Nossa ideia para os dias madrileños era dividir a hospedagem entre dois tipos de hotéis: um mais low cost, mas descoladinho, e um bem bacanudo. Para o low cost descoladinho, a rede Chic and Basic parecia servir muito bem aos propósitos - diárias a duplas, com café incluído, por ótEmos 55 euros, na unidade Colors.
O Chic and Basic Colors faz mais a linha hostal mas tinha a localização perfeita para o festival de tapeo que pretendiamos fazer: fica em plena calle de las huertas, numa das regiões mais bacaninhas para sair de tapas na capital espanhola. E dali é uma caminhada bem agradável para as principais atrações da cidade, do Parque del Retiro e museus à zona comercial e às delícias de Chueca (e o metrô Antón Martin é pertinho).
Chegar ali é fácil, mesmo de metrô, mas a única coisa que sinaliza que vc chegou ao seu hotel é um sinal pequeno junto ao interfone. A pegadinha 1 é que a recepção não funciona 24h - só funciona até 22h durante a semana e 17h aos domingos - quem chega depois desse horário tem que avisar com atencedência e buscar as chaves em outro endereço.
O hotel fica no segundo andar e não há elevador, só escadas. São poucos quartos, cada um com o nome de uma cor, e uma saletinha que faz às vezes de convívio e de local para o café da manhã - e era só lá que a internet pegava nos dias que eu e minha irmã nos hospedamos ali. O café da manhã era em estilo self-service MESMO: croissants, pão de forma e cereais ficam guardados numa gaveta e leite e sucos num frigobar - você levanta e prepara seu café a hora que bem entender, numa vibe meio albergue. O bom da saletinha era a máquina de Nespresso free of charge 24h por dia.
O quarto tinha a pegadinha 2: reservamos um quarto duplo M e pedimos por duas camas - mas eles so colocam duas camas nos quartos duplos L, porque os M são mesmo beeem apertadinhos - cama de casal pequena num canto, ducha no outro e vaso sanitário no outro, pia para fora, uma porta de armário com 3 gavetas e um criado mudo só. Nosso quarto não tinha varanda, mas vimos um enquanto a camareira limpava que tinha um balcãozinho pra rua.
Recebemos nossas chaves no check in, entrávamos e saíamos a hora que queríamos, tomávamos café da manhã no horário que bem entendíamos e a internet, ainda que fraca, era grátis. O que decepcionou foi o fato de o hotel não cumprir a promessa de design ou de lugar cool que vemos no site; e acho mesmo complicado não ter um funcionário 24h ali.
Sabido isso, ótimo custoXbenefício.
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3 de dez. de 2012
8 de nov. de 2012
Hotel review: Rocpool Reserve, Highlands, Escócia
De todos os hotéis de Inverness - e, acredite, são muuuuitos - o que mais aparece nas buscas no Google e nas publicações especializadas em turismo também é o Rocpool Reserve. E o hotel é mesmo muito bom, charmoso, elegante.
No centro de Inverness, a cinco minutos de caminhada do castelo e a dez do centrinho comercial e boêmio, tem localização ótima tanto para quem entra e sai da cidade de carro para passear pelos arredores (o acesso às estradas dali é rapidinho e tem estacionamento free) como para quem quer explorar a cidade fazendo o bom e velho footing.
O hotel é bem feminino na decoração, mas sem nada de exageros: muito elegante, com uns marrons e vermelho-bordô predominantes no bar e na sala de espera/lounge. No fundo, mais parece uma casa que um hotel, com a disposição curiosa dos cômodos - o ótimo restaurante Chez Roux (comandado por Albert Roux e seu filho), por exemplo, é o primeiro deles, logo à entrada da casa, e o bar é o último deles, na última sala do andar principal.
Os quartos são muito charmosos e também com decoração diferente em cada um deles, distribuídos em dois pisos e um mezanino - com a arquitetura curiosa da casa, alguns têm também uma espécie de mezanino com a cama propriamente ou o hall de entrada e o banheiro num nível mais baixo que o quarto em si.
Cama enorme, excelente, abertura das camas com chocolatinhos, água e Nespresso cortesia, banheiro bem espaçoso, wifi grátis. E o café pode ser tomado tanto no restaurante quanto pedido no quarto, sem taxa extra.
Vale ressaltar, entretanto, que o hotel não dispõe nem de concierge, nem elevador e nem doormen/maleteiros; não existe, na verdade, nem recepção - o que, no fundo, é bem simpático: a gente já assina as coisas do check in no próprio quarto, assim que chega. Tampouco há fitness center ou qualquer item de lazer, como jacuzzi, por ali.
O curioso? Tirando os dois chefs, só mulheres trabalham no hotel.
