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5 de mar de 2013

Fotolog: pelas ruas de Luxor

 Luxor é uma cidade maiorzinha, e com bem mais infra-estrutura para o turismo do que as demais cidades no roteiro do cruzeiro. Ali chegam também passageiros de cruzeiros em grandes navios (tipo Costa, MSC e outros) para day tours e mesmo a maioria dos passageiros dos cruzeiros pelo Nilo acaba dormindo uma ou duas noites na cidade para visita-la com mais calma. E vale: ali o souk é grande, bom para bater perna, há vários outros templos menores e mesquitas e um baita museu, muito interessante (o destino era também muito famoso pelos passeios de balão, por enquanto suspensos após o acidente na semana passada - leia meu texto sobre isso aqui).

 As ruas têm mais trânsito (mas nada que, nem de longe, se compare ao Cairo) naquela mescla prozaica de carros, vans, charretes, burricos e afins. Mas, mesmo assim, um clima de cidade do interior no jeitão da gente batendo papo na rua, nas crianças brincando etc.



 Deixo aqui, como num fotolog, alguns dos instantâneos que bati enquanto rodamos a cidade à pé ou na vanzinha do navio mesmo.








Tem muito mais Egito ainda por vir aqui no blog.

25 de dez de 2012

Antártida: para quando você for

- QUANDO IR: as viagens de turismo ao continente antártico acontecem entre novembro e março, anualmente.

- COMO COMPRAR: o ideal é pesquisar bastante online (ou com um agente de viagem que seja especializado nesse tipo de viagem) para encontrar o cruzeiro que mais se encaixa nos seus gostos e no seu orçamento. Os cruzeiros mais concorridos podem ter lista de espera de até dois anos (sobretudo no caso de navios menores, que costumam lotar mais rápido) mas, para fazer tudo com calma e planejamento, o ideal é comprar a viagem com seis meses de antecedência (lembrando que nem sempre a armadora permite parcelamento). Outra opção é entrar na loteria do last minute: em Ushuaia, na av. San Martin (a principal do centro), existem duas agências especializadas em vender cruzeiros para a Antártida de última hora, durante a temporada. Eles vendem lugares, em geral, que vagaram por desistências de passageiros; ou, eventualmente, um leito ocioso, que a companhia não conseguiu vender antes do embarque. As vendas, via de regra, são para saídas no dia seguinte, com pagamento à vista no cartão de crédito. Mas, como eu disse, é loteria: conheci três irmãos lá que embarcaram de última hora no navio que saiu junto com o meu do porto, depois de sete dias na cidade, tentando. E também conheço gente que foi até Ushuaia, tentou por 10 dias e não conseguiu.

- OS TIPOS DE CRUZEIROS: a maioria dos cruzeiros que opera roteiros à Antártida são cruzeiros de expedição - bom pouco entretenimento à bordo, poucos passageiros e zero formalidades. Mas há navios grandes, como alguns da Holland America ou da Royal, que incluem ilhas antárticas nos roteiros patagônicos, como os que vão de BsAs a Valparaíso (ou vice-e-versa) - nesses o clima é o normal dos cruzeiros, com muitos passageiros, bastante entretenimento, noite de gala etc. Mais importante que isso: é preciso lembrar que os roteiros de viagem à Antártida, ainda que bem similares, são diferentes - diferentes itinerários, distintas paradas; confira antes.

- A VIDA À BORDO: depende do navio, é claro. Mas, considerando-se os cruzeiros de expedição (que são a maioria para lá), a vida à bordo consiste em palestras e (eventualmente) uma ou outra atividade recreativa. A maior parte do tempo a gente passa mesmo entre observação de fauna/flora/paisagem nos decks ponte de comando, palestras, desembarques e refeições. A falha do meu no Polar Pioneer, na minha opinião, foi ter tido zero recreação; tinhamos palestras e tal, mas acho que fez falta, em algum momento, ter algo mais recreativo, nem que fossem cooking classes ou trivias.

