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10 de jul. de 2012

Novo Pompidou em Metz: escapada mais que perfeita de Paris

O novo Pompidou, bem do ladinho da estação
 Depois dos dias no sul da França (lindos, lindos, lindos), nosso grupo rumou para Paris. E um dos programas mais legais que fizemos ali... não foi em Paris! Fizemos um bate-e-volta genial a Metz, na Lorena, para conferir o novo Pompidou.
No TGV, a caminho de Metz
A viagem, via TGV, é rapidinha, dura menos de 1h30. A estação de trem de Metz fica literalmente do lado do museu -basta atravessar uma passarela e já estamos na praça do Pompidou. A arquitetura do museu (totalmente sustentável) é simplesmente genial, com o teto feito todo em encaixes impressionantes, inspirado mesmo nas construções japonesas. E dentro... uau.
O genial chão de caquinhos da praça em frente

Protótipo dos primeiros tanques de guerra, exposto no hall

Não são geniais os encaixes da cobertura?
A boa mostra de Bouroullec
 Não só nos EMBASBACAMOS com a incomporável mostra de Sol LeWitt (inesquecível, sério mesmo) como nos emocionamos com a linda mostra 1917 que, dentre tantas obras retratando esse ano tão polêmico na história mundial, contém também "o maior Picasso do mundo" (como dizia a própria publicidade do museu estampada em toda parte em Paris). E ainda curtimos por tabela a mostra de Ronan & Erwan Bouroullec, boa para fãs do design. 
A catedral de Metz, lindona, se destacando na paisagem
Um teco da sen-sa-ci-o-nal mostra de LeWitt
Metz vista do museu
Mais LeWitt aqui...
...aqui...
...e aqui, fenomenal!
Close nas linhas malucamente perfeitas, sempre feitas à mão, do gênio!
A célebre intervenção de Duchamp, na mostra 1917
Mais 1917
E o "maior Picasso do mundo"...
... bota grande nisso
 Da cidade, infelizmente vi muito pouco, ou quase nada - como os horários do TGV já estavam definidos e comprados pela própria organização da excursão, acabamos tendo muito menos tempo em Metz do que eu gostaria. Mas ainda assim deu pra curtir e para, claro, comer, enfim, uma quiche Lorraine em plena Lorena :-))))
E deixou gostinho de quero mais pra voltar a Metz com calma para ver bem a cidade. E, provavelmente, visitar novamente o museu. Sério. 

9 de jul. de 2012

Antibes e o Museu Picasso

 Seguimos para Antibes porque lá fica um dos mais importantes museus de Picasso do mundo; as obras do gênio ali expostas foram doadas pelo próprio, ainda em vida, como agradecimento pelo tempo que ele passou ali mesmo, no próprio edifício depois convertido em museu, vivendo e pintando. 
 Mas, por sorte, o roteiro previa que chegaríamos bem antes do horário agendado para a visita guiada; assim, deu tempo de saracotear pelo lindo centrinho, visitar oficinas de cerâmica e pintura, bandolar pela feirinha de antiguidades e ainda ter um almoço delicioso (melhor peixe da viagem toda e melhor café gourmand EVAH!) antes de seguir para o Museu.









 Lá dentro, a gente não pode fotografar nada, mas a visita é bem bacana, rápida, pontual. No terraço, onde ficam algumas esculturas dele - e também dois Miró - a pedida é esquecer do tempo: sol batendo, a côte d´azur todinha se esticando lá fora, veleiros passando no horizonte, uma lindeza. 






E, além do centrinho histórico - com direito a mercado de flores, frutas e comidinhas e uma infinidade de lojinhas - tem uma promenade fofíssima contornando a marina, também tomada de iates. 
Gracinha que só! Ali em Antibes, sim, eu desejei ficar para dormir. Infelizmente não deu :/

8 de jul. de 2012

Vallauris: a charmosa cidadezinha da "capela de Picasso"

Imagem da capela retirada do nice-panorama.com e reproduzida também nos postais vendidos ali
Depois de visitar em Vence a Capela do Rosário, conhecida popularmente como "capela do Matisse", não dava para continuar zanzando pela riviera francesa e não passar pela pequenina Vallauris, onde fica a "capela do Picasso".

A Capela Guerra e Paz, cujo teto e paredes foram tomados pelas pinceladas de Picasso, é a grande atração da cidade. Pequenininha, escondida num canto do igualmente Musée Picasso Vallauris, e ainda sujeita a horários esquisitos - chegamos ali com visita guiada agendada para 11h e nos avisaram, ali mesmo, que a visita seria "encurtada" porque eles tinham resolvido fechar antes a capela naquele dia (uma quinta-feira) para dar tempo de ajeitarem uma exposição que começaria no final de semana seguinte (oi?).
Ainda assim, vale cada minutinho da visita - principalmente se você gosta de Picasso. Referências e simbologias geniais, detalhes surpreendentes (aí a visita guiada faz tooooda a diferença), e tudo isso numa capela tão pequenininha (não pode fotografar, obviamente).


A entrada low profile para capela e museu
A fachada do museu
A entradinha acanhada da capela
 Do lado de fora, Vallauris não tem muito. Mas tem ali mesmo, na praça principal, quase em frente à capela-museu, uma escultura do Picasso assim, liberadona, pedindo pra gente tocar ("escultura foi feita mesmo pra gente tocar", disse o professor Paulo Gomes, o especialista em História da Arte que acompanhava nosso grupo da Biarritz. E ainda emendou: "eis aí sua chance de tocar um Picasso" :D).

O Picasso no qual todos passamos a mão ;-)))
 Na praça, estava terminando a feira - e só quem já foi à França sabe como as feiras francesas são incríveis, quase tão fenomenais quanto as italianas. Acabamos nos entregando todos às barracas de cerejas gigantes, framboesas e outras berries maravilhosas, enquanto curtíamos a arquitetura local.

Gracinha. Uma pena que não deu pra ficar mais tempo.