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31 de jan de 2013

7 dicas de ouro para curtir Londres com poucas libras


Não sou fã, nem no jornalismo nem na blogosfera, de praticar o CTRLC+CTRLV de releases (pra quem não sabe, release é um material enviado pelas assessorias de imprensa para inspirar pautas de jornalistas e posts de blogueiros). Mas o pessoal do Visit Britain mandou um release tão bonitinho essa semana que eu achei que valia a pena reproduzir alguns trechos aqui, incluindo uma ou outra observaçãozinh minha. O mote? Como curtir nossa amada Londres gastando bem pouquinho:
1. Há uma grande quantidade de atividades culturais gratuitas na cidade; a começar pelos excelentes museus, que, em sua maioria, não cobram nadinha de entrada.
2. O Visitor Oyster Card, o cartão de transporte londrino, é a maneira mais barata e flexível de se locomover na cidade – um bilhete de ida do metrô não vai custar mais que 2 libras com o Oyster, enquanto o preço normal é 4,30 libras para quem compra tickets avulsos. Dá pra comprar online, na lojinha do Visit Britain.
3. O West End e seus espetáculos são parte de uma visita à cidade, é claro. Além do VisitBritain Theatre Passport – que oferece assentos para diversas peças e musicais participantes em todo o país  – há várias outras ofertas, como o programa anual Get Into London Theatre, no qual é possível assistir a algumas das melhores apresentações em Londres por uma fração do preço normal. Comprar diretamente na bilheteria também pode render bons descontos – sobretudo bem próximo da hora dos espetáculos, pegando os assentos que foram “devolvidos”.
4. É um shopaholic e não está contente com as lojas da Oxford Street em constante liquidação? Dá também para ir, em aproximadamente uma hora, aos outlets da Galleria Outlet Shopping, em Hatfield, que oferece até 60% de desconto nas coleções da estação anterior.
5. Além dos restaurantes estrelados da cidade terem menus bem econômicos na hora do almoço (menus de três passos desde 23 libras), os mercados londrinos também são ótima oportunidade de provar gastronomia internacional no melhor estilo street food. Ou, é claro, o velho e bom (e tradicionalíssimo) fish-and-chips do Borough Market . E custam baratinho.
6. Ingressos para as atrações turísticas da cidade comprados com antecedência na Loja do VisitBritain costumam ter 20% de desconto e muitas atrações de Londres oferecem 2 ingressos pelo preço de 1 aos clientes que viajam de trem para a capital britânica.
7. Os espaços ao ar livre londrinos são gratuitos e uma deliciosa maneira de observar como vivem os londrinos e, claro, como se comportam os turistas na cidade. Já viu os pais que correm no Hyde Park empurrando os carrinhos de seus bebês? ;)

11 de nov de 2012

Londres de novo


 Já disse e repito que acho Londres uma cidade tão fascinante que ninguém precisa de um pretexto para ir lá. E nesse ano também tive a sorte de ir parar nessa que é uma das minhas cidades favoritas no mundo por duas vezes: em abril, usando o Eurostar desde Paris, como já contei aqui pra vocês, e agora, na viagem à Escócia, como as conexões eram em Londres (voei de British Airways), aproveitei para parar na volta e comemorar meu aniversário na cidade. E que aniversário lindo, viu?
Uma coisa boa quando a gente (acha que) conhece bem uma cidade, é a cada visita ficar em um bairro diferente. Assim a gente sempre acaba descobrindo novas coisinhas bem naquele clima insider, diferentes: cafés, lojinhas, atrações menos conhecidas, cantinhos fofos. Em Londres eu sempre faço isso; e, dessa vez, fiquei em dois hotéis diferentes, em dois barros bem diferentes entre si, o que foi ótimo.
Para começar, aproveitei que estava com meu sempre inseparável Oyster Card, o cartão de transporte de Londres, e uma mala pequena para já tomar o metrô ali mesmo no aeroporto – algo que eu não fazia há quase dez anos. A viagem é looooonga – uma hora exatinho do terminal 5 em Heathrow à St. Pancras/King´s Cross – e até cansa; mas pelo menos não é enfadonha: é gente do mundo inteiro entrando e saindo do trem o tempo todo, perfeito people watching.  E para quem viaja com pouca bagagem ou orçamento muito apertado, é bem barato: com o Oyster, sai menos de 7 libras a viagem para a zona 1 (dica: quem tem Oyster Card deve sempre guardar e recarrega-lo ao voltar pra cidade; quem não tem, é só comprar um logo na primeira estação de embarque – os custos das viagens pela cidade com ele são muuuuuito menores, já contei aqui).
 O primeiro hotel do roteiro foi o Pullman St Pancras, que ainda está todo novinho e pimpão: check in express nas maquininhas automáticas, lobby super modernex, cheio de móveis e objetos de design, internet grátis, quarto super funcional com janelão de vidro com vista (linda!) para a cidade, café da manhã excelente com 4 estações diferentes no buffet e serviço bem simpático. O segundo, bem na data do niver para comemorar, foi o lindo e romântico St. Ermin´s Hotel, da MGallery (a marca boutique de hotéis da Accor, sobre a qual eu também já falei aqui), em plena vizinhança do hypadinho St. James Park – ao lado da estação de metrô St. James e a uma caminhada deliciosa do Big Ben. Falarei dos dois na sequência, em posts-review.
A cidade continua cheia de atrações incríveis, dos sempre excelentes museus (gratuitos) às novas mostras temporárias, dos restaurantes (cada vez melhores) à vida noturna e mercados de rua maravilhosos. Até shopaholics são felizes lá já que Londres, apesar da libra valorizada, está sempre em promoção. No quesito novidades, a  querida Helô Righetto me levou para conhecer o Bubbledogs, o bar da moda em Londres por agora que prega a estranha e curiosa combinação de cachorro quente (preparado de 1001 maneiras diferentes) com... champagne! Overpriced, lotaaaaado (espera de 2h na fila, do lado de fora, porque o lugar é minúsculo), mas baita ambiente bacana, viu? (falei dele aqui) Também jantei com a mammy Dri Miller na excelente Steakhouse da Grosvenor House, o hotel JW Marriott de Londres, em Park Lane: não só serviço mega atencioso como ambiente muito gostoso (daquele bom para ir sozinho, com amigos, em casal ou em família, sabe?), boa comida e ótimos drinks do seu hypado Bourbon Bar – uma delícia (falo mais sobre ele em post na sequência).
Ô cidade boa, viu?