- O ANTES: em geral, as companhias que operam cruzeiros para a Antártida LOTAM os passageiros com informação sobre o destino. Amigos que já tinham ido pra lá me alertaram e, mesmo a minha viagem tendo sido meio de última hora, recebi mesmo montes de arquivos em PDF explicando como limpar as roupas que seriam utilizadas lá (para não levar nenhuma espécie "estranha" à região), o que levar, etc. Não importa a companhia, autorização de viagem assinada pelo seu médico (atestando que sua saúde está ok) + seguro viagem (com remoção incluída) são obrigatórios.

- A MALA: falo da mala de viagem clássica à Antártida AQUI. Quem for pra lá num cruzeiro regular, incluindo outros destinos, daí talvez precise de uma mala um pouco mais cheinha, com algum traje social.

- COMO SÃO OS DESEMBARQUES: como não existem "portos", os desembarques são invariavelmente feitos em zodiacs, aqueles botes motorizados. Podem acontecer uma, duas (o mais comum) ou três vezes ao dia, dependendo da companhia, do navio e do roteiro em questão.  Com os zodiacs, é possível ter só um zodiac cruise (quando você nem sai do bote e só faz um cruzeirinho pela região) ou um desembarque (descendo nas ilhas ou no continente antártico, com caminhadas no local). O que você vai ver quase que invariavelmente? Pinguins, focas e pássaros mil, além de uma infinidade de icebergs. Baleias também são comumente avistadas dos navios.

- QUEM VAI: todo tipo de gente. Existem companhias que não são kids-friendly mas, em geral, hoje em dia crianças são bem aceitas também nos roteiros antárticos (dentre os passageiros que chegavam para fazer o roteiro inverso ao meu, no dia que desembarquei, havia 8 delas, com idades entre 8 e 12 anos). A maioria também não estabelece limite de idade, já que o aval do médico é obrigatório para todo passageiro (no meu cruzeiro, a passageira mais jovem tinha 21 anos e a mais idosa, 83 anos). O perfil dos passageiros mudou muito, me contaram lá, deixando de ser um roteiro "para terceira idade" e tendo roteiros com passageiros cada vez mais novos. No meu cruzeiro, por exemplo, um terço dos passageiros estava na faixa dos 30 anos.  Ali, tinha gente que foi por ser apaixonada pelas navegações e pelo continente em si (como eu), gente que foi por causa dos animais, gente que foi porque queria "pisar em todos os continentes do planeta", gente em lua-de-mel (acredite), gente que foi sem nem saber porquê (incluindo dois que "se cansaram de tanto ver iceberg" e não desembarcaram em quase nenhuma das escalas) e até (caso da passageira mais nova) que foi por uma aposta com os amigos o.O

Você pode ler todos os posts que publiquei sobre minha viagem à Antártida, sobre o antes, o durante e o depois da viagem, clicando AQUI.

Publiquei também posts sobre a viagem no Saia Pelo Mundo, que você pode ler aqui e tem um vídeo legal sobre a viagem feito por dois passageiros (pai e filho) do navio aqui.

