28 de jun. de 2007
Já pensou em dar a volta ao mundo?
STAR ALLIANCE - grupo com 21 cias aéreas
USD 3045,00 (máximo 29 mil milhas)
USD 3465,00 (máximo 34 mil milhas)
USD 4095,00 (máximo 39 mil milhas)
SKY TEAM - grupo com 10 cias aéreas
USD 2888,00 (máximo 29 mil milhas)
USD 3308,00 (máximo 34 mil milhas)
USD 3885,00 (máximo 39 mil milhas)
ONE WORLD - grupo com 17 cias aéreas
USD 2950,00 (máximo 29 mil milhas)
USD 3500,00 (máximo 34 mil milhas)
USD 3900,00 (máximo 39 mil milhas)
Para quem deseja exclusivamente a Star Alliance, dá até pra arriscar uma Executiva que, comparativamente com os preços avulsos de grandes trechos, sai uma verdadeira pechincha:
max 29.000 Milhas
RWSTAR1 Econômica USD 3.045,00
CRWSTAR1 Executiva USD 7.550,00
FRWSTAR1 Primeira USD 9.900,00
max 34.000
RWSTAR2 Econômica USD 3.465,00
CRWSTAR2 Executiva USD 8.650,00
FRWSTAR2 Primeira USD 11.350,00
max 39.000
RWSTAR3 Econômica USD 4.095,00
CRWSTAR3 Executiva USD 10.150,00
FRWSTAR3 Primeira USD 13.350,00
Fala a verdade? Não dá vontade de cantar "vou dar a volta no mundo, eu vou, vou ver o mundo giraaaaaaaaar..."????
“ainda deixamos a desejar na parte de serviços”
Pelo Mundo - Qual a importância do planejamento prévio numa viagem? Você acha que os brasileiros estão aprendendo a planejar suas viagens com antecedência?
Janeth - Se queremos o melhor (bons preços, boa acomodação e ficarmos bem localizados), é necessário planejar com a maior antecedência possível, pois só assim é possível obter o desejado. Felizmente, os brasileiros estão aprendendo a planejar suas viagens, pois aqueles que não o fazem... ou não viajam ou pagam um "alto preço" por isso.
Pelo Mundo - A ministra do turismo, Marta Suplicy, anunciou um novo plano para colocar o turismo de estrangeiros em alta no Brasil. Dentre as principais metas, estão a qualificação da mão-de-obra, com vários cursos para o setor. Você acha que essa medida é satisfatória em que sentido?
Janeth - Mão-de-obra especializada é essencial e temos uma enorme carência disso no Brasil, pois a grande maioria das pessoas que trabalham em áreas relacionadas ao turismo não recebeu nenhum tipo de conhecimento ou treinamento referente à mesma e isto não é suficiente: é necessário também investimento na estrutura como um todo.
Pelo Mundo - O principal público a ser focado serão os turistas norte-americanos, que ainda são um número muito inexpressivo no Brasil, apesar de todos os brasileiros que viajam anualmente para lá. O que você acha que atrairia os americanos para o turismo brasileiro?
Janeth - A divulgação, em primeiro lugar, é o que atrai o turista para determinado destino; infelizmente, a maior divulgação que é feita do Brasil é a falta de segurança, através das notícias veiculadas na imprensa internacional. Para o americano e demais estrangeiros, o Brasil se resume em Rio de Janeiro, Foz do Iguaçú e Pantanal - pelo menos é esta experiência de tenho tido.
Pelo Mundo - O que você acha que falta para o Brasil tornar-se um grande destino do turismo mundial, como acontece com os países europeus e muitos dos países asiáticos? Em que se faz necessário investir mais?
Janeth - Como na resposta acima, é necessária uma maior divulgação de nossos potenciais turísticos. Infelizmente, são divulgados os potenciais de apenas algumas cidades e, normalmente, quando o turista chega, é direcionado sempre para dois ou três destinos e os demais são esquecidos.
Pelo Mundo - Quais você considera nossos maiores atrativos para o turista internacional? E em que somos melhores que os outros na parte dos serviços?
Janeth - Sem sombra de dúvida, o ecoturismo é o maior atrativo para o turista internacional: temos uma natureza exuberante, lugares lindos que só existem aqui, e isto encanta o turista. Além, é claro, do "carisma" do povo brasileiro. Mas infelizmente ainda deixamos muito a desejar na parte de serviços, como na estrutura hoteleira e mão-de-obra especializada.
Pelo Mundo - O turismo interno de brasileiros ainda movimenta mais o setor do que os brasileiros que viajam pra fora. Você acha que esse excesso de turismo interno pode atrapalhar de alguma maneira as metas do governo de atrair cada vez mais estrangeiros para cá?
Janeth - De forma nenhuma! Penso que o turismo interno forte fará com que aja maior investimento na estrutura local, podendo assim receber um maior número de turistas estrangeiros.
27 de jun. de 2007
Sete maravilhas em sete dias - ilhas gregas!

