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25 de dez de 2012

Antártida: para quando você for

- QUANDO IR: as viagens de turismo ao continente antártico acontecem entre novembro e março, anualmente.

- COMO COMPRAR: o ideal é pesquisar bastante online (ou com um agente de viagem que seja especializado nesse tipo de viagem) para encontrar o cruzeiro que mais se encaixa nos seus gostos e no seu orçamento. Os cruzeiros mais concorridos podem ter lista de espera de até dois anos (sobretudo no caso de navios menores, que costumam lotar mais rápido) mas, para fazer tudo com calma e planejamento, o ideal é comprar a viagem com seis meses de antecedência (lembrando que nem sempre a armadora permite parcelamento). Outra opção é entrar na loteria do last minute: em Ushuaia, na av. San Martin (a principal do centro), existem duas agências especializadas em vender cruzeiros para a Antártida de última hora, durante a temporada. Eles vendem lugares, em geral, que vagaram por desistências de passageiros; ou, eventualmente, um leito ocioso, que a companhia não conseguiu vender antes do embarque. As vendas, via de regra, são para saídas no dia seguinte, com pagamento à vista no cartão de crédito. Mas, como eu disse, é loteria: conheci três irmãos lá que embarcaram de última hora no navio que saiu junto com o meu do porto, depois de sete dias na cidade, tentando. E também conheço gente que foi até Ushuaia, tentou por 10 dias e não conseguiu.

- OS TIPOS DE CRUZEIROS: a maioria dos cruzeiros que opera roteiros à Antártida são cruzeiros de expedição - bom pouco entretenimento à bordo, poucos passageiros e zero formalidades. Mas há navios grandes, como alguns da Holland America ou da Royal, que incluem ilhas antárticas nos roteiros patagônicos, como os que vão de BsAs a Valparaíso (ou vice-e-versa) - nesses o clima é o normal dos cruzeiros, com muitos passageiros, bastante entretenimento, noite de gala etc. Mais importante que isso: é preciso lembrar que os roteiros de viagem à Antártida, ainda que bem similares, são diferentes - diferentes itinerários, distintas paradas; confira antes.

- A VIDA À BORDO: depende do navio, é claro. Mas, considerando-se os cruzeiros de expedição (que são a maioria para lá), a vida à bordo consiste em palestras e (eventualmente) uma ou outra atividade recreativa. A maior parte do tempo a gente passa mesmo entre observação de fauna/flora/paisagem nos decks ponte de comando, palestras, desembarques e refeições. A falha do meu no Polar Pioneer, na minha opinião, foi ter tido zero recreação; tinhamos palestras e tal, mas acho que fez falta, em algum momento, ter algo mais recreativo, nem que fossem cooking classes ou trivias.

- O ANTES: em geral, as companhias que operam cruzeiros para a Antártida LOTAM os passageiros com informação sobre o destino. Amigos que já tinham ido pra lá me alertaram e, mesmo a minha viagem tendo sido meio de última hora, recebi mesmo montes de arquivos em PDF explicando como limpar as roupas que seriam utilizadas lá (para não levar nenhuma espécie "estranha" à região), o que levar, etc. Não importa a companhia, autorização de viagem assinada pelo seu médico (atestando que sua saúde está ok) + seguro viagem (com remoção incluída) são obrigatórios.

- A MALA: falo da mala de viagem clássica à Antártida AQUI. Quem for pra lá num cruzeiro regular, incluindo outros destinos, daí talvez precise de uma mala um pouco mais cheinha, com algum traje social.

- COMO SÃO OS DESEMBARQUES: como não existem "portos", os desembarques são invariavelmente feitos em zodiacs, aqueles botes motorizados. Podem acontecer uma, duas (o mais comum) ou três vezes ao dia, dependendo da companhia, do navio e do roteiro em questão.  Com os zodiacs, é possível ter só um zodiac cruise (quando você nem sai do bote e só faz um cruzeirinho pela região) ou um desembarque (descendo nas ilhas ou no continente antártico, com caminhadas no local). O que você vai ver quase que invariavelmente? Pinguins, focas e pássaros mil, além de uma infinidade de icebergs. Baleias também são comumente avistadas dos navios.

- QUEM VAI: todo tipo de gente. Existem companhias que não são kids-friendly mas, em geral, hoje em dia crianças são bem aceitas também nos roteiros antárticos (dentre os passageiros que chegavam para fazer o roteiro inverso ao meu, no dia que desembarquei, havia 8 delas, com idades entre 8 e 12 anos). A maioria também não estabelece limite de idade, já que o aval do médico é obrigatório para todo passageiro (no meu cruzeiro, a passageira mais jovem tinha 21 anos e a mais idosa, 83 anos). O perfil dos passageiros mudou muito, me contaram lá, deixando de ser um roteiro "para terceira idade" e tendo roteiros com passageiros cada vez mais novos. No meu cruzeiro, por exemplo, um terço dos passageiros estava na faixa dos 30 anos.  Ali, tinha gente que foi por ser apaixonada pelas navegações e pelo continente em si (como eu), gente que foi por causa dos animais, gente que foi porque queria "pisar em todos os continentes do planeta", gente em lua-de-mel (acredite), gente que foi sem nem saber porquê (incluindo dois que "se cansaram de tanto ver iceberg" e não desembarcaram em quase nenhuma das escalas) e até (caso da passageira mais nova) que foi por uma aposta com os amigos o.O

Você pode ler todos os posts que publiquei sobre minha viagem à Antártida, sobre o antes, o durante e o depois da viagem, clicando AQUI.