22 de dez de 2012

Antártida: almoço ao ar livre

O buffet à frente e a churrasqueira ao fundo
 É comum a gente associar época de muito frio com época de ficar preso dentro de casa, né? Até quando viajamos, se é inverno, acabamos passando mais tempo dentro de museus, cafés e outros ambientes fechados (lojas e shoppings, pra muitos turistas), que passeando ao ar livre. E o frio que a gente espera sentir na Antártida parece ser tãaaaaao intenso que deveríamos passar a maior parte do tempo fechadinhos em nossas cabines. Mas, felizmente, ledo engano.
Já contei aqui em outros posts como, durante a viagem, desenvolvemos o hábito de passar grande parte dos dias nos decks externos e na proa do Polar Pioneer para não perder nadica da paisagem sempre embobadora de tão linda que nos acompanhou durante todo o cruzeiro. Até porque é só estar bem agasalhado, com o casaco certo para cada temperatura, que a gente não passa frio nunca (vou falar sobre roupitchas pra essa viagem mais pra frente).
 Então achamos especialmente legal quando soubemos que o almoço naquele quarto dia antártico, sétimo dia total do cruzeiro, ia ser ao ar livre, na popa do navio. Ao chegarmos do passeio da manhã, descobrimos que o menu era churrasco. Well, churrasco assim-assim, né? Numa vibe churrasqueira australiana: eram linguiças e legumes que estavam na churrasqueira, sendo grelhados, para acompanhar saladas, batatas e outras cositas servidas numa mesa entre os zodiacs guardados :)
Leu direitinho???
 Ganhamos todos refris geladinhos (geralmente, eram cobrados à parte) para acompanhar os comes e frio, no fundo, ali ninguém tinha. Estava tão gostoso que, enquanto as refeições costumavam ser rapidérrimas nos refeitórios (a maioria das pessoas levava 20 minutos entre sentar, comer, conversar e tchau), o almoço ali durou quase duas horas.
 A essa altura, já estavamos todos muito enturmados no navio - com passageiros e staff em número tão reduzido fica mesmo bem mais fácil a aproximação. Com vários casais, duas famílias mas também muitos solo travelers a bordo, várias "turminhas" tinham se formado ao longo dos dias de cruzeiro, é claro. Então o papo rolou mais animado ainda.


Hong Kong, Malasia, Japão, Brasil, Cingapura, Nova Zelândia, Australia: praticamente uma gangue-ONU :)
Maggie, a assistente de expedição, e Terry, diretor de hotel do cruzeiro (ele não é A CARA do Dominc Monagham??? :D)
Almocinho cool. Literalmente ;)

8 de set de 2012

O que anda “na moda” em Florença

Florença não é nenhuma Milão ou Roma no quesito “ditar moda”. Mas, sendo uma das cidades mais visitadas de toda a Europa e o coração da Toscana, recebendo não só milhares e milhares de viajantes como também uma infinidade de estudantes – sobretudo nessa época do verão -, a cidade vive com “ondas”.
Os cafés bacaninhas, simples mas com ares modernetes, e os bares piccoli, com jeitinho de adega familiar e bem bons para a hora do aperitivo, proliferaram que foi uma beleza só do outono passado pra cá. E a maioria com internet grátis (ainda que o free wifi nunca seja de muito boa qualidade, é um baita consolo para quem não usa chip local).
Mas tem outras coisas que são “onda” por aqui agora também, como:
- fim de tarde com Campari Mixx: é verdade que houve toda uma febre com bebidas à base de Campari nesse verão europeu em vários destinos; mas aqui em Florença a coisa ficou mesmo. Finais de tarde são tomados por gente bebendo garrafinhas vermelhas de Campari Mixx prontinho (como a nossa smirnoff ice, por exemplo) ou barmen preparando na hora o drink à base de limonada e, claro, Campari.

- lojas de roupas por kg: a mulherada fica ma-lu-ca com essas lojinhas que se proliferaram na cidade, sobretudo as mais novinhas. O kg de roupa custa em média 10 euros e a maioria dessas lojas vende ponta de estoque multimarcas, sem muita escolha de modelo ou tamanho, mas com peças sempre novas e, em geral, sem defeitos. Algumas dividem o preço do kg por “qualidade”: as qualidades mais baixas chegam a custar 6 euros o quilo; as melhores, 20 euros o quilo.

- Venchi: a nova loja da ciocolatteria Venchi que abriu na Piazza del Mercato fica lo-ta-da dia e noite, com filas homéricas. Curiosamente, a grande maioria ali nem coogita comprar os variados chocolates da tradicional marca italiana e sim o seu... gelatto! Se estiver a fim de provar, vá com tempo, que a fila é looooonga.