No centro de Inverness, a cinco minutos de caminhada do castelo e a dez do centrinho comercial e boêmio, tem localização ótima tanto para quem entra e sai da cidade de carro para passear pelos arredores (o acesso às estradas dali é rapidinho e tem estacionamento free) como para quem quer explorar a cidade fazendo o bom e velho footing.
O hotel é bem feminino na decoração, mas sem nada de exageros: muito elegante, com uns marrons e vermelho-bordô predominantes no bar e na sala de espera/lounge. No fundo, mais parece uma casa que um hotel, com a disposição curiosa dos cômodos - o ótimo restaurante Chez Roux (comandado por Albert Roux e seu filho), por exemplo, é o primeiro deles, logo à entrada da casa, e o bar é o último deles, na última sala do andar principal.
Os quartos são muito charmosos e também com decoração diferente em cada um deles, distribuídos em dois pisos e um mezanino - com a arquitetura curiosa da casa, alguns têm também uma espécie de mezanino com a cama propriamente ou o hall de entrada e o banheiro num nível mais baixo que o quarto em si.
Cama enorme, excelente, abertura das camas com chocolatinhos, água e Nespresso cortesia, banheiro bem espaçoso, wifi grátis. E o café pode ser tomado tanto no restaurante quanto pedido no quarto, sem taxa extra.
Vale ressaltar, entretanto, que o hotel não dispõe nem de concierge, nem elevador e nem doormen/maleteiros; não existe, na verdade, nem recepção - o que, no fundo, é bem simpático: a gente já assina as coisas do check in no próprio quarto, assim que chega. Tampouco há fitness center ou qualquer item de lazer, como jacuzzi, por ali.
O curioso? Tirando os dois chefs, só mulheres trabalham no hotel.
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Mari Campos - Pelo Mundo
às
9:00 AM
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7 de nov. de 2012
Hotel review: Tigerlily, Edimburgo
O Tigerlily apareceu em muitas das it lists de publicações de viagem E publicações de moda no mundo esse ano. E merece: o hotel é uma fofura, feminino até dizer chega. Fica na região que eu mais curti me hospedar em Edimburgo: o coraçãozão de New Town, bem na George Street, a passos de restaurantes e bares muito, muito, muito legais e a 3 quadras de todo o auê comercial da Prince Street.
Como é um hotel bem mulherzinha, e há "lily" até no nome, tanto a cor rosa quanto as flores estão bem presentes na decoração; mas em detalhes. As cores mais frequentes no decor dos 33 quartos do hotel são cores mais fortes/sexy, como bordô. E a vibe, no geral, é muito mais "jetsetter" do que "girlie": tem até um globo de discoteca no teto da escadaria que liga o térreo aos 3 andares de quartos (há elevador também, é claro).
O hotel ocupa um predinho georgiano e cada quarto tem decoração exclusiva, do papel de parede aos móveis e roupa de cama, o que, por si só, já é uma ideia bem legal. Alguns contam com saleta, outros com salinha conjugada, outros só quarto, outros são suítes. Banheira e lareirinha fake (eletrônica) também aparecem. Falta mesmo só a vista.
Na mesa de trabalho, uma doca para iPod com um já carregado com sucessos pop/rock das últimas 3 décadas, numa seleção bem democrática - além de outras playlist com música clássica, relax, new age etc.
O staff é muito jovem e impressionantemente sorridente; a menina loirinha que fez meu check in parecia a finada boneca Gui-Gui de tanto que sorria e movia a cabeça de um lado para o outro enquanto me registrava :))))) Todos muito simpáticos e atenciosos mesmo, e cheios de informações bem pontuais e insider sobre compras e nightlife.
O restaurante é excelente e, à noite, fica lotado, com um clima muito gostoso - luzes indiretas, decor com leva inspiração asiática, mini velas nas mesas e ótima trilha sonora internacional. O serviço é muito bom também (depois do 21212, foi o melhor serviço de restaurante que encontrei na Escócia) e a comida ótima tem preço bem decente no à la carte e fica melhor ainda no almoço - o menu fica por 15 libras por pessoa.
Acha que a noite é uma criança mas tá com preguiça de sair por Edimburgo afora? Sem problemas: o bar logo à entrada do hotel é super concorrido e um dos clubs mais comentadinhos ultimamente na cidade é justamente o Lulu, que fica no subsolo do hotel, com entrada privilegiada para os hóspedes.
Cool, cool. cool.
Como é um hotel bem mulherzinha, e há "lily" até no nome, tanto a cor rosa quanto as flores estão bem presentes na decoração; mas em detalhes. As cores mais frequentes no decor dos 33 quartos do hotel são cores mais fortes/sexy, como bordô. E a vibe, no geral, é muito mais "jetsetter" do que "girlie": tem até um globo de discoteca no teto da escadaria que liga o térreo aos 3 andares de quartos (há elevador também, é claro).
