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17 de jul. de 2011

Compras em Nova York

Aproveitando que o último post foi sobre hotel em Nova York e que me escrevem muito pedindo dicas sobre compras na Big Apple, resolvi entrar esse post. Afinal, agora virou meio que o oficial: com o dólar baixo, Nova York virou o destino oficial dos brasileiros para fazerem compras no exterior.  O movimento de brazucas para lá anda tão grande, e tão focado no consumo, que pode até desbancar Miami nesse quesito.
É inegável: o apelo de Nova York para compras é imenso – a cidade parece estar sempre em promoção! Até eu, que acho que Nova York vai muito, mas MUITO além do consumo, com seus teatros, museus maravilhosos, parques, restaurantes de primeira etc, é claro que volto pra casa com comprinhas (meu fraco, confesso aqui, são os cosméticos; ainda mais que lá você compra um e ganha outro, praticamente, com aquela cultura das amostras que há em toda parte).
Eu sou do tipo que tem quase claustrofobia ao entrar naquelas lojas gigantes, cheias de andares, e gente correndo de cá pra lá cheio de coisas nos braços; acabo indo muito objetivamente ao piso que me interessa, fazendo a compra e saindo rapidinho. Pra quem é maluco por Macy´s , na Bloomingdale´s e na Century 21 – as queridinhas dos brasileiros – sugiro a Lord&Taylor (que eu só conheci esse ano, graças à Marcie!), muito mais vazia e organizada, sem filas e preços tão bons quanto das outras (e um óoooootEmo piso de cosméticos, meninas!). E, se puder, evite passar o dia fora em outlets: nas lojas de rua (tudo quanto é loja tem uma unidade de rua em Manhattan, impressionante!) há sempre ofertaças impressionantemente boas e você ainda desfruta da atmosfera deliciosa que Nova York sempre oferece, parando pra uma comidinha aqui, uma exposição ali, um mercadinho acolá...
Ou, se o seu negócio são eletrônicos e afins, meu conselho: compre tudo antes pela internet e peça para entregar no seu hotel ou retire as mercadorias logo ao chegar se a loja for física, como uma Best Buy. Assim você ganha muito mais tempo para curtir adequadamente essa cidade que é um mundo.

16 de abr. de 2011

Compras no exterior: você sempre pede o seu VAT/Tax Refund em suas viagens?

Eu não sou, salvo raras exceções, do tipo que se mata de fazer compras em viagem. Por isso mesmo, não sou uma grande expert em políticas de VAT/Tax Refund (a devolução em espécie ou crédito no cartão de crédito do percentual imposto pago nas mercadorias adquiridas que você pode solicitar em quase todos os países para os quais viaja) - vira e mexe tem leitor que me pergunta quanto tem que gastar no mínimo em tal país para ter direito (sim, você tem que ultrapassar um montante mínimo NUMA MESMA COMPRA para ter direito), e eu dificilmente sei. Mas, em quase todas as vezes em que gastei mais que o mínimo para solicitar - e isso inclui big compras de caixas de alfajores Havanna em Buenos Aires, #shameonme - , eu solicitei. Não era grande coisa, mas era uma graninha  que me alegrava quando vinha em crédito no cartão de crédito no mês seguinte :-))))
A Practical Traveler, do NYT, levantou uma questão interessantíssima na coluna dela dessa semana: vale mesmo a pena, em termos de tempo e transtornos, ir atrás o Tax Refund? Depois de ler tudo... eu confesso que não sei mais ao certo. Mas tendo muito a continuar achando interessante. Até porque nunca enfrentei grandes perrengues pra conseguir a restituição - bastava chegar mais cedo ao aeroporto, ficar um tempinho na fila e pronto. No big deal. E é dinheiro que volta pra nós, certo?
Então me fala: você acha válido? SEMPRE pede nas suas viagens? Tks a lot ;-)