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30 de mai. de 2013

Compras em Orlando

Se nos parques em Orlando eu encontrei menos brasileiros do que esperava no comecinho de maio passado, com os malls e outlets aconteceu exatamente o oposto: em lugares como o Mall at Millenia e nos Premium Oulets a  quantidade de brasileiros passeando, comprando e até vendendo era impressionantemente grande.
Fiquei surpresa em ver como os brasileiros compram de forma organizada por lá: todo mundo que eu encontrei tinha lista de produtos, lojas e preços em mãos, e a maioria já chegava aos shoppings sabendo exatamente em que lojas ir e o que comprar. Eu, que não tinha nenhuma compra em mente e fiz só umas compritas eventuais devido a ofertas que encontrei em algumas lojas, me senti praticamente um ET por lá :)
Sou uma figura esquisitinha e não curto muito shopping centers. Gosto de compras ocasionais, daquelas que acontecem quando a gente está passeando, vê uma loja, entra, gosta de algumas coisinhas, compra e tchau. E, em geral, prefiro lojas de rua mesmo. Eu era tão ET em Orlando que fui ao Wallmart ver se havia ofertas de malas - lotaaaaaaaaaaaaaado de brasileiros à noite - e saí do local com um único pacote de Reese´s em mãos, ju-ro. Mesmo assim, visitei alguns dos shoppings mais procurados pelos brasileiros, como Premium Oulets e o The Mall at Millenia com sucesso ;)
O hall central do Mall at Millenia
 No The Mall at Millenia cheguei bem cedinho, com o shopping abrindo, o que foi ótimo: pouquíssima gente, lojas e corredores vazios, uma maravilha. Fiquei muito bem impressionada com o shopping: bonito, super limpo (inclusive nos banheiros, impecáveis), ótimos restaurantes (praça de alimentação com fast food mas também vários à la carte, como o Brio) e com uma variedade de lojas louvável. Tem um corredor do luxo, com as big brands, mas tem também várias lojas populares - eles definem seu target como "from Gap to Gucci" :)  E tem AppleStore também, a loja mais visitada por brasileiros ali.
Para quem tem filhos: a Disney Store dos Premium Outlets é mesmo bem mais em conta que as lojas dos parques
Dos dois Premium Outlets da cidade, o da International Drive é o maior. Em formato horizontal, com os corredores ao ar livre, é agradável para caminhar. A vantagem do shopping (menos bonito e muito mais cheio que o Millenia) é mesmo o fato de ter lojas de outlet, com produtos de coleções passadas a preços bem baixos (a loja da Samsonite foi a única das que entrei que não vi descontos significativos nas peças). Aproveitando as araras e setores de desconto nas lojas (não são raras as araras de roupas "75% off"),  e com paciência de Jó, dá pra achar umas barbadas mesmo (até eu me rendi e fiz uma comprinha histórica na Ralph Lauren - 5 blusinhas + 1 saia rendada de festa por menos de US$25 no total). Ali as lojas mais procuradas pelos brasileiros são Puma, Victoria Secret´s, Nike e Michael Kors (affe).
Corredores ao ar livre no Premium Outlet da International Drive
Para comprar as bobageiras nossas de cada dia - cosméticos básicos, chocolates, chicletes etc - continuo achando os Wallgreen´s da vida os melhores.

Uma dica legal, seja para shopaholics ou compradores eventuais, é imprimir grátis um Orlando Magicard no site do Visit Orlando. O cartão dá desconto em vários hotéis, restaurantes e shoppings - como os Premium Outlets e o The Mall at Millenia, citados aqui (e também no gigante The Florida Mall). É só apresentar o cartãozinho no atendimento ao cliente do shopping para ganhar uma sacolinha com o cupom de descontos e promoções nas lojas indicadas. 