O hotel ocupa um predinho georgiano e cada quarto tem decoração exclusiva, do papel de parede aos móveis e roupa de cama, o que, por si só, já é uma ideia bem legal. Alguns contam com saleta, outros com salinha conjugada, outros só quarto, outros são suítes. Banheira e lareirinha fake (eletrônica) também aparecem. Falta mesmo só a vista.
Na mesa de trabalho, uma doca para iPod com um já carregado com sucessos pop/rock das últimas 3 décadas, numa seleção bem democrática - além de outras playlist com música clássica, relax, new age etc.
O staff é muito jovem e impressionantemente sorridente; a menina loirinha que fez meu check in parecia a finada boneca Gui-Gui de tanto que sorria e movia a cabeça de um lado para o outro enquanto me registrava :))))) Todos muito simpáticos e atenciosos mesmo, e cheios de informações bem pontuais e insider sobre compras e nightlife.
O restaurante é excelente e, à noite, fica lotado, com um clima muito gostoso - luzes indiretas, decor com leva inspiração asiática, mini velas nas mesas e ótima trilha sonora internacional. O serviço é muito bom também (depois do 21212, foi o melhor serviço de restaurante que encontrei na Escócia) e a comida ótima tem preço bem decente no à la carte e fica melhor ainda no almoço - o menu fica por 15 libras por pessoa.
Acha que a noite é uma criança mas tá com preguiça de sair por Edimburgo afora? Sem problemas: o bar logo à entrada do hotel é super concorrido e um dos clubs mais comentadinhos ultimamente na cidade é justamente o Lulu, que fica no subsolo do hotel, com entrada privilegiada para os hóspedes.
Cool, cool. cool.
Postado por
Mari Campos - Pelo Mundo
às
10:49 PM
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Hotel review: Apex City Hotel, Edimburgo
Como fui e voltei de Edimburgo às Highlands, por questões logísticas de voos e tal, acabei aproveitando para ficar em hotéis diferentes na capital escocesa. Já contei aqui sobre o hypadérrimo Missoni e agora é hora de falar do prático e funcional Apex City.
Essa unidade (o hotel faz parte de uma rede grandinha, com vários hotéis na cidade) fica super bem localizada em Old Town: em Grassmarket, que é a rua dos barzinhos e agitos noturnos de Old Town, a meia quadra dos bistros e lojinhas da Victoria Street e a duas quadras da Royal Mile, já bem pertinho do castelo. Quem curte os Citysightseeing Buses também se dá bem ali: um dos pontos de hop on/hop off fica praticamente em frente ao hotel.
O Apex tem quartos com um design contemporâneo mas bem sóbrio, tanto nas cores quanto nas linhas retas. Os quartos não são grandes mas têm espaço suficiente, inclusive para guardar a mala; e alguns deles têm vista para o castelo, mesmo na categoria mais simples, como o meu. Os banheiros são bem legais, com bastante espaço e luminosidade, e as amenities são da Elemis.
O meu quarto tinha vista para a rua e, como cheguei em plena sexta-feira, a noite do auê por excelência em Grassmarket, encontrei providenciais protetores auriculares na minha cabeceira logo que entrei no quarto.
Eu já estava feliz da vida com a vista; mas achei de uma baita delicadeza deixarem isso já de antemão, antes que o hóspede tenha que pedir.
O toque fun da hospedagem foi o patinho de borracha deixado na banheira - uma mania que está virando febre mesmo em algumas redes ;)
O café da manhã pode estar incluído na diária ou não; depende do deal da reserva; mas tem um buffet bem elegante e ainda opções de pratos quentes, de omelete a full scottish breakfast, à escolha do freguês.
O wifi é gratuito e funciona razoavelmente bem, inclusive nos quartos, e há um computador com impressora no segundo andar à disposição dos hóspedes para uso rápido, como fazer web check in e imprimir seu cartão de embarque.
Não há serviço de abertura das camas nem nada do gênero; tampouco há concierge e a recepção também deixa bastante a desejar em termos de informações sobre a cidade. Mas o serviço nos quartos e no café da manhã é simpático e eficiente e as ofertas de quartos desde 73 libras são mesmo um ótimo custoXbenefício.
Essa unidade (o hotel faz parte de uma rede grandinha, com vários hotéis na cidade) fica super bem localizada em Old Town: em Grassmarket, que é a rua dos barzinhos e agitos noturnos de Old Town, a meia quadra dos bistros e lojinhas da Victoria Street e a duas quadras da Royal Mile, já bem pertinho do castelo. Quem curte os Citysightseeing Buses também se dá bem ali: um dos pontos de hop on/hop off fica praticamente em frente ao hotel.
