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17 de jun. de 2012

Beach Park: para quando você for

Depois de ter aproveitado esses 3 dias no Beach Park a convite do próprio complexo, vale dar umas diquinhas para quem anda planejando umas férias ou feriado prolongado por lá.
Quem se hospeda dum dos três hotéis do complexo voa até o aeroporto de Fortaleza e, de lá, segue em carro (alugado, van, táxi ou transfer) até o parque, que fica na praia de Porto das Dunas, no município vizinho de Aquiraz. O trajeto do aeroporto até os hotéis do Beach Park dura entre 30 e 45 minutos, dependendo do horário e do trânsito.
Essa é mais ou menos a mesma distância também do parque para Fortaleza - tanto para quem se hospeda na cidade e vai ao Beach Park só por um dia, para usufruir do parque, como para quem está hospedado no próprio parque e quer ir à Fortaleza para jantar, curtir as atrações da cidade ou mesmo dar um rolê pela feirinha da Beira-Mar.
Quem vai ao parque só por um dia, tem das 11 às 17h para se esbaldar nos brinquedos do parque. Vários quiosques com lanches, petiscos, sorvetes e até um big restaurante buffet fechado garantem a alimentação de quem está por lá. Ao lado da saída do parque para a praia fica o ótimo Chandon Bubble Lounge, pé na areia e sob coqueiros, que serve a la carte - excelente moqueca de arraia, viu? Vários banheiros, uma big área de locker, lojinha de souvenirs e um mooooonte de salva-vidas em todas as atrações completam o set.
Quem fica hospedado num dos hotéis do Beach Park conta com acesso exclusivo ou transporte ida e volta para chegar rapidinho ao parque e também pode entrar uma hora antes dos demais turistas - para os hóspedes, o parque abre às 10h e, às segundas, abre ainda um pouquinho mais cedo para as crianças dos Kids Club.
Os regimes de hospedagem dependem mesmo do cliente. A maioria dos hóspedes opta pelo regime de meia-pensão (café e jantar no restaurante buffet dos hotéis), com acesso diário liberado ao parque - e os preços são por quarto e não por pessoa, o que costuma ser bem vantajoso, por exemplo, para um casal com dois filhos.
Para outras informações mais específicas sobre o parque,seus hotéis, preços e pacotes, clique aqui.

16 de jun. de 2012

Morro Branco: passeio lindo para quem visita Fortaleza

Prainha linda, com o rio encontrando o mar, no caminho a Morro Branco
 Eu já tinha ido a Morro Branco, vejam só, há mais de dez anos, numa outra viagem à Fortaleza. E se tem uma coisa da qual eu lembrava com absoluta perfeição era da cor impressionantemente ocra das falésias que se dobram em direção ao mar por ali. Uma coisa meio Petra, de areia colorida e um sem fim de cânions. E isso continua simplesmente intacto por lá.
Nosso carro é cuidadosamente colocado sobre a micro balsa
 Quer dizer: a área do parque das falésias mudou, é claro, com tanta erosão no local - chuva, mar, vento, tudo junto e misturado ali. Mas a cor continua igualzinha e o encanto de caminhar ali pelos cânions também.
O motor é esse mesmo: o muque humano
 O que teve diferente dessa vez foi o jeito de chegar lá: pegamos um tour com o Hermes, um dos guias que trabalha em convênio com o Beach Park, e o cara, além de ser pura simpatia e fazer o trajeto ida e volta ficar muito mais divertido (carinhoso com as meninas também, uma graça), nos levou até Morro Branco do jeito mais lindo: pela praia.
Puxa a cordinha pra lá e pra cá para o carro chegar do outro lado do rio
 Assim, para chegar lá, além de trechos de estrada e por meio de Aquiraz e outros dois vilarejos, tomamos duas "balsas" também para atravessar o rio e a maré. O mais legal? Eram balsas "manuais"; através de mecanismos de garrafas pet, cordas e roldanas, as balsas de madeira que transportam um único veículo por vez, são puxadas pelos próprios moradores das redondezas (o preço da travessia vai de R$10 a R$15), Haja muque ;-)
O rio encontrando o mar lá no fundão
Os pneus do carro são esvaziados para poder enfrentar a areia
E lá se vai a balsinha para um lado...
... enquanto nós rumamos para outro
Logo chega outra prainha e outra travessia...
... também na base do muque ;-)

 Uma vez em Morro Branco propriamente dita, o Hermes nos deixou no topo das falésias, onde encontramos Feinho, nosso simpático guia local que nos levou cânions abaixo e acima para ver a areia mudar de cor até o mar por uns trocados.









 Dica da tia Mari: pelamordedeus, muito filtro solar no corpo e, se possível, protegê-lo também com saída de praia, camisetas e afins, que ali não tem um sinal de sombra e, num dia lindão que nem o que nós pegamos, o sol é de lascar.
Passeio lindo, lindo, lindo.
 E, pra não dizer que não falamos das flores, na volta ainda paramos em frente à peculiar (e bota peculiar nisso!) "maior rapadura do mundo", que levou 33 toneladas de cana de açúcar na sua composição e, obviamente, também está no Guinness.
Tem coisas que só o Ceará faz por você :-))))