20 de mai. de 2013

Marrakech: Guéliz e a rue de la Liberté

A praça principal do comércio de grandes lojas de Guéliz e o McDonald´s q virou ponto de referência para taxistas :P
Guéliz é como é conhecida uma das mais populares áreas da "cidade nova" de Marrakech (a Medina é a "cidade antiga", para quem não lembra). Também chamada pelos próprios marroquinos (em francês) de "ville moderne" ou "quartier européen", a região (que quem já visitou Marrakech geralmente lembra como "aquela parte pros lados do McDonald´s), o bairro do francês Henri Prost se estende da avenidona Mohamed V até a Medina e é famoso pelo aglomerado de lojas que vão de pequenas portinhas vendendo artesanato a boutiques de luxo e lojas de fast-fashion européias. E pela grande quantidade de bancos, atms e casas de câmbio que, mais cedo ou mais tarde, acabam sendo visitados pela maioria dos turistas ;)
 Mas o mais bacana da região são suas pequenas ruas perpendiculares à avenida, repletas de charmosos cafés, galerias de arte e lojinhas cheias de bossa, como algumas com objetos de design para casa. A área também é quadrilátero seguro para quem acha as negociações e barganhas no souk mais extenuantes que divertidas, com tantas lojas "comuns" por ali.
A Rue de la Liberté é o grande tesouro da área, com ótimas lojas para comprar mercadorias em couro (de verdade) e diversas galerias de arte tipicamente local - e cafés tipicamente franceses, com as cadeiras todas viradas para a rua e tudo.  Para consumidores de plantão, vale xeretear os sapatos originais (para homens e mulheres), feitos à mão, da Atika Chaussures no número 34; as adoráveis coisinhas para casa (de copos de chá marroquinos a tapetes) da L´Orientaliste no número 15; as toalhas, capas de almofada etc da Scènes de Lin no número 70;  as bolsas e casacos de couro da Place Vendome (entrada pelo número 141 da Mohammed V); os objetos africanos da Darkoum no número 15. Recomendo muito a parada de todos - consumistas e fãs de arte ou não - na Gallery 21, no número 36, para ver os lindos trabalhos em pintura e fotografia hiper-realista do inglês Alan Keohane; e a Galeria 127 (já na Mohammed V), a mais antiga galeria fotográfica do Magreb. E, é claro, terminar o rolê com os docinhos e biscoitos da a-do-rá-vel pastisserie Al Jawda no número 11 e os chocolates artesanais da Jeff de Bruges no número 17.







 As demais ruas perpendiculares à Mohammed também estão repletas de lojinhas, boutiques e cafés perfeitas para uma deliciosa tarde de caminhada (se você for bem no finalzinho da tarde, vai acompanhar a mudança de cenário quando as luzes começam a se acender e os cafés a encher; mas não vá muito tarde porque as lojas fecham cedo).
Vale lembrar que essa área mais jovem e vibrante (por ali você vê marroquinas em roupas tão ocidentais como as nossas, sobretudo na vida noturna) também ficam o belíssimo Teatro Real de Marrakech e o mercado coberto (com stands de souvenirs, açougues, quitandinhas etc), que valem a paradinha.
A cúpula do belo Teatro Real...
... e a fachada da novíssima (e lindona) estação de trens de Marrakech

Em tempo: em táxi ou no ônibus do citysighseeing, é facinho; o táxi pode te deixar já na esquina com a avenida Mohammed V (Vous pouvez me prendre au Rue de la Liberté dans Gueliz, si vous plait?) e o ônibus tem uma parada a duas quadras, na própria avenida. 

14 de mai. de 2013

Compras em Toronto

Lojinhas cheias de conceito são a cara de Toronto
 Embora a cotação do dólar canadense frente ao dólar americano não seja mais tão camarada quanto já foi, fiquei surpresa em ver em Toronto também um belo destino para compras. Tem o tipo de "compras" que eu curto, com muitas lojas espalhadas pelas ruas, daquele jeito de comprar gostoso ao estar passeando e, opa!, uma vitrine legal, entrar, comprar. Mas também tem shoppings imensos, do jeito que os brasileiros adoram, de outlets a malls de luxo, e vi muita gente investindo no turismo de compras por lá.

