Lee Valley White Water Centre é a sede da canoagem nos Jogos Olímpicos 2012, em Londres. Em suas corredeiras correm 13 mil litros de água por segundo (!!!) e muito em breve londrinos e turistas também poderão circular livremente por ali: Lee Valley será a primeira sede olímpica a abrir para o público após os jogos. A partir do dia 8 de setembro, será possível visitá-la novamente, incluindo a prática de rafting, canoagem e caiaque em suas águas.
Quem visitar o centro vai receber traje de borracha e demais equipamentos de segurança, assim como instruções de segurança e assistência para realização de alguns exercícios básicos antes de entrar na água. Quem quiser fazer o rafting ali - nivel 4 - é só acessar o site específico que criaram para tal - a diversão vai custar desde 49 libras por pessoa.
Aposto que vai refrescar o verão de muita gente ainda ;)
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4 de ago de 2012
23 de abr de 2012
De Paris a Londres no Eurostar
| Embarque tranquilo e ultra organizado na Gare du Nord |
| Na Gare du Nord, o Eurostar tem um embarque separadinho de todos os outros, no piso superior |
| O vagão da Standard Premier |
| Serviço de imprensa na entrada do vagão |
| O café da manhã servido no meu trecho Paris-Londres |
| Passageiros embarcam no Eurostar em St. Pancras |
| O vagão da Standard Premier na volta |
| Meu jantar servido no trecho Londres-Paris |
Vou repetir aqui o conselho que dei lá no SPM: ainda que viajar na Standard Premier não esteja originalmente nos seu budget, cheque sempre as opções do site, porque a diferença tarifária pode ser mesmo pequenininha. Os preços em qualquer uma delas na segunda feira de manhã e na sexta final de tarde e à noite costumam ser os mais caros.
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Mari Campos - Pelo Mundo
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9:00 AM
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22 de abr de 2012
Hotel review: Four Seasons Hyde Park, Londres
Quando eu cheguei para o check in no Four Seasons Hyde Park, o último hotel (gran finale) que eu tinha reservado para a semana em Londres, o recepcionista me perguntou: "A senhora faz questão de entrar no quarto agora ou aceitaria esperar cerca de 1h30 pra tal?" Diante da minha cara de ué, ele completou: "é que em 1h30 teremos vaga em uma de nossas suítes, e poderíamos lhe conceder esse upgrade". Bom, sorrisão no rosto, óbvio que eu aceitei esperar com o maior prazer, né? :-)))))
Eu já conhecia o hotel da viagem de fevereiro do ano passado (lembram?), mas tinha apenas dado uma olhada nas áreas comuns e tomado um delicioso chá da tarde no lindo, lindo, lindo Amaranto Lounge (que eu continuo achando um dos lugares mais deliciosos da cidade, seja para o afternoon tea, um drink ou um café, tanto faz). Mas quando estive no hotel, o upper floor ainda não estava pronto - e acho que eis aí um tremendo diferencial em termos de hotelaria londrina.
O último andar do Four Seasons foi totalmente construído sobre a estrutura do edifício original, e todinho envidraçado, com vista panorâmica para a cidade: Hyde Park, London Eye, Big Ben, Oxo Tower... está tudo ali ao alcance do olhar. Nesse piso fica tanto o excelente spa (excelente mesmo, e com todas as salas de tratamento com vista para o parque; contei do spa também aqui) como um adorável lounge para quem chega no hotel muito antes do horário padrão do check in (caso dos voos procedentes do Brasil, por exemplo) - ali, quem chega cedinho pode usar seu computador, tomar um cafezinho da manhã lendo o jornal do dia, descansar e até tomar banho e se trocar depois da longa viagem, sem nenhum custo extra. Uma baita mão na roda (e ainda tem o céu reproduzido no teto, uma graça).
Os ambientes comuns do térreo são super sexy e elegantes, com muito preto e vermelho em toda parte (eis aí uma combinação de cores que eu adoro) - inclusive nos elevadores, que são revestidos com couro internamente. Já os corredores dos quartos são super light, decorados em cáqui e afins - e com fotos lindas de grandes divas em Londres. O restaurante principal, o Amaranto, serve ótimas refeições (inclusive menus de almoço super acessíveis, como eu contei aqui) e vive movimentado, dia e noite - e o café da manhã, todo à la carte, tem um serviço excepcional.