Publiquei também posts sobre a viagem no Saia Pelo Mundo, que você pode ler aqui e tem um vídeo legal sobre a viagem feito por dois passageiros (pai e filho) do navio aqui.

Antártida: o que levar na mala dessa viagem

Turistas protegidinhos para poder interagir com o meio ambiente antártico numa boa ;)
Desde que contei aqui que estava embarcando para a Antártida, no comecinho desse mês, choveram emails, comments e tuítes me perguntando sobre como fazer a mala para lá, quanto frio esperar, o que comprar etc.

Confesso a vocês que não comprei nada especial para fazer a mala para essa viagem. Ou, bem, minto: comprei um par de bastões de caminhada na neve que nunca usei - nem sequer saíram da minha cabine do navio. Mas isso porque eu já viajei bastante para destinos frios, que adoro.
Ainda assim, a mala para uma viagem à Antártida é muito mais simples do que você poderia imaginar. Basta ter em mente que faz frio - como se você fosse esquiar, por exemplo, mas com a vantagem de não ter calefação exagerada em lugar nenhum. Então vou dividir as sugestões em duas partes:

1) Para circular no navio, que tem temperatura regulada sempre entre 21 e 25 graus (depende do navio), você precisa de conforto.

- no corpo, moleton, legging, calça de yoga, whatever - você vai usar roupas super casuais, esportivas, descomplicadas. As camisetas podem ser de manga curta ou comprida, mas leves - depende mesmo de quão friorento você é.

- nos pés, tênis, papetes, sapatilhas ou qualquer que seja o calçado que te dá conforto e segurança. Chinelos e rasteirinhas sem calcanhar eles implicam, sobretudo nos dias de Drake, por questões de segurança nas escadas e corredores).


2) Para os desembarques, que costumam ter temperatura entre 0 e 9 graus centígrados (mas a sensação térmica pode chegar a menos 15, menos 18), o segredo é vestir-se "em camadas".

- primeira camada: além da underwear (óbvia), uma camisete ou camiseta para ficar em contato com o corpo. É boa pra usar na volta ao navio e facinha de lavar e secar à bordo.

- segunda camada:  a camada térmica. Calça e camiseta de manga comprida térmicas, dessas que a gente compra nas lojas esportivas mesmo. Para mim, as peças mais importantes da mala. Acredite: são essas duas peças que vão manter você quentinho de verdade (nos dias quentes, quase todo mundo ficava só com a camiseta térmica na parte de cima nos desembarques).

- terceira camada: a camada protetora. Daí depende do quão friorento você é, mas essa é para os membros superiores: uma jaquetinha de fleece ou qualquer outro material quentinho cai muito bem. Quanto menos volume ela tiver, melhor.

- quarta camada: a camada impermeável. Essa camada é obrigatória em qualquer companhia de cruzeiros,para qualquer desembarque, tanto para membros superiores como para membros inferiores. Jaqueta impermeável e calça impermeável - também à venda em qualquer loja esportiva ou náutica. Algumas companhias de cruzeiro dão aos passageiros a jaqueta leve impermeável - eu usei uma minha velha de guerra, que ainda por cima é forrada e assim dispensa a terceira camada. Mas valem também os produtos water repealent e calças de ski.
As galochas emprestadas pelo navio são mão na roda
- acessórios: também depende do seu nível de frio, mas proteção para pescoço/rosto (os cuellos ou, para os mais friorentos, ivanhoés), orelhas (gorros ou faixas) e mãos (luvas) é necessário. Regra básica do frio, em qualquer circunstância ou destino, pípols: se as extremidades todas estão bem quentinhas, o corpo todo também está. No caso das luvas, a recomendação é usar dois pares: um de lã por dentro (de preferência sem dedos, pra dar mais sensibilidade para fotografar, por exemplo) e outro impermeável por cima.

