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19 de fev. de 2012

South African Airways (SAA): como é a executiva deles

O café da manhã servido no trecho Cape Town-Johannesburg
 Penso em milhas cada vez que passo meu cartão de crédito para pagar whatever it is. E tenho uma regra básica e imutável no quesito milhas e pontos de programas de fidelidade, muito bem aprendida via Rodrigo Purisch, e que vocês já estão carecas de saber: milha boa é milha gasta. Ou seja: junto milhas com objetivos palpáveis, específicos, e emito as passagens prêmio assim que meu objetivo é atingido - nada de ficar juntando milhas ao Deus-dará.
Belo espaço entre poltronas no trecho Johannesburg-São Paulo (só  apoio de copo, dividido com o passageiro do lado, não foi muito bem pensado)
 E tenho uma vice-regra, que costumo colocar em prática sempre que possível: melhor se puder ser de executiva. Afinal, o custoXbenefício de uma passagem emita com milhas/pontos na classe executiva é bastante mais interessante que o custoXbenefício de efetivamente pagar por esse bilhete.
As revistas distribuídas pela tripulação no início do voo têm que ser devolvidas no desembarque! #naocurtinadinha
 Pra viagem agora de janeiro/fevereiro, eu só precisava de um único trecho aéreo: como eu fui de navio até a África do Sul, eu só precisava da perna Cape Town-São Paulo. E fiquei CHOCADA com os preços cobrados por esse único trecho em classe econômica - pela própria SAA, saía BEM mais caro só o trecho de volta que a passagem ida e volta desde o Brasil (o voo mais barato era com a Emirates, mas eu teria que voar da Cidade do Cabo até Dubai pra depois voar até São Paulo!)
Menu super bem feitinho, inclusive com carta de vinhos à parte
 Então não pensei duas vezes sobre emitir esse trecho com meus pontos do fidelidade TAM. Com a TAM integra a Star Alliance, dava pra emitir bonitinho com a SAA, que é o trajeto mais óbvio, curto e prático possível (via Joanesburgo) - eu tinha gostado muito dos voos que fiz com eles em 2010 (como vocês podem lembrar aqui). E,  por 40 mil pontos (que era exatamente o que eu usaria por um trecho na econômica para a Europa na mesma época), emitir a passagem prêmio na Executiva me pareceu um baita negócio. E foi mesmo.
Canapés e champagne servidos antes do almoço
Check in rápido na Cidade do Cabo, bons lounges ali e em Joanesburgo e serviço bem bacana à bordo. Na verdade, curti menos os comissários que me atenderam esse ano na business que os da econômica há dois anos; mas em termos de conforto, espaço, entretenimento à bordo e, sobretudo, qualidade das refeições, não tenho mesmo do que me queixar.
A entradinha ultra caprichada do almoço
Curiosidade: sabia que nos filmes do entretenimento à bordo as cenas de sexo são cortadas e faz "piiiiii" cada vez que algum personagem fala algum palavrão? Jupurdeus.

16 de fev. de 2012

Travessia Brasil-Africa: um resumão

Desde o dia 23 de janeiro, eu comecei a postar aqui sobre a deliciosa travessia Brasil-África que eu fiz a bordo do navio Silver Whisper, da Silversea. Mas, depois de tanto tempo, embora ainda tenha coisinhas da viagem por contar, tá na hora de virar o disco, né?
Então se você perdeu algum capítulo dessa epopéia transatlântica, é só clicar aqui ou no ícone Travessia Brasil-Africa do menu da direita, lá no final, pra ler todos os posts da viagem reunidos.
Para encerrar essa série - ao menos por enquanto :-D - deixo aqui um videozito ultra mega super hiper amador que eu fiz da minha cabine do navio, com direito ao marzão quebrando nos decks inferiores.
Brigadão pela companhia fofa de vcs em mais essa viagem ;-)

