26 de ago de 2011

Mais sobre Santiago

Vocês sabem que o Chile é meu país favorito na América do Sul. Mas Santiago não é, ao menos não ainda, minha capital favorita por essas bandas do globo - tanto que paro em Santiago muito menos vezes do que pouso em seu aeroporto internacional.
Ainda assim, a verdade é que, cada vez que vou a Santiago gosto mais: a cidade continua arborizada, limpa e anda ganhando uns ares mais modernosos, mais sedutores, que me agradam muito. No quesito restaurantes, já não perde em nada para Buenos Aires: da cozinha chilena "de raiz" à cozinha molecular, impossível não ter grandes experiências gastronômicas ali. Seus vinhos, então, uma loucura.
No quesito hotelaria, ainda tem muito que melhorar, mas ganhou um hotelaço no final de 2009 que é o único na América do Sul, o W, que é mesmo hors-concours. Na hora das compras, shoppings imensos (como o Parque Arauco) e boutiques pra lá de estilosas estão por toda parte. E as atrações são adoráveis, dos parques aos excelentes museus (adoro os museus de Santiago, mesmo).
Só em um quesito Santiago ainda não é tão legal: preços. A cidade ainda é relativamente cara, se compararmos, por exemplo, com as pechinchas portenhas. Mas já não fica cara se compararmos os preços de alguns restaurantes com similares em São Paulo. Na hotelaria, então, a diferença é gritante.
Então, no final das continhas, compensa. E muito. Ainda mais com toooooda aquela cordilheira maravilhosa ao redor e a tranquilidade perfumada de suas ruas.

Stay tunned: os próximos posts serão todos sobre Santiago e as delícias que experimentei por lá nessa curta e adorável escala da viagem a Valle Nevado.

P.S.: tem posts de Santiago rolando também lá no Saia pelo Mundo.

2 comentários:

Mãe de Duas disse...

Mari, te acompanho há algum tempo, primeira vez que comento.
Acabei de voltar de Santiago, também estou escrevendo alguns posts, mas meu enfoque é bem diferente. Fui com minhas filhas (3 e 6 anos) e estou publicando uma série sobre Chile com crianças. Se te interessar: maededuas.com.br.

Li seu post sobre viver viajando e me deixou pensando. Trabalhei no turismo por 7 anos (larguei essa vida por causa das crias) mas do outro lado: convidando jornalistas bacanas como vc para conhecer o destino que eu promovia. É difícil não saber em que fuso se está, mas quando se abre mão dessa vida o difícil mesmo é fincar os pés no chão!
Bjs,
Priscilla

Mari Campos - Pelo Mundo disse...

Oi, Priscilla, obrigada pela visita e pelo comentário ;-) Já estou indo checar agorinha mesmo seu blog (ótimo nome, por sinal :-D)