O Tigerlily apareceu em muitas das it lists de publicações de viagem E publicações de moda no mundo esse ano. E merece: o hotel é uma fofura, feminino até dizer chega. Fica na região que eu mais curti me hospedar em Edimburgo: o coraçãozão de New Town, bem na George Street, a passos de restaurantes e bares muito, muito, muito legais e a 3 quadras de todo o auê comercial da Prince Street.
Como é um hotel bem mulherzinha, e há "lily" até no nome, tanto a cor rosa quanto as flores estão bem presentes na decoração; mas em detalhes. As cores mais frequentes no decor dos 33 quartos do hotel são cores mais fortes/sexy, como bordô. E a vibe, no geral, é muito mais "jetsetter" do que "girlie": tem até um globo de discoteca no teto da escadaria que liga o térreo aos 3 andares de quartos (há elevador também, é claro).
O hotel ocupa um predinho georgiano e cada quarto tem decoração exclusiva, do papel de parede aos móveis e roupa de cama, o que, por si só, já é uma ideia bem legal. Alguns contam com saleta, outros com salinha conjugada, outros só quarto, outros são suítes. Banheira e lareirinha fake (eletrônica) também aparecem. Falta mesmo só a vista.
Na mesa de trabalho, uma doca para iPod com um já carregado com sucessos pop/rock das últimas 3 décadas, numa seleção bem democrática - além de outras playlist com música clássica, relax, new age etc.
O staff é muito jovem e impressionantemente sorridente; a menina loirinha que fez meu check in parecia a finada boneca Gui-Gui de tanto que sorria e movia a cabeça de um lado para o outro enquanto me registrava :))))) Todos muito simpáticos e atenciosos mesmo, e cheios de informações bem pontuais e insider sobre compras e nightlife.
O restaurante é excelente e, à noite, fica lotado, com um clima muito gostoso - luzes indiretas, decor com leva inspiração asiática, mini velas nas mesas e ótima trilha sonora internacional. O serviço é muito bom também (depois do 21212, foi o melhor serviço de restaurante que encontrei na Escócia) e a comida ótima tem preço bem decente no à la carte e fica melhor ainda no almoço - o menu fica por 15 libras por pessoa.
Acha que a noite é uma criança mas tá com preguiça de sair por Edimburgo afora? Sem problemas: o bar logo à entrada do hotel é super concorrido e um dos clubs mais comentadinhos ultimamente na cidade é justamente o Lulu, que fica no subsolo do hotel, com entrada privilegiada para os hóspedes.
Cool, cool. cool.
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7 de nov. de 2012
Hotel review: Tigerlily, Edimburgo
Postado por
Mari Campos - Pelo Mundo
às
10:49 PM
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Hotel review: Apex City Hotel, Edimburgo
Como fui e voltei de Edimburgo às Highlands, por questões logísticas de voos e tal, acabei aproveitando para ficar em hotéis diferentes na capital escocesa. Já contei aqui sobre o hypadérrimo Missoni e agora é hora de falar do prático e funcional Apex City.
Essa unidade (o hotel faz parte de uma rede grandinha, com vários hotéis na cidade) fica super bem localizada em Old Town: em Grassmarket, que é a rua dos barzinhos e agitos noturnos de Old Town, a meia quadra dos bistros e lojinhas da Victoria Street e a duas quadras da Royal Mile, já bem pertinho do castelo. Quem curte os Citysightseeing Buses também se dá bem ali: um dos pontos de hop on/hop off fica praticamente em frente ao hotel.
O Apex tem quartos com um design contemporâneo mas bem sóbrio, tanto nas cores quanto nas linhas retas. Os quartos não são grandes mas têm espaço suficiente, inclusive para guardar a mala; e alguns deles têm vista para o castelo, mesmo na categoria mais simples, como o meu. Os banheiros são bem legais, com bastante espaço e luminosidade, e as amenities são da Elemis.
