O final da viagem transcantábrica foi em Santiago de Compostela. A bem da verdade, hoje em dia o trem não chega mais até ali - para em Ferrol, onde fizemos a tradicional "foto do grupo" (com direito à guardanapos de papel surripiados por uma passageira do bar para, segundo ela, "dar um clima cinematográfico à foto de despedida" :-D) e de lá os passageiros seguem a Santiago em bus mesmo - quem faz o roteiro Transcantábrico de carro também sempre termina em Compostela, como manda a tradição.
Eu já contei no ano passado, quando a conheci, o quanto me apaixonei por essa cidade. LINDA. Bom, a Galícia toda é adorável, mas a parte histórica de Santiago é puro encanto. Não bastasse a arquitetura preciosa, tem mesmo uma vibe diferente, não sei; são tantas, mas tantas histórias emocionantes que escutamos no dia-a-dia, do vai e vem de peregrinos, que fica difícil esquecer.
Agora em agosto chovia e me contaram que tem sido desde o começo desse último verão. Mas, mesmo debaixo de chuva, vou dizer pra vcs que, pra mim, a cidade continuava um desbunde.
A cidade estava mais gostosa e tranquila que no ano passado, que era ano de Jubileu e tinha mesmo uma infinidade de turistas em todo canto, uma loucura. Mas esse ano também tem um mote especial pra quem a visita: a belíssima Catedral de Santiago, uma das mais lindas do mundo na minha modesta opinião, completa 800 anos de sua conclusão.
Mesmo ficando tão, tão pouquinho na cidade dessa vez, de novo conheci gente com histórias incríveis das aventuras pelo caminho a Santiago. E, óbvio, já fiquei planejando voltar :-)
Então ficou decidido: cansei de chegar em trem ou bus a Compostela. Da próxima vez - se tudo der certo, ano que vem - eu juro que chego andando. Tudo bem, eu não guento um mês nessa vida de peregrino, já sei de antemão; então não vou nem cogitar fazer o caminho todinho. Mas o caminito mais básico de 3 dias eu encaro, vá :-)))))
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13 de ago. de 2011
12 de ago. de 2011
Viveiro: mais uma gracinha galega
Viveiro foi uma das últimas paradas do Transcantábrico. O tempo não ajudou - a chuvinha fina vivia aparecendo - mas a cidade é uma das outras gracinhas galegas que conheci no mini-roteiro que fiz com eles.
Dos mirantes - são dois, praticamente lado a lado - se tem vistas lindas da cidade e dos arredores.
A arquitetura do centro é um detalhe à parte. Das Igrejas de pedras aos curiosos telhados, a caminhada é rápida mas cheia de surpresas.
Três das antigas portas da cidade amuralhada ainda estão lá, firmes e fortes, e marcam a entrada e saída de moradores e turistas da parte antiga para a parte nova de Vivieiro, ou ao revés.
As portas quase todas têm esse típico "batedor" galego, numa inspiração bem mãozinha-dos-Adams :-))))))
Mesmo num dia chuvosinho, estando em plenas férias de agosto, o centro antigo estava cheio de estudantes e, na praça central, montavam palco e arquibancada para os shows de verão que começariam exatamente naquele final de semana.
San Roque é o padroeiro da cidade e as "pedras de San Roque", chocolatinhos maxi crocantes, são lembrancinhas muito típicas da cidade.
Os balcões fechados também são muito vistos por ali. Mantém a casa quente no inverno e dão sensação de amplitude e muita luz nos verões.
Curiosamente, eles têm ali uma réplica da gruta de Nossa Senhora de Lourdes, da qual a cidade inteira parece ser devota. Miniaturas em cera, flores, cadeados e cartas dão conta dos milagres.
E a parte nova tem um belo calçadão até o porto que, num dia de tempo bom, deve valer um belo footing.
Fofíssima para uma escala ou bate-e-volta.