Tudo é uma questão de planejamento

24 de jun. de 2007
Madri ou Barcelona? Escolha difícil...
Madri e Barcelona são quase rivais na preferência de todo viajante que pisa na Espanha. Madri é a capital, residência da monarquia espanhola, e frenética dia e noite, seja pela movimentação financeira ou pelos muitos locais de comércio, como a repaginada Gran Via e seus prédios deslumbrantes. É lá também que os torcedores do Real Madrid comemoram suas vitórias com uma caña na histórica Plaza Mayor, na Puerta de Alcalá ou frente a fonte Las Cibeles. Seus museus conquistam qualquer visitante: impossível não se apaixonar à primeira visita pelas obras do museo Del Prado, o Reina Sofía e o Thyssen-Bornemisza.
mo o comércio do Passeig de Gràcia. Seus moradores torcem pelo Barcelona, e comemoram suas vitórias com cañas e cervezas em muitos bares em seqüência e é destino queridinho dos estrangeiros que estudam espanhol. Lá você se descobre apaixonado por Gaudi, seja pela interminável Sagrada Família, pela tresloucada La Pedrera ou pelo encantadoramente infantil Parc Güel. O mercado La Boqueria (ou Sant Josep) também faz sucesso entre turistas – e faz parte do dia-a-dia dos moradores. A maioria das pessoas se hospeda no incomparável bairro Gótico, de ruelas meio desertas e aparentemente sem rumo.Madri sempre foi mais clássica, Barcelona mais arrojada, de cores mais excêntricas. Mas nos últimos anos é tarefa difícil não morrer de amores por Madri, que está ainda mais fulgurante em sua movida Madrileña. Não que Barcelona não seja encantadora, pelo contrário; mas a capital espanhola tinha enfrentado um período de decadência nos anos 90 e agora ressurge muito melhor que a encomenda – e ainda por cima fala espanhol, e não o complexo catalão. Mas seja qual for sua preferência, é sempre bom visitar uma e outra: ambas têm restaurantes de primeira, ótimos museus e atrações turísticas e noites de animar até o mais caído dos mortais.
Todos os caminhos levam às praças de Roma

23 de jun. de 2007
Bariloche - ou seria Brasiloche?

A cidade fica em pleno Parque Nahuel Haupi, cujo lago de mesmo nome é cartão postal da região desde 1934, quando o parque foi criado, cercado pela Cordilheira dos Andes. Bariloche se espalha justamente à beira do lado e a região turística fica às margens da rua Mitre, que concentra a maioria dos hotéis, chocolaterias, lojas e restaurantes. O centrinho histórico fica ali ao lado, com a praça de arquitetura européia de mais de 100 anos.
Para quem busca mais sossego, o endereço é a avenida Bustillo, que chega ao imponente hotel Llao Llao, o mais famoso da cidade (se não tiver cacife para se hospedar por lá, pelo menos prove seu maravilhoso chá da tarde servido no jardim de inverno). O Circuito Chico – incluso em todos os pacotes à cidade – faz justamente esse roteiro margeando o rio, num passeio bem contemplativo, para dar um tempo no período de tombos nas aulas de ski.
O Cerro Campanário também costuma estar incluído nos pacotes e a vista lá de cima, acessível por um teleférico de mais de mil metros de altura, compensa. Até a National Geographic já definiu a paisagem acessível lá de cima como uma das melhores vistas do mundo.
O ponto mais esperado de uma viagem à Bariloche é o complexo do Cerro Catedral, onde muita gente esquia pela primeira vez – e adora, diga-se de passagem. É a maior estação de esqui da América do Sul, numa verdadeira cidadela, cheia de hotéis, restaurantes, lojas e escolas de ski. E todo mundo vai pra lá: bebês, crianças, jovens, adultos e idosos, porque há mesmo entretenimento e lugar para todos. Encapotados em seus macacões coloridos alugados, chegam a somar mais de 15 mil num único dia. São vários níveis nas montanhas, dependendo da habilidade e experiência de cada um. A maioria fica nos primeiros, onde a neve é mais fraquinha, e por isso suporta melhor os tombos constantes (e todo mundo cai o tempo todo mesmo, e todo mundo se diverte). Mesmo quem não tem a pretensão de experimentar os skis (duvido!), deve subir: a vista de cima do Cerro Catedral é lindíssima, contemplando toda a região dos lagos. E dá até pra almoçar ou tomar um café nos restaurantes lá do alto.
Para os iniciantes, melhor mesmo é aventurar-se no ski nórdico, de aprendizado muito mais simples e rápido, o que pressupõe também menos quedas (apesar de mais vagaroso e, portanto, menos excitante). Você pode experimentá-lo no Cerro Otto (com sua confeitaria giratória) ou no Refúgio Neumeyer.
À noite, todo mundo vai para a Mittre. Os vinhos, asados e fondues são de primeira e baratíssimos. E também é impossível não voltar para casa cheio de chocolates.
Para ir um pouco mais longe do agito, escolha Puerto Pañuelo, de onde você pode fazer um passeio até Puerto Blést, navegando pelo lago Nahuel Huapi entre bosques e montanhas. Ou o Bosque de Arrayanes, de paisagem bucólica lindíssima.
Florença