Swakopmund Museum: a história da Namíbia todinha num mesmo lugar

A fachada acanhada e sem graça
 De Walvis Bay é muito fácil chegar a Swakopmund: além das excursões oferecidas e do aluguel de carros (vale lembrar que a mão é inglesa), do próprio porto saem também ao longo do dia ônibus com destino à essa cidade de colonização alemã por cerca de US$35. Do aeroporto também rolam ônibus semelhantes, por praticamente o mesmo preço.
Acervo pouco protegido e mal conservado, mas muito vasto
 Uma vez em Swakopmund, as distâncias não são assim tão grandes e dá pra fazer tudo a pé, ainda mais se a ideia for como a minha: só um bate-e-volta. Entre praia, uma infinidade de lojas e cafés, restaurantes, vendedores de rua e casas de inspiração alemã por todo canto, uma das coisas mais legais pra se fazer na cidade é visitar o Swakopmund Museum.
O ser humano que aparece nessa foto não faz parte do acervo ;-)
 Apesar de bem pouco tentador por fora e mal organizado por dentro, reúne um acervo precioso: um pouquinho de toda a história da Namíbia, desde a pré-colonização, está guardada lá. E tem de tudo mesmo: plantas, animais empalhados, cerâmicas com séculos de história, objetos dos primeiros povos do país, um maquinário impressionante (de máquinas do campo até impressoras do começo do séc XX) e até cômodos fielmente reproduzidos, como um interessante consultório odontológico de meados do século passado. Miniaturas tipo "General Custer" contam as histórias de disputas de terra e colonização.
O consultório é um dos quase dez cômodos reproduzidos no museu
Objetos tribais estão por toda a parte
Animais empalhados aos montes
Fica bem à beira-mar, numa prainha fofa, e são apenas 2,5 euros para entrar.

Plantation House: a casa do governo em Santa Helena

 Quando eu desembarquei em Santa Helena, eu comprei um tour para conhecer toda a ilha. Afinal, a ilha é composta de várias vilas e cidades e só Jamestown dá pra gente conhecer a pé; o resto da ilha é ultra montanhoso e as distâncias são muito longas para caminhar.
A fachada da Plantation House vista dos Gardens
 A maior parte dos visitantes só chega até os Plantation House Gardens e não à casa em si. É no jardim que estão as gigantes tartarugas que vivem na ilha, incluindo Jonathan, a maior delas, considerado o mais antigo habitante vivo da ilha (estima-se que ele tenha mais de 200 anos).
Um dos cantinhos da biblioteca
 Uma das coisas que me fez escolher o meu tour especificamente, embora mais caro, foi que ele incluía uma visita pelo interior da Plantation House, que é a residência oficial e sede do governo de Santa Helena. Veja bem:  eu pisei em Santa Helena ultra emocionada de estar ali, mas é o tipo de destino que a gente tem um feeling que não deve retornar no futuro. Então melhor ver tudo que pode de uma vez, certo? ;-P
A cadeira vira escadinha para alcançar os livros no alto
 Só 15 pessoas, divididas em dois grupos, são admitidas no interior da casa quando eles abrem para visitantes. O que é ótimo, porque o grupo fica bem pequenininho - o meu tinha 8 pessoas no total - e todo mundo se locomove junto, sem tropeços, pela casa, e ouve bem as explicações.





 Como Santa Helena é uma ilha britânica, o governante da ilha é o representante local da Rainha Elizabeth II (hoje ela é representada por Mr. Mark Capes). A casa, construída em 1792, é a residência oficial do governador desde então e também a sede oficial do governo - aka "local de despachos" :-D
O tema das navegações é recorrente no mobiliário e nos objetos
Brasão até na prataria
Mobiliário colonial
 A casa não é museu, não; dá pra ver em cada cômodo apresentado (só pudemos conhecer o andar de baixo, social; o de cima, com os quartos, nos foi vetado, claro) que as coisas e móveis estão sendo usados de verdade. Mas renderia, sim, um bom museu, a julgar pelo acervo da bibilioteca e pelas divinas obras de arte, incluindo quadros e uma escultura que têm Napoleão como tema.
O ressabiado Jonathan
Não foi imperdível a visita, não; mas curti.

