Essa semana mesmo eu contei como tinha sido meu voo em classe executiva pela SAA, emitido com milhas do TAM Fidelidade. E reafirmei minha máxima absoluta em se tratando de milhas: milha boa é milha gasta. Cada compra que eu faço com meu cartão de crédito - e eu tento usar o dito cujo para pagar praticamente TUDO - tem um único objetivo: juntar milhas.
Por isso mesmo, eu simplesmente não me conformo com o levantamento feito pelo Banco Central e divulgado semana passada que diz que os brasileiros perderam mais de 101 BILHÕES de pontos em programas de recompensa dos cartões de crédito no ano de 2010. 101 bilhões de pontos. Uma quantia que, na média, seria suficiente para emitir pelo menos 5 MILHÕES de passagens aéreas em classe econômica entre o Brasil e qualquer destino da América do Sul - pra dizer o mínimo.
Ok, se você não é um viajante fanático, você não precisa necessariamente transformar seus pontos em milhas. Mas você pode, sei lá, resgatar esses pontos em assinaturas de jornais e revistas, cafeteiras, bicicletas, whatever. São seus. Você, de uma maneira, paga por todos eles quando usa seu cartão de crédito.
Por que perderam? Não tem como saber a causa individual, é claro; mas acredita-se que muitos clientes estejam perdendo esses BILHÕES de pontos simplesmente por não terem informação sobre seus programas de benefícios.
Eu tenho pleno controle de quantas milhas ou pontos eu possue em cada programa de fidelidade de companhia aérea do qual sou afiliada e de quantos pontos tenho no meu programa de recompensas do cartão de crédito. Tintim por tintim. Então eu deixo esse post aqui mais como um alerta para, se você ainda não estiver ligado nisso, checar agorinha, já, nesse minuto, quantos pontinhos você tem e como funciona, na prática, o programa de recompensas do seu cartão de crédito.
Por favor, cuide bem das suas milhas, cuide bem dos seus pontos. Faça bom uso deles. Ou, pelo menos, doe seus pontinhos para quem vai saber fazer ótimo uso deles - afinal, viajante inveterado nessa blogosfera é que não falta ;-))))
22/02/2012
20/02/2012
Vai pra Miami? Então passa antes no blog da Eveliny!
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| A Eveliny e seu sorriso-marca-registrada |
Minha amiga Eveliny Bastos-Klein, que vive em Miami há mais de 15 anos, virou 2012 com um novo projeto muito bacaninha: escrever um blog em português, focado para brasileiros, todinho sobre Miami. Afinal, talvez não haja nos States cidade mais "abrasileirada" que essa, certo? ;-)
Mas não se trata daquilo sobre a cidade que a gente está careca de ler em qualquer lugar, não. O blog Miami do Meu Jeito dá dicas excelentes para quem busca aquela coisa mais insider, pessoal, fora do basicão turístico. “Eu criei o blog pois, morando em Miami há anos, sempre servi de referência para os amigos. Agora posso compartilhar a minha Miami com um público ainda maior. Quero mostrar que a cidade tem varias facetas e que oferece muito mais do que shoppings”, diz ela.
De restaurantes a museus, Eveliny sugere até que produtinhos vale a pena comprar em farmácias tipo CVS, ou quais são os mais atenciosos vendedores de Bal Harbour. No quesito agenda cultural, ela também é super eclética: de Cleveland Orchestra à Art Miami, tem de tudo - o último post é justamente sobre a Art Wynwood, a feira de arte contemporânea recém inaugurada em Miami.
Mas é claro que, num blog direcionado para brasileiros, as compras não vão ficar de fora - só não vale ser óbvio. Eveliny sugere, por exemplo, a multimarcas The Webster, localizada em um simpático prédio Art Deco, que vende Lanvin, Balenciaga, Stella McCartney e Tom Ford além de peças de designers novos a preços interessantes. A En Avance e a Tomas Maier (do designer da Bottega Venetta) também estão lá.