O meu quarto tinha vista para a rua e, como cheguei em plena sexta-feira, a noite do auê por excelência em Grassmarket, encontrei providenciais protetores auriculares na minha cabeceira logo que entrei no quarto.
Eu já estava feliz da vida com a vista; mas achei de uma baita delicadeza deixarem isso já de antemão, antes que o hóspede tenha que pedir.
O toque fun da hospedagem foi o patinho de borracha deixado na banheira - uma mania que está virando febre mesmo em algumas redes ;)
O café da manhã pode estar incluído na diária ou não; depende do deal da reserva; mas tem um buffet bem elegante e ainda opções de pratos quentes, de omelete a full scottish breakfast, à escolha do freguês.
O wifi é gratuito e funciona razoavelmente bem, inclusive nos quartos, e há um computador com impressora no segundo andar à disposição dos hóspedes para uso rápido, como fazer web check in e imprimir seu cartão de embarque.
Não há serviço de abertura das camas nem nada do gênero; tampouco há concierge e a recepção também deixa bastante a desejar em termos de informações sobre a cidade. Mas o serviço nos quartos e no café da manhã é simpático e eficiente e as ofertas de quartos desde 73 libras são mesmo um ótimo custoXbenefício.
Essa unidade (o hotel faz parte de uma rede grandinha, com vários hotéis na cidade) fica super bem localizada em Old Town: em Grassmarket, que é a rua dos barzinhos e agitos noturnos de Old Town, a meia quadra dos bistros e lojinhas da Victoria Street e a duas quadras da Royal Mile, já bem pertinho do castelo. Quem curte os Citysightseeing Buses também se dá bem ali: um dos pontos de hop on/hop off fica praticamente em frente ao hotel.
O Apex tem quartos com um design contemporâneo mas bem sóbrio, tanto nas cores quanto nas linhas retas. Os quartos não são grandes mas têm espaço suficiente, inclusive para guardar a mala; e alguns deles têm vista para o castelo, mesmo na categoria mais simples, como o meu. Os banheiros são bem legais, com bastante espaço e luminosidade, e as amenities são da Elemis.
O meu quarto tinha vista para a rua e, como cheguei em plena sexta-feira, a noite do auê por excelência em Grassmarket, encontrei providenciais protetores auriculares na minha cabeceira logo que entrei no quarto.
Eu já estava feliz da vida com a vista; mas achei de uma baita delicadeza deixarem isso já de antemão, antes que o hóspede tenha que pedir.
O toque fun da hospedagem foi o patinho de borracha deixado na banheira - uma mania que está virando febre mesmo em algumas redes ;)
O café da manhã pode estar incluído na diária ou não; depende do deal da reserva; mas tem um buffet bem elegante e ainda opções de pratos quentes, de omelete a full scottish breakfast, à escolha do freguês.
| full scottish breakfast: só para os (muito) fortes |
| A vista dos quartos com a janela volatada para Grassmarket = <3 td="td">3> |
6 de nov. de 2012
Hotel review: Hotel Missoni, Edimburgo
| O quarto: cheio de espaço e bossa |
O hotel mais badalado atualmente em Edimburgo é o Hotel Missoni, em plena Royal Mile, na cidade antiga. Trata-se do primeiro hotel da Missoni no mundo e, claro, a propriedade investe firme no design e na inovação tão característicos da marca.
Por fora, o hotel não conquista, não: um predião de puro concreto, linhas duras, quadradas, destoando muito dos arredores antiguinhos. Mas, por dentro, o design contemporâneo dá o tom dos móveis cheios de cores, texturas e padronagens ao uniforme fashion (com direito a kilt e tudo) dos funcionários.
O lobby conta com um belo bar - cheio especialmente na happy hour - e há um belíssimo spa no prédio também. O ótimo restaurante Cucina, de gastronomia italiana no almoço e no jantar, serve também o café da manhã em estilo bufê.