15 de fev. de 2012

Longwood House: a casa de Napoleão em Santa Helena

O anúncio logo na entrada
 Napoleão Bonaparte viveu exilado na ilhota de Santa Helena, bem longe de casa, por quase seis anos, de 1815 a 1821. Exceto pelos meses iniciais na prisão Briars Pavillion, foi em Longwood House que ele viveu seus últimos anos de vida e faleceu.
A casa despretensiosa e aparentemente pequena (só aparentemente)
 Então lá fui eu visitar sua casa como uma das muitas coisas que – felizmente – consegui fazer na ilha durante a curta escala do Silver Whisper por ali.
Bandeira francesa hasteada
 A casa fica na região hoje batizada também de Longwood, uma área bem tranquila e quietinha da ilha, com apenas 3 ou 4 casas nas redondezas. A propriedade, bem discreta para os padrões da época  mas beeeeem confortável para um exilado, é composta de uma casa principal, duas menorzinhas e rodeada por um jardim ultra florido e bem cuidado.
O globo de Napoleão, onde ele fazia seu próprio joguinho de War 
 O imperador francês viveu ali com um bando de oficiais, generais e empregados em geral e a casa hoje funciona como um museu com parte de sua mobília, pertences, objetos, livros etc – vale lembrar que muitas de suas coisas foram levadas para a França depois que seu corpo foi trasladado pra lá (porque sim, o sepultamento original foi em Santa Helena e a antiga tumba de Napoleão continua lá para o turista que quiser ver ou tirar uma fotinha – eu, particularmente, achei absolutamente descartável o local).
O piano machucadinho

Vários dos objetos estão expostos assim, em galeriazinhas de vidro

Montes de cartas e manuscritos do próprio Napoleão fazem parte do acervo
O chapéu, claro!
 Cada cômodo tenta reproduzir como era sua disposição na época napoleônica – salas, salões, quarto, banheiros, cozinha etc. Estão ali sua cama, vários manuscritos, cartas, algumas roupas, seu piano, vários quadros e esculturas e, claro, até um exemplar de seu famoso e inconfundível chapéu.
O livreto do funeral

O jardim que cirunda a casa

A cama napoleônica
 Medalhas, moedas e até o folder de seu funeral têm seu espaço.  Além da casa principal, do próprio dito cujo, há também a ala dos empregados e uma casa para os generais e oficiais que o acompanharam durante todo seu exílio.
A mesa principal, que deve ter testemunhado muitas conversas  reveladoras

Um barquinho que foi presente
 O passeio é gostoso, tranquilo, cada um no seu ritmo, com moradores-monitores à disposição em vários dos cômodos para explicar o que é isso ou aquilo. E pode fotografar normal, desde que não se utilize o flash.
O quintalzinho interno

A ala dos generais e o tampo original da sepultura de Napoleão
Dizem os especialistas que trata-se do mais icônico e fiel museu dedicado a Napoleão do mundo, pelo próprio acervo que conserva. Eu curti. E muito.
Visitaça.

Cidade do Cabo: para quando você for

 Essa segunda visita à Cidade do Cabo, quando desembarquei da travessia Brasil-Africa, foi bem mais curtinha que a primeira. Mas deu tempo de rever os lugares que eu mais tinha gostado na cidade e conhecer mais dos arredores, sobretudo as vinícolas que tanto me encantam.
Se você quiser ler tudo que foi publicado aqui no Pelo Mundo sobre Cape Town, é só clicar aqui.

No mais, umas dicas rapidinhas, caso você esteja com viagem marcada para lá:

Chegando e saindo: 
O aeroporto da Cidade do Cabo é bem modernoso e estruturado. A maioria dos brasileiros chega e sai bem rapidinho, porque viaja via Joanesburgo, que é onde são feitos os processos imigratórios; mas o aerporto é também internacional. Para ir ou vir do seu hotel, você pode pegar um dos táxis locais ou contratar um transfer. No caso dos táxis, combine certinho o preço antes, pro caso dos muitos táxis sem taxímetro, ou cheque direitinho se o taxímetro está funcionando, para não ter surpresas. Pra quem perfere transfers, recomendo a Springbok Atlas, que eu utilizei tanto em 2010 quanto agora e gostei muito do serviço - foram bem prestativos tanto no serviço de van quanto no transfer privativo. No quesito espera, o Diners tem lounges ótimos tanto no terminal doméstico quanto no internacional, para quem é portador do cartão.

