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9 de mai de 2013

Hotel review: JW Marriott Hotel Buenaventura, Panamá

 A viagem ao Panamá no começo de abril rendeu não apenas uns belos dias na capital panamenha como também uma escapadinha a Buenaventura, um loteamento litorâneo em Cocle, a mais ou menos 2h30 de carro dali. O pretexto para conhecer essa praia (queridinha dos gringos no verão e amadinha pelos próprios panamenhos nos finais de semana) era trabalho: conhecer o novo JW Marriott Hotel Buenaventura, o primeiro JW Marriott do Panamá, inaugurado no finalzinho do ano passado.

 A readequação do antigo hotel Buenaventura para se tornar um JW Marriott ficou mesmo bem legal: a propriedade, imensa, tem suítes tradicionais mas também quartos em estilo vila - e todos, todos eles, têm vista para o mar e varanda ou jardim privativo. Das suítes tradicionais a gente vê não só o mar como a propriedade inteira, entre canais, dois conjuntos de piscinas bem grandes e distintos (incluindo piscina só para adultos que querem um sossego) e uma quantidade de flores impressionantes.

 Os quartos são decorados com móveis coloniais, que casam super bem com a arquitetura colonial espanhola dos edifícios principais - tem até ladrilho hidráulico em vários lugares, uma graça. Para comer, o hotel conta com cinco restaurantes para tentar agradar todo mundo: Tamarindo (onde também é servido o café da manhã em verão buffet e à la carte), Solera Pool Bar (para lanches rápidos na piscina), Tagua Grill, El Faro Casa Club (perfeito para o almoço, à beira-mar) e Tai Kai (uma sushi house que foi para mim a melhor surpresa gastronômica da estadia ali).


 Para os amantes do golfe, há um campo de 18 buracos by Jack Nicklaus que virou a grande vedete nacional, recebendo mensalmente campeonatos importantes e fanáticos pelo esporte (incluindo vários brasileiros, como me contou o gerente do campo). Mas se você, como eu, não manja nada desse esporte mas que curtir a linda vista do campo e a vibe do local, programão é ficar para comer as carnes imensas e suculentas do Prime 19.


 Mas, no fundo, tenho que dizer que o mais gostei do hotel foi que ele sabe ser flexível a diferentes públicos. Assim como vi no excelente Four Seasons Carmelo, esse JW Marriott Buenaventura também é capaz de manter espaços distintos e bem estruturados tanto para famílias com crianças (tem kids club, monitores e piscinas dedicadas aos pimpolhos) como também para casais em lua-de-mel ou escapadas românticas que só querem sossego e privacidade (a separação dos dois conjuntos de piscina, na minha opinião, desempenha um papel primordial nesse sucesso). Aliás, falando em lua-de-mel, o hotel anda sendo também procurado por gente que quer casar ali, na fofa capelinha espanhola que faz parte da propriedade.




Ainda tem um belo spa (o Corotu Spa, com jacuzzi, saunas com cromoterapia e outros mimos disponíveis for free para os hóspedes e massagens pagas à parte), fitness center, quadras de tênis e esportes aquáticos na praia em frente ao hotel.
Bela opção para relaxar pós dias "big city style" na capital panamenha. 

30 de dez de 2012

Hotel review: JW Marriott Bogotá

 Que os hotéis JW Marriott costumam ser hotéis bacanudos e super eficientes eu já sabia. Mas fiquei surpresa, ao chegar no JW Marriott Bogotá e ver ali não só um hotel business de primeira categoria como também um hotel super procurado (e adequado) para turistas.
Quartos super espaçosos
Amenidade "durma bem", gracinha
 Além dos quartos bem grandes, confortáveis e bem bolados (a amenidade para dormir bem foi um plus adorável!), a localização é perfeita, em plena zona G, a zona dos restaurantes e bares mais legais da cidade. De táxi, fica fácil (e barato) ir à região do centro para passear (La Candelária) e dá pra explorar os shoppings e a gastronomia dos arredores tudo a pé (de dia) ou em literalmente cinco minutinhos de táxi (à noite).
De manhã cedinho, o lounge executivo recebendo os madrugadores como eu para o café da manhã

Peticos e bebidas não alcoólicas à disposição o dia todo
 O concierge estava sempre super concorrido, mas o pessoal da recepção era super simpático e se oferecia para ajudar - me deram dicas ótimas, de compras e comidinhas descoladas que os locais curtem.
Design charmoso
A piscina aquecida
 O bom é buscar na internet as ofertonas (são muitas, e sobretudo nos finais de semana) de diárias que incluem acesso ao lounge executivo (fui em setembro; hj as diárias começam em 195). O lounge, aberto das 6 às 0h, oferece não apenas internet wifi free como café da manhã completo todos os dias, bebidas não alcoólicas e petiscos durante o dia todo e buffet de jantar e bebidas alcoólicas à noite, tudo incluído. Mão na rodíssima, bom pra reunir os amigos para um drink depois de um dia de andanças pela cidade e bom para quem viaja sozinho conhecer gente. E ainda tem uma vista bonitona de Bogotá lá do alto, no 9o. andar do hotel.
O bar do lounge
Tem também academia grandona e piscina aquecida abertos o dia todo.
Beleza de hotel.