Comércio bombando também "debaixo da terra", nas ruas do The Path
St Lawrence: peças únicas e ótimas compras para foodies
 MALLS
Para quem curte a muvuca e a praticidade dos malls, o preferido dos brasileiros é o Toronto Eaton Centre, que tem localização excelente, no centro, e é fácil chegar ali de qualquer ponto da cidade. É um shopping bonito, com ares de "arejado" e tem da low cost Forever 21 (que virou a nova febre das brasileiras, não me perguntem por que) à Apple Store. Os mais saudosos vão curtir ver ali uma imensa Sears, de vários andares e departamentos :D
Para quem quer a comodidade do mall encontrando das lojas mais fast fashion como Zara às big brands como Gucci, o Yorkdale é o o canal. O shopping mais upscale de Toronto é lindo, a oferta de lojas é impressionante (meninas, tem uma Sephora enorme lá) e tem a melhor praça de alimentação que eu já vi (umas 20 nacionalidades envolvidas nas opções tipo fast food e você pode, sem custo, reservar mesa para o horário que você pretende almoçar); e tem também restaurantes à la carte, é claro. O metrô também para em frente do Yorkdale.
Tem um quê de Times Square, mas não é ;)
Nessa linha de malls tchans, vale também espiar o Hazlenton Lanes e as boutiques do Don Mills.
Para os loucos por outlets, o negócio é aproveitar o ônibus gratuito que vai do centro para o grandão Vaughan Mills ou tomar um táxi ao gigante Dixie Outlet Mall, cujas 135 lojas prometem até 70% de desconto em tudo.
As lojas do circuito Bloor-Yorkville
 STREET SHOPPING
Para os fãs de street shopping, a boa, para mim, é rumar para as lojinhas "vintage chic" da Queen West e curtir o apinhado adorável de ateliês de jovens estilistas, lojinhas de roupas, antiquários (bom para pechinchar bijoux). Em West Queen West (falo dela também no post sobre o art+design district) você encontra os designers mais queridinhos do momento por lá, como Brian Bailey e Anne Hung.
Lojinhas de Museu (essa do ROM): como não amar?
Jovens estilistas dão sua cara no circuito vintage-chic
 Para quem quer peças únicas e, sobretudo, excêntricas, o negócio é fuçar os estabelecimentos de Kensignton Market, considerado um dos melhores mercados de rua da América do Norte. A curiosa mistura de lojinhas latinas, árabes, européias e orientais (a Chinatown é logo ao lado) rende - algumas peças chegam a ser hilárias. No St. Lawrence Market (excelente para comprinhas foodie!) e nas lojinhas do adorável Distillery District você também vai encontrar várias peças, de roupas e bijoux a objetos para a casa, nessa linha one of a kind
Quem quer comprar marcas de luxo - ou fazer uma boa window shopping - tem que rumar para o circuito Bloor-Yorkville. As lojas estão localizadas quase lado a lado, as calçadas são largas, boas de caminhar, e tem cafés gracinha para fazer uma parada e praticar o people-watching. A Bloor St, aliás, é chamada localmente de algo como "milha do vison" por reunir em sequência Pradas, Chanels e Guccis da vida. E por ali também ficam deliciosas lojas de museus, como do ROM e do Bata Shoes (a da AGO fica mais afastada mas também é marvilhosa!)
O Yorkdale é boa opção para quem curte um grande shopping center
E, last but not least, uma experiência de compras (ou window shopping) interessante é olhar as lojinhas do The Path, o caminho subterrâneo construído para os dias mais frios da cidade, mas que funciona o ano todo - mas prepare-se: são 27km de corredores subterrâneos.

Em tempo: para fãs de Boots, Duane Readers e afins, as farmacinhas boas de compras em Toronto são as Shoppers

10 de fev. de 2013

Ano novo chinês

Uma das vitrines comemorativas da Harrods ao ano novo chinês (foto divulgação)

