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7 de fev. de 2013

Gastronomia portuguesa em Cunha na Barra do Bié

Relax na piscina? tá na mão ;)

 Das pousadas queridas que me trazem belas recordações de viagem, a Pousada Barra do Bié , em Cunha, SP, ocupa a liderança. Há quatro anos prometo voltar aí, e quero muito, mas a correria anda protelando esses planos, infelizmente.
Ainda que a pousada por si só já se baste, se você tem uma folguinha em março, provavelmente vai gostar de saber que a Barra do Bié agora traz novo evento gastronômico no dia 16 de março: o chef e restaurateur Edrey Momo, da rede 1900 Pizzeria e do ótimo Tasca da Esquina, promoverá ali a “Noite Portuguesa”.  Para celebrar o ano de Portugal no Brasil (e ano do Brasil em Portugal) haverá bacalhau à Brás e toucinho do céu, entre outras delícias, na noite gastronômica aberta para hóspedes e não hóspedes.  
Cachoeiras e trilhas ecológicas pelos arredores são boa pedida
No mais, o atendimento personalizadíssimo e mimos típicos da pousada (das amenidades L´Occitane ao café da manhã servido até 14h) continuam iguaizinhos, cheios de charme e calidez pelas mãos do Ciro e da Ana Rosa, rodeados pelo conforto dos chalés e do verde do entorno – além da fofura dos ateliês de cerâmica de Cunha, é claro.
A minha nova ida para lá terá que esperar mais um tiquinho, infelizmente. Mas eis aí uma ideia de final de semana redondinho. Pra colocar na agenda ;)

27 de nov. de 2012

Barbearia Campos: história pura em Lisboa

 
 Bem no Largo do Chiado, aquele miolinho delicioso de Lisboa que tooooodo mundo visita seja na primeira, segunda ou enésima vez na cidade, fica uma loja que é pura história na cidade. Aliás, loja, não: uma barbearia. Ou, se você preferir, um CABELLEIREIRO, assim, com dois Ls, como prega a fachada da Barbearia Campos.
 Não, não se trata de propriedade da família :D  - ao menos não diretamente ;)  A Barbearia foi fundada em 1886 e instalada no piso térreo de um edifício que fazia parte do famoso "plano de reconstrução Pombalina", supervisionado pelo próprio Marquês de Pombal depois do terremoto de 1755.
 Ali, as pias, bancadas, máquinas de engomar (!!!) e cadeiras são mantidas iguaizinhas - embora restauradas, é claro - ao que era na época em que figuras ilustres (como Eça de Queiróz, por exemplo) iam ali para fazer, literalmente, barba, cabelo e bigode. 

E, além dos funcionários serem super simpáticos, os clientes parece que já estão super acostumados com gente "estranha" entrando ali e aproveitam para contar causos enquanto lhe fazem a barba com aquelas navalhas enormes de antigamente.
Gracinha.