18 de abr de 2013

África do Sul: para quando você for ao Kruger Park


 Nesse post publicado semana passada no Saia pelo Mundo, eu contei como o Kruger Park virou um grande caso de amor na minha vida, desde a primeira visita, há pouco mais de 3 anos; um lugar capaz de fazer uma pessoa medrosona de animais em geral - eu! - ficar abobada/encantada/enfeitiçada ao ver o carro do safári diariamente rodeado por leões, elefantes e outros animais.

Quem vai? Acho o Kruger Park - sejam as reservas localizadas propriamente dentro do parque (como o Sabi Sabi, onde me hospedei da vez anterior) ou as localizadas no chamado Great Kruger, fora dos limites originais do parque (como a excelente Royal Malewane onde me hospedei agora) - um destino sensacional para qualquer tipo de viagem ou turista. Crianças, jovens, adultos, terceira idade, solo travelers, casais em lua de mel, grupos de amigos , famílias inteiras - é o tipo de programa que, excetuando-se casais com bebês, não tem contra indicação para ninguém.

Um senão? É que ficar hospedado no Kruger, via de regra, custa caro. Antes de mais nada, é preciso ficar de olho no hotel escolhido, porque o custoXbenefício pode variar muito de um lugar a outro: há hotéis que só incluem cama e café nos valores propagandeados (e, nesses casos, cada game drive costuma custar uma pequena fortuna) e outros que incluem tudo (cama, café, pensão completa, dois safáris por dia, bebidas etc).
A emoção de ver os animais ali, lado a lado
 Chegando lá: apesar dos voos da SAA de São Paulo a Joanesburgo serem diretos e geralmente ficarem abaixo dos mil dólares por pessoa, é preciso comprar a extensão ao parque. Existem três maneiras de chegar lá: direto de carro (alugado ou motorista contratado), do aeroporto de Joburg, numa longa road trip; voando com a própria SAA até Hoedspruit e, desse aeroporto, seguir de carro por aproximadamente 2h30 até o Kruger; ou encarar os preços da Federal Air (em média, 500 euros por pessoa - paguei 550 euros pelo meu em 2010) e voar diretamente do aeroporto de Joanesburgo à pista de pouso mais próxima do seu hotel, num táxi aéreo de pouco mais de 1h de duração.

Quando ir? Dá pra encarar o Kruger o ano inteirinho. Mas vale saber que de janeiro a março é comum chover todo dia.
"Seguindo" uma família de leões

Quanto tempo ficar? Depende muito do bolso e do gosto. Se eu tivesse grana, passaria ali uma semana :D  Mas, como é um destino mais caro e os hotéis tudo incluído operam com pelo menos duas saídas diárias (um safári ao amanhecer e outro ao entardecer), acho que duas noites são redondinhas, com quatro safáris e tempo para usar o hotel (boa parte dos hóspedes fica 3 noites, vale saber).

Como é a rotina? Geralmente, há uma saída de safári logo pela manhã e outra no final da tarde, cada uma com duração entre 2h30 e 3h. No meio do dia, pode haver um walking safári ou alguma outra atividade proposta pelo hotel, mas a maioria dos hóspedes aproveitar para descansar (afinal, o primeiro safári pode sair 5h da manhã) e aproveitar as instalações do hotel, da piscina ao spa. Nos lodges, é comum os animais zanzarem por entre a propriedade sem nem se dar conta da presença humana ali, Nos hotéis de luxo, a gastronomia típica costuma ser bem, bem, bem caprichada. Quase todos os hotéis incluem um jantar típico ao ar livre, no meio da savana, nos pacotes. 

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