Dos mirantes - são dois, praticamente lado a lado - se tem vistas lindas da cidade e dos arredores.
A arquitetura do centro é um detalhe à parte. Das Igrejas de pedras aos curiosos telhados, a caminhada é rápida mas cheia de surpresas.
Três das antigas portas da cidade amuralhada ainda estão lá, firmes e fortes, e marcam a entrada e saída de moradores e turistas da parte antiga para a parte nova de Vivieiro, ou ao revés.
As portas quase todas têm esse típico "batedor" galego, numa inspiração bem mãozinha-dos-Adams :-))))))
Mesmo num dia chuvosinho, estando em plenas férias de agosto, o centro antigo estava cheio de estudantes e, na praça central, montavam palco e arquibancada para os shows de verão que começariam exatamente naquele final de semana.
San Roque é o padroeiro da cidade e as "pedras de San Roque", chocolatinhos maxi crocantes, são lembrancinhas muito típicas da cidade.
Os balcões fechados também são muito vistos por ali. Mantém a casa quente no inverno e dão sensação de amplitude e muita luz nos verões.
Curiosamente, eles têm ali uma réplica da gruta de Nossa Senhora de Lourdes, da qual a cidade inteira parece ser devota. Miniaturas em cera, flores, cadeados e cartas dão conta dos milagres.
E a parte nova tem um belo calçadão até o porto que, num dia de tempo bom, deve valer um belo footing.
Fofíssima para uma escala ou bate-e-volta.
11 de ago. de 2011
Fotolog: Luarca, escala gracinha
Outra bela surpresa da viagem foi conhecer Luarca, ainda nas Astúrias, uma das primeiras paradas da minha curtíssima viagem no Transcantábrico.
Da estação de trens, seguimos em ônibus pela cidade (reparem na foto abaixo, azulada e movida, como só um ônibus em movimento é capaz de fazer :-D), conhecendo um pouquinho da arquitetura dessa curiosa cidade de ruas estreitíssimas...
... até continuarmos subindo, subindo, subindo as encostas até chegar aos mirantes mais legais. Porque, no fundo, Luarca é uma graça mas, definitivamente, é mais bonita mesmo vista de cima.
Na sequência, um breve fotolog dessa cidade-fofa pra vcs:
Da estação de trens, seguimos em ônibus pela cidade (reparem na foto abaixo, azulada e movida, como só um ônibus em movimento é capaz de fazer :-D), conhecendo um pouquinho da arquitetura dessa curiosa cidade de ruas estreitíssimas...
... até continuarmos subindo, subindo, subindo as encostas até chegar aos mirantes mais legais. Porque, no fundo, Luarca é uma graça mas, definitivamente, é mais bonita mesmo vista de cima.
Na sequência, um breve fotolog dessa cidade-fofa pra vcs:
10 de ago. de 2011
Parador de Ribadeo: pare ali pra almoçar
É raro eu achar um lugar meia boca. Mas depois de ver tanta coisa linda, achei Ribadeo bem frustrante, com um centrinho sem graça, à exceção de uma ou outra beleza arquitetônica. É CLARO que a visita vale pelos mirantes e pela sensacional Playa de Catedrales, do post anterior.
Bom, e já que você estará ali, nada mais apropriado que bater o cartão no lerê pelo centro almoçando no Parador de Ribadeo.Eu não posso opinar sobre o Parador em si, que não me hospedei ali - estava no Transcantábrico, lembram? A propriedade me pareceu um pouco menor e mais simples que os outros paradores que visitei, mas igualmente bem decorada e com um vista deslumbrante para o porto.
Mas o restaurante definitivamente vale a visita. Foi uma das melhores refeições da viagem e ali comi o melhor pulpo a galega ever, uma loucura - que, infelizmente, veio no meio de um monte de entradinhas de frutos do mar que nos deixou tão empolgados que eu esqueci de fotografar #fail
Serviço super atencioso, apresentação cuidadosa, tudo, tudo, tudo muito saboroso. Mesmo. Os menus de 3 passos custam desde 20 euros por pessoa e definitivamente valem o quanto pesam. Aprovadíssimo, ainda mais com a vista linda que se tem do restaurante.
