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27 de set. de 2011

Visa TravelMoney: mão na roda para viajantes

Crédito: divulgação
Não importa se a viagem é de férias, a trabalho ou intercâmbio: no fundo, ter um cartão pré-pago à mão hoje representa facilidade e segurança para quem viaja ao exterior. Foi-se o tempo em que viajávamos escondendo dinheiro cash no money belt (vulgo porta-dólar) ou carregando volume em cheques de viagem. Desde o advento dos cartões de crédito e cartões pré-pago, sejamos francos, nossas viagens ficaram muito mais simples e desburocratizadas.

Eu uso bastante cartões de crédito nas minhas viagens ao exterior. Mas, mesmo assim, não abro mão de levar um Visa TravelMoney também, até por uma questão de segurança, de saber que vou poder sacar dinheiro (cash) em moeda local em praticamente qualquer lugar do mundo, bastando me dirigir a um caixa eletrônico (é aceito para compras em milhões de estabelecimentos e para saque em moeda local em mais de 1 milhão de caixas automáticos no exterior) – e pode ser recarregado de qualquer lugar e a qualquer hora. 

Queridinho dos jovens que vão ao exterior em viagens de intercâmbio há algum tempo, o cartão pré-pago passou a ser adotado também pela maioria dos viajantes comuns e, sobretudo, pelos viajantes de negócios, que já recebem o cartão carregadinho da empresa para usar em suas despesas.

A maior vantagem de um cartão desse tipo é o controle sobre os gastos – você pode consultar seu saldo a qualquer momento nos terminais ou na internet e ainda não tem surpresas com grandes diferenças cambiais das moedas estrangeiras em relação ao real.  As compras em débito não são taxadas e os saques são taxados por transação, em valores fixos, pré-determinados – dê uma olhada no site deles para ter mais informações.

A nova versão multimoedas permite o carregamento de moedas diferentes ( Dólar Americano, Dólar Australiano, Dólar Canadense, Dólar Neozelandês, Euro, Franco suíço, Libra Esterlina, Iene, Peso Argentino, Peso Chileno, Peso Boliviano e Rand) em um único cartão. Ou você também pode carrega-lo numa única moeda (euro ou dólar, por exemplo) e sacar em moeda local segundo a conversão do dia.

O VTM pode ser emitido em diversas instituições bancárias e financeiras do Brasil. As compras e os saques são realizados sempre na moeda do país de destino, sem risco de variação cambial na moeda de carga. Você também recebe um cartão adicional para usar imediatamente em caso de perda ou roubo e tem Central de Atendimento 24h em Português, gratuita. E como fazer na volta da viagem? Você decide:  devolução em reais, guardá-lo carregado no cartão para uma próxima viagem ou utilizar o cartão nos estabelecimentos afiliados a rede Visa.
(Post Patrocinado)

9 de jun. de 2010

Levando dinheiro em viagem: sobre o Visa Travel Money

Vira e mexe alguém me escreve, tuita ou posta na caixa de comentários dúvidas sobre como levar dinheiro em viagem para o exterior e quanto levar. A minha resposta é quase sempre a mesma: quanto levar é uma decisão MUITO individual/pessoal (afinal, cada um gasta de um jeito e cada um viaja com um orçamento muito particular, certo?), um cartão de crédito internacional é essencial e uma das melhores formas de fazê-lo, sobretudo para quem não tem isenção de tarifa para saques do exterior diretamente de sua conta bancária no Brasil, é apostar num Visa Travel Money - ou VTM, para os íntimos ;-)

Trocando em miúdos, o VTM (olha o anúncio deles no comecinho desse post) é um cartão pré-pago internacional, aceito, segundo a Visa, para compras em quase 30 milhões de estabelecimentos no mundo e para saque em moeda local em mais de 1 milhão de caixas automáticos planeta afora. Ao contrario dos traveller checks, você não precisa procurar lugares sem comissão pra trocar, nem faz volume na carteira/moneybelt já que é um simples cartão de plástico. Funciona assim: você compra um cartão e carrega, depositando em reais/cash, na quantidade de moeda estrangeira que vc quiser - 100 euros, 500 libras, 1000 dólares, 2500 euros... vc é quem decide (pode ser carregado em Dólar, Euro, Libra Esterlina ou Rand - esse último, ótima pedida pra quem vai pra Copa do Mundo na África do Sul!). E daí pode usá-lo para saques em caixas eletrônicos conveniados à rede Visa no mundo inteiro, sacando em moeda local, o que nos poupa das perdas de conversão de moeda pra moeda (cada saque tem um custo fixo de 2,50 euros). Também pode ser utilizado, sem cobrança de taxa nenhuma, para compras débito, como Visa Electron, em vários países (as compras e saques são realizados sempre na moeda do país de destino).

Mesmo para quem usa mais o cartão de crédito na hora das compras, é uma mão na roda como garantia de verba, ainda mais que o VTM não está sujeito à variação cambial e também oferece cartão adicional para usar imediatamente em caso de - toc, toc, toc - perda ou roubo (tem Central de Atendimento 24h em Português gratuita) . Pra mim, a maior vantagem do cartão é que ele pode ser recarregado de qualquer lugar, por qualquer pessoa e a qualquer hora. Ou seja: eu viajo levando meu VTM e, se eu calcular mal meus gastos e ele ficar zerado ou com pouco crédito, eu posso pedir para alguém da família ou dos amigos recarregar pra mim, do Brasil mesmo, e recebo os créditos onde eu estiver, na mesma hora.

E se sobrar dinheiro no cartão depois que voltar de viagem? A escolha é sua. Eu guardo, porque tem sempre uma viagem nova no horizonte :-D (o meu vai com restinho que sobrou da última viagem agora na viagem de julho). Mas, se vc preferir, pode solicitar devolução em reais ou ainda utilizar o cartão nos estabelecimentos afiliados a rede Visa Electron no Brasil mesmo (você pode saber mais sobre o VTM na página deles no Facebook também).

E boas viagens, sempre.