- nos pés: duas camadas de meias são suficientes. Um par de meias normais e outro de meias térmicas, também à venda nas lojas esportivas - as 700 são infalíveis. Se comprar 200 ou 300, talvez seja melhor colocar um par de meias mais finas a mais. A recomendação de todo cruzeiro é vestir galochas nos desembarques, por ser o calçado mais impermeável e mais rápido para secar de todos - a maioria das companhias empresta as galochas, mas convém checar (pra quem não sabe, galochas são mesmo calçados excelentes para destinos com neve). Eu acabei usando na maioria das vezes minhas snow boots porque estou acostumada com elas, são forradas e mais quentinhas (e também porque eu queria justificar pra mim mesma ter ocupado quase metade da minha mala com elas o.O ). Mas as galochas emprestadas pelo Polar Pioneer deram super conta do recado também.

O que eu recomendo: levar também sacos impermeáveis náuticos, à venda nas lojas esportivas e também em muito supermercados (no Brasil, uns trinta reais o pacotinho com 3). Os sacos estilo ziploc, mas super reforçados e que fecham com velcro, são a garantia de câmeras e apetrechos sequinhos em todos os deslocamentos em zodiac.

Daí é só correr para o abraço antártico ;)

3 de set de 2012

Sobre malas, maletas, mochilas e malices

Mala é um assunto muito delicado. Para mim, por exemplo, malas sempre despertaram um fascínio tão grande quanto bolsas (e eu gosto de bolsa pra caramba!). Por outro lado, fazer as malas sempre foi para mim, de longe, a pior parte de qualquer viagem - pior até que desfazer as ditas cujas na volta.
E esse assunto vira e mexe volta ao noticiário e blogs de viagem. Já perdi a conta de quantas vezes fui entrevistada sobre "como fazer malas para viajar", ou "o que levar numa mala de viagem inteligente". Porque fazer mala não é mesmo tarefa fácil. A questão não é levar "pouca" ou "muita coisa" - até porque, vira e mexe, defensores ferrenhos de malas de bordo viajam só com mala de bordo mas despacham mil e uma coisas na mala do cônjunge, humpf! - mas levar coisas práticas, úteis, que resolvam nossa vida (ao invés de atrapalhar).
Enquanto eu acho ótimo fazer mala em "rolinhos" e simplesmente não consigo mais empacotar minhas coisas de outro jeito (minhas malas já têm "lugar cativo" para encaixar necessaire, sapatos, roupas etc), tem gente que acha o fiiiiiiiim da picada enrolar as roupas e quer colocar tudo aberto, dobrando as extremidades. Normal. Cada mala, uma sentença. Não tem jeito "certo" ou errado de fazer; tem o jeito que dá certo PRA VOCÊ ;)
O resto você já cansou de ler: roupas que amassem pouco, peças que combinem entre si, acessórios bacanas, peças curinga etc etc etc. Rola ainda a velha questà que divide o mundo entre "pessoas que não desfazem a mala no destino" e "pessoas que desfazem a mala e penduram as peças no cabide", das grandes dicotomias da sociedade moderna.  E, óbvio, sem nem chegar na pedra filosofal daqueles que julgam a "qualidade" e "confiabilidade" dos viajantes pelo fato de levarem mala, mala de bordo ou mochila em suas viagens. AFFE.
Agora, uma coisa que eu sempre quis saber: quando você faz a sua mala? é do time do uma semana antes, que deixa a dita cuja como um altar num canto da sala, prontinha, esperando derreter a vela de sete dias para embarcar? é do time da véspera, com listinha ao lado, para não esquecer de nada? curte fazer a mala na madruga (como eu), quando a casa - e o mundo - estão em silêncio e você se concentra? Ou tá mais na vibe do Calvin, do turbilhão da última hora, jogando tudo na mala às pressas antes de sair correndo pro aeroporto?
Conta aí para eu ir lendo enquanto faço a minha nessa madrugada, vai ;))))

27 de mar de 2012

Produtos para usar durante o voo

Pípols, lembram daquela série de posts sobre malas, bagagens e afins do comecinho do ano? Pois hoje publiquei lá no Saia pelo Mundo mais um nesse estilo: os produtinhos que eu acho mais legais de usar DURANTE um voo de longa duração. Aquelas coisinhas que dão um improve no nosso conforto durante as (aparentemente intermináveis) horas no ar e  deixam a gente chegar com uma carinha mais descansada no destino. Passa ;-)

24 de jan de 2012

Mala para cruzeiro

No comecinho de janeiro, publiquei uma série de posts sobre malas, malas de mão, roupa de viagem etc. E daí alguns leitores reclamaram que eu tinha falado praticamente nada sobre malas para quem vai fazer um cruzeiro. Verdade.
E foi justamente no final de semana passado, enquanto eu fazia minha mala para esse cruzeirão-travessia no qual estou agora, que eu vi que, sim, o pessoal tinha razão em reclamar. Porque são raros os cruzeiros para os quais fazer a mala é simplesmente a mesmíssima coisa que fazer a mala para uma viagem qualquer. E, quer a gente queira, quer não, na minha opinião, uma mala para cruzeiro sempre fica sensivelmente mais cheia e pesadinha que uma mala para um destino, digamos, em terra :-S
Mas vamos lá:

Cruzeiros de exploração
Se você vai embarcar, por exemplo, num cruzeiro da Cruceros Australis ou da Hurtigruten, daí é, realmente, simplesmente fazer a mala como se você estivesse viajando para um hotel em terra nos fiordes da Noruega ou na Patagônia chilena e argentina. Roupas quentinhas, confortáveis, corta-vento e impermeáveis pelo próprio clima local. E você vai usar exatamente essas mesmas roupas à bordo, porque nesse tipo de cruzeiro - que é como os pra Antártica, chamados de "cruzeiros de expedição" - não tem noite de gala, nem jantar com comandante nem nada de frescura. É todo mundo de "uniforme" o dia todo :-)

Cruzeiros na costa brasileira
É inegável: os cruzeiros sofreram as mais diversas adaptações para se dar bem de verdade no litoral brasileiro. Flexibilidade com horários, entrentenimento noturno até muito mais tarde que no "resto do mundo", flexibilidade com vestuário à bordo, informalidade máxima. Você faz a mala como se estivesse indo para qualquer destino de praia, com muita roupa de praia e relax e algo mais arrumadinho para as noites - igualzinho faria se fosse jantar fora ou curtir um barzinho. Os ambientes à bordo são super relaxados e as escalas são todas no nosso litoralzão quente, em pleno verão - o máximo com o que você tem que se preocupar é em levar um casaquinho ou suéter bem levinho, para uma eventualidade, se for friorento.
Recomenda-se sempre, por causa da tal "noite do comandante", que se leve também um traje social (já não se usa mais o termo "gala" nos cruzeiros no Brasil - paletó para os homens (gravata opcional), roupas caprichadinhas de festa para as mulheres (longo opcional) para essa noite específicamente. Mas isso, é claro, é muuuuuuito opcional - eu sempre digo que é possível fazer verdadeiros estudos antropológicos nessas noites :-)))))0

Cruzeiros de travessia ou fora da América do Sul
Os cruzeiros fora do Brasil são diferentes: há menos flexibilidade com horários e menos informalidade que nos cruzeiros pela nossa costa. É claro que há distintos tipos de cruzeiros no exterior, que dependem não só do destino (cruzeiros pelo Caribe, por exemplo, em geral são menos formais que cruzeiros pela Ásia) mas também, e sobretudo, da armadora (como são chamadas as companhias de cruzeiros). Vale verificar certinho, nas sugestões que normalmente estão explicitadas nos sites das companhias (ou até no seu próprio voucher), quais são as regras para cada caso. Em comum, elas costumam levar mais a sério a pretensa formalidade no jantar (é raríssimo que se permita, por exemplo, camiseta, bermuda e itens do gênero) e as noites formais ou de gala (nas quais exige-se dos homens gravata e paletó). O que a gente tem que ficar atento é com o destino em si (Caribe é diferente de Mediterrâneo, que é diferente de África, que é diferente de Ásia etc), com as escalas programadas e os passeios que se pretende fazer e com o clima/previsão do tempo no local - o Mediterrâneo, por exemplo, não é sinônimo de praia e calor fora dos meses do verão europeu...


Anyway, em todos os casos, acho que o que vale mesmo é o bom senso - e o seu próprio estilo -  mais que qualquer outra regra ;-)

12 de jan de 2012

O que levar na mala de mão?

Para terminar essa série sobre bagagens aqui no Pelo Mundo, ainda falta falar sobre mala de mão. Na breve twittenquete que eu fiz sobre roupa para viagem (lembram?) achei graça que várias pessoas comentaram que simplesmente odiavam mala de mão e nunca levavam nada.
Bom, gostar de mala de mão eu também não gosto; adoraria viajar simplesmente com os documentos no bolso. Mas não consigo: meus equipamentos (câmeras, lentes, computador,cabos etc) sempre vão comigo, na mão. E junto com outras várias coisitas que quero usar nos voos longos, de mini hidratante a lip balm, ou que posso precisar, como remédios.
O que NÃO se leva na mala de mão, vocês já estão carecas de saber, certo? NÃO PODE nada cortante ou pontiagudo nem líquidos em embalagens com capacidades superiores a 100ml cada.
Mas o que é que se DEVE levar na mala de mão? É claro que ninguém é obrigado a levar bagagem de mão consigo; é absolutamente opcional. Ainda assim, eu aconselho fortemente que você leve sempre consigo, seja avião, ônibus, trem ou whatever, tudo que é importante pra você. Sim, o que é importante para cada pessoa varia mesmo, não há uma regra. Mas tudo que tem grande valor econômico, sentimental ou médico, tem que ir com a gente sim.
Levar consigo o notebook e despachar o cabo? Nunca entendi. Meus cabos e carregadores vão todos comigo, na mão, numa mini necessaire. Despachar o remédio pra alergias? Absolutamente sem sentido. Conheço gente que já se deu bem mal por comer essa bolona. Se a pessoa sofre de alergia (ou qualquer outro problema crônico de saúde, bien compris) tem que levar os medicamentos consigo, óbvio; porque uma alergia ou arritmia podem acontecer a qualquer momento, inclusive durante o deslocamento.
Então, recapitulando: acho que jóias, eletrônicos, remédios e itens de primeira necessidade devem sempre ir como bagagem de mão, bem “à mão” do passageiro a qualquer momento, junto com dinheiro e documentos pessoais. Por mais chato que seja carregar um volume pelo aeroporto e cuidar dele durante o deslocamento, ainda acho que os fins justificam os meios ;-)
E IMPORTANTÍSSIMO (tks, suas lindas leitoras!): uma muda de roupa. Sempre. Nem que seja só uma troca de roupa íntima. Só quem já teve mala extraviada pelo menos uma vez sabe como é ESSENCIAL levar uma troquinha de roupa consigo, para uma emergência. No meu caso, me salvou a vida em vários casos.
E você, leva bagagem de mão? E o que não abre mão de levar nela?