Seja beirando o rio Arno ou cruzando as ruelas da cidade, é possível receber rapidamente porque essa cidade passa sempre a figurar entre as prediletas daqueles que a visitam, com sua aura romântica e bucólica que convive em paz com hotéis, restaurantes e lojas grifados.
A ponte Vecchio é um dos famosos cartões postais de Florença: agitada, cheia de lojas e turistas encantados com suas muitas joalherias - bem diferente da Santa Trinitá, projetada pelo próprio Michelangelo e quase destruída pelos nazistas durante a segunda guerra.
A Piazza del Duomo, onde está a Catedral de Santa Maria del Fiore, é o centro de todo passeio. Sua fachada de mármore verde e rosa é inesquecível, e visível de vários pontos da cidade. Demorou mais de 150 anos para concluírem sua construção, cujo interior abriga obras de famosos artistas italianos, como Donatello, Uccello e Zuccari. Quem tiver fôlego para subir até sua cúpula terá uma das vistas mais bonitas da região. A belíssima Piazza della Signoria, sempre cheia de turistas, é repleta de arte e de história. Abriga o Palácio Vecchio e a Uffizi, onde você verá algumas das mais bonitas obras de Botticelli, Rafael, Rubens, Caravaggio e Rembrand. Ali pertinho, dá pra fazer uma pausa no Giardino di Boboli, enorme, justo ao lado do Palácio Pitti. Após descansar entre flores e fontes, impossível não visitar a Galleria dell' Accademia e espantar-se diante do majestoso Davi, de Michelangelo, em sua versão original, e de várias obras (muitas delas inacabadas) do gênio italiano. Do lado de fora, há versões menores das obras para você se deixar fotografar ao lado delas. E, é claro, um dia perfeito em Florença não poderia deixar de ter um delicioso gelatto - o sorvete da cidade é considerado o melhor do mundo. Minha sugestão: ciocolatto e frutas silvestres.
22 de jun. de 2007
O cruzeiro certo

Muitos brasileiros ficaram seduzidos coma proposta do Island Escape e seu irmão Island Star, pois seja em seus cruzeiros tradicionais ou nos temáticos, a família Island (islandcruises.com.br) adota um estilo sempre despojado e descontraído e preços camaradas, geralmente começando em cerca de 200 dólarespor passageiro. Todas as refeições estão incluídas, contando até mesmo com um restaurante 24h, e não há nenhum tipo de formalidade a bordo (o que significa também muitas crianças embarcadas). O Blue Dream (cvc.com.br) também faz razoável sucesso em terras brasileiras por ser o único navio com 92% das acomodações com vista para o mar – em grande parte delas, a vista pode ser apreciada através de varandas e não das tradicionais e minúsculas escotilhas. Luxuoso, mantém os eventos tradicionais dos grandes cruzeiros, como o jantar com o comandante e uma boa programação de shows. O Costa Victoria e o Costa Romântica (costacruzeiros.com.br) são opulentos em tamanho (sobretudo o primeiro, com mais de 50 metros de altura e capacidade para quase dois mil e quinhentos passageiros) e se especializaram em grandes eventos em alto-mar, como shows com Roberto Carlos, cantores italianos e jantares de gala(agradam bastante jovens casais). Os MSCs (Armonia e Melody, msccruises.com) agradam o grupo de brasileiros que busca a combinação perfeita entre elegância, lazer e tradição em alta gastronomia italiana. Hospeda interessantes mostras de artes, leva grandes chefs para alto-mar e tem excelência em culinária mediterrânea (bastante freqüentados por casais de meia-idade). O Mistral (cvc.com.br) está se especializando em grandes shows a bordo, como o de Ivete Sangalo no último verão brasileiro, oferecendo também cursos de gastronomia, degustação de vinhos e outras atividades de lazer e entretenimento. O menorzinho de todos (se é que se pode chamar um navio de pequeno) é o Pacific (cvc.com.br), que navega pela Amazônia e também até Fernando de Noronha – com a vantagem de aceitar todos os pagamentos de despesas a bordo em reais.
Veneza