O Apex tem quartos com um design contemporâneo mas bem sóbrio, tanto nas cores quanto nas linhas retas. Os quartos não são grandes mas têm espaço suficiente, inclusive para guardar a mala; e alguns deles têm vista para o castelo, mesmo na categoria mais simples, como o meu. Os banheiros são bem legais, com bastante espaço e luminosidade, e as amenities são da Elemis.
O meu quarto tinha vista para a rua e, como cheguei em plena sexta-feira, a noite do auê por excelência em Grassmarket, encontrei providenciais protetores auriculares na minha cabeceira logo que entrei no quarto.
Eu já estava feliz da vida com a vista; mas achei de uma baita delicadeza deixarem isso já de antemão, antes que o hóspede tenha que pedir.
O toque fun da hospedagem foi o patinho de borracha deixado na banheira - uma mania que está virando febre mesmo em algumas redes ;)
O café da manhã pode estar incluído na diária ou não; depende do deal da reserva; mas tem um buffet bem elegante e ainda opções de pratos quentes, de omelete a full scottish breakfast, à escolha do freguês.
| full scottish breakfast: só para os (muito) fortes |
| A vista dos quartos com a janela volatada para Grassmarket = <3 td="td">3> |
17 de nov. de 2011
Hotel review: Habita Polanco, México
O finzinho da minha expedição chilanga foi passado num hotel que andou aparecendo muito, muito, muito na imprensa internacional - tanto nas publicações de viagem quanto nas de decor e design. Claro que eu queria checar, ainda mais que fica também em Polanco, meu bairro predileto na Cidade do México.
Trata-se do Habita Polanco, da rede Habita de hotéis, dos mesmos proprietários do fofo Condesa DF, que, direta ou indiretamente, acabou provocando todo o boom de hotéis boutique na cidade nos últimos anos.
O Habita fica em plena av. Masaryk, a principal artéria do bairro, movimentada dia e noite, e endereço das lojas mais high end da cidade e de vários restaurantes e bairros legais. E o metrô Polanco fica a literalmente duas quadras do hotel. A localização, na minha opinião, é excelente.
O hotel é super discreto na arquitetura e nas cores - muuuito branco -, inclusive do lado de fora. E, a meu ver, ultra masculino - porque o design é clean, mas clean mesmo. Os quartos são bem espaçosos mas com pouquíssimos móveis e objetos, e tudo muito claro e sóbrio. Música estilo lounge (muitíssima música brasileira, btw!) toca no quarto e no banheiro o tempo todo. Amenities simpáticas da Malin+Goetz.
O serviço em geral é fraquinho, mas é funcional - não falta nada, afinal - e tem wifi grátis de excelente qualidade no prédio todo. No lobby, fica o restaurante, pequeno e aberto para a rua, que funciona das 7h até de noite - ali é serviço um café da manhã simples, estilo buffet, incluído na maioria das diárias (o café é continental; falta ali algum toquinho mexicano).
No quinto andar fica a piscina (pequeninha), a academia e o bar, com uma bela vista panorâmica do bairro - no final da tarde do sábado, aliás, o bairro estava concorridíssimo, com meninas ultra arrumadas.
Trata-se do Habita Polanco, da rede Habita de hotéis, dos mesmos proprietários do fofo Condesa DF, que, direta ou indiretamente, acabou provocando todo o boom de hotéis boutique na cidade nos últimos anos.
O Habita fica em plena av. Masaryk, a principal artéria do bairro, movimentada dia e noite, e endereço das lojas mais high end da cidade e de vários restaurantes e bairros legais. E o metrô Polanco fica a literalmente duas quadras do hotel. A localização, na minha opinião, é excelente.
O hotel é super discreto na arquitetura e nas cores - muuuito branco -, inclusive do lado de fora. E, a meu ver, ultra masculino - porque o design é clean, mas clean mesmo. Os quartos são bem espaçosos mas com pouquíssimos móveis e objetos, e tudo muito claro e sóbrio. Música estilo lounge (muitíssima música brasileira, btw!) toca no quarto e no banheiro o tempo todo. Amenities simpáticas da Malin+Goetz.
O serviço em geral é fraquinho, mas é funcional - não falta nada, afinal - e tem wifi grátis de excelente qualidade no prédio todo. No lobby, fica o restaurante, pequeno e aberto para a rua, que funciona das 7h até de noite - ali é serviço um café da manhã simples, estilo buffet, incluído na maioria das diárias (o café é continental; falta ali algum toquinho mexicano).
No quinto andar fica a piscina (pequeninha), a academia e o bar, com uma bela vista panorâmica do bairro - no final da tarde do sábado, aliás, o bairro estava concorridíssimo, com meninas ultra arrumadas.
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