10 de jan de 2012

O que levar na necessáire?

Necessaires da fofa Flight001, em imagem retirada do site www.flight001.com 

Eu já confessei aqui e no Saia pelo Mundo que minha necessáire é provavelmente o item mais pesado da minha mala e que não muda nunca, seja pra 3 dias, seja pra 2 meses (#shameonme). Melhorei muito no quesito neuras e diminuí consideravelmente o tamanho da dita cuja no último ano, valendo-me do grande segredo de usar o máximo possível itens em miniaturas :-))))   (as dadas pelos próprios hotéis são excelentes nesse quesito, assim como as que vêm de brinde em compras de cosméticos, por exemplo).

Sempre recomendo muito que a necessaire tenha não apenas ítens de higiene pessoal (como shampoo, condicionador, sabonete líquido, protetor solar, desodorante, hidratante etc) como também itens de primeiros socorros (seus remédios pessoais, band-aids, paracetamol etc), que muita gente só lembra que deveria ter colocado na mala quando precisa.

Todo mundo já sabe, mas não custa repetir: tudo que vai de líquidos e cremosos na mala de mão só pode ter no máximo 100ml de CAPACIDADE por embalagem. Ou seja: se suas embalagens têm capacidade maior que isso, é muito simples; é só despacha-la na mala.

Na minha necessaire, entre itens básicos de higiene pessoal, eu levo itens-frescura (como miniatura de removedor de esmalte, micro sais de banho e folhinhas para depilação emergencial etc) e itens-survivor (como água boricada, mini repelente, super bonder, fita isolante e mini kit de costura etc).

Bom, isso na necessaire de higiene e limpeza, é claro. Porque ainda tem a necessaire primeiros socorros (a com remedinhos e itens-do-tipo-imprescindíveis-pra-mim, que vai INVARIAVELMENTE comigo no avião), a de gadgets e cabos, a de maquiagem, a de bijoux... virgemariasantissima. Ou seja: cinco packs diferentes que vão comigo em toda viagem :-S

Depois de me confessar aqui #alokadanecessaire, pergunto: e você? O que vai na sua necessaire? E quantas coisinhas que podem ser chamadas de necessaire você leva por aí?

8 de jan de 2012

Dispensa da declaração de bagagem acompanhada: como funciona?

A nova medida deve diminuir, ao menos, a ocorrência dessas filas gigantescas para deixar o terminal após desembarque

Desde o último dia 1° de janeiro, turistas brasileiros que retornam de viagens ao exterior e sem bens a declarar estarão dispensados de entregar a Declaração de Bagagem Acompanhada (DBA). Aquele papelzinho que a gente preenchia e entregava a um fiscal da receita depois de recolher a bagagem da esteira, antes de sair do terminal, lembram? 
Essa nova regra vale para todo turista que realizou compras no exterior até o valor máximo de US$ 500 por pessoa e teria por objetivo principal desafogar o fluxo de passageiros nos aeroportos, já que, em teoria, 90% dos viajantes trazem bens dentro da cota de US$ 500 (quem chega de voo internacional de manhã cedinho em Guarulhos sabem bem como "desafogar o fluxo de passageiros" é cada vez mais essencial). 
Vale lembrar que a dispensa de preenchimento e apresentação da fichinha de Declaração de Bagagem não impede que os passageiros sejam direcionados para a avaliação física da bagagem e raio-X ao recolherem suas malas na esteira.

6 de jan de 2012

Com que roupa você vai?