Bom, e o meu quarto... well, suíte é suíte (e esses upgrades só acontecem comigo quando eu tô sozinha, damn! :-P) Sala de jantar completinha, ótima mesa de trabalho, walking closet, saleta completa (com lareira automática e tudo, para o inverno), um banheiro imenso (já com as novas amenities da descoladinha Roja) e um quarto super espaçoso com vista para o parque. Tudo em cáqui e preto, sem afetações ou exageros, bem elegante. Linda, linda, linda.
Eu nunca tenho mesmo reclamações sobre os hotéis da rede que, felizmente, sempre superam minhas expectativas (tá, sempre falta um chocolatinho no turndown service :-D). Mas o Four Seasons Londres ainda merece mesmo um pontinho a mais sobre os outros: é o primeiro Four Season que eu vejo a oferecer free wifi! Oferecem também um plano pago, pra quem precisa de muita velocidade para trabalhar, mas a gratuita funcionou perfeitamente para mim, fosse para redes sociais, pesquisas online ou emails - que é o que o turista padrão vai precisar mesmo.
Adorei.
| Até os elevadores são sexy ;-) |
| Já os corredores dos andares dos quartos são discretinhos... |
| ... mas ainda assim bem femininos |
| Tem até mega binóculo e luneta pra ver Londres do último andar |
| O delicioso lounge do último andar aqui... |
| ...e aqui |
| A entrada do spa |
| Water therapy para antes dos tratamentos no spa |
| E a salinha relax para antes e depois |
| O belo wine bar do Amaranto |
Eu nunca tenho mesmo reclamações sobre os hotéis da rede que, felizmente, sempre superam minhas expectativas (tá, sempre falta um chocolatinho no turndown service :-D). Mas o Four Seasons Londres ainda merece mesmo um pontinho a mais sobre os outros: é o primeiro Four Season que eu vejo a oferecer free wifi! Oferecem também um plano pago, pra quem precisa de muita velocidade para trabalhar, mas a gratuita funcionou perfeitamente para mim, fosse para redes sociais, pesquisas online ou emails - que é o que o turista padrão vai precisar mesmo.
Adorei.
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Mari Campos - Pelo Mundo
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4:16 PM
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Hotel review: Pestana Chelsea Bridge, Londres
Na hora da reserva de uma noite no Pestana Chelsea Bridge, eu ainda estava meio receosa em ficar "do lado de lá" do Tâmisa. Dava a impressão que era longe de tudo, mas nada: o hotel que tá ficando queridinho dos brasileiros (é impressionante como lá quase só se ouve português tanto dos hóspedes quanto dos funcionários - afinal, a rede é portuguesa!) fica bem em frente pro lindo Battersea Park, a cinco minutos de caminhada da Chelsea Bridge e bem pertinho (pertinho mesmo, dá até pra ir caminhando em menos de quinze minutos) da muvuca diurna e noturna de Sloane Square - pros fãs do underground londrino, vale dizer que fica longe do metrô mas tem parada de ônibus bem em frente.
Os quartos me surpreenderam, super modernosos, com vista para o parque ou para o skyline londrino. Muito branco no decor e janelões que ocupam toda uma parede são marca registrada; TVs de LCD e ipod dock também. Os banheiros têm sempre banheira e ducha separadas e a maioria ainda tem a banheira com parede "vazada" para o quarto. E ótima cama.
As diárias valem desde 111 libras e podem ou não incluir o café (reservar pelo site é super recomendável). O restaurante funciona como buffet e à la carte também durante o dia, mas eu recomendo mesmo o lounge bar, que serve comidinhas rápidas, em estilo tapas, mesmo tarde da noite e fica cheio de gente batendo papo ou usando seus notebooks e smartphones por ali (a internet é grátis no lobby).
| A fachada |
| Camona, sofá e janelões em todos os quartos |
As diárias valem desde 111 libras e podem ou não incluir o café (reservar pelo site é super recomendável). O restaurante funciona como buffet e à la carte também durante o dia, mas eu recomendo mesmo o lounge bar, que serve comidinhas rápidas, em estilo tapas, mesmo tarde da noite e fica cheio de gente batendo papo ou usando seus notebooks e smartphones por ali (a internet é grátis no lobby).
| A vista chega até a London Eye, no cantinho esquerdo, tão vendo? ;-) |
Tem também coffee/tea facilities nos quartos e um spa bem legalzinho, com saunas e piscina abertos aos hóspedes.