(p.s.: sorry a ausência de fotos. As fotos, pra variar, não sobem aqui no blogger nem pelo celular nem pelo iPad e, pra piorar a coUsa, trouxe só meu note antigo pra já deixa-lo aqui com meu irmão, que o dele morreu, e tá dando pau na hora de subir também. Entra no Instagram que lá eu subo umas trocentas fotos da viagem por dia :D)

8 de mar de 2012

Abu Mohasen Workshop (ou: o clã das adagas voadoras na Jordânia :-D)

 Estava eu visitando o belo anfiteatro romano do centrão de Amã quando me deparei, mais uma vez, com as fotos do Rei, seu pai e seu filho (elas estão por toda parte, que os jordanianos realmente idolatram o Rei e boa parte da família real). Nas fotos oficiais, o Rei carrega consigo uma adaga na cintura e, naquele momento, eu lembrei de ter lido em algum lugar que era uma família jordaniana que fazia as adagas artesanalmente e que as ditas cujas tinham ficado tão famosas que inúmeros órgãos oficiais e militares do mundo inteiro encomendavam a eles alguns, digamos, exemplares - incluindo os EUA. Comentei isso com o guia e Mohammad me disse: "você gostaria de ver como são feitas? a oficina é aqui pertinho". Eu disse um ÓBVIO QUE SIM animadaça e lá fomos nós.
O anfiteatro romano fica bem no centro
E era pertinho mesmo: bastou sair do anfiteatro e contornar a quadra pela direita que chegamos a uma tímida portinha, do lado de uma lojinha de souvenirs. Pronto: estávamos na Abu Mohasen Workshop. Ali, há mais de 100 anos, as habilidades de confecção manual de adagas de todo tipo e tamanho passa de pai para filho e não sai da família de jeito nenhum. Os filhos mais novos estavam ali, em pleno trabalho, e foi justamente um deles que muito muito muito gentilmente, falando um ótimo inglês, parou o que estava fazendo e me apresentou a oficina.

É pequena, apertadinha, em dois cômodos mais um mezzanino. E é ali que eles fazem mesmo tudinho, das adagas pequeninas como a do Rei às espadas gigantonas que o povo pendura na parede. São vários os materiais utilizados (as capas, por exemplo, são feitas de madeira e revestidas com alumínio), mas o processo é super minucioso e realmente todinho manual, impressionante. Acho que eu lancei um olhar meio duvidoso porque ele tascou: "ok, peraí que eu vou te mostrar uma adaga sendo feita no passo-a-passo". E lá fomos nós.
A capa da adaga começa a ganhar decoração
Decorando e limpando, decorando e limpando
Com uma espécie de estilete na mão, ele vai "desenhando" na capa da adaga de maneira surpreendentemente rápida 
Em cinco minutos - cinco!!!! - ele decorou toda a capa
O patriarca que começou tudinho e passou o talento geração por geração
Aqui ele parou um minutinho só pra desenhar uma capa de espada que pediram
O modelinho mais pedido já fica semi-pronto, para poupar tempo na hora H (tá vendo como o miolo da capa é de madeira?)
Uma mistura de sal e ácido é usada para gravar o que se quer na lâmina (reparem na tranquilidade com que ele mexe com o ácido, sem luvas e fumando seu cigarrito)
A lâmina é polida, afiada e afiada de novo
Depois de "desenhar" no alumínio, decorar e polir, fica lindona
Tá vendo a adaga do Rei? Igual-que-nem à minha ;-)
O mais legal? Eu assisti o passo a passo, desde o comecinho, da confecção da MINHA adaga. Linda, maravilhosa, exclusiva, com direito a nome gravado em duas línguas :-))))
Não preciso nem dizer que AMEI, né? De longe, o souvenir mais legal da viagem (shukran, Mohammad!)

Tá, você não curte adagas? Não tem problema: passa lá que eles também fazem, com o mesmo tipo de artesanato, umas caixas de chá, bandejas e porta-retratos divinos nas horas vagas. O que não pode é deixar de visitar. Imperdível mesmo.

P.S.: Eles podem personalizar também as capas das adagas e espadas, como costumam fazer para FBI e outras organizações internacionais, com o badge ou logo que você quiser. Aposto que vai ter muito brasileiro aparecendo lá pedindo pra personalizar a sua com o escudo do seu time :-))))))

4 de jul de 2011

Vai uma enquetezinha aí?