Hoje, dia 10 de fevereiro, tem início o novo ano chinês.  O animal-símbolo (do horóscopo chinês) desse ano é a serpente. E não são apenas as Chinatowns espalhadas pelo planeta (e a própria China, obviamente) que celebram a data; hotéis, restaurantes e, é claro, o comércio em si, estão aproveitando com ótimas sacadas a nova era.
Se no Brasil as vitrines estão todas na onda do ziriguidum carnavalesco e em boa parte do mundo as mesmas estão forradas de vermelho e corações para celebrar o Valentine´s day (comemorado no próximo dia 14), a Harrods resolveu celebrar o ano novo chinês com pompa e circunstância na loja em Knightsbridge, na Brompton Road. 
Para começar, os tradicionais envelopes vermelhos, considerados símbolos de boa sorte na China, serão distribuídos no salão branco da Harrods até o final de fevereiro, contendo dentro um vale oferta para ser utilizado na loja. Além disso, a Luxury Jewellery Room da Harrods apresentará uma série de festas temáticas sobre a data convertidas em chá da tarde (um toque bem inglês à festa chinesa :D).
Eis aí uma bela sacada, já que os compradores chineses representam a parte mais significativa e que mais cresce na base de clientes internacionais da loja. Bom, não que eles - ou os muitíssimos brasileiros que chegam à loja todos os dias - precisassem de pretexto para comprar lá; mas bela ideia ;)

28 de jun. de 2012

Londres e a moda: para shopaholics


Londres e a moda vivem um caso de amor

Mais Londres nessa vibe pré-Olímpica aqui no blog - e também lá no Saia pelo mundo, vocês viram? Afinal Londres, com libra forte e tudo, ainda é um baita de um destino de compras. Não bastasse ter setores constantemente em liquidação, a cidade ainda reúne as flagship stores de seus estilistas mais famosos, virando um paraíso para os shopaholics. Nem que seja para ver vitrines (thanks, Visit Britain!), vale xeretar:

Alexander McQueen–foi a estilista Sarah Burton quem criou para a grife o vestido de noiva de Kate Middleton. 4-5 Old Bond Street

Aquascutum– A matriz abriga a butique genuinamente britânica desde 1920. Vale entrar nem que seja pelo prédio: seu interior é espetacular quanto as roupas. 100 Regent St

Burberry-  O ícône londrino com sua estampa xadrez (o “xadrez Burberry”) ganhou fama internacional mesmo com seus trench coats que há mais de 50 anos são usados no mundo inteiro. 165 Regent St

Temperley– Os vestidos dessa marca bem britânica são usados com frequência pelas irmãs Middleton e a curiosa fachada da loja ostenta uma pintura da bandeira nacional do Reino Unido. 2-10 Colville Mews

Victoria Beckham – vamos dar a mão à palmatória: a senhora Beckham até que cria peças bem legaizinhas, a preços bem acessíveis. Suas peças estão disponíveis na Selfridges e na Harrods.

Vivienne Westwood– Ídala, divina, maravilhosa. Sou fãzaça, principalmente dos seus vestidos. Sempre representou um lado mais excêntrico e subversivo da Grã-Bretanha, mas sem abrir mão da elegância nem se deixar contaminar pelas modernidades periguetes. 44 Conduit St.

Paul Smith– ele adora usar as bandeiras do Reino Unido em campanhas publicitárias e suas listras coloridas viraram marca registrada – lembra da louça com que é servido o Prêt-a-Portea?  A loja de Covent Garden tem objetos de arte intercalados com itens de vestuário. 40-44 Floral Street

Timothy Everest– um dos alfaiates britânicos mais destacados, treinado na mítica Savile Row (onde estão várias das lojas que há décadas servem a família real), tem loja no animado e movimentado Spitalfields. 32 Elder St, Liverpool St tube

Reiss – a marca britânica queridinha de Kate Middleton também tem preços mais acessíveis e virou febre entre as fashionistas inglesas. 172 Regent St

Simon Carter – craque em acessórios, tem também coleção masculina bacanuda de vestuário. A loja em Bloomsbury fica pertinho do Museu Britânico.

23 de jun. de 2012

6 bons vinhos franceses com precinhos tentadores

Que vinho na França é uma pechincha comparado com o preço dos vinhos no Brasil, a gente já está careca de saber. E que até os vinhos vagabundos franceses são bem decentes, também.
Então listo aqui seis vinhos com ótimo custoXbenefício para quem estiver com viagem marcada para a França trazer na mala de volta para o Brasil.  Os preços são bem razoáveis se comparados com vinhos econômicos no Brasil; dá pra compra-los no free shop, mas também em supermercados e casas coo a Grande Epicerie de Paris.

