Uma boa notícia para quem tinha planos de visitar Bariloche nessa temporada de verão: a partir de hoje, 13 de janeiro, a LAN e as Aerolineas Argentinas anunciaram que estão retomando paulatinamente seus voos diretos de Buenos Aires à Bariloche.
No comunicado, ambas acrescentam as informações de que a retomada de voos pode ser suspensa se as condições de voo deixarem de ser seguras em qualquer momento. Por garantia, quem tem viaja marcada deve continuar checando periodicamente o status dos voos nos respectivos sites das companhias aéreas.
O verão quente e ensolarado é uma das esperanças do turismo de Bariloche de recuperar algo de tudo que foi perdido pelo setor em 2011. Vale lembrar que viajantes que estiveram recentemente na cidade afirmaram que a fuligem ainda é presente e pode incomodar organismos mais sensíveis.
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13 de jan. de 2012
12 de jul. de 2011
Travessia dos Lagos Andinos é alternativa para chegar a Bariloche
Se chegar à Bariloche via o caminho mais curto, via Buenos Aires, ainda não está rolando como usual (só tá dando certo para quem vai de bus), viajar a Bariloche a partir do Chile, que sempre foi um dos mais lindos passeios da América do Sul, vem sendo alternativa procurada por muitos viajantes nessas últimas semanas.
A viagem, cruzando lagos e montanhas da Cordilheira dos Andes, rodeada de vulcões (lindos e inativos, tks God), pode ser feita através do Cruce Andino, a partir de Puerto Montt, no sul do Chile - fiz parte dela em novembro do ano passado, lembram? Os aeroportos de Santiago e Puerto Montt estão funcionando normalmente, com voos operados por LAN, TAM e Gol com origem no Brasil. E o acesso à Patagônia argentina por via fluvial é tanto seguro como altamente interessante, com uma baita paisagem se descortinando o tempo inteiro.
A estação de esqui de Bariloche, apesar de sem neve (espera-se que caiam nevascas boas nos próximos dias), não está aberta para esquiar mas sim para passear por enquanto. Quem for pra lá por esses dias, deve encontrar uma cidade mais vazia e com promoções nos hotéis e restaurantes. O belo Galileo Hotel Boutique, por exemplo, está oferecendo 30% de desconto na tarifa, com diárias de 190 dólares por casal - uma tremenda relação custoXbenefício.
A viagem, cruzando lagos e montanhas da Cordilheira dos Andes, rodeada de vulcões (lindos e inativos, tks God), pode ser feita através do Cruce Andino, a partir de Puerto Montt, no sul do Chile - fiz parte dela em novembro do ano passado, lembram? Os aeroportos de Santiago e Puerto Montt estão funcionando normalmente, com voos operados por LAN, TAM e Gol com origem no Brasil. E o acesso à Patagônia argentina por via fluvial é tanto seguro como altamente interessante, com uma baita paisagem se descortinando o tempo inteiro.
A estação de esqui de Bariloche, apesar de sem neve (espera-se que caiam nevascas boas nos próximos dias), não está aberta para esquiar mas sim para passear por enquanto. Quem for pra lá por esses dias, deve encontrar uma cidade mais vazia e com promoções nos hotéis e restaurantes. O belo Galileo Hotel Boutique, por exemplo, está oferecendo 30% de desconto na tarifa, com diárias de 190 dólares por casal - uma tremenda relação custoXbenefício.
17 de jun. de 2011
O vulcão do Chile e nossas viagens II
Pois é. No dia 7 eu publiquei um post pedindo um pouquinho de calma e paciência pra todo mundo que me mandava emails e tuites perguntando se devia ou não cancelar a viagem de férias ou não em função da fumaça braba gerada pelas erupções do vulcão Puyehue, no Chile. Porque tomar decisões sérias desse tipo no calor do momento é mesmo muito complicado; e, se o negócio é a natureza em fúria, a gente tem mesmo que esperar um tempinho pra ver como o cenário geral se configura.
Do dia 7 pra cá, passados dez dias, vários deles com aeroportos fechados no cone sul, muita névoa e cancelamentos de voos, um monte de gente já postergou suas viagens (e alguns até amargaram horas de atraso entre a hora do voo e a hora da decolagem de fato). Agora que, ao que parece – toc, toc, toc – as coisas estão começando a se normalizar, com boa parte dos voos retomada, a gente pode pensar num cenário um pouquinho mais definido.