20 de jun. de 2007
Viajar sozinho custa caro

Viajar sozinho é uma experiência totalmente diferente de viajar acompanhado, em todos os sentidos. Por um lado, é possível mergulhar muito mais nos lugares ao sair pelo mundo desacompanhado, impulsionado até mesmo pelo simples desconforto da solidão, sem horários, sem pretextos; por outro, não há com quem dividir os melhores e piores momentos da empreitada e não é todo mundo que consegue dar risada sozinho, além de haver sempre a desagradável tarefa de fazer suas refeições sem ninguém. É certo que viajar sozinho tem muitas vantagens, já que é cada vez mais difícil encontrar alguém que goste de viajar do mesmo jeito que nós, no mesmo ritmo, com as mesmas prioridades. Um gosta de compras, o outro prefere museus; um gosta de caminhar, o outro prefere pegar um metrô ou táxi sempre que possível; um quer hotéis de design, o outro quer o mais barato; um quer refeição e o outro fast food... Tanto que há cada vez mais gente viajando sozinha no mundo. Mas há um fator inquestionável: viajar sozinho sai caro. Num albergue, se você topar um quarto coletivo, no problem. Mas num hotel, dificilmente há diferença significativa de preço para quarto single e double. Há hotéis que simplesmente não fazem distinção nenhuma: fundamento justificado pela ocupação física do quarto, independente do número de hóspedes. Na hora das refeições, mesma coisa: o custo da refeição é todinho seu, independentemente do quanto sobrou no prato. No táxi, arcar com a corrida todinha. Nas atrações e passeios, o desconto geralmente é para duas ou mais pessoas entrando juntas. Nos trens também. Na ponta do lápis, nada como encontrar seu parceiro de desbravamento dos horizontes para tornar as viagens sempre possíveis e freqüentes.
Travel alone is expensive
Travelling alone is a pretty different experience than travelling with someone. On the other hand, it is possible to dive even more in the places when you take a trip on your own, stimulated even though for the loneliness, without schedules, excuses; but alone you do not have someone to share the best ones and the worst moments not to mentioned the unpleasant task of take your meals without anyone. It is certain that to travel alone has many advantages, since it is very difficult to find somebody that likes the same things than you, the same rhythm, the same priorities. One likes purchases, the other prefers museums; one likes to walk, the other prefers to catch a subway or taxi; one wants design hotels, the other wants the cheapest one; one wants good meals and the other fast food… That is probably why there are even more people travelling alone in the world. But there is one unquestioned factor: travelling alone is expensive. If you take a collective room, no problem. But in a hotel, there is hardly a significant difference of price for a single or double room. There are hotels that simply do not make any distinction: justified by the physical occupation of the room, independent of the number of guests. Taking meals, same thing: the cost of the meal is all yours, independently of how much you ate. In the taxi cab, you pay the ride alone. In the attractions, the discounting generally is for two or more people entering together. Same thing in trains. Economically speaking, there is no better way to travel than find a trip partner for travelling all the time.
19 de jun. de 2007
BH inaugura era WiFi nas capitais brasileiras
Ainda será definido um número máximo de computadores que poderão ser conectados em cada local e o tempo limite de conexão para cada usuário. A estimativa do Ministério das Telecomunicações é que o BH Digital já esteja instalado nos pontos turísticos da cidade até o começo do segundo semestre. Até abril de 2008, todos os pontos de internet gratuita na cidade devem ser convertidos em pontos WiFi. O projeto teve início em 2005 e tem como objetivo cobrir 95% da área da cidade com internet sem fio e de alta velocidade.