Tintos:
Domaine Saladin Cuvée Loi - um côtes-du-rhône com preço médio de 13 euros.
Domaine Barmès Buecher Cuvèe Réserve - um pinot noir da Alsacia também com preço médio de 13 euros.
Vindemio Cuvée Imagine - preço médio de 14 euros
Château Tour du Pas Saint-Georges - um saint-emilion orgânio com preço médio de 14 euros

Brancos:
Domaine des Bernadins Cuvée Hommage - muscat de Beaumes-de-Venise com preço médio de 16 euros
Domaine Les Promesses de la Terre - preço médio de 15 euros a garrafa

Salut!

16 de jun. de 2012

Fortaleza e as rendeiras de bilro

 Uma das marcas registradas do Ceará são as rendeiras de bilro, esse rendado cheio de tramas e voltas que ficou tão característico de Fortaleza também.
 E, uma vez na capital cearense, o que não faltam são lugares para comprar a renda em forma de barrados, toalhas, vestidos, blusas, saídas de praia, caminhos de mesa, jogos americanos e até em detalhes em acessórios - que artesão é sempre criativo pra caramba.
 Na Cooperativa das Rendeiras de Fortaleza e Aquiraz, que acaba sendo visitada sobretudo por quem faz o passeio a Morro Branco, a gente consegue ver várias delas em pleno trabalho.
 Ali, espremidas entre barracas de artesanato e turistas que rodeiam para tirar fotos (tipo eu :D), elas seguem impassíveis seu trançar de rolinhos e linhas para seguir o desenho rabiscado no papelão que serve de guia.
 E sempre vestem suas próprias criações em bilro também, seja algo bem branquinho...
 ... ou bem, bem, bem colorido.
 Ali elas também trabalham firme, todos os dias, desde 2006, para entrar no Guinness com o recorde de "a maior renda do mundo" - que já tem um sem fim de metros enroladinhos nesse carretel gigante da foto acima.
 A maioria delas conta que começou nessa vida de rendeira ainda muito pequena, por volta dos 8 ou 9 anos, seguindos mesmos passos das mães, tias e avós.
 E, não bastasse elas encantarem todo mundo com a rapidez de seu trabalho incansável, os artesãos cearenses também as homenageiam, fabricando mini rendeiras para os turistas levarem para casa.
Gracinha de visita. A entrada na cooperativa é gratuita. Mas vá com dinheiro, com as rendeiras são rodeadas devárias barraquinhas vendendo artesanato. Outro lugar legal para comprar seus trabalhos é na feirinha da Beira-Mar, em Fortaleza mesmo.