Las Ventanas al Paraiso, crédito divulgação
Eu sei, eu sei. É tanta pesquisa online que a gente responde hoje em dia que tem gente que já tá até achando chato. Mas não tem jeito: blogueiro tem que fazer pesquisa, e já estava mesmo da hora de uma nova pesquisita pro Pelo Mundo - uptodate é a regra mínima em se tratando de internet. Mas não, infelizmente não tem como prêmio uma estadia num hotelaço como o da foto. Ainda não :-)
Como qualquer veículo de comunicação, a gente tem que saber o mais especificamente possível pra quem a gente escreve, com quem a gente fala, quem viaja com a gente todo dia.  E só a pesquisa pra dar uma panorama mais preciso.
Tô com a pesquisa pronta há um tempinho, mas me faltava uma ferramenta fácil, prática, bacaninha pra colocar em prática. Mas agora vai!
Então mãos à obra: a pesquisa está divida em duas partes, e é importante que você responda as duas partes para fazer sentido. Mas, juntando tudo, tudo, tudo, você não vai gastar mais que 3 minutos no total com isso, prometo. É bem rapidinho mesmo.
Topas? Então, plisss, clique aqui e aqui também e ajude a gente a deixar o Pelo Mundo o mais a sua cara possível ;-)
Brigadú!

10 de ago de 2010

Normandia: melhor ainda com personal assistance

(foto do acervo pessoal da Flávia)

Sou uma pessoa de sorte: volto de 90% das minhas viagens com amigos na bagagem – ou, ao menos, tendo conhecido gente com histórias muito interessantes pra contar. Essa viagem, felizmente, não foi diferente; e dentre as muitas pessoas bacanas, cujos contatos trouxe com carinho pra casa, tenho que contar pra vocês sobre a Flávia.
A Flávia de Mello é brasileira e proprietária dos dois charmosíssimos hotéis na Normandia que eu citei nos posts anteriores. Claro que, antes mesmo de ir, eu já sabia que me hospedaria num hotel de um casal composto por uma brasileira e um português – afinal, eles andaram ganhando big repercussão na mídia especializada internacional por causa justamente dos hotéis. Mas não imaginava que fosse encontrar uma figuraça como ela por lá – nem que ela estivesse disposta a acompanhar solo travelers pra mostrar a região, um verdadeiro achado.
A Flávia, puro sorriso e simpatia, é uma gaúcha irriquieta e agitada daquelas cheias de história, que faz você se sentir à vontade e íntima em minutos. O melhor de tudo é que, como ela vive há quase dez anos ali na Normandia (está há quase 20 anos na Europa trabalhando com hotelaria), conhece cantinhos preciosos como só um morador local conheceria. Acostumada a montar roteirinhos e dar dicas supimpas da região aos hóspedes e amigos que a visitam – sobre restaurantes, compras, museus, vilarejos etc – madame de Mellô (é assim mesmo, com a sílaba tônica equivocada que ela é conhecida por lá) resolveu investir nessa nova onda de personal assistance em viagens. Ou seja: mulheres desacompanhadas, duplas de amigas ou mães e filhas em viagem que querem simplesmente ter zero de preocupação e conhecer o melhor da região podem contar com a Flávia como superultramaxiguia: elabora o roteiro, faz as reservas necessárias e ainda acompanha a(s) viajante(s) no passeio se desejar(em), inclusive na direção.
Claro que os valores precisam ser combinados tintim por tintim, dependendo da duração do roteiro e dos passeios pretendidos (pra entrar em contato com ela e solicitar orçamentos, o ideal é escrever para flavia.social@orange.fr). Mas posso dizer que, sem ela, eu não teria entrado em lojinhas e épiceries de outro mundo, chegado a mirantes em estradinhas de terra totalmente despretensiosas ou conhecido cafés e restaurantes bacanérrimos e super cool, daqueles com quase só moradores frequentando, sabe?
Recomendadíssima.