Depois da lauta refeição, daí sim caminhar pelo centrinho fica mais aprazível ;-))))
Bom, e já que você estará ali, nada mais apropriado que bater o cartão no lerê pelo centro almoçando no Parador de Ribadeo.Eu não posso opinar sobre o Parador em si, que não me hospedei ali - estava no Transcantábrico, lembram? A propriedade me pareceu um pouco menor e mais simples que os outros paradores que visitei, mas igualmente bem decorada e com um vista deslumbrante para o porto.
Mas o restaurante definitivamente vale a visita. Foi uma das melhores refeições da viagem e ali comi o melhor pulpo a galega ever, uma loucura - que, infelizmente, veio no meio de um monte de entradinhas de frutos do mar que nos deixou tão empolgados que eu esqueci de fotografar #fail
Serviço super atencioso, apresentação cuidadosa, tudo, tudo, tudo muito saboroso. Mesmo. Os menus de 3 passos custam desde 20 euros por pessoa e definitivamente valem o quanto pesam. Aprovadíssimo, ainda mais com a vista linda que se tem do restaurante.
Depois da lauta refeição, daí sim caminhar pelo centrinho fica mais aprazível ;-))))
9 de ago. de 2011
Playa de Catedrales: vá
Não tenho dúvidas: a Playa de Catedrales, na Galícia, foi o que vi de mais lindo no trecho da viagem com o Transcantábrico que fiz semana passada. E foi também uma agradabilíssima surpresa porque, sinceramente, não esperava ver algo tão impactante por ali.
A praia fica dentro dos limites de Ribadeo, uma cidade que eu achei, honestamente, bem sem gracinha, na província de Lugo. Mas, se a cidade não tem lá seus encantos, a praia... UAU!
Logo ao chegar, vc topa com um monte de trailers pelo caminho - não é área para camping, mas tem uma área de picnic bem agradável costeando a estrada.
Como a praia é em falésias, para chegar na praia propriamente dita é preciso descer uma escadaria - bem larga, estruturada e segura, por sinal, apropriada para qualquer tipo físico ou faixa etária - até a areia.
São tantas formações rochosas no trecho de areia que a gente nem sabe por onde começar a explorar.
A praia ganhou o nome de Catedrales porque a forma com que vento e água esculpiram as rochas formou diversas grutas nas falésias - as tais catedrais.
O melhor é chegar por ali perto do meio dia no verão, quando a maré já baixou um pouco e é possível ir caminhando por entre os rochedos imensos, entrando em suas belíssimas "catedrais" aqui e ali.
Meu conselho?
Vá, sem pensar duas vezes.
A praia fica dentro dos limites de Ribadeo, uma cidade que eu achei, honestamente, bem sem gracinha, na província de Lugo. Mas, se a cidade não tem lá seus encantos, a praia... UAU!
Logo ao chegar, vc topa com um monte de trailers pelo caminho - não é área para camping, mas tem uma área de picnic bem agradável costeando a estrada.
Como a praia é em falésias, para chegar na praia propriamente dita é preciso descer uma escadaria - bem larga, estruturada e segura, por sinal, apropriada para qualquer tipo físico ou faixa etária - até a areia.
São tantas formações rochosas no trecho de areia que a gente nem sabe por onde começar a explorar.
A praia ganhou o nome de Catedrales porque a forma com que vento e água esculpiram as rochas formou diversas grutas nas falésias - as tais catedrais.
O melhor é chegar por ali perto do meio dia no verão, quando a maré já baixou um pouco e é possível ir caminhando por entre os rochedos imensos, entrando em suas belíssimas "catedrais" aqui e ali.
Meu conselho?
Vá, sem pensar duas vezes.