1 de jun. de 2012

Testando o novo Lumia 800 com Windows Phone


O Lumia chegando em casa com a cartinha-convite para o teste

 Antes de embarcar na última viagem (que ainda não começou a aparecer aqui no blog, por sinal), recebi um convite, no mínimo, inusitado: a Nokia me ofereceu emprestado um Nokia Lumia 800 (pink, gente, pink!!!) para eu testar na estrada. Como o inusitado é sempre instigante, aceitei.
A tela personalizada, pra combinar a cor do aparelho que me acompanhou na viagem
 Agora por que o aparelho seria tão legal para um viajante a ponto de me convidarem a testar? Dois pontos, sobretudo: o sempre excelente sinal para captação de wifi e o di-vi-no GPS. Pois é. Pra gente que vive “à caça” de um sinal de wifi quando está na estrada, isso é importantisissíssimo, como diriam o Chavez e a Poeta. Achei o Lumia é rapidíssimo, estável, bem potente mesmo para captar sinais distantes - só com a qualidade e estabilidade do wifi o aparelho já me ganhou.
Ele é robustinho mas não chega a ser pesado, não; das outras apps que eu curti muito, destaco o Nokia Maps traz as infos de trânsito (com direito a imagens de satélite) e do transporte público do local onde você se encontra – até lá no fim do mundo da patagônia chilena ele abriu as rotas (totalmente desobstruídas! hahahaha). E como vem também como Nokia Drive, dá pra usar os mapas offline tanto como mapas em si como também para propor rotas,  caminhos e itinerários – bem útil para o caso de cidades grandes.
Aqui fotinho retirada do site da Nokia
O deslize da tela para os serviços e aplicativos é bem legal: pode ser feito tanto vertical como horizontalmente, com menus diferentes. E sai ganhando também na possibilidade de integrar as nossas continhas do Twitter, do Facebook e até do MSN tudo no mesmo lugar – assim como direcionar todas as nossas contas de email pra mesma caixinha (bingo!). E, pra quem usa smartphone também para trampar emergencialmente da estrada como eu, o fato de vir com um aplicativo do Office (Word e Excell included) instalado for free é uma mão na roda.
Para baixar as apps a gente usa o MarketPlace (curti muito) e para as músicas, o Zune (não curti muito, não; ainda estou me acostumando). A oferta de apps é legal e baixa rapidinho, isso é verdade. O único senão? Não tem Instragram. E, well, vocês sabem que eu sou viciada no negocinho em viagem, né? Só não morri de saudades do Instagram porque eu sempre carrego meu iPod comigo :-)
Com preço sugerido de mercado desde R$1549, opera em sistema Windows Phone e tem câmera traseira de 8MP com dual flash.
Ó, Nokia, não quero devolver mais não, tá? ;-)

Atualização: esse não é um post patrocinado, não. O aparelho foi devolvido para a Nokia no dia 15 de junho. 

31 de mai. de 2012

(mais) Compras na Cidade do México

Lenços lindos na Piñeda Covalin
 Quando eu visitei a Cidade do México no final de 2011, fiz um postzinho atendendo a pedidos sobre os lugares mais legais para comprar na capital mexicana. Mas como todo mundo seeeeeempre pede dicas de compras em praticamente todos os lugares, e como a Cidade do México está no programa de férias de julho (yeay!) de vários dos leitores assíduos aqui do blog, resolvi dar mais uma atualizada.
Achadinhos sempre divertidos na Museum
 Afinal, me toquei que, por exemplo, no post do ano passado faltava uma lojinha di-vi-na para a mulherada: a Piñeda Covalin. Lenços, bolsas, túnicas, vestidos, bijoux... uma peça mais divina que a outra. Produzidas pelos dois estilistas que dão nome à loja, as peças mantêm aquele quê de peça única e, com apelo ultra mexicano, levantam o astral de qualquer visual - mas sem perder a elegância, é claro. Tem unidades nos shoppings e também uma na Campos Eliseos, em Polanco, incrível.
No geral, para quem procura top luxury brands, o endereço é a avenida Masaryk - ali estão enfileiradas Ferragamo, Vuitton, Hermès e várias outras. A Masaryk é bem democrática, aliás: ao lado das big brands, estão também as fast fashion, como a Zara, e lojas de consumo em geral, como Apple Store (na verdade, ali, uma MacStore).
A Sephora do Antara Polanco, inaugurada no ano passado
Para lojinhas de rua, Polanco é o canal: a Pasaje Masaryk tem de tudo um pouco, com destaque para lojinhas de bijoux e objetos de decor. Vale também passar na Museum, para babar nos livros e nas coisinhas de decor (tem umas peças de colecionadores maravilhosas à venda).
Shopping maníacos devem rumar direto para o Antara Polanco (tem todas as marcas que brasileiros curtem, como Nikes e Lacostes da vida, e uma Sephora bacanuda) e para o novo Santa Fé Mall, que fica distante da cidade mas na área vipona dos condomínios de luxo.
Artesanato? Continuo achando que não há lugar mais bacana que a feirinha (agora em galpão coberto bonitinho) de Coyocán - de bonequinhas mexicanas a camisetas com frases de gosto duvidoso, tem literalmente de tudo ali, e com ótimos preços.