Se você tem viagem marcada pra lá, passa antes no blog da Eveliny ;-)
19/02/2012
South African Airways (SAA): como é a executiva deles
| O café da manhã servido no trecho Cape Town-Johannesburg |
| Belo espaço entre poltronas no trecho Johannesburg-São Paulo (só apoio de copo, dividido com o passageiro do lado, não foi muito bem pensado) |
| As revistas distribuídas pela tripulação no início do voo têm que ser devolvidas no desembarque! #naocurtinadinha |
| Menu super bem feitinho, inclusive com carta de vinhos à parte |
| Canapés e champagne servidos antes do almoço |
| A entradinha ultra caprichada do almoço |
Hotel review: JW Marriott, Rio de Janeiro
Antes de eu embarcar no Silver Whisper, que saiu do Rio de Janeiro rumo à Cidade do Cabo, na África do Sul, no final de janeiro, recebi um convite bacanérrimo do pessoal da Marriott: me hospedar por uma noite no JW Marriott Rio de Janeiro para embarcar no navio no dia seguinte. E aceitei, claro :-D
O hotel fica em plena avenida Atlântica, no cruzamento com a Santa Clara, bem na muvuca de Copacabana. Os quartos não são tão grandes mas são bem confortáveis - e a cama é excelente.
E a vista dos quartos ocean view é essa, indo até o forte de Copacabana.
Os banheiros são pequenos, com a ducha dentro da banheira, mas são bem funcionais.
Da cobertura, onde ficam a piscina, o solário e a academia, a vista é linda de morrer.
E tem gente de tudo quanto é lugar hospedada lá, de americanos a indianos, inclusive em grupos de excursão (durante a semana tem muito business, mas eu fiquei hospedada de domingo para segunda).
Uma coisa legal é optar pelo acesso ao Club Lounge/Executive Floor ao fazer a reserva. Ali funciona um espaço dia e noite, com internet grátis (wifi e nos computadores instalados ali), café, frutas e água o dia inteiro, café da manhã completo (estilo buffet) até 10h e happy hour todos os dias, com coquetéis e petiscos das 18 às 19h - sempre incluídos. E o lounge todo tem vista panorâmica pra praia.
O hotel ainda conta com um restaurante mediterrâneo bem legal (comi uma ótima salada logo depois do check out, antes de rumar para o porto), um japonês e um bar para lanches rápidos e petiscos que acompanham os drinks.
O hotel fica em plena avenida Atlântica, no cruzamento com a Santa Clara, bem na muvuca de Copacabana. Os quartos não são tão grandes mas são bem confortáveis - e a cama é excelente.
E a vista dos quartos ocean view é essa, indo até o forte de Copacabana.
Os banheiros são pequenos, com a ducha dentro da banheira, mas são bem funcionais.
Da cobertura, onde ficam a piscina, o solário e a academia, a vista é linda de morrer.
E tem gente de tudo quanto é lugar hospedada lá, de americanos a indianos, inclusive em grupos de excursão (durante a semana tem muito business, mas eu fiquei hospedada de domingo para segunda).
Uma coisa legal é optar pelo acesso ao Club Lounge/Executive Floor ao fazer a reserva. Ali funciona um espaço dia e noite, com internet grátis (wifi e nos computadores instalados ali), café, frutas e água o dia inteiro, café da manhã completo (estilo buffet) até 10h e happy hour todos os dias, com coquetéis e petiscos das 18 às 19h - sempre incluídos. E o lounge todo tem vista panorâmica pra praia.
O hotel ainda conta com um restaurante mediterrâneo bem legal (comi uma ótima salada logo depois do check out, antes de rumar para o porto), um japonês e um bar para lanches rápidos e petiscos que acompanham os drinks.
17/02/2012
Viaje pelo Brasil!
Os brasileiros estão viajando como nunca: não importa para onde você vá, é fato consumado que você encontrará brasileiros, e muitos, zanzando pelas mesmas redondezas que você. Felizmente, nesse turbilhão de passeios e destinos, estamos também retomando as viagens pelo nosso belo país: em 2011, além dos mais de 9 milhões de turistas estrangeiros, tivemos mais de 50 milhões de brasileiros viajando por nossas terras.
Antes de colocar meus pés em outro país pela primeira vez, eu viajei muito pelas nossas cinco regiões; com uma predileção óbvia pelo nosso nordeste, eu confesso: além das nossas praias divinas, continuo achando os lençóis maranhenses, por exemplo, um dos lugares mais lindos de todo o planeta (tive o grande prazer de voltar ali em 2011). E isso tudo sem falar da Amazônia, dos cânions do sul, das cidades históricas de Minas, das chapadas...