Cada um é cada um, eu sempre digo. Mas eu, EU, nesse momento, manteria meus planos de viagem para o Chile, que foi o país menos afetado em termos de voos (é exatamente isso, aliás, que eu estou fazendo). Principalmente se o seu destino for Santiago ou estações de ski como Portillo, Valle Nevado, Farellones e até Chillán, que vão começar já-já a temporada de inverno de vento em popa (com baita infra-estrutura, diga-se de passagem). Eu também manteria os planos de férias para Montevidéu, Buenos Aires e Mendoza numa boa, que acredito que tudo vá se normalizar nos voos. Já as viagens para Bariloche e região... bem, essas eu tentaria substituir por outro destino ou, pelo menos, adiar. Afinal, mesmo o aeroporto reabrindo nesse final de semana conforme os planos, a cidade ainda tá sofrendo muito (e locais como Villa La Angostura, ainda mais, que ontem foi declarada em estado de calamidade pública). Montes de cinza cobrindo as ruas, carência de água e luz em alguns pontos, não tá legal. É bem possível que, passado o auê, as pessoas que mantenham seus planos originais e viajem a Bariloche nas férias de julho sejam recompensadas com a cidade recuperada e bem tranquila. Mas, se você faz questão de aproveitar as férias escolares para viajar com as crianças ou já pediu férias no trabalho e não pode voltar atrás, considerar um outro destino para esse inverno é interessante (trocar os voos para Santiago ou o trecho Buenos Aires-Bariloche por um Buenos Aires-Mendoza são opções ultra interessantes, eu acho, com neve – nas estações de ski e nos picos nevados - e bom entretenimento do mesmo jeito). Não custa pensar direitinho, né?
Que as férias sejam lindas e divertidas para todos, sejam quando e onde forem ;-)
Do dia 7 pra cá, passados dez dias, vários deles com aeroportos fechados no cone sul, muita névoa e cancelamentos de voos, um monte de gente já postergou suas viagens (e alguns até amargaram horas de atraso entre a hora do voo e a hora da decolagem de fato). Agora que, ao que parece – toc, toc, toc – as coisas estão começando a se normalizar, com boa parte dos voos retomada, a gente pode pensar num cenário um pouquinho mais definido.
Cada um é cada um, eu sempre digo. Mas eu, EU, nesse momento, manteria meus planos de viagem para o Chile, que foi o país menos afetado em termos de voos (é exatamente isso, aliás, que eu estou fazendo). Principalmente se o seu destino for Santiago ou estações de ski como Portillo, Valle Nevado, Farellones e até Chillán, que vão começar já-já a temporada de inverno de vento em popa (com baita infra-estrutura, diga-se de passagem). Eu também manteria os planos de férias para Montevidéu, Buenos Aires e Mendoza numa boa, que acredito que tudo vá se normalizar nos voos. Já as viagens para Bariloche e região... bem, essas eu tentaria substituir por outro destino ou, pelo menos, adiar. Afinal, mesmo o aeroporto reabrindo nesse final de semana conforme os planos, a cidade ainda tá sofrendo muito (e locais como Villa La Angostura, ainda mais, que ontem foi declarada em estado de calamidade pública). Montes de cinza cobrindo as ruas, carência de água e luz em alguns pontos, não tá legal. É bem possível que, passado o auê, as pessoas que mantenham seus planos originais e viajem a Bariloche nas férias de julho sejam recompensadas com a cidade recuperada e bem tranquila. Mas, se você faz questão de aproveitar as férias escolares para viajar com as crianças ou já pediu férias no trabalho e não pode voltar atrás, considerar um outro destino para esse inverno é interessante (trocar os voos para Santiago ou o trecho Buenos Aires-Bariloche por um Buenos Aires-Mendoza são opções ultra interessantes, eu acho, com neve – nas estações de ski e nos picos nevados - e bom entretenimento do mesmo jeito). Não custa pensar direitinho, né?
Que as férias sejam lindas e divertidas para todos, sejam quando e onde forem ;-)
21 de set. de 2010
Hotel review: Llao Llao
Quem acompanhou minhas tuitadas e facebucadas (ui!) durante a viagem à Bariloche (que terminou oficialmente nessa madrugada) sabe que aproveitei a ida a Bariloche para esticar e ficar mais uns dias aproveitando o melhor da cidade. Afinal, o tempo estava fabuloso (frio mas com dias lindíssimos) e, honestamente, desde a primeira vez que estive na cidade, em 2004, me encantei perdidamente pelo Llao Llao Hotel Resort Golf & Spa.