Os quartos são grandes e bem, bem, bem moderninhos - a começar pelos banheiros, nos quais imperam os tons roxo e preto, com roupões em padronagem floral PB e porta-trechos em acrílico vermelho. No quarto, jogo de cortinas, espelhos e luzes, máquinas Nespresso (incluindo jogo de xícaras com o floral PB clássico da Missoni para uso dos hóspedes) e frigobar incluído na diária (só bebidas não alcoólicas). Wifi grátis de boa qualidade e amenities da própria Missoni.
| Até o elevador é puramente Missoni ;) |
| O belo bar |
| Louças e toalhas Missoni-designed no restaurante... |
| ... e os doormen do hotel vestidos com seu uniforme Missoni-style |
Postado por
Mari Campos - Pelo Mundo
às
3:49 AM
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17 de out. de 2012
Edimburgo: para quando você for
Como chegar:
Em geral, a maioria dos turistas chega à Edimburgo vinda de Londres - 1h30 de avião ou 4h30 em trem. Mas há também voos (inclusive de companhias low cost, como a Ryanair) de várias cidades européias para lá todos os dias. O aeroporto de Edimburgo é lindo, moderno e super bem estruturado, eficientíssimo - tanto para chegadas quanto para partidas.
Onde ficar:
Essa é uma decisão bem pessoal, depende do perfil do viajante. Eu fiquei dos dois "lados" - Old City e New City - e gostei de ambos (ficar em zonas que não sejam nenhuma dessas duas eu não recomendo, não; o bom de Edimburgo é o fato da maioria das atrações estar bem concentrada). A vantagem de ficar na parte antiga é estar bem pertinho da maioria das atrações: Castelo, Royal Mile, Palácio, maioria dos museus. A vantagem de ficar na parte nova é estar pertinho da zona comercial e da maior movida noturna. Há muitos hotéis nas duas regiões - dos econômicos Travelodge aos bambambans tipo The Balmoral - e qualquer maneira, bastam 15 minutos de caminhada para cruzar da parte nova à antiga e vice-versa, bem tranquilo.
Quanto tempo:
Eu diria pelo menos 3 dias. Se você fizer tudo muito rapidinho, até em dois dá. Mas o próprio Castelo, por exemplo, se formos visitar todos os museus e atrações que existem ali dentro, a gente leva fácil um (prazeiroso) dia inteirinho. Em 3 dias dá pra fazer todas as principais atrações com calma. Mas já aviso: fiquei 3 dias inteiros e achei pouco, muito pouco, porque a cidade, além de linda, e muito agradável, deliciosa para explorar andando, dia e noite.
Como se locomover:
Do principal de Edimburgo, New City e Old City, dá pra fazer tudo à pé numa boa. Você vai acabar usando táxi, no máximo, para o jantar; nem dos (bons) ônibus do transporte público da cidade a gente precisa. Os táxis não são exatamente caros, mas a gente precisa realmente bem pouco deles. Só precisamos mesmo de transporte para explorar áreas um pouquinho mais afastadas, como a zona portuária de Leith e os museus e bosques de Dean Village. De resto, um calçado bem confortável que a cidade, apesar da geografia cheia de subidas e descidas, é deliciosa par caminhar.
Uma opção boa para quem tem pouco tempo na cidade é usar os CitySightseeing Bus de Edimburgo: há 4 rotas diferentes disponíveis (temáticas, e bem interessantes até) e, se você comprar o passe de 48h, pode usar as quatro rotas quando quiser, como quiser, durante esse período (o ticket normal é válido por 24h consecutivas, mas para apenas uma das quatro rotas disponíveis).
O que ver:
Eu falo sobre as principais atrações da cidade nesse post aqui. De qualquer maneira, recomendo muito os básicos: Castelo, Palácio Real e National Gallery, o divertido (e gratuito) Museum of the Mound, a visita e a vista panorâmica de Calton Hill, a linda zona portuária de Leith e os museus modernosos de Dean Village. Dicas de lugares gostosos para comer (muito) bem, aqui.