7 de ago. de 2011
Uma viagem express no mítico Transcantábrico
Adoro trens. Adoro mesmo. Curto muito aquela aura meio romântica das viagens de trem, o ambiente das estações (sobretudo as mais antigas), o barulhinho do trem chegando, o balancinho da viagem (é o único transporte, além de navio, que me dá soninho hehehe) e o people watching delicioso pré, durante e pós viagem, em qualquer parte do mundo.
Foi de trem que fiz algumas das viagens mais lindas da minha vida, como o trecho Lucerna-Interlaken, na Suíca, e Oslo-Bergen, na Noruega, por exemplo. E sempre sonhei com uma viagem no Orient Express, bem à moda antiga.
Imaginem então o prazer de me juntar, ainda que por poucos dias, a uma viagem do mítico Transcantábrico, que atravessa, claro, a rota do mar Cantábrico pelo norte da Espanha, de San Sebastian a Santiago de Compostela ou o roteiro inverso, dependendo das saídas. E das coisas boas de ser jornalista: como eu não tinha nem tempo e nem dindim pra fazer o roteiro completo, por uma semana, e como dois casais abandonaram o roteiro San Sebastian-Santiago na metade (um por motivos de saúde, o outro por chilique), o pessoal da Féve, que administra os trens, me permitiu fazer o roteiro só nos três últimos dias, das Astúrias à Galícia.
Que viagem! Não bastasse o roteiro lindo – fiquei moooorrendo de arrependimento de não ter feito a viagem desde o começo, saindo do País Basco, atravessando “Espanhas” tão diferentes de uma só vez!) – o trem é tudo aquilo que lemos, vimos em reproduções antigas, imaginamos. São 11 vagões para passageiros, sendo apenas 28 viajantes no total. Os vagões, de quase um século, foram totalmente restaurados, mantendo todo aquele charme romântico do início do século passado mas oferecendo todos os confortos de nossa vida moderna, como wifi grátis, televisões de tela plana, ar condicionado etc.
Eu entrei no finzinho do roteiro que começou no País Basco e fui super bem acolhida pelos demais 17 passageiros – entre espanhóis, mexicanos, belgas, finlandeses e uma fofa solo traveler brasileira também. Acabaram me tratando como um chaveirinho, me achando uma jovem estudante brasileira hahahaha (adoUro!). O grupo já estava bem entrosado e era animadíssimo, composto em sua maioria por casais mas também por duplas de mãe e filha.
Na versão Gran Lujo (existe também a versão Clássico e outros dois trens mais simples de roteiros semelhantes), cada uma das 14 cabines é dividida em 3 ambientes pequenos, mas bastante eficientes: “quarto” com cama queen, saleta com sofá, mesinha, pufes e computador e banheiro, com uma maravilhosa ducha dessas de cabine, com chuveiro normal, ducha escocesa e sauna. A água, por sinal, é farta o tempo todo e a temperatura somos nós mesmos que regulamos individualmente, assim como o ar condicionado. LCD na área da cama e outra também na saleta, amenities Loewe, roupões etc – só os chinelinhos que eram mesmo de material bastante simples e descartável.
Mas, no fundo, a gente nem passa tanto tempo assim no trem, não; como o trem se move bastante (não imagino como o povo dormia naquelas liteiras antigamente!), as noites são sempre passadas estacionados em alguma estação, para que o sono possa ser tranquilo. Logo cedo, o mexe-mexe recomeça até a primeira estação de destino do dia e é nesse vuco-vuco que tomamos o nosso café-da-manhã no charmoso Salón Restaurante. Um ônibus acompanha o trem durante todo o trajeto e transporta os viajantes para as escalas e excursões – está tudo incluído, num esquema roteiro fechado mesmo. Em cada parada, um tour rapidinho e bem superficial, e depois tempo livre pra cada um percorrer a área ou cidade do seu jeito.