Trocando dinheiro:
O que não falta na cidade são casas de câmbio. Claro que no aeroporto a cotação é um pouquinho pior, mas não chega a ser nada gritante. O lugar com a maior facilidade de câmbio é o V&A Waterfront, que reúne várias delas, inclusive uma loja Amex. Mas a grande sacada - sorry pelo trocadilho :-D - continua sendo retirar dinheiro em caixa eletrônico mesmo, com seu cartão do banco ou seu cartão pré-pago de viagem, tanto faz. Mais uma vez, o melhor lugar para isso é o V&A Waterfront, que tem vários terminais ATM.

Segurança:
A Cidade do Cabo é bastante segura durante o dia e razoavelmente segura à noite nas zonas turísticas, inclusive para quem viaja sozinho. Estive sozinha nas duas visitas à cidade e em nenhum momento me senti ameaçada ou algo do gênero. Valem os mesmos conselhos que um brasileiro cansou de ouvir a vida inteira, é claro, como não caminhar sozinho por zonas muito desertas ou muito escuras, segurar a bolsa, não andar com carteira dando sopa no bolso detrás etc. A zona do Waterfront, em especial, conta com bastante policiamento e é muito tranquila - todo mundo anda com câmera na mão, por exemplo, sem stress.  À noite, na região da Long Street, o reduto mochileiro da cidade, vale tomar mais cuidado.
 Preços:
A cidade é bem, bem acessível. Apesar do grande fluxo de turistas o ano todo - principalmente agora, no verão - os preços são bem decentes para comer, passear e comprar (mochileiros costumam pirar com as refeições completas a 3 euros na Long Street :-D). A moeda sul-africana é o Rand, cujas lindas notas e moedas vêm todas estampadas com os animais nacionais. Pra quem viaja bastante pra Europa e tá acostumado com o euro, a conta é facílima: como 1 euro compra hoje 10 Rands, é só tirar uma casa do valor que tá beleza.

Transporte:
O centro da Cidade da Cabo tá perfeito para ser feito todo a pé. Os mais andarilhos podem caminhar inclusive do Waterfront pra lá, se o sol não estiver de rachar mamona.  O transporte público é bastante ruim, mas os táxis são fartos e muito baratos - só vêm com o inconveniente de ter que negociar corrida toda vez, já que a maioria não opera com taxímetro. Uma alternativa que eu adoro, e ótima pra quem viaja sozinho, é chamar um Rikki, os táxis compartilhados da cidade: você pode ligar pra eles de qualquer lugar e eles mandam o carro (sempre black cabs ingleses, pintados geralmetne de amarelo) que estiver mais próximo do seu endereço te buscar. Como a corrida é compartilhada com até mais 3 passageiros - cada um indo pra um lugar diferente, é claro - o preço fica baratíssimo, dificilmente passando dos 2 euros. Ou você já pode embarcar, é claro, num Citysightseeing Bus para conhecer as principais atrações turísticas - são 24 euros por dois dias de passeio.

Compras: 
Com os preços camaradas, Cape Town é também destino de compras queridinho dos brasileiros. Das muitas lojas internacionais dos grandes malls e do V&A Waterfront às deliciosas barraquinhas de artesanato da Green Market Square, você se depara todo o tempo com mil tentações - eu sempre vou à loucura com as máscaras e as bijoux.

Passeios pelos arredores:
Os aluguéis de veículo são bem em conta na África do Sul e as estradas, em geral, são boas e bem sinalizadas pelos arredores da Cidade do Cabo. Mas vêm com o senão da mão inglesa e, se visitar vinícolas e degustar vinhos estiver nos planos, melhor optar por um tour. Testei e aprovei a Springbokatlas (para tours em grupo) e a Wow Cape Town Tours (para tours privativos).