 Mais um post da série #brioches :-D
É que foi batata: bastou eu colocar no ar o último postzinho sobre “como fazer as malas” para virem montes de tuítes pedindo para eu fazer um post sobre roupas adequadas para viajar. Como aqui no Pelo Mundo trabalhamos no esquema seu-pedido-é-uma-ordem : -)))))), eis aqui uma reflexão sobre o assunto.
Na verdade, não se trata do que levar para vestir numa viagem, mas sim do que se usa/veste durante os deslocamentos de viagem em si. Já tive essa conversa N vezes, com várias pessoas diferentes (até porque sempre fico chocada ao ver gente embarcando para voos de mais de 10h de duração com sapatos de salto agulha e botas justíssimas até o joelho) e o tema sempre rende; então nada mais justo mesmo que discutir isso aqui.
Um dia, conversando com a @Marcie14 sobre viagens, chegamos à conclusão que nós, que viajamos muito não só por paixão mas também pelo trabalho, temos como regra na hora dos deslocamentos, acima de tudo, o conforto. Sapato bom pra viajar é aquele sapato ultra amolecido e confortável; a roupa tem que ser ultra confortável, que não marque, não aperte, não incomode nunca e não tenha restrições – tipo saias, que não deixam a gente sentar em qualquer posição. E acabamos ficando cada vez menos criativas na hora de se vestir para a viagem e até de encher a mala: as peças, de roupa íntima a ocasiões sociais, que sempre deram certo em viagens anteriores, acabam sendo sempre as eleitas, até ficarem tão gastas que viram proibitivas :-D. Vou confessar aqui pra vocês que, nesses últimos tempos, vario quase que invariavelmente entre 3 "looks" na hora de subir no avião (#shameonme)

Para mim, tem que se ser assim:
- roupas na cor preta (eu AMO preto, gente, sorry; e ainda por cima se rolar sujeirinha no voo, não aparece!): calças de tecidos molinhos, bem maleáveis, e blusas com manguinhas, porque geralmente rola um ar condicionado friozinho
- nos pés, rasteirinha ou sapatilha folgadinha: porque a primeira coisa que eu faço no avião é tirar o sapato e calçar uma meinha-sapatilha (e meus pés incham que é uma loucura durante a viagem)
- o mínimo de bijoux possível
- pashmina sempre à mão, porque nem sempre o cobertorzinho do avião quebra o galho – e ajuda super a dar uma ajeitada no visual na chegada :-P

Munida pelo espírito blogueiro, soltei uma twittenquetezinha básica sobre o tema também. As respostas foram bacanérrimas - e me identifiquei muito com várias delas, inclusive porque o preto, minha cor “oficial”, parece ser mesmo a escolha da maioria para as viagens em carro, ônibus, trem e, sobretudo, avião (adorei a justificativa da @lenamaxi: “vai que alguém derruba vinho!”). A @LuBetenson é outra ultra do meu time: além de escolher o preto, tem tipo um “uniforme” de viagem longa de avião; aquelas roupas já testadas e aprovadíssimas que a gente sabe que funcionam pra esse tipo de trajeto e viram as eleitas sempre.

De todo mundo que respondeu a enquetezinha, pra quem quiser se inspirar aqui, os eleitos no quesito “roupa para viajar” parecem ser:
- nos pés, tênis.  Campeão entre homens e mulheres. E, ao que parece, quanto mais velhinhos, amaciados e confortáveis, melhor. A sapatilha feminina vem logo em segundo lugar.
- no corpo, roupa escura ou preta, que amasse o mínimo possível. Para a maioria, o conforto é muito mais importante que “estar bonitinho”.
- a calça predileta da maioria – homens e mulheres - é um jeans molinho; mas o legging também apareceu bastantão no lado feminino. Camisetas ou blusinhas básicas e confortáveis completam o set.
- casaquinho e/ou pashimina foram apontados como obrigatórios (!) pelas mulheres e a jaqueta e o suéter também apareceram bastante para os meninos
- os brincos e bijoux parecem ser evitados pela maioria das mulheres durante os voos

Em tempo: em comum, a maioria afirmou que, para viagens curtinhas, não liga muito para o que veste ou calça. Essa preocupação é mais para deslocamentos longos, seja em ônibus, trem ou avião.

Eu poderia falar aqui sobre as muuuuitas OUTRAS coisas que vão comigo dentro do avião (de minibásicos de necessárie a livros e eletrônicos), mas a lista é grande, e renderia bem um outro post : -))))))))
E você? Tem algum “uniforme” ou “regrinha” para roupa para viajar?

3 de jan de 2012

Férias: como arrumar a mala?

Nessa época do ano, cresce super a busca por postzinhos que falem de malas e bagagens aqui no blog. E, como vira e mexe alguém me escreve pedindo também post-tutorial sobre arrumação da dita cuja, resolvi deixar aqui umas diquinhas dessa atividade que é provavelmente o que eu menos gosto no universo da viagem: arrumar malas.
A intenção não é listar aqui “o que levar ou não levar” porque cada pessoa tem estilo, hábitos e necessidades diferentes, mas sim dar um helpzinho na hora de encher a bichinha, sobretudo para aquelas pessoas que têm vontade de colocar o armário lá dentro.