Vai dizer que você não fica ligado para aproveitar as promoções de passagens aéreas e escapar para um destino querido ou sonhado no próximo feriado? Apesar de nosso vasto território, fica mais que fácil explorar nossas belezas e atrações mesmo com pouco tempo disponível, num final de semana prolongado, por exemplo. E, mais que conhecer melhor seu próprio país, quem anda desbravando o Brasil em suas viagens está também ajudando a desenvolvê-lo – e esse é exatamente o conceito da nova campanha publicitária do Ministério do Turismo (dá pra conferir o novo comercial da campanha aqui). Afinal, viajar pelo Brasil e investir no nosso mercado do turismo também é sinônimo de desenvolvimento nacional - para se ter uma ideia da importância do setor do turismo para o Brasil, hoje ele é responsável pela geração de 2 milhões e 500 mil postos de trabalho e já representa 3,6% do Produto Interno Bruto.
Quem nunca viu num comercial de TV ou anúncio publicitário uma baiana vendendo acarajé, um jangadeiro empurrando sua jangada pro mar, um pescador em plena atividade ou um vendedor de chapéus todo sorridente nas areias de uma bela praia? O mais legal é que, com nossa economia estável há tanto tempo e tudo quanto é brasileiro viajando tanto, e pra todo canto, esses mesmos “personagens” tão reais estão eles mesmos se aventurando Brasil afora como turistas.
Quem se interessar, pode saber mais sobre a nova campanha via Twitter e Facebook
(Post Patrocinado)
Antes de colocar meus pés em outro país pela primeira vez, eu viajei muito pelas nossas cinco regiões; com uma predileção óbvia pelo nosso nordeste, eu confesso: além das nossas praias divinas, continuo achando os lençóis maranhenses, por exemplo, um dos lugares mais lindos de todo o planeta (tive o grande prazer de voltar ali em 2011). E isso tudo sem falar da Amazônia, dos cânions do sul, das cidades históricas de Minas, das chapadas...
Vai dizer que você não fica ligado para aproveitar as promoções de passagens aéreas e escapar para um destino querido ou sonhado no próximo feriado? Apesar de nosso vasto território, fica mais que fácil explorar nossas belezas e atrações mesmo com pouco tempo disponível, num final de semana prolongado, por exemplo. E, mais que conhecer melhor seu próprio país, quem anda desbravando o Brasil em suas viagens está também ajudando a desenvolvê-lo – e esse é exatamente o conceito da nova campanha publicitária do Ministério do Turismo (dá pra conferir o novo comercial da campanha aqui). Afinal, viajar pelo Brasil e investir no nosso mercado do turismo também é sinônimo de desenvolvimento nacional - para se ter uma ideia da importância do setor do turismo para o Brasil, hoje ele é responsável pela geração de 2 milhões e 500 mil postos de trabalho e já representa 3,6% do Produto Interno Bruto.
Quem nunca viu num comercial de TV ou anúncio publicitário uma baiana vendendo acarajé, um jangadeiro empurrando sua jangada pro mar, um pescador em plena atividade ou um vendedor de chapéus todo sorridente nas areias de uma bela praia? O mais legal é que, com nossa economia estável há tanto tempo e tudo quanto é brasileiro viajando tanto, e pra todo canto, esses mesmos “personagens” tão reais estão eles mesmos se aventurando Brasil afora como turistas.
Quem se interessar, pode saber mais sobre a nova campanha via Twitter e Facebook
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16/02/2012
Travessia Brasil-Africa: um resumão
Desde o dia 23 de janeiro, eu comecei a postar aqui sobre a deliciosa travessia Brasil-África que eu fiz a bordo do navio Silver Whisper, da Silversea. Mas, depois de tanto tempo, embora ainda tenha coisinhas da viagem por contar, tá na hora de virar o disco, né?
Então se você perdeu algum capítulo dessa epopéia transatlântica, é só clicar aqui ou no ícone Travessia Brasil-Africa do menu da direita, lá no final, pra ler todos os posts da viagem reunidos.
Para encerrar essa série - ao menos por enquanto :-D - deixo aqui um videozito ultra mega super hiper amador que eu fiz da minha cabine do navio, com direito ao marzão quebrando nos decks inferiores.
Brigadão pela companhia fofa de vcs em mais essa viagem ;-)
Então se você perdeu algum capítulo dessa epopéia transatlântica, é só clicar aqui ou no ícone Travessia Brasil-Africa do menu da direita, lá no final, pra ler todos os posts da viagem reunidos.