Bem legal.
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Mari Campos - Pelo Mundo
às
12:00 PM
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21 de abr de 2012
Hotel review: The Bloomsbury Hotel London
| Elegante e muito, muito espaçoso |
| A fachada do edifício projetado por Sir Lutyens |
O edifício de Sir Edwin Lutyens, que já foi sede da Associação Cristá de Moças, foi totalmente restaurado para dar vida ao hotel - mas ainda guarda preciosidades do começo do século XX, como a linda biblioteca, o refeitório e os salões divinos.
| Banheiro cheio de charme |
| A Nespresso que os brasileiros tanto adoram está em todos os quartos |
| Close na cama |
| O lounge todo relax |
| Detalhe do lounge |
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Mari Campos - Pelo Mundo
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7:34 PM
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20 de abr de 2012
The Lord Moon of the Mall: pra quem curte pub
Aqui no Pelo Mundo, vocês sabem, é tudo HiLo, exatamente como eu também sou. Acabei de falar do bar que achei o mais lindo, bacanudo e divertido da viagem e pelo qual morri de amores. Mas nem tudo é razzle dazzle em Londres, é claro; e se tem uma coisa bem, bem, bem inglesa é pub, certo? Aquele pub confuso, muvucado, no frills, que cheira a cerveja e gordura.
Pois tem um pub simplinho, simplinho, e beeeem na muvuca turística - eu já falei dele pra vocês, em plena Whitehall, a passos da Trafalgar Square, e com cartazes (!!!) anunciando as ofertas do lado de fora - no qual eu bato cartão toda vez que vou a Londres, desde a primeira viagem à cidade láaaaa em 2003.
Trata-se do The Lord Moon of the Mall, da rede Wetherspoon. Não, não tem nada de tchans, muito pelo contrário; é super confuso, mas tem boa comida, boa oferta de cervejas e ótimos preços - e um fish&chips (no prato, é claro) bem honesto, caprichadinho, com acompanhamento, que vale meras 6 libras. É grande mas está sempre cheio: durante o dia, de turistas, sobretudo. Entre 17 e 20h, de moradores bebendo pints e pints de cerveja depois do trabalho.
Como eu não bebo cerveja, ali eu ataco com a versão girlie british e peço sempre um Pimm´s + Lemonade (ali o mix pro seu shot vem sempre free, o que é óooootEmo) por menos de 3 libras. Como tem gente do mundo inteiro, eis aí outro lugar que eu maxi recomendo também para quem viaja sozinho: é muito, muito fácil conhecer gente bacana e se envolver em altos papos (e vale pra qualquer budget, com precinhos tão camaradas).
Conselho da tia Mari: se você vai pra comer, agarre logo ao chegar sua mesa - elas são disputadíssimas porque ali não pode ficar no balcão e qualquer prato ou appetizer só é servido se você estiver "alocado" em uma mesa (quem vai só beber tem uns cantinhos para "encostar" :-D)
P.S.: fyi, aqui também foi um dos lugares nos quais passei o American Express Global Travel Card direto, sem precisar digitar senha.
Pois tem um pub simplinho, simplinho, e beeeem na muvuca turística - eu já falei dele pra vocês, em plena Whitehall, a passos da Trafalgar Square, e com cartazes (!!!) anunciando as ofertas do lado de fora - no qual eu bato cartão toda vez que vou a Londres, desde a primeira viagem à cidade láaaaa em 2003.
Trata-se do The Lord Moon of the Mall, da rede Wetherspoon. Não, não tem nada de tchans, muito pelo contrário; é super confuso, mas tem boa comida, boa oferta de cervejas e ótimos preços - e um fish&chips (no prato, é claro) bem honesto, caprichadinho, com acompanhamento, que vale meras 6 libras. É grande mas está sempre cheio: durante o dia, de turistas, sobretudo. Entre 17 e 20h, de moradores bebendo pints e pints de cerveja depois do trabalho.
Como eu não bebo cerveja, ali eu ataco com a versão girlie british e peço sempre um Pimm´s + Lemonade (ali o mix pro seu shot vem sempre free, o que é óooootEmo) por menos de 3 libras. Como tem gente do mundo inteiro, eis aí outro lugar que eu maxi recomendo também para quem viaja sozinho: é muito, muito fácil conhecer gente bacana e se envolver em altos papos (e vale pra qualquer budget, com precinhos tão camaradas).