1) São apenas férias; relaxe
Se você está embarcando para suas sonhadas férias, nada de stress. Relaxe. Ninguém terá nada a ver com isso se você repetir roupa, não combinar sapato e bolsa (alguém ainda combina isso, minha gente????) ou resolver usar só roupas e acessórios bem velhinhos. You are the boss.

2) Não precisa levar o armário
Não fique jogando coisas dentro da mala com a velha máxima do “E SE”. Imprevistos acontecem, mas são raras as coisas (tipo medicamentos especiais, por exemplo) que a gnete não conseguirá obter no local de destino. Se não existir um motivo concreto para você levar determinado item na mala, meu conselho é: não leve.

3) É normal esquecer alguma coisa
Quase 100% das pessoas sai de casa com a sensação de estar esquecendo alguma coisa. Isso é absolutamente normal e, via de regra, só um mero reflexo (eu sempre saio de casa com essa sensação e só duas vezes na vida tinha mesmo esquecido algo). E, se esquecer, no stress: aposto que dá pra sobreviver perfeitamente sem aquilo pelo tempo que durarem suas férias. ENTRETANTO, se você for mesmo do tipo muito esquecido, não custa fazer uma listinha tipo “o que levar” e ir ticando item por item conforme vai montando a mala.

4) Necessário, somente o necessário
Viajar carregando sobrepeso e voltar pra casa com mezza mala sem usar é algo que definitivamente não cabe nos meus conceitos.  Então meu lema é sempre o do grande amigo do Mogli: “necessário, somente o necessário; o extraordinário é demais”. Roupas práticas , que combinem entre si,  sapatos (poucos!) super confortávies e acessórios charmosos são a receita do sucesso de uma mala pra mim.  Se você tem muito problema na hora de escolher o que entra na mala, a velha regra de colocar tudo sobre a cama e descartar entre 30 e 50% dos itens continua super válida.

5) Lavar roupa não faz cair o braço
Ninguém quer fazer tarefas domésticas durante as férias; mas se você tiver que lavar um par de meias no hotel, garanto que seu braço não vai cair por conta disso. E, no caso de peças maiores, se achar o serviço de lavanderia do hotel overpriced, geralmente há opções de lavanderias self-service nos arredores que caem como uma luva nas viagens mais longas.

6) Praticidade é tudo
Roupas que podem ser usadas de mais de um jeito, que não amassam e que secam rápido são as grandes estrelas de uma mala enxuta e versátil.  Olhe com carinho para elas, mesmo que não sejam suas favoritas.  E valer-se da técnica universal de “desamassar” a roupa com o vapor do chuveiro também é muito interessante.

7) Cada um no seu quadrado
Acondicionar sapatos, acessórios, lingerie, itens de necessárie etc em embalagens separadas e fechadinhas é essencial. Sapatos soltos na mala podem sujar a roupa limpinha, por exemplo; e um shampoo que vazou durante o trajeto pode manchar definitivamente várias peças. Sem contar que cada coisa acondicionadinha em seu espaço salva espaço na maleta.  É claro que aproveitar os cantinhos com itens menorzinhos (como meias, por exemplo) também é super recomendável.

8) Com rolo não enrola
Eu ainda não encontrei uma técnica mais acertada de montar a minha mala do que colocar todas as peças em rolinhos. Otimiza super o espaço e garante roupitchas o menos amassadas possível na chegada.

9) Malas extraviam
Só quem já teve mala extraviada sabe o quanto é FUNDAMENTAL levar a velha e boa troca de roupa na bagagem de mão. Pelo menos uma troca de roupa íntima, pra salvar a pátria – o mais comum é, caso haja extravio, você só receber a mala um ou dois dias depois da sua chegada (eu já alcancei o recorde de passar 18 dias fora e a mala chegar DEPOIS de mim na minha casa L ). Medicamentos, objetos de valor, eletrônicos e qualquer outra coisa muito importante e imprescindível pra você, devem ir sempre na bagagem de mão (respeitando as regras de cada companhia aérea, é claro). Quem viaja acompanhado e quer dividir a bagagem mezzo a mezzo na bagagem do outro, também pode.

10) Para casos extremos: desapego
Você vai viajar para as praias da Tailândia, do outro lado do mundo, e quer voltar pra casa cheio dos badulaques a preços irrisórios que são vendidos por lá sem ultrapassar a franquia de bagagem? Ou mochilar pela Europa todinha de low cost, sem pagar pra despachar bagagem, e ainda aproveitar ofertinhas durante a viagem? Pratique o despego. Você não precisa do SEU secador de cabelos se o hotel também tem um, nem de vários casacos, nem de mais de um perfume, nem de montes de sapatos. Desapego. E, para casos extremos, vale viajar só com peças e acessórios bem velhinhos que possam ser deixados pelo caminho – e substituídos, é claro, por outros novinhos ao longo da viagem.