Mergulhei fundo. Debruçado sobre o bucólico Puerto Pañuelos, o hotel fica entre os lagos Nahuel Huapi e Moreno, rodeado pelas mais belas montanhas da região, constituindo paisagens absolutamente arrebatadoras. A construção histórica - chamada de ala Bustillo - virou monumento nacional: a casa principal, tombada pelo governo, conserva a mesma estrutura básica de quase um século atrás, com áreas comuns finamente decoradas e quartos cheios das tradicionais estampas de flores tão tradicionais do hotel. Serviço atencioso e eficiente, várias opções de restaurantes (de snacks a alta gastronomia) e o famoso Té Llao Llao servido diariamente no Wintergarden (muito bom, mas em estilo buffet; particularmente, eu esperava um pouquinho mais de "cerimônia" na hora do chá).
Adorei também o spa, com uma fabulosa infinity pool aquecida, metade indoor, metade outdooor, uma delícia. Além das piscinas, sauna, duchas e um menu grande de massagens disponíveis. Aliás, muito gentilmente, a gerência me convidou para uma massagem relax espress, de 40 minutinhos - e adorei (com vista fabulosa e tudo). Mas adorei mesmo espiar a ala nova, a ala Moreno, em que todos os novíssimos quartos têm vista para o lago de mesmo nome através de janelas gigantes e varandas absolutamente encantadoras – e com uma decoração e conforto de instalações moderníssimos e irrepreensíveis. Lindas, lindas, lindas!
Importante: pedir um quarto com vista ao lago, é fundamental (na ala Butillo vários quartos têm vista para os jardins do hotel) e o suco de framboesa e a geléia de vinho malbec servidos no café da manhã são divinos.
HIGH - além do bom serviço e das belas áreas comuns, a internet wifi é grátis e de boa qualidade em absolutamente todo hotel, até nos jardins. Durante a alta temporada de inverno (julho e agosto) há transfers gratuitos para hóspedes várias vezes ao dia do hotel ao refúgio Llao Llao em pleno Cerro Catedral. Na alta temporada de verão, variados transfers também gratuitos ao centro de Bariloche e uma infinidade de esportes outdoor incluídos no valor da diária.
LOW - o staff, apesar de muito gentil, é bastante inflexível (não me permitiram embarcar com a mala no transfer para o centro, por exemplo, mesmo que só houvesse eu e um outro casal na van) e um ranger de portas ou janelas (provavelmente pelo vento forte que havia) era bem insistente no meu quarto, dia e noite.
Mergulhei fundo. Debruçado sobre o bucólico Puerto Pañuelos, o hotel fica entre os lagos Nahuel Huapi e Moreno, rodeado pelas mais belas montanhas da região, constituindo paisagens absolutamente arrebatadoras. A construção histórica - chamada de ala Bustillo - virou monumento nacional: a casa principal, tombada pelo governo, conserva a mesma estrutura básica de quase um século atrás, com áreas comuns finamente decoradas e quartos cheios das tradicionais estampas de flores tão tradicionais do hotel. Serviço atencioso e eficiente, várias opções de restaurantes (de snacks a alta gastronomia) e o famoso Té Llao Llao servido diariamente no Wintergarden (muito bom, mas em estilo buffet; particularmente, eu esperava um pouquinho mais de "cerimônia" na hora do chá).
Adorei também o spa, com uma fabulosa infinity pool aquecida, metade indoor, metade outdooor, uma delícia. Além das piscinas, sauna, duchas e um menu grande de massagens disponíveis. Aliás, muito gentilmente, a gerência me convidou para uma massagem relax espress, de 40 minutinhos - e adorei (com vista fabulosa e tudo). Mas adorei mesmo espiar a ala nova, a ala Moreno, em que todos os novíssimos quartos têm vista para o lago de mesmo nome através de janelas gigantes e varandas absolutamente encantadoras – e com uma decoração e conforto de instalações moderníssimos e irrepreensíveis. Lindas, lindas, lindas!
Importante: pedir um quarto com vista ao lago, é fundamental (na ala Butillo vários quartos têm vista para os jardins do hotel) e o suco de framboesa e a geléia de vinho malbec servidos no café da manhã são divinos.
HIGH - além do bom serviço e das belas áreas comuns, a internet wifi é grátis e de boa qualidade em absolutamente todo hotel, até nos jardins. Durante a alta temporada de inverno (julho e agosto) há transfers gratuitos para hóspedes várias vezes ao dia do hotel ao refúgio Llao Llao em pleno Cerro Catedral. Na alta temporada de verão, variados transfers também gratuitos ao centro de Bariloche e uma infinidade de esportes outdoor incluídos no valor da diária.
