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21 de jan. de 2013

Transfer do aeroporto com a Savoya: testei e gostei


Chegar num aeroporto e encontrar alguém segurando uma plaquinha com seu nome logo ao deixar o desembarque é sempre um alívio. Os viajantes de negócios estão super acostumados com isso mas também para nós, turistas, esse é um mercado que não para de crescer. E especialmente útil quando chegamos num destino que (erroneamente ou não) nos deixa apreensivos (fiz isso em diversas ocasiões, como ao desembarcar sozinha em Joanesburgo, por exemplo, num final de tarde) ou, mais frequentemente ainda, quando nossos voos têm horários mais complicados de chegada e saída nos quais não conseguimos fazer uso dos shuttles e afins (como meu voo de Buenos Aires que chegou em Guarulhos às 3h45 da manhã).
Por isso mesmo fiquei especialmente feliz quando o pessoal da Savoya me convidou para testar o serviço deles, que chegou recentemente ao Brasil. Foi reconfortante sair do desembarque em Guarulhos cansada (e, ainda por cima, no meu caso, doente) e encontrar o motorista me esperando em plena madrugada e me levando rapidinho pra casa. Gostei muito do serviço: bom carro, motorista super pontual e discreto, eficiente e, melhor de tudo, sem o papinho antropológico dos taxistas :D
A empresa americana de transporte de executivos, que já atende em mais de 60 países, começou agora a funcionar também em 14 cidades brasileiras.  A tecnologia é 100% online – fui avisada por email o tempo todo,  da confirmação da reserva ao nome exato do chofer que me esperava do lado de fora – e o serviço funciona 24h, o ano todinho. Com Copa do Mundo e Olimpíadas aí adiante no calendário nacional, bela sacada - até porque os motoristas falam também inglês.
Preços sob consulta - dependem de data, itinerários e número de passageiros no veículo. 

2 de jan. de 2013

Transporte barato para o aeroporto: Roma, Madri, Paris, Londres e Lisboa

Terravision Fiumicino-Termini: se comprar ida e volta de uma vez, sai 8 euros ;) 
Quer dicas de transportes de baixo custo e sem perrengues para fazer o trajeto aeroporto-hotel-aeroporto nas cinco capitais européias mais visitadas pelos brasileiros? Então espia lá o post que eu fiz no Saia pelo Mundo: tem dicas de como gastar pouco nos transfers em Roma, Madri, Paris, Londres e Lisboa com um mínimo de conforto. 
As dicas são boas para quem viaja sozinho e não quer arcar com o valor todo de um táxi mas também boas para os viajantes HiLo, que constituem a maioria do público daqui do Pelo Mundo: em alguns dos destinos (sobretudo aqueles nos quais o aeroporto fica muito distante das zonas hoteleiras), economizar nesse tipo de transfer pode significar sobrar um dindim a mais para investir em outra coisa durante a viagem (hospedagem mais bacana, restaurante estrelado, comprinhas, spa etc). Espia lá.

16 de ago. de 2011

O tal aeroporto de Bergamo, na Itália: é furada?

Falando em transfers... Que eu voei de Ryanair pela primeira vez esse ano, todo mundo que lê o blog e me segue no twitter já sabe. E, desde que eu encarei um voo com a companhia para Milão na Itália, tenho recebido muitos mails e tuites de gente me perguntando se voar para o aeroporto de Bergamo é furada ou não. Sim, porque os voos da Ryanair não chegam em nenhum dos dois aeroportos de Milão propriamente, Malpensa e Linate: chegam numa cidade vizinha, Bergamo, num aeroporto que tem 90% de supremacia da própria Ryanair.
Eu, na verdade, não estava nem cogitando voar de Ryanair pra lá, justamente por essa história do aeroporto em outra cidade; estava careca de ver o povo reclamando horrores de Beauvais, que é o aeroporto de “Paris” da companhia. Foi meu irmão, que tinha voado de e para lá no ano passado, que me tranquilizou, dizendo que o transporte pra Milão era muito fácil e confiável, apesar da distância. E, com a imensa diferença tarifária da Ryanair pras outras companhias nesse trecho, eu resolvi encarar. E, quer saber? Recomendo.
O aeroporto é uma piada. Feio, desorganizado, confuso visto da entrada, parece mais uma rodoviária. Mas funciona. Dentro é ajeitadinho, tem free shop, praça de alimentação (um McDonald´s que vive LOTADO) e até duas salas vip filiadas ao Diners Club. Mas não tem finger nenhum: todo mundo desce na pista mesmo (thanks God a chuva só começou DEPOIS que eu cheguei, porque ia encharcar mesmo).

Mas o que todo mundo mais me pergunta é sobre o tal trajeto entre o aeroporto e Milão. Olha, achei dos males o menor. Não, não tomei táxi porque cobram uma fortuna; tomei um dos muitos shuttle que fazem a linha, como a Autostradale. Você pode comprar seu ticket antes, pelo site, na hora H, ali na bilheteria ou até na porta do bus, ou, o que eu achei mais legal, em pleno voo (já que a Ryanair vende mesmo Deus e a mãe à bordo :-D).
O trajeto durou 45 minutos, os ônibus eram super confortável e só há uma parada, na Stazione Centrale, de onde todo mundo segue pro seu hotel em táxi ou metrô, super fácil. No fundo, esse é exatamente a mesma duração do trajeto do shuttle que vem de Malpensa e de Linate; ninguém “perde” tempo da viagem por embarcar ou desembarcar em Bergamo. E os ônibus saem das 4h30 até meia-noite a cada 20 minutos, bom pra todo mundo.
Esse é o tipo de economia que não me parece perrengue, não. Tudo correto, direitinho, funcional. E se viajar de Ryanair e descer em Bergamo significa uma economia de dindim grande o suficiente pra eu curtir mais minha estadia em Milão (ficando num hotel bacana, por exemplo), eu acho super “topável” : - )))))))))))