Moeda:
Como os demais destinos britânicos, a moeda é a libra. E, também como nos demais destinos britânicos, ali usa-se tanto as notas e moedas inglesas como notas e moedas locais também, emitidas pelo Bank of Scotland. Há caixas ATM e casas de câmbio em simplesmente toda parte.
Época:
O verão é óbviamente a época mais quente, com mais atividades culturais gratuitas, mas também a época mais cheia e cara. Particularmente, achei excelente a visita no outono: peguei dias lindíssimos, de sol e céu azul; mas, para os friorentos, vale lembar que a temperatura dificilmente ultrapassa os 15 graus nessa época. O inverno, dizem, costuma ser bem gelado e chuvoso e a primavera ensolarada e fresquinha como o outono.
Chegando e saindo:
Do aeroporto de Edimburgo para seu hotel, além da grande oferta de táxis, há várias empresas oferecendo esse serviço em sistema de transfer privativo - a corrida pode sair mais barata se você já reservar ida e volta. Quem não liga para ser deixado exatamente em frente ao seu hotel pode fazer esse trajeto até Old City ou New City utilizando o ótimo e super frequente Airlink, o ônibus que, por 6 libras (ida e volta!) conecta o centro da cidade com o aeroporto.
Infos:
Antes da viagem peguei muitas dicas sobre a cidade no ótimo Contando as Horas. As informações oficiais do turismo escocês, excelentes, estão no VisitScotland.com
Em geral, a maioria dos turistas chega à Edimburgo vinda de Londres - 1h30 de avião ou 4h30 em trem. Mas há também voos (inclusive de companhias low cost, como a Ryanair) de várias cidades européias para lá todos os dias. O aeroporto de Edimburgo é lindo, moderno e super bem estruturado, eficientíssimo - tanto para chegadas quanto para partidas.
Onde ficar:
Essa é uma decisão bem pessoal, depende do perfil do viajante. Eu fiquei dos dois "lados" - Old City e New City - e gostei de ambos (ficar em zonas que não sejam nenhuma dessas duas eu não recomendo, não; o bom de Edimburgo é o fato da maioria das atrações estar bem concentrada). A vantagem de ficar na parte antiga é estar bem pertinho da maioria das atrações: Castelo, Royal Mile, Palácio, maioria dos museus. A vantagem de ficar na parte nova é estar pertinho da zona comercial e da maior movida noturna. Há muitos hotéis nas duas regiões - dos econômicos Travelodge aos bambambans tipo The Balmoral - e qualquer maneira, bastam 15 minutos de caminhada para cruzar da parte nova à antiga e vice-versa, bem tranquilo.
Quanto tempo:
Eu diria pelo menos 3 dias. Se você fizer tudo muito rapidinho, até em dois dá. Mas o próprio Castelo, por exemplo, se formos visitar todos os museus e atrações que existem ali dentro, a gente leva fácil um (prazeiroso) dia inteirinho. Em 3 dias dá pra fazer todas as principais atrações com calma. Mas já aviso: fiquei 3 dias inteiros e achei pouco, muito pouco, porque a cidade, além de linda, e muito agradável, deliciosa para explorar andando, dia e noite.
Como se locomover:
Do principal de Edimburgo, New City e Old City, dá pra fazer tudo à pé numa boa. Você vai acabar usando táxi, no máximo, para o jantar; nem dos (bons) ônibus do transporte público da cidade a gente precisa. Os táxis não são exatamente caros, mas a gente precisa realmente bem pouco deles. Só precisamos mesmo de transporte para explorar áreas um pouquinho mais afastadas, como a zona portuária de Leith e os museus e bosques de Dean Village. De resto, um calçado bem confortável que a cidade, apesar da geografia cheia de subidas e descidas, é deliciosa par caminhar.