Exceto pelo café da manhã, a maioria das refeições acontece fora do trem também. Eu, que só fiquei 3 dias a bordo (de Gijón a Santiago de Compostela) fiz todas em belíssimos restaurantes escolhidos pela empresa – em cada um, um menu fixo de 3 ou 4 passos, com água e vinho à vontade, mais café e chupitos (licores) ; as refeições também estão sempre incluídas.
No restante do dia, voltávamos à tarde para o trem, para percorrer mais alguns quilômetros por duas, duas horas e meia de viagem, até o destino seguinte. Alguns usavam esse tempo para a siesta, outros para internet, outros para um bom café no vagão Salón Bar ou leitura de livros, jornais e revistas no vagão Salón de Té.
A tripulação é bastante, bastante jovem, e composta de apenas 5 pessoas, chamados de comissários, que fazem um pouco de tudo – poderiam ser mais simpáticos, sem dúvida, mas são bastante eficientes.
O final de tarde sempre incluía mais um tour ou passeio e, lá pelas nove, íamos todos jantar, nos mesmos moldes do almoço. De volta ao trem lá pela meia-noite, ainda dava tempo de tomar um drink (pago à parte), dançar ou participar de uma das noites de karaokê (ui!) no vagão Salón Disco Pub. E a turma – com destaque absoluto para os espanhóis – era animadíssima!
Como funciona? Bom, o investimento é alto: tem várias promoções o ano inteiro, mas o preço de catálago para o Gran Lujo, na alta temporada, é de até 3750 euros a semana, por pessoa, em cabine dupla, incluindo todas as refeições com vinho em abundância incluído (vinhos excelentes, por sinal) e todas as bebidas não alcoólicas no trem, incluindo frigobar, além dos passeios e tours desde o embarque até o desembarque. A versão Clássica e o La Robla têm preço bem mais acessível.
Se vale o quanto pesa? Bom, isso depende mesmo do gosto de cada um, do tipo de viagem que se busca, do tempo que se tem disponível, se encaram viagens em grupo ou não etc.
Particularmente, eu, que sempre curti essa atmosfera dos trens tipo-propaganda-da-Chanel, achei bem legal e fiquei com vontade de um dia fazer o roteiro inteiro, por uma semana (3 dias passaram muito, muito rápido) – e, claro, como mais vontade ainda de um dia viajar no Orient Express ;-)
Foi de trem que fiz algumas das viagens mais lindas da minha vida, como o trecho Lucerna-Interlaken, na Suíca, e Oslo-Bergen, na Noruega, por exemplo. E sempre sonhei com uma viagem no Orient Express, bem à moda antiga.
Imaginem então o prazer de me juntar, ainda que por poucos dias, a uma viagem do mítico Transcantábrico, que atravessa, claro, a rota do mar Cantábrico pelo norte da Espanha, de San Sebastian a Santiago de Compostela ou o roteiro inverso, dependendo das saídas. E das coisas boas de ser jornalista: como eu não tinha nem tempo e nem dindim pra fazer o roteiro completo, por uma semana, e como dois casais abandonaram o roteiro San Sebastian-Santiago na metade (um por motivos de saúde, o outro por chilique), o pessoal da Féve, que administra os trens, me permitiu fazer o roteiro só nos três últimos dias, das Astúrias à Galícia.
| Os estreitos e românticos corredores, com duas cabines por vagão |
| O "quarto" propriamente dito da cabine |
| A saleta da cabine |
| A ducha bacanérrima, e fechadissima, pra evitar molhadeiras durante o vuco-vuco do trem |
| A cabine vista do banheiro |
| O kit de amenities Loewe de boas vindas |
| O vagão Bar e uma das jovens tripulantes |
| O vagão Disco Pub, para todo fim de noite |
| O vagão Salão de Té, utilizado para jogos, leituras e altos papos |
| O vagão Bar |
| A simpática guia Bárbara contando suas histórias e lendas numa das paradas |
| O animado grupo multinacional fazendo pose pra foto em Luarca |
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