22 de mai. de 2012

Compras em Cancun


Mesmo com a recente alta do dólar, o peso mexicano está cada vez mais baratinho (1 dólar compra entre 12 e 14 pesos) e os brasileiros compram como nunca em Cancun. Os lugares mais procurados pelos brazucas na hora de encher as malas para a volta para a casa são:
-La Isla Shopping Mall: 160 lojas ao ar livre, de Zara a Diesel
-Plaza Caracol: o mais antigo, bom para  souvenirs e artesanato mexicano.
- Kukulcan Plaza: o maior e com a  “Luxury Avenue”, reverenciada pelos brasileiros. Vale prestar atenção redobrada à bela cúpula de vidro de inspiração maia.
-Avenida Tulum: no centrão, boa para souvenirs e artesanato, sobretudo no Mercado El Kihuic

Para as meninas: atenção redobrada às lojas de Pineda Covalin. Túnicas, bolsas, lenços e bijoux divinos, de inspiração e confecção 100% mexicana.

7 de mai. de 2012

Outlets em Buenos Aires

 Mesmo eu dizendo que o mar já não está mais tão favorável para o real em Buenos Aires, o post sobre comprinhas na cidade de ontem já entrou no ar causando ;-)  E os pedidos vieram de monte pelo twitter: "mas, Mari, por que vc não falou mais sobre os outlets? estão só na Córdoba? onde é melhor?"
Então bora lá.
 A meca dos outlets em Buenos Aires é o bairro de Villa Crespo, vizinho a Palermo. A coisa começa na av. Córdoba, que em teoria divide dos dois bairros, e se estende até a Corrientes. O pedacinho mais legal, chamado por muita gente de "quadrilátero dos outlets", fica compreendido entre Ramirez de Velasco, Jufré, Serrano e Malabia. Na Malabia com a Corrientes, aliás, é onde fica uma estação de metrô que funciona muito para quem quer explorar essa área e não está hospedado nos arredores (a linha vai até o centrão, com paradas na Florida e no Obelisco, inclusive); quem está em Palermo ou no próprio bairro, vai caminhando numa boa por entre aquelas ruas bem gostosinhas.
 Esse pedacinho de Villa Crespo vive lotadinho de brasileiros atrás de ofertas da Nike, da Adidas, da Brooksfield, da Lacoste, da Tommy, da Puma e da Levi´s, sobretudo. A gente ouve português o tempo todo e não estranhe se um(a) brasileiro(a) que você nem conhece te perguntar no meio da loja se você gosta, acha que fica bom ou, principalmente, se acha que está barato :-))))
Quem tem paciência para fuçar araras e caixotes (muitas vezes, sobras de outras coleções e peças com pequenos defeitos estão literalmente em caixotes de papelão nas lojas) costuma achar boas coisas. Para os homens, ternos e camisas sociais costumam valer bem a pena tanto nas lojas locais quanto nos outlets das big brands, como Yves Saint Laurent.
Aliás, falando em marcas locais, as coisas mais legais que eu achei por lá em diferentes viagens estavam justamente nas lojas das marcas menos conhecidas no Brasil, cujas lojas não são tão fáceis de achar por aí - e os preços são bem, bem interessantes. Pessoalmente, curto muito Cacharel, Chocolate e Paula Cahen d´Anvers (ótimas pro dia a dia) Caro Cuore (para lingeries), Agarrate Catalina (meio teen, mas com achadinhos fashion legais), Rapsodia (bem vintage, adoro!).
E tem de tudo: masculino, feminino, moooontes de lojas de roupitas para crianças e bebês e também coisas pra casa, de enfeitinhos mil em lojinhas bem simpáticas aos lençóis de trocentos mil fios da Arredo.
A vantagem de zanzar pelas lojinhas que estão concentradas no "quadrilátero dos outlets" da Villa Crespo é que a gente topa com uns cafezinhos legais entre elas; porque até fanáticos por compras devem querer fazer uma pausinha para descansar as pernocas, não? ;-)

Anote aí: a Mari Pereira Mason tem um post ge-ni-al que lista todas, eu disse TODAS, as lojas de outlets do bairro, para alegria dos shopaholics ;-)