Aposto que 2011 vai ser um ano de big promotions para viajantes - é sobre isso que eu falo no meu post de hoje lá no Saia pelo Mundo. As primeiras promoções já estão citadas lá; e olha que eu nem falei dos mega descontos para os cruzeiros de travessia Brasil -Europa e Europa-Brasil desse ano, que são vários...
E, por falar em Saia pelo Mundo, pro povo que ficou perguntou sobre a Carretera Austral, lembro que lá tem um post específico sobre a rota mais mítica do Chile.
As news no twitter também continuam rolando.
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3 de jan. de 2011
29 de dez. de 2010
Patagônia Aysén: o roteiro que eu recomendo
Depois dos nossos erros e acertos nesses 12 dias por Aysén, eu me atrevo a recomendar um roteirozinho pra vcs. Um roteiro legal, com boas bases de hospedagem, e que dê pra ver as coisas mais lindas dessa região da patagônia chilena.
Percorrer a Carretera Austral é mesmo mítico, indispensável, mas precisa ter segurança. Se você não é um exímio praticante de mountain bike nem tem seu 4x4, melhor contar com um expert nessa belissima mas às vezes precária estrada e contratar um carro com motorista. Como já mencionei antes, como a maior parte da carretera não é pavimentada, percorrer meros 100km dura cerca de 2h de viagem entre curvas e mais curvas. Pra quem se interessar, eu super recomendo o maxi simpático e competente Don Mário Concha Carrasco, da Patagônia Silvestre, que nos levou por mais de 2mil km com maestria (alugando uma van em turma ou família, sai bem mais em conta).
Pessoalmente, eu elegeria três bases para hospedagem, partindo delas em passeios diários para conhecer bem a região: Coihaique, ao norte, no Salmo Patagonia Lodge; Puerto Guadal, no centro, no Hacienda Tres Lagos, e Tortel, ao sul, no Entre Hielos Lodge, todos hotéis de ótimo nível.
Os três estão bem localizados, sem excesso de horas de estrada, e a distância razoável das principais atrações e parques. Ficar 3 noites em cada uma das 3 bases seria o ideal pra conseguir ver das pinturas rupestres aos glaciares, com direito a trekking, passeios de barco, pescarias, cavalgadas etc.
A viagem não é exatamente barata, já que a região é grande e há muito por conhecer. Mas há uma vasta oferta de hospedagem simples em cabanas para quem quer economizar. Sem mencionar que comerr bem na região também sai muito barato, já que a maioria dos restaurantes é simples e caseira.
Para chegar lá, o melhor é comprar o áereo até Balmaceda, que está a menos de uma hora de distância de Coihaique (conexão em Santiago obrigatoriamente e escala em Puerto Montt em 90% dos voos).
A viagem vale. Definitivamente.
Percorrer a Carretera Austral é mesmo mítico, indispensável, mas precisa ter segurança. Se você não é um exímio praticante de mountain bike nem tem seu 4x4, melhor contar com um expert nessa belissima mas às vezes precária estrada e contratar um carro com motorista. Como já mencionei antes, como a maior parte da carretera não é pavimentada, percorrer meros 100km dura cerca de 2h de viagem entre curvas e mais curvas. Pra quem se interessar, eu super recomendo o maxi simpático e competente Don Mário Concha Carrasco, da Patagônia Silvestre, que nos levou por mais de 2mil km com maestria (alugando uma van em turma ou família, sai bem mais em conta).
Pessoalmente, eu elegeria três bases para hospedagem, partindo delas em passeios diários para conhecer bem a região: Coihaique, ao norte, no Salmo Patagonia Lodge; Puerto Guadal, no centro, no Hacienda Tres Lagos, e Tortel, ao sul, no Entre Hielos Lodge, todos hotéis de ótimo nível.
Os três estão bem localizados, sem excesso de horas de estrada, e a distância razoável das principais atrações e parques. Ficar 3 noites em cada uma das 3 bases seria o ideal pra conseguir ver das pinturas rupestres aos glaciares, com direito a trekking, passeios de barco, pescarias, cavalgadas etc.
A viagem não é exatamente barata, já que a região é grande e há muito por conhecer. Mas há uma vasta oferta de hospedagem simples em cabanas para quem quer economizar. Sem mencionar que comerr bem na região também sai muito barato, já que a maioria dos restaurantes é simples e caseira.
Para chegar lá, o melhor é comprar o áereo até Balmaceda, que está a menos de uma hora de distância de Coihaique (conexão em Santiago obrigatoriamente e escala em Puerto Montt em 90% dos voos).
A viagem vale. Definitivamente.
Mais Patagonia Aysén: Coihaique
Passamos somente a última noite da viagem em Coihaique (também se escreve com Y), infelizmente. Chegamos à conclusão que a cidade é uma base muito mais interessante para os passeios da face norte de Aysén que Puerto Aysén propriamente dito.
A cidade parece de brinquedo, com casinhas coloridas e muitos objetos aqui e ali espalhados, entre muitas, muitas estátuas e praças. Tem até uma feirinha legal de artesanato, daquele tipo que brasileiro curte ;-)
Homenagens aos habitantes de Chiloé que vieram à região para trabalhar aqui e ali...