Conselho da tia Mari: se você vai pra comer, agarre logo ao chegar sua mesa - elas são disputadíssimas porque ali não pode ficar no balcão e qualquer prato ou appetizer só é servido se você estiver "alocado" em uma mesa (quem vai só beber tem uns cantinhos para "encostar" :-D)
P.S.: fyi, aqui também foi um dos lugares nos quais passei o American Express Global Travel Card direto, sem precisar digitar senha.
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Mari Campos - Pelo Mundo
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The Connaught Bar: meu preferido em Londres
O bom de voltar para um lugar que a gente já conhece bem, além da tranquilidade de não ter que "bater cartão" em nenhuma atração turística, é saber que sempre descobrimos lugares novos bacanas. Ainda mais numa cidade como Londres. E foi justamente nessas andanças despreocupadas que eu entrei pela primeira vez na vida no The Connaught, um hotel cinco estrelas todo tradicional em Mayfair que me tinha sido super bem recomendado.
Além do hotel ser queridinho de celebrities que buscam anonimato e full privacy, o grande segredo ele esconde, literalmente, nos fundos: o The Connaught Bar, que, paixão à primeira vista, já se tornou meu bar predileto em Londres :-D (e o mais bonito, na minha opinião)
O bar é pequeno mas a decoração by David Collins é incrível: inspirada no cubismo, suas paredes são todas texturizadas, com toques prateados mesclados com lilás e verde-pistache; os móveis mesclam poltronas clássicas com mesas e pufes super contemporâneos (eles mesmos definem o estilo como "ultra-stylish" :-D)
Apareci por lá às seis, que é o horário que o bar começa a encher com quem sai do trabalho - e a hora para conseguir também uma mesinha, já que o balcão é pequenininho e só pra quem encosta em pé mesmo, sem cadeiras (pode também fazer reserva; e é recomendável se for em mais gente, porque o pessoal tem mesmo o hábito de reservar ali). Às 18h30, o bar LOTA: engravatados aos montes aparecem por lá afrouxando os colarinhos já desde a porta de entrada.
A julgar pelas pessoas com as quais conversei, a maioria ali frequenta o The Connaught pelo menos uma vez por semana depois do trabalho; o povo chamava o bartender principal (o italianíssimo Agostino Perrone) pelo nome e ele sabia exatamente o que cada um ia beber. Acho que uns 10% apenas eram turistas ou executivos em passagem pela cidade, atmosfera excelente. A música é ótima e, como o ambiente é pequeno, é simplesmente perfeito para quem vai sozinho: em dois minutos ali você já está entrosado.
A carta de drinks tem todos os coquetéis tradicionais mas também várias criações da casa. Mas o forte da casa mesmo são os martinis: quando você pede um, Agostino vem até sua mesa com um carrinho que virou marca registrada da casa e ali você pode "cheirar" todas as essências que podem ser acrescentadas ao drink, de gengibre a cardamomo (o grande must da casa), e foi nesse último que eu apostei. Fortíssimo, mas delicioso, é servido em taças exclusivas do The Connaught - e assistir a preparação toda meticulosa à sua frente é mesmo muito legal.
Atendimento excelente, tremendo bar e a noite mais divertida dessa viagem.
| Ao chegar, todo mundo recebe o "cocktail of the day" complimentary |
O bar é pequeno mas a decoração by David Collins é incrível: inspirada no cubismo, suas paredes são todas texturizadas, com toques prateados mesclados com lilás e verde-pistache; os móveis mesclam poltronas clássicas com mesas e pufes super contemporâneos (eles mesmos definem o estilo como "ultra-stylish" :-D)
| Agostino começa a preparação do meu martini, com o carrinho bem à minha frente, com direito a luva branca e tudo ;-) |
| Todo mundo dá uma olhadinha enquanto um martini é preparado |
| Preparação científica ;-) |
| Uma misturadinha... |
| ... uma mescladinha teatral e... |
| ...VOILÀ! Assim nasce um Cardamom Martini |
| O balcão super sossegado na hora que eu cheguei, com o dia ainda claro lá fora |
| Nas mesas ao lado, martinis também |
| As luzes ficam mais intensas conforme vai escurendo lá fora |
| E 19h já não dá nem mais pra ver o balcão ;-) |
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Mari Campos - Pelo Mundo
às
10:43 AM
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