| Paris: a campeã de vendas nos city packages |
Viajar a Buenos Aires ou Santiago nesse esquema, tudo ótEmo! Afinal, pra essas dá até pra ir na sexta e voltar no domingo, né? Mas... Paris?
Sim, eu sei que costumam ser bem “em conta”. Mas a minha grande dúvida é: vale a pena investir esse montante em dólares/euros pra ficar tão pouco em outro continente? Ou, mais simples ainda, vale a pena investir todas essas horas de voo para chegar, por exemplo, a Lisboa ou Miami (as opções mais próximas) e ficar tão pouquinho por lá?
Só fiz esse tipo de viagem – voo longo + 4 noites de hospedagem – a trabalho; viajei aos EUA e voltei moída. Pra mim, encarar um long haul flight (mais de 8 horas de duração) e seus efeitos em mim(corpo doído, sono em falta, pés e pernas inchadérrimos) por vontade própria tem que ser pra ficar pelo menos uma semaninha fora. Nessa duração, eu acho que compensa. Melhor ainda se puder ficar pelo menos 10 dias. Bão mesmo se puder ficar 15 (esse foi meu modelo de férias por muitos anos, nos meus tempos de CLT – dois períodos de 15 dias ao ano, que ainda eram sempre somados com jeitinho a um Carnaval aqui, um feriadinho ali, uma emenda acolá :-D). E fabuloso se puder ficar um mês, claro. Acho que quanto mais tempo a gente fica num destino, melhor aproveita, melhor o corpo se recupera e melhor se distribuem os gastos grandes da viagem.
Então, resumindo, a minha respostinha pra pergunta do título do post é: se for destino que envolva voos longos, não. Eu, particularmente, só vejo sentido se for América do Sul. Mas cada um é cada um, né? Então, se vc tiver ideias diferentes ou complementares, manda ver aí. :-D