... aos trabalhadores do campo...
... e um baita de um entorno.
Ali ficamos também em um dos bons hotéis da viagem: o Salmo Patagonia Lodge. Super confortável, é todinho decorado com o tema da pesca, seja nos quartos ou áreas públicas, já que os amantes do esporte são seu principal público.
Opera tanto em sistema somente café da manhã (como utilizamos) como em all inclusive, com bebidas, passeios e refeições já embutidos no preço. Wifi free e banheira e ducha escocesa em todos os quartos, em big banheiros. E uma área total de quase doze mil hectares à disposição dos hóspedes para caminhadas, passeios em bike, quadriciclos, pesca etc. Buoníssimo.
A cidade parece de brinquedo, com casinhas coloridas e muitos objetos aqui e ali espalhados, entre muitas, muitas estátuas e praças. Tem até uma feirinha legal de artesanato, daquele tipo que brasileiro curte ;-)
Homenagens aos habitantes de Chiloé que vieram à região para trabalhar aqui e ali...
... aos trabalhadores do campo...
... e um baita de um entorno.
Ali ficamos também em um dos bons hotéis da viagem: o Salmo Patagonia Lodge. Super confortável, é todinho decorado com o tema da pesca, seja nos quartos ou áreas públicas, já que os amantes do esporte são seu principal público.
Opera tanto em sistema somente café da manhã (como utilizamos) como em all inclusive, com bebidas, passeios e refeições já embutidos no preço. Wifi free e banheira e ducha escocesa em todos os quartos, em big banheiros. E uma área total de quase doze mil hectares à disposição dos hóspedes para caminhadas, passeios em bike, quadriciclos, pesca etc. Buoníssimo.
Cochrane e Reserva Tamango
Acabamos parando em Cochrane na ida e na volta do nosso percurso. A cidade é pequena mas muito engraçadinha e fica praticamente ao lado da Reserva Nacional Tamango, que é um baita de um passeio.
Olha que gracinha de cidade, colorida, limpa, arborizada, e com um belíssimo entorno montanhoso.
Para conhecer a reserva, lá fomos nós em um novo passeio de barco, mas dessa vez, thanks God, sem tantas emoções ;-)
Pegamos um barqueiro figuraça, gente finíssima.
A reserva é linda, super bem cuidada, e o passeio foi mesmo muito bom.
Aqui e ali cruzávamos com outros turistas ou pescadores.
E tivemos a big sorte de testemunhar ali mesmo um momento "bambi in love", fofura.
Ainda falta a Cochrane uma boa opção de hospedagem. Mas a cidade é uma gracinha, bela opção para parar e almoçar ou passear tanto na ida quanto na volta pra quem atravessa a carretera austral. Aprovadissima.
Olha que gracinha de cidade, colorida, limpa, arborizada, e com um belíssimo entorno montanhoso.
Para conhecer a reserva, lá fomos nós em um novo passeio de barco, mas dessa vez, thanks God, sem tantas emoções ;-)
Pegamos um barqueiro figuraça, gente finíssima.
A reserva é linda, super bem cuidada, e o passeio foi mesmo muito bom.
Aqui e ali cruzávamos com outros turistas ou pescadores.
E tivemos a big sorte de testemunhar ali mesmo um momento "bambi in love", fofura.
Ainda falta a Cochrane uma boa opção de hospedagem. Mas a cidade é uma gracinha, bela opção para parar e almoçar ou passear tanto na ida quanto na volta pra quem atravessa a carretera austral. Aprovadissima.
28 de dez. de 2010
Puerto Guadal
Puerto Guadal também é conhecido localmente como "entre lagos". Afinal, esse pequeníssimo pueblo fica exatamente na junção entre os lagos General Carrera, Bertrand e Negro, com um visu de matar ao seu redor.
Bucólico até.
Ali, os programas são mesmo curtir os lagos. Claro que há rotas de trekking e cavalgadas também, mas a maioria dos turistas que se hospeda por ali acaba se apaixonando justamente pelas águas.
Fizemos belíssimos passeios de barco por ali, com direito a uma infinidade de picos nevados e até pequenos deprendimentos de glaciares no topo de alguns deles.
Comemos o tradicional cordero patagônico assado durante hooooras.
Tivemos aula de flyfishing - mas, uma pena, como o turismo só é forte mesmo por ali em janeiro e fevereiro, só havia um barco disponível (!!!) e só dois tiveram a sorte de sair pra pescar com essas curiosas mosquitas.
Além de toda a beleza do lugar, ali nos hospedamos no melhor hotel de toda a viagem, que certamente mereceria uma review aqui: o ótimo Hacienda Tres Lagos. Quartos super espaçosos, elegantes, walk-in closet, ipod, lareira, amplas varandas e vistas de matar para os lagos (só faltou uma banheira pro quarto ficar perfeito). Sem falar no ótimo serviço e cozinha. Único senão? Que o interfone/telefone nos quartos não funcionava. E que, apesar de propagandear wifi na propriedade toda, só funciona mesmo no lobby. Mas belíssimo hotel, alto nível.