Para encerrar essa série - ao menos por enquanto :-D - deixo aqui um videozito ultra mega super hiper amador que eu fiz da minha cabine do navio, com direito ao marzão quebrando nos decks inferiores.
Brigadão pela companhia fofa de vcs em mais essa viagem ;-)
Swakopmund Museum: a história da Namíbia todinha num mesmo lugar
| A fachada acanhada e sem graça |
| Acervo pouco protegido e mal conservado, mas muito vasto |
| O ser humano que aparece nessa foto não faz parte do acervo ;-) |
| O consultório é um dos quase dez cômodos reproduzidos no museu |
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| Objetos tribais estão por toda a parte |
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| Animais empalhados aos montes |
Plantation House: a casa do governo em Santa Helena
Quando eu desembarquei em Santa Helena, eu comprei um tour para conhecer toda a ilha. Afinal, a ilha é composta de várias vilas e cidades e só Jamestown dá pra gente conhecer a pé; o resto da ilha é ultra montanhoso e as distâncias são muito longas para caminhar.
A maior parte dos visitantes só chega até os Plantation House Gardens e não à casa em si. É no jardim que estão as gigantes tartarugas que vivem na ilha, incluindo Jonathan, a maior delas, considerado o mais antigo habitante vivo da ilha (estima-se que ele tenha mais de 200 anos).
Uma das coisas que me fez escolher o meu tour especificamente, embora mais caro, foi que ele incluía uma visita pelo interior da Plantation House, que é a residência oficial e sede do governo de Santa Helena. Veja bem: eu pisei em Santa Helena ultra emocionada de estar ali, mas é o tipo de destino que a gente tem um feeling que não deve retornar no futuro. Então melhor ver tudo que pode de uma vez, certo? ;-P
Só 15 pessoas, divididas em dois grupos, são admitidas no interior da casa quando eles abrem para visitantes. O que é ótimo, porque o grupo fica bem pequenininho - o meu tinha 8 pessoas no total - e todo mundo se locomove junto, sem tropeços, pela casa, e ouve bem as explicações.
Como Santa Helena é uma ilha britânica, o governante da ilha é o representante local da Rainha Elizabeth II (hoje ela é representada por Mr. Mark Capes). A casa, construída em 1792, é a residência oficial do governador desde então e também a sede oficial do governo - aka "local de despachos" :-D
A casa não é museu, não; dá pra ver em cada cômodo apresentado (só pudemos conhecer o andar de baixo, social; o de cima, com os quartos, nos foi vetado, claro) que as coisas e móveis estão sendo usados de verdade. Mas renderia, sim, um bom museu, a julgar pelo acervo da bibilioteca e pelas divinas obras de arte, incluindo quadros e uma escultura que têm Napoleão como tema.
Não foi imperdível a visita, não; mas curti.
| A fachada da Plantation House vista dos Gardens |
| Um dos cantinhos da biblioteca |
| A cadeira vira escadinha para alcançar os livros no alto |
Como Santa Helena é uma ilha britânica, o governante da ilha é o representante local da Rainha Elizabeth II (hoje ela é representada por Mr. Mark Capes). A casa, construída em 1792, é a residência oficial do governador desde então e também a sede oficial do governo - aka "local de despachos" :-D
| O tema das navegações é recorrente no mobiliário e nos objetos |
| Brasão até na prataria |
| Mobiliário colonial |
| O ressabiado Jonathan |
15/02/2012
Longwood House: a casa de Napoleão em Santa Helena
| O anúncio logo na entrada |
| A casa despretensiosa e aparentemente pequena (só aparentemente) |
| Bandeira francesa hasteada |
| O globo de Napoleão, onde ele fazia seu próprio joguinho de War |
| O piano machucadinho |
| Vários dos objetos estão expostos assim, em galeriazinhas de vidro |
| Montes de cartas e manuscritos do próprio Napoleão fazem parte do acervo |
| O chapéu, claro! |
| O livreto do funeral |
| O jardim que cirunda a casa |
| A cama napoleônica |
| A mesa principal, que deve ter testemunhado muitas conversas reveladoras |
| Um barquinho que foi presente |
| O quintalzinho interno |
| A ala dos generais e o tampo original da sepultura de Napoleão |
Visitaça.
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