Uma opção boa para quem tem pouco tempo na cidade é usar os CitySightseeing Bus de Edimburgo: há 4 rotas diferentes disponíveis (temáticas, e bem interessantes até) e, se você comprar o passe de 48h, pode usar as quatro rotas quando quiser, como quiser, durante esse período (o ticket normal é válido por 24h consecutivas, mas para apenas uma das quatro rotas disponíveis).
O que ver:
Eu falo sobre as principais atrações da cidade nesse post aqui. De qualquer maneira, recomendo muito os básicos: Castelo, Palácio Real e National Gallery, o divertido (e gratuito) Museum of the Mound, a visita e a vista panorâmica de Calton Hill, a linda zona portuária de Leith e os museus modernosos de Dean Village. Dicas de lugares gostosos para comer (muito) bem, aqui.
Moeda:
Como os demais destinos britânicos, a moeda é a libra. E, também como nos demais destinos britânicos, ali usa-se tanto as notas e moedas inglesas como notas e moedas locais também, emitidas pelo Bank of Scotland. Há caixas ATM e casas de câmbio em simplesmente toda parte.
Época:
O verão é óbviamente a época mais quente, com mais atividades culturais gratuitas, mas também a época mais cheia e cara. Particularmente, achei excelente a visita no outono: peguei dias lindíssimos, de sol e céu azul; mas, para os friorentos, vale lembar que a temperatura dificilmente ultrapassa os 15 graus nessa época. O inverno, dizem, costuma ser bem gelado e chuvoso e a primavera ensolarada e fresquinha como o outono.
Chegando e saindo:
Do aeroporto de Edimburgo para seu hotel, além da grande oferta de táxis, há várias empresas oferecendo esse serviço em sistema de transfer privativo - a corrida pode sair mais barata se você já reservar ida e volta. Quem não liga para ser deixado exatamente em frente ao seu hotel pode fazer esse trajeto até Old City ou New City utilizando o ótimo e super frequente Airlink, o ônibus que, por 6 libras (ida e volta!) conecta o centro da cidade com o aeroporto.
Infos:
Antes da viagem peguei muitas dicas sobre a cidade no ótimo Contando as Horas. As informações oficiais do turismo escocês, excelentes, estão no VisitScotland.com
16 de out. de 2012
Para comer bem em Edimburgo
Comer bem em Edimburgo é tarefa fácil: são muitas, mas muitas mesmo as boas opções para café, lanchinho, almoço e jantar na cidade. E comer bem e barato também não; afinal, são vários os restaurantes com menus de almoço e jantar por preços desde inacreditáveis 6,95 libras por dois pratos (e pratos únicos desde 4,50 libras) - isso sem falar dos lanches da vida.
Na curtíssima e curvilínea rua Victoria, que vai de Grassmarket para a Royal Mile, na Old Town, há vários lugares bacanas e bem baratinhos: ambiente fofinho, boa comida, serviço ok e menus de dois passos por no máximo 10 libras, como a Maison Bleue.
Para refeições de preço médio, na Old Town, ficam o excelente The Witchery, às portas do Castelo, e o bem bom Ondine, na George IV Bridge, vizinho à Royal Mile.
O Ondine (acima) é maior, mais moderno e barulhento, mas também bem gostoso. Como a casa lota sempre, o balcão oval do bar também é posto com serviço de mesa e fica cheio igual - boa para quem vai sozinho. Bons drinks e pratos (sobretudo fruto do mar), serviço médio. E tem menu promocional de almoço ou early dinner.
No fofo The Witchery (acima), há dois ambientes: um, oficial, mais escurinho e pequeno, próprio para um jantar romântico, e um chamado de "garden", cheio de luz natural, maior, pé direito bem alto, perfeito para o almoço. Ótimo serviço, excelente comida - menu de 3 pratos por 30 libras (tem opções mais baratas com opções de 2 passos).
Na New Town, o restô do fofíssimo hotel Tigerlily (acima) foi das melhores surpresas da viagem: vieiras maravilhosas, serviço fofíssimo, com staff ultra simpático, ambiente de-li-ci-o-so, drinks ótimos. Gostei MUITO. E tem menu ali por 15 libras.
E tem também várias outras opções com preços bem acessíveis, como o italiano de Jaimie Oliver na Rose Street.
Para comer investindo mais, vale o badalado Cucina, dentro do Hotel Missoni, na Old City, de cozinha italianíssima, e o estrelado 21212, de Paul Kitching.
Os preços no Cucina (acima; repara só nas louças e na toalha ;D) não são absurdos, não; mas espere gastar umas 50 libras por pessoa para jantar com uma taça de vinho. Os pratos são muito bons, bem italianos mesmo; o ambiente é bem informal e o serviço é bom também.
Já a casa de Kitching (acima), estrelado no Michelin mas absolutamente no frills, é uma delícia: pequenininha, com open kitchen para o salão (a gente vê o próprio Kitching trabalhando e brincando com o resto da equipe), tem staff super jovem e serviço muito, muito bom mesmo, ultra atencioso. Mas o jantar do 21212, ainda que genial (foi minha melhor refeição da viagem), é caro: o menu de cinco passos custa 68 libras por pessoa, sem bebidas (os vinhos têm preços bem razoáveis, btw). Meu conselho? Vá na hora do almoço, quando o menu de três passos vale bem mais convidativas 28 libras ;)
Na curtíssima e curvilínea rua Victoria, que vai de Grassmarket para a Royal Mile, na Old Town, há vários lugares bacanas e bem baratinhos: ambiente fofinho, boa comida, serviço ok e menus de dois passos por no máximo 10 libras, como a Maison Bleue.
Para refeições de preço médio, na Old Town, ficam o excelente The Witchery, às portas do Castelo, e o bem bom Ondine, na George IV Bridge, vizinho à Royal Mile.
O Ondine (acima) é maior, mais moderno e barulhento, mas também bem gostoso. Como a casa lota sempre, o balcão oval do bar também é posto com serviço de mesa e fica cheio igual - boa para quem vai sozinho. Bons drinks e pratos (sobretudo fruto do mar), serviço médio. E tem menu promocional de almoço ou early dinner.
No fofo The Witchery (acima), há dois ambientes: um, oficial, mais escurinho e pequeno, próprio para um jantar romântico, e um chamado de "garden", cheio de luz natural, maior, pé direito bem alto, perfeito para o almoço. Ótimo serviço, excelente comida - menu de 3 pratos por 30 libras (tem opções mais baratas com opções de 2 passos).
Na New Town, o restô do fofíssimo hotel Tigerlily (acima) foi das melhores surpresas da viagem: vieiras maravilhosas, serviço fofíssimo, com staff ultra simpático, ambiente de-li-ci-o-so, drinks ótimos. Gostei MUITO. E tem menu ali por 15 libras.
E tem também várias outras opções com preços bem acessíveis, como o italiano de Jaimie Oliver na Rose Street.
Para comer investindo mais, vale o badalado Cucina, dentro do Hotel Missoni, na Old City, de cozinha italianíssima, e o estrelado 21212, de Paul Kitching.
Os preços no Cucina (acima; repara só nas louças e na toalha ;D) não são absurdos, não; mas espere gastar umas 50 libras por pessoa para jantar com uma taça de vinho. Os pratos são muito bons, bem italianos mesmo; o ambiente é bem informal e o serviço é bom também.