Bucólico até.
Ali, os programas são mesmo curtir os lagos. Claro que há rotas de trekking e cavalgadas também, mas a maioria dos turistas que se hospeda por ali acaba se apaixonando justamente pelas águas.
Fizemos belíssimos passeios de barco por ali, com direito a uma infinidade de picos nevados e até pequenos deprendimentos de glaciares no topo de alguns deles.
Comemos o tradicional cordero patagônico assado durante hooooras.
Tivemos aula de flyfishing - mas, uma pena, como o turismo só é forte mesmo por ali em janeiro e fevereiro, só havia um barco disponível (!!!) e só dois tiveram a sorte de sair pra pescar com essas curiosas mosquitas.
Além de toda a beleza do lugar, ali nos hospedamos no melhor hotel de toda a viagem, que certamente mereceria uma review aqui: o ótimo Hacienda Tres Lagos. Quartos super espaçosos, elegantes, walk-in closet, ipod, lareira, amplas varandas e vistas de matar para os lagos (só faltou uma banheira pro quarto ficar perfeito). Sem falar no ótimo serviço e cozinha. Único senão? Que o interfone/telefone nos quartos não funcionava. E que, apesar de propagandear wifi na propriedade toda, só funciona mesmo no lobby. Mas belíssimo hotel, alto nível.
27 de dez. de 2010
Catedral de Mármol
Acho que das maiores da belezas que vimos durante a viagem a Aysén, a Catedral de Mármol entra fácil no top 3. Essas formações rochosas de milhares e milhares de anos se erguem em meio ao lago General Carrera, bem pertinho a Puerto Sanchez, e são absolutamente impressionantes.
A gente chega lá depois de passar por lugares de nomes enfáticos como Baía Murta, Las Horquettas e El Engaño. Tomamos ali um barquinho - barquinho mesmo, cerca de 10 dólares por pessoa - e lá fomos nós pelo lago (que já estava bem movido, com muito vento) navegar por uma meia hora até chegar à Catedral.
Na verdade, são três formações rochosas juntas, e o legal é que o barquinho literalmente ENTRA dentro das cavernas que formam (em dias de lago calmo, o negócio é ir em caiaque, porque aí se pode chegar ainda mais longe)
Impressionante.
(olha o nosso barquinho - o segundo, menor, que fique bem claro - antes da aventura)
Lindo de morrer, não? Nós também achamos.
O único senão foi que, na hora da volta, começou a chover e o lago ficou muito, MUITO agitado. O trajeto que duraria meia hora durou cerca de 50 minutos, enfrentando um lago em fúria, com big ondas e nós literalmente grudados uns nos outros para não cair do barco, e encharcados. Deu medinho messs.
Se o passeio vale? Muito! As fotos acima nem fazem jus à beleza que vimos ali. Mas, please, só entre no barquinho se o tempo estiver tranquilo.
A gente chega lá depois de passar por lugares de nomes enfáticos como Baía Murta, Las Horquettas e El Engaño. Tomamos ali um barquinho - barquinho mesmo, cerca de 10 dólares por pessoa - e lá fomos nós pelo lago (que já estava bem movido, com muito vento) navegar por uma meia hora até chegar à Catedral.
Na verdade, são três formações rochosas juntas, e o legal é que o barquinho literalmente ENTRA dentro das cavernas que formam (em dias de lago calmo, o negócio é ir em caiaque, porque aí se pode chegar ainda mais longe)
Impressionante.
(olha o nosso barquinho - o segundo, menor, que fique bem claro - antes da aventura)
Lindo de morrer, não? Nós também achamos.
O único senão foi que, na hora da volta, começou a chover e o lago ficou muito, MUITO agitado. O trajeto que duraria meia hora durou cerca de 50 minutos, enfrentando um lago em fúria, com big ondas e nós literalmente grudados uns nos outros para não cair do barco, e encharcados. Deu medinho messs.
Se o passeio vale? Muito! As fotos acima nem fazem jus à beleza que vimos ali. Mas, please, só entre no barquinho se o tempo estiver tranquilo.
26 de dez. de 2010
Villa Cerro Castillo
O Cerro Castillo é uma das montanhas mais icônicas da patagônia chilena. E a vila que se formou aos seus pés é um lugar típico de parada na Carretera Austral para almoçar ou, ao menos, esticar as pernas. O ponto de parada mais famoso é esse ônibus-bar às margens da carretera: você entra literalmente no bus e faz o seu pedido - água, refris, lanches.
A vila é muito, muito pequena, mas rodeada de extrema beleza.
Achamos tão bacaninha que fizemos o pit-stop pra esticar pernas na ida e acabamos parando lá de novo, mas dessa vez para almoçar, na volta. Fofinha messss.
A vila é muito, muito pequena, mas rodeada de extrema beleza.
Achamos tão bacaninha que fizemos o pit-stop pra esticar pernas na ida e acabamos parando lá de novo, mas dessa vez para almoçar, na volta. Fofinha messss.
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