Onde ficar
A escolha da localização do hotel vai muito do tipo de turista. Para quem viaja com crianças, fica num hotel no V&A Waterfront é imbatível e tranquilo para passear dia e noite - e com todo tipo de opção na hora de comer. Quem quer ter independência para ir pra qualquer canto da cidade com facilidade, as imediações do centro comercial são a melhor opção (fiquei nessas redondezas nas duas visitas e gostei muito). Quem quer pegar praia e curtir a cidade num clima mais relax, Camps Bay e Sea Point são bons locais, mas demandam uso de transporte obrigatoriamente para ir a qualquer canto.

Quando ir:
A Cidade do Cabo é boa de visitar o ano todo mas, como na maioria dos destinos, primavera e outono trazem melhores preços e temperaturas mais amigáveis. O inverno na cidade pode ser bastante frio e os verões estão cada vez mais sufocantes: peguei temperaturas de 40 e 41 graus todos os dias dessa vez. No verão fica tudo lotado também e os preços bem mais inflacionados.

Quanto tempo:
Para conhecer bem Cape Town (museus, atrações e até pegar praia ou fazer um township tour) e dar pelo menos um giro de um dia pelas vinícolas dos arredores, eu recomendo cinco dias inteiros.

14 de fev. de 2012

Vrede en lust: delícia de vinícola para visitar

 Eu tinha acabado de sair da visita à KWV, que é um dos maiores conglomerados produtores de vinho da África do Sul. E eu não tinha curtido muito, não. Primeiro, porque o grupo de visitantes era muito grande, com mais de 20 pessoas; segundo, porque a visita tinha sido longa (mais de uma hora e meia), com aqueles filmes intermináveis no começo; terceiro, porque a visita tinha sido bem pasteurizadona, tipo Concha y Toro, aquela visita pra quem nunca visitou vinícola antes; e quarto porque os vinhos servidos na degustação do final (5 no total) tinham sido bem fraquinhos, enquanto eu sabia que o conglomerado produzia alguns bem decentes.
 O meu motorista guia da Wow Cape Town Tours (contei nesse post aqui sobre esse tour privado), vendo minha frustração pós-visita, foi quem me disse: "você já visitou a Vrede en Lust na sua vinda anterior? porque a vinícola é linda, os vinhos são ótimos e a visita é bem direcionada". Não, eu não tinha visitado a vinícola em 2010, não, e os argumentos dele me convenceram rapidérrimo. Então lá fomos nós. E ele estava COBERTO de razão.

Pra começar, a vinícola é linda, ocupando uma propriedade do século XIX gigantona. Ao chegar, você é recebido individualmente por uma das hostess - elas todas são jovens, ultra simpáticas e vestem vestidos vermelhos, bem lady in the red - e encaminhado para dentro da casa principal. Ali acontecem as degustações bem dirigidas, para cada cliente ou casal ou família ou grupo isoladamente - e você pode escolher, dentre opções pré-determinadas, quais os 6 vinhos que você deseja degustar durante sua visita.



Você escolhe onde quer sentar - mesa, sofás, varanda - e a hostess responsável por você fica, durante mais de meia hora, vindo falar exclusivamente com você. Cada vez que ela vem, conta um pouco da história da vinícola (dá pra ler tudo no site deles, e a história é toooooda romântica :-D) e um pouco do vinho que você vai degustar na sequência.


 Enquanto eu estava lá, uma dupla de amigos, dois casais e uma família também estavam visitando e degustando. Mas ficamos cada um numa parte, sendo atendidos individualmente, cada um de acordo com suas preferências. Uma gracinha.
 Como eles já estavam em plena vindimia, não deu pra visitar muita coisa, não; mas a hostess mostrou o celar e um pouco da propriedade.
Ah! Como a maioria das vinícolas de Paarl (e Stellenbosch, Frankschoek e adjacências) a visita custa meros 25 rands, o equivalente a 2,5 euros apenas.