 à noite, e estava sempre seguro e bem bem bem movimentado.

 Quem for de dia, pode aproveitar o bom tempo e passear pelo lindo, lindo, lindo (e imenso) jardim que começa logo ao lado e vai terminar só na (igualmente imperdível) Cinématheque. 


Programaço.