LOW - o staff, apesar de muito gentil, é bastante inflexível (não me permitiram embarcar com a mala no transfer para o centro, por exemplo, mesmo que só houvesse eu e um outro casal na van) e um ranger de portas ou janelas (provavelmente pelo vento forte que havia) era bem insistente no meu quarto, dia e noite.
20 de set. de 2010
Pra curtir Bariloche
Bariloche é bom pra passear pelos arredores do lago Nahuel Huapi...
Pelo belíssimo Lago Moreno...
Ir de barco à Isla Victoria...
Caminhar nos bosques de Arrayanes...
Comer as tradicionais empanaditas fritas do campo...
... e um belo corderito patagônico com vinhos do fim do mundo...
Babar no alto do Cerro Campanário...
Passar ao menos um dia entre skis e esquibundas no Cerro Catedral...
e dar um rolêzinho básico no centro (incluindo a mitica Calle Mittre) pra garantir uma volta pra casa regada a vinhos, chocolates e alfajores ;-)
Pelo belíssimo Lago Moreno...
Ir de barco à Isla Victoria...
Caminhar nos bosques de Arrayanes...
Comer as tradicionais empanaditas fritas do campo...
... e um belo corderito patagônico com vinhos do fim do mundo...
Babar no alto do Cerro Campanário...
Passar ao menos um dia entre skis e esquibundas no Cerro Catedral...
e dar um rolêzinho básico no centro (incluindo a mitica Calle Mittre) pra garantir uma volta pra casa regada a vinhos, chocolates e alfajores ;-)
19 de set. de 2010
Hotel Review: Panamericano Bariloche
Na primeira parte da viagem à Bariloche, me hospedei no Hotel Panamericano.
Localizado em pleno centro de Bariloche, fica na rua do agito (a Wilkenny e a Roxy estão a meros passos do hotel) e a três quadras da rua principal, a Calle Mittre, com seus montes de restaurantes, lojas e cafés.
O bom do hotel é que foi reformado há dois anos, então as instalações estão mesmo em ótimo estado. A decoração tanto dos quartos quando das alas comuns é elegante e o staff bastante gentil e solícito. Os quartos são também espaçosos e bastante confortáveis, com imensas janelas para admirar a paisagem - peça por um com vista para o lago, lindíssimo. Aliás, peça por um quarto do oitavo andar em diante, que são os que foram remodelados mais recentemente (os do 12o. andar, sobretudo) e têm as melhores vistas - ainda que a maioria deles continue com TV de tubo, que destoa bastante da decoração.
O café da manhã deixa um pouquinho a desejar, com um bufezão sem charme nenhum, bem ao estilo dos hotelões de excursão - mas bastante completo. Já o restaurante gourmet do hotel, o Tinto, tem excelente carta, ótima adega e serviço informal mas irrepreensível.
HIGH: localização, bom serviço, o restaurante Tinto, ótimos quartos.
LOW: a internet paga a parte (48 pesos cada 24 horas), a calefação central sempre muito, MUITO quente, e as amenities, que incluem apenas shampoo, condicionador e sabonete para a maioria dos quartos.
Localizado em pleno centro de Bariloche, fica na rua do agito (a Wilkenny e a Roxy estão a meros passos do hotel) e a três quadras da rua principal, a Calle Mittre, com seus montes de restaurantes, lojas e cafés.
O bom do hotel é que foi reformado há dois anos, então as instalações estão mesmo em ótimo estado. A decoração tanto dos quartos quando das alas comuns é elegante e o staff bastante gentil e solícito. Os quartos são também espaçosos e bastante confortáveis, com imensas janelas para admirar a paisagem - peça por um com vista para o lago, lindíssimo. Aliás, peça por um quarto do oitavo andar em diante, que são os que foram remodelados mais recentemente (os do 12o. andar, sobretudo) e têm as melhores vistas - ainda que a maioria deles continue com TV de tubo, que destoa bastante da decoração.
O café da manhã deixa um pouquinho a desejar, com um bufezão sem charme nenhum, bem ao estilo dos hotelões de excursão - mas bastante completo. Já o restaurante gourmet do hotel, o Tinto, tem excelente carta, ótima adega e serviço informal mas irrepreensível.
HIGH: localização, bom serviço, o restaurante Tinto, ótimos quartos.
LOW: a internet paga a parte (48 pesos cada 24 horas), a calefação central sempre muito, MUITO quente, e as amenities, que incluem apenas shampoo, condicionador e sabonete para a maioria dos quartos.
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