11 de dez de 2012

Bogotá vale a visita

O quarto no excepcional JW Marriott Bogotá, em plena Zona G

 Foram seis horas de voo de São Paulo a Bogotá, num A319 bem apertadinho da LAN. Mas, dessa vez, nem ligamos muito: eu e outros dois amigos (a Carla e o Paulinho, que vocês conhecem do Idas e Vindas) tinhamos aproveitado uma promoção para emitir bilhetes de ida e volta para a capital colombiana no programa da TAM por apenas 8 mil pontos cada um de nós no total, uma maravilha (se viajar com milhas já é gostoso pra caramba, viajar com milhas reduzidas é beeeem melhor :mrgreen:  ).
g
Comida boa mas bem carinha no Astrid&Gastón local
 Nenhum de nós conhecia a cidade previamente; e a verdade é que voltamos todos os três bem contentes com o que encontramos por lá. Bogotá é gostosa, boa de explorar. Tomando as mesmas precauções que a gente toma nas grandes cidades brasileiras, a gente se sente bem seguro por lá – em algumas zonas, como a Zona G (“gourmet”), dá pra andar sozinho à noite numa boa quem tem muita gente fazendo a mesma coisa. O transporte público por lá que é bem complicado; em compensação, os táxis são baratos (não uma pechincha, mas baratos, sim) e abundantes – é legal andar sempre com o número de um rádio-táxi e pedir para o local onde você está (hotel, restaurante, museu, café) chamar, por segurança (e também para garantir que venham com taxímetro, tudo bonitinho).
 A temperatura em Bogotá, como a cidade é alta, é sempre fresquinha – um casaco levinho ou suéter sempre cai bem, que a temperatura ali gira em torno dos 18, 20 graus, o que é excelente para os passeios. O centro antigo da cidade, chamado de La Candelária, vale definitivamente o passeio, com suas casinhas coloniais coloridas, a gigante praça da Catedral, os ótimos museus (os indispensáveis Casa da Moeda e Museo Bottero, pra dizer o mínimo), cafés gostosos, ruelas de pedra. Em dias de céu limpo, vale tomar o Funicular a Montserrate para ver a cidade toda esparramada lá do alto. E ainda dá pra terminar o dia em La Soledad, o bairro que está virando cool com suas lojinhas e bares.
Música ao vivo no trem-mico pra Catedral de la Sal
Um dos "altares" da Catedral de la Sal
 Mas na hora da hospedagem recomendo muito as zonas G/T/Rosa, que concentram os melhores hotéis, restaurantes e shopping centers. Eu fiquei no ótimo JW Marriott Bogotá, que tem quartos ultra espaçosos, spa, piscina aquecida e fitness 24h, com ótimo serviço. Além disso, conta com dois bons restaurantes e um bar super movimentado dia e noite no lobby (ótima dica é também se hospedar nos apartamentos que dão direito ao executive lounge, excelente, de serviço super personalizado). De lá, basta uma caminhada ou uma curtíssima corrida de táxi para chegar aos melhores restaurantes da cidade (como o Astrid&Gastón, sempre gostoso) e centros comerciais – em Bogotá tem de tudo, das lojas mais populares às big brands, como Vuitton e Gucci, praticamente lado a lado.

Museo Bottero: gracinha
 Pelos arredores, vale conhecer a Catedral de la Sal, que se formou junto às minas de sal de Zipaquirá e foi convertida nos últimos anos em museu, a atração mais visitada de todo o país (dizem os cartazes na entrada “bem-vindo à primeira maravilha da Colômbia” :D). Ali a gente paga a entrada que já dá direito à visita guiada pelas cavernas e altares construídos ali pelos mineiros ao longo dos anos; é bem interessante. Só não acho que valha ir até lá de trem: o trajeto é muito mais longo que num táxi e a paisagem do caminho não é das mais interessantes. Eu fiz e acabei me arrependendo – recomendo muito mais fechar o preço com um taxista para ir, esperar a visita  e voltar a Bogotá (em trem, o passeio todo leva um dia inteiro; em carro, meio dia).
Detalhes do centro histórico acima e abaixo
 O que Bogotá tem de ruim? O aeroporto, que tem aquele jeitão de rodoviária grande. E tudo lá funciona só das 6h às 23h – ou seja: quem sai cedo (o meu voo saía 5h40) não tem acesso nem a freeshop, nem às salas vips nem cafeterias. A cidade deve inaugurar um aeroporto novo em breve e a maioria dos "negócios" já está de mudança pra lá, embora os voos continuem saindo do aeroporto antigo. A parte boa é que não precisa chegar tãaaao antes do voo; duas horas de antecedência são mais que suficientes.
Cena clássica: colombiano lendo jornal e engraxando sapato no centro histórico
Poesia callejera num dos shoppings de Bogotá
Mas a cidade definitivamente vale a visita. Eu certamente voltarei – mas, da próxima vez, para fazer como meu casal de amigos e esticar à bela e ensolarada Cartagena. 