17 de ago de 2011

Mala de bordo

Vai, me fala: só eu acho esquisito um sujeito embarcar com uma mala de bordo DESSE tamanho?
Aquelas dimensões e peso estipulados pelas companhias aéreas são mesmo só figurativos?
(foto tirada agora na volta da viagem à Espanha)

30 de abr de 2011

TAM: corretissima no caso da minha mala danificada

Quando é pra botar a boca no trombone e meter o pau em condutas equivocadas ou de má fé, a gente faz sem pensar duas vezes. E tá certo, certíssimo. Mas quando uma empresa tem uma conduta correta, acho que também é correto da nossa parte divulgar.
Eu tinha contado aqui, num outro post do começo do mês, que tinha tido, mais uma vez, uma mala danificada. Dessa vez, a mala tinha sido danificada num voo Londres-São Paulo pela TAM e, reclamado o dano no guichê das esteiras do aeroporto, a TAM passou na minha casa alguns dias depois para retirar a mala para conserto. Eu já tinha achado um ótimo sinal; afinal, já tive outras bagagem seriamente danificadas cuja resposta das companhias envolvidas foi algo do gênero "ESSE tipo de dano não cobrimos". Humpf.
Acabei tendo até que comprar uma outra mala, emergencialmente, já que a mala levada pela TAM para conserto não tinha retornado a tempo da minha viagem seguinte, que era poucos dias após o incidente. Mas o pessoal do atendimento telefônico foi sempre muito solícito, tenho que ser franca.
Quando eu estava embarcando para Nova York, recebi um email informando que não havia sido possível consertar o dano constatado e, portanto, que a TAM me oferecia uma mala similar da Primícia para repor a mala avariada. A mala oferecida é de um modelo mais antiguinho, mas mesmo muito similar à minha: preta, média, forrada, com bolsos e cadeado e rodinhas 360 graus. Eu aceitei. E ontem à noite ela chegou em casa, perfeitamente embalada, novinha em folha.
Quer saber? Achei corretíssimo. Por isso mesmo conto aqui.

26 de mar de 2011

Mais uma mala...

Comprei ontem mais uma mala. A mala antiga foi danificada, a companhia aérea levou para os reparos mas o prazo para devolução é de 30 dias - com outras viagens batendo à porta, tive que ir comprar mais umazinha.
Já perdi a conta de quantas tive e foram destruídas pelas companhias aéreas com o passar dos anos. Tudo bem que eu viajo muito, inclusive por causa do meu trabalho, mas essa história de comprar "mala boa" pra mim simplesmente já era.
Eu tenho bolsa boa, mala de mão boa, mas mala simplinha. Cansei de investir em malas que deveriam durar muito mas foram sumariamente destruídas pelo descuido e descaso dos funcionários de aeroportos. Mala pra mim continua sendo de bordo para viagens nacionais de até uma semana e tamanho M para qualquer outro tipo de viagem - mas nada de marca "boa", de mala de 800 pilas. No way. Tem que ter rodinhas 360 graus, carrinho funcional, forro e ziper interno - e já tá bom demais pro tempo que a pobrezinha vai durar na mão do pessoal, certo?

22 de jun de 2010

Moda pra viagem 2

Ainda não "me caformo" de receber muito mais comentários sobre posts via email e twitter que aqui nos comments, mas... parece que o Moda pra Viagem teve boa adesão ;-)
Então aqui vai a segunda parte: a mala de outono-inverno. Lá vai:
- sapato fechado e meeeeeega-confortável pra caminhar, always (ideal é tênis ou bota bem fechada pra aguentar o tranco.
- o sapato pra noite pode ser uma sapatilha transada mas bem fechadinha ou até uma bota de salto, dependendo da programação
- mala rígida é mais aconselhável, já que as roupas costumam ser mais pesadas
- óculos de sol também é muito necessário (pela proteção dos olhos e pelo charme, vá)
- plagiando o post anterior, bolsona para o dia, clutch para a noite
- calças, saias e vestidos são bem vindos, mas atenção especial à underwear, caprichando em meias-calças e segunda-pele
- casacos quentinhos e resistentes
- para viajar no outono-inverno brasileiro, leve blusinhas de manga comprida para usar por baixo dos casacos; mas lembre-se que, no frio, ambientes internos em outros países costumam ter calefação fortíssima e levar blusinhas de manga curta é recomendável, sobretudo para sair à noite
- se o destino é notoriamente frio, não esquecer também de providenciais luvas e abrigo para a cabeça, como caps, boinas ou gorros.
- protetor solar e biquini entram na mala de outono-inverno também, sim senhor - o sol não dá trégua só porque as temperaturas baixam e sempre pode pintar um spa, piscina térmica, sauna...

Vale lembrar que sempre há dicas ótimas do que levar na bagagem no blog da Claudinha Pimenta. E fiquem de olho que vem mais post sobre o assunto malas na sequência lá no Saia pelo Mundo.