22 de jun de 2012

10 programas gratuitos em Londres


Londres me chama. Sempre.

As Olimpíadas estão chegando e mais do que nunca vai começar todo mundo a falar em Londres. Eu já falei aqui que foi-se o tempo em que a libra era a grande vilã de uma viagem ao Reino Unido; embora valha 3 vezes o nosso suado Real, os preços por lá andam tão razoáveis que muita coisa – como comer, por exemplo – na ponta do lápis ainda sai mais barato por lá.
Ainda assim, como somos absolutamente HiLo aqui (conforme as duas pesquisas entre os leitores do Pelo Mundo mostraram), nada mais gostosinho do que saber que, sim, há programetes legais GRÁTIS para fazer em Londres:
Troca da Guarda, Palácio de Buckingham – Ninguém precisa ver mais de uma vez, é claro. Mas uma primeira viagem a Londres pede mesmo essa canseira debaixo do sol (ou tiritando de frio) para acompanhar uma das maiores tradições da Grã-Bretanha. Entre maio e julho, a Troca da Guarda ocorre diariamente às 11h (10h aos domingos) e dura aproximadamente 1 hora. De agosto em diante, ocorre em dias alternados.

Museus! Tate Britain, Tate Modern, National Gallery são apenas algumas das excelentes galerias de arte de Londres que, além de tudo, ainda são gratuitas.  De quebra, ao visita-las, você ainda flana por Millbank, Bankside e Trafalgar Square feliz da vida.

Primrose Hill– bem no lado norte do Regent’s Park, Primrose Hill é O lugar para você ter vistas extraordinárias do horizonte de Londres, especialmente na hora do pôr-do-sol. O parque, com 165 hectares, foi criado em 1811 e a região é repleta de bares, cafés, restaurantes e celebridades circulando.

British Museum – Eis aí meu museu favorito em Londres. E também é, oh, oh, gratuito. Fundado em 1753 por ata de parlamento, abriga quase 2 milhões de objetos – a área egípcia é minha favorita.

Covent Garden – Não pode sair por aí dizendo que Covent Garden perdeu a essência e virou turista demais. O excesso de turistas em alguns horários realmente cansa, mas a vibe desse bairro continua gostosa como só ela.  Dos artistas de rua ao Royal Ballet, tem lugar para todo mundo ser feliz ali.

Parques Reais – Os Royal Parks (Kensington, por exemplo) são cheinhos de áreas verdes, bem próprios para sentar e ver os londrinos passarem, ou um passeio em família ou um piquenique.

Londres by night– Ver a cidade iluminada à noite é uma experiência bacanérrima – do Big Ben à London Eye, vista linda de morrer. Antes de você entrar no pub ou restô do dia, não custa nadinha, né?

Chinatown– o bairro chinês fica ainda mais animado aos domingos, quando tudo funciona por ali – inclusive os 78 restaurantes que compõem este bairro curioso.

Mercados de finde - Sunday UpMarket e Backyard Market, Brick Lane, os mercados de rua Sunday UpMarket e Backyard Market, são programaços para quem curte fuçar araras e acessórios – dá até para encontrar artesanato.

Fazendas urbanas – Pouca gente sabe que há fazendas em plena Londres que podem ser visitadas gratuitamente. MudChute Park and Farm, por exemplo, é a maior fazenda urbana de Londres, situada em uma área de mais de 13 hectares. Um pouco de vida bucólica não faz mal à ninguém, né?