11 de nov de 2012

Mais de Londres: um jantar na JW Steakhouse


 Encontrei com a Dri Miller em Londres pela primeira vez esse ano, depois de 128754 anos de conversação cibernética J  Fomos jantar na elegante JW Steakhouse da Grosvenor House, o JW Marriott de Londres, bem em Park Lane.
Tartar divino-maravilhoso
 O restaurante é grande, com uma iluminação meio indireta bem bolada que deixa o ambiente super aconchegante para quem vai em grupo ou com amigos e também mezzo romântica para quem vai de casalzinho. Logo na entrada da Steakhouse fica o Bourbon Bar, o hypadérrimo bar que, ofcoursemente, tem como chamariz de sua carta todos os coquetéis à base de Bourbon.
 A Dri, mammy de primeira viagem, não podia beber; mas ela não se importou que eu provasse, logo ao chegar, um dos dos signature cocktails da casa, o Bourbontini, uma espécie de cosmopolitan, uma delícia.  A carta de drinks e de vinhos é enxuta mas bem bacana. E o cardápio também não é dos mais extensos, mas tem de tudo, entre massas, carnes, saladas e entradinhas de todo tipo.
A "melhor cheesecake do mundo"
 As entradas estavam uma delícia; meu steak tartar de atum estava tão bom que eu quase cancelei o prato principal para pedir outro dele :D  Mas como o foco da casa, é claro, são os grelhados – servidos, em geral, em porções enormes, daquelas que os carnívoros piram (eu e Dri acho que deixamos metade no prato) – eu não podia deixar passar em branco. E foi bom também.
Café com bourbon
 Na hora da sobremesa, ambas pedimos cheesecake – anunciada nos letreiros e no cardápio como “a melhor cheesecake do mundo” – e não nos arrependemos: nos mandaram uma mini cheese cake linda, tipo um bolinho para 4 pessoas. Tão fofa que quase cantei parabéns para mim mesma ali :D
E, antes de pedir a conta, o cafezinho. Só que com Bourbon, é claro ;)
Ambiente bem gostoso, linda trilha sonora e ótimo serviço. Curti.

31 de mai de 2012

Hotel review: JW Marriott Mexico City

 Como eu contei no post anterior, eu gosto muito, muito mesmo, de me hospedar em Polanco. O bairro, além de ser super walkable e arborizado, tem sempre tudo pertinho: montes de lojas (das lojinhas locais e fast fashion dos malls às big brands como Vuitton, Hermès etc), galerias, cafés e bons restaurantes espalhados por suas ruas.
 E o JW Marriott da Cidade do México tem uma localização excelente, bem pertinho da divisa de Polanco com os Bosques de Chapultepec (onde ficam não só os bosques propriamente ditos, mas também o castelo e o absolutamente divino Museo de Antropologia). Bem bolado, o predião tem duas saídas: uma para o lado do parque e outra para Polanco propriamente dito, o que facilita bastante não só quando a gente sai caminhando mas também para chegar e sair em táxi.
 O lobby é bem grandão, dividido em 3 ambientes e rodeado por dois restaurantes. Os quartos standard são amplos, decorados com cores claras e móveis mais antigos, LCD, banheiros bem planejados e divididos, aromas miniatura da Aromatherapy.
A vista de um dos lados do Executive Lounge
 A grande sacada dos hotéis JW - como eu já contei para vocês em experiências anteriores - é a gente se hospedar nos Executive Floors. Quem se hospeda neles tem acesso também ao Executive Lounge do hotel e ali pode tomar o café da manhã sempre incluído, acessar internet gratuitamente, e ter petisquinhos, cafés etc o dia inteiro, como num lounge de aeroporto mesmo. No caso do JW Marriott da Cidade do México foi uma grata surpresa: os vinhos também estavam sempre incluídos ao longo do dia, das 19 às 22h era servido prato quente também e o serviço era mesmo notável, com atendimento rápido e cuidadoso, com os hóspedes sendo chamados pelo nome (algo raríssimo nesse tipo de hotel business). Frequentei  - e bastante - nos 3 dias que me hospedei lá, é claro. E, localizado no 19o. andar, ainda tinha uma vista lindona da cidade.
O terraço da piscina
 Tem jeito todo antigão, mas a piscina no 7o. andar, spa e um belo fitness center completam os atrativos.
Uma das alas do lobby
O predião do hotel visto de fora
Café com brownie à tarde: um dos mimos do Executive Lounge
Meu ponto crítico? O serviço de concierge. Misturados com os maleteiros, os concierges (eram vários) estavam sempre apressados, sérios e davam informações muito rápidas e superficiais, uma pena - peguei dicas melhores com as meninas da recepção que lá. 
Diárias a US$149 direto no site do hotel (vale lembrar que os valores variam muito ao longo do ano e, como se trata de um hotel focado em business, a hospedagem de fim de semana costuma ser bem mais em conta).