Já a casa de Kitching (acima), estrelado no Michelin mas absolutamente no frills, é uma delícia: pequenininha, com open kitchen para o salão (a gente vê o próprio Kitching trabalhando e brincando com o resto da equipe), tem staff super jovem e serviço muito, muito bom mesmo, ultra atencioso. Mas o jantar do 21212, ainda que genial (foi minha melhor refeição da viagem), é caro: o menu de cinco passos custa 68 libras por pessoa, sem bebidas (os vinhos têm preços bem razoáveis, btw). Meu conselho? Vá na hora do almoço, quando o menu de três passos vale bem mais convidativas 28 libras ;)
15 de out. de 2012
Edimburgo é assim
| Grassmarket, em Old Town, fica bem muvucadinha na nightlife |
Ali na Old City fica o incrível Castelo de Edimburgo que não apenas é lindo, no alto da montanha, visto de várias partes da cidade, como também merece bem um dia de visita - ou, pelo menos, 4 horas, eu diria. O Castelo concentra ali dentro vários museus diferentes, mirantes, um excelente museu da guerra, as antigas prisões militares, um palácio, as jóias da coroa escocesa e vários outros cantinhos super interessantes. Não à toa é a atração mais visitada de toda a Escócia.
Ao lado da entrada do castelo fica o Scotch Whisky Experience, que os brasileiros (e demais turistas em geral, é claro) também aaaaamam. O tour é, na minha opinião, razoavelmente inferior aos feitos pelas destilarias de uísque das Highlands; mas é bem prático, porque está em pleno coração da cidade antiga, e é divertido, com explicações audiovisuais tipo cineminha, bem lúdicas. No final, os participantes escolhem um entre três rótulos de uísque disponíveis para provar e levam o copo da degustação de lembrança para a casa.
Ali pertinho, tudo "às margens" da Royal Mile - a milha que vai do Castelo de Edimburgo até o Palácio Real -, ainda tem o ótimo Royal Museum of Scotland, a Biblioteca Nacional, a belíssima Catedral de S. Giles e, claro, o Palácio Holyroodhouse, o palácio real escocês, lá na outra extremidade - a visita ao Palácio é bem legal, por sinal. Tem até o café The Elephant House, que virou ponto super turístico na cidade porque teria sido (há controvérsias) o café onde J.K. Rowling teria começado a escrever a série de livros de Harry Potter.
Descendo para a New City, vale parar no ótimo (e gratuito!) Museum of the Mound, que conta a história do "dinheiro" na Escócia - e tem, além de uma caixa de vidro com um milhão de libras, um monte de brinquedos e joguinhos perfeitos para quem vai com crianças.
Já na cidade nova, valem a visita a linda National Gallery e a torre do Scott Monument. As ruas Prince Street, Rose Street e George Street guardam inúmeras lojas e boutiques, das mais populares, como Primark, Zara e H&M às mais exclusivas. As big brands - como Vuitton, Gucci etc - ficam na super luxuosa St Andrews Square. A New City é excelente também para a nightlife: ótimos restaurantes e um sequência impressionante de bares e clubs.
Para ver a cidade todinha, lindona, bem do alto, é só subir nas duas montanhas mais altas do centro de Edimburgo: Arturs´Seat e, o meu preferido, Calton Hill.
Para fugir do centrinho de Edimburgo, valem super a visita Dean Village, com as belas galerias Dean Gallery e Scottish Gallery of Modern Art e uma bucólica sequência de mansões ultra arborizadas, com parques bem gostosos para um belo passeio. E, claro, a antiga região portuária de Leith, antes toda decadente, agora virou queridinha na cidade, com hotéis, cafés e pubs super bacaninhas e restaurantes estrelados no Michelin, sempre com vista para o mar - e ali também fica o Britannia, o antigo Royal Yatch hoje convertido em museu.
Deliciosa de andar durante o dia e super segura e agradável para caminhar também à noite, Edimburgo realmente me encantou; já tô até planejando uma volta no ano que vem só para zanzar pela cidade.
Detalhes sobre horários, preços etc das atrações de Edimburgo, inclusive com várias info em português, dá